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População Urbana e Rural – Brasil e Minas Gerais 1940 e 2010
Brasil Minas gerais
Urbana Rural Total Urbana Rural Total
1940 12.877.647 28.291.674 41.169.321 1.693.040 5.043.376 6.736.416
2010 160.879.708 29.852.986 190.732.694 16.713.654 2.881.655 19.595.309
(IBGE, 2010.)
Analisando a tabela, é correto afirmar que:
 

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892833 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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“O montante total, apurado sem duplicidade, das obrigações financeiras do ente da Federação, assumidas em virtude de leis, contratos, convênios ou tratados e da realização de operações de crédito, para amortização em prazo superior a doze meses.” Trata-se de:
 

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892821 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Uma biblioteca possui um total 1.500 livros. Metade desses livros é de literatura e a outra metade sobre temas variados. Dentre os livros de literatura, 40% são de autores brasileiros, como Machado de Assis e José de Alencar, e o restante dos livros são de literatura estrangeira. Quantos livros de literatura estrangeira há nessa biblioteca?
 

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892816 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
The knowledge of approaches and methods is an essential part of teacher preparation programs, since they enclose the beliefs and principals that can be used for teaching a language. Choose the item which is an approach:
 

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892754 Ano: 2016
Disciplina: Auditoria
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A assistência domiciliar também chamada de home care é uma alternativa utilizada pelas Operadoras de Planos de Saúde (OPS) que visa a desospitalização precoce dos pacientes que requerem cuidados de enfermagem em domicílio, bem como a diminuição e a otimização dos custos envolvidos na assistência à saúde. Levando em conta a auditoria na assistência domiciliar, assinale a alternativa correta.
 

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892729 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
O profissional de comunicação corporativa precisa saber os fundamentos da pesquisa, incluindo a pesquisa quantitativa, recomenda Janete Oliveira em “Com credibilidade não se brinca – a identidade corporativa como diferencial nos negócios” (Summus Editorial, 2004). Isso porque, explica, mesmo que o profissional não tenha de produzir a pesquisa, a ferramenta em si se revela útil para a condução das ações. De um modo geral, a pesquisa quantitativa serve para conhecer o perfil de clientes e/ou consumidores, avaliar o grau de satisfação com produtos e serviços, verificar o retorno de anúncios e de propagandas etc. Em suma, a pesquisa quantitativa permite:
 

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Dona Valentina e sua dor
Dona Valentina conseguiu cochilar um pouquinho. O relógio marcava quase cinco da manhã quando ela abriu os olhos. Estava ligeiramente feliz. Sonhou com as goiabeiras de sua casa na roça; ela, menina, correndo de pés no chão e brincando com os irmãos que apanhavam goiabas maduras no pé. Goiabas vermelhas, suculentas, sem bichos. O sonho foi tão real que ela acordou com gostinho de goiaba na boca.
Fazia um pouco de frio porque chovera à noite, chuvinha fina, boba. Porém, dona Valentina era prevenida: levara na sacola a capa e a sombrinha desmilinguida – mas que ainda serviam. A fila crescera durante a madrugada, e o falatório dos que acordaram cedo, como ela, misturava-se com o ronco de dois ou três que ainda dormiam.
Fila de hospital até que era divertida – pensava ela. O povo conversava pra passar o tempo; cada um contava suas doenças; falavam sobre médicos e remédios; a conversa esticava, e aí vinham os assuntos de família, casos de filhos, maridos, noras e genros. Valia a distração. Mas ruim mesmo era aquela dor nos quadris. Bastou dona Valentina virar-se na almofada que lhe servia de apoio no muro para a fincada voltar. Ui! De novo!
Dona Valentina já estava acostumada. Afinal, ela e sua dor nas cadeiras já tinham ido e voltado e esperado e retornado e remarcado naquela fila há quase um ano. O hospital ficava longe; precisava pegar o primeiro ônibus, descer no centro; andar até o ponto do segundo ônibus; viajar mais meia hora nele; e andar mais quatro quarteirões. Por isso, no último mês passou a dormir na fila, era mais fácil e mais barato. Ela e sua dor. A almofada velha ajudava; aprendera a encaixá-la de um jeito sob a coxa e a esticar a perna. Nesta posição meio torta e esquisita, a dor também dormia, dava um alívio.
O funcionário, sonolento, abriu a porta de vidro; deu um “bom dia” quase inaudível e pediu ordem na calçada:
– Pessoal, respeitem quem chegou primeiro. A fila é deste lado, vamos lá.
Não demorou muito, e a mocinha sorridente, de uniforme branco, passou distribuindo as senhas. Todos gostavam dela. Alegre, animada, até cumprimentava alguns pelo nome, de tanta convivência. Dona Valentina recebeu a ficha 03, seria uma das primeiras no atendimento. Quem sabe a coisa resolveria desta vez?
– Senha número três!
Dona Valentina ergueu-se da cadeira com a ajuda de um rapaz e caminhou até a sala. O doutor – jovem, simpático – cumprimentou-a e pediu que ela se sentasse. Em seguida, correu os olhos pela ficha, fez algumas perguntas sobre a evolução da dor e os remédios que ela tomava. Daí, preencheu uma nova receita, carimbou e assinou:
– Olha, dona Valentina, vamos mudar a medicação, essa aqui é mais forte. Mas seu caso é mesmo cirúrgico. O problema é que o hospital não tem condições de fazer a cirurgia de imediato. A senhora sabe: muitos pacientes, faltaverba, equipamento, dinheiro curto...
Ela sentiu um aperto no coração. E um pouco de raiva, raivinha, coisa passageira. Mas o doutor era tão simpático, de olheiras, de uniforme amarrotado, que ela sorriu, decepcionada:
– Posso marcar meu retorno?
– Claro, claro, fala com a moça da portaria.
Dona Valentina e sua dor pegaram os dois ônibus de volta. Pelo menos a chuva havia parado, um sol gostoso aquecia seus ombros através da janela. Fazer o quê? – pensava ela. Esperar mais, claro. Quem sabe um dia os poderosos, os políticos, os engravatados davam um jeito no hospital? E agendavam a cirurgia? E ela se livrava da dor? E poderia brincar com os netos, carregá-los no colo, sem a maldita fincada nas costas?
De noite, dona Valentina se acomodou no velho sofá esburacado para ver a novela – sua distração favorita que a fazia se esquecer da dor. No intervalo, veio a propaganda: crianças sorrindo, jovens se abraçando, pessoas felizes de todo tipo. A voz poderosa do locutor disse à dona Valentina que tudo ia muito bem, que a vida era boa, que o governo era bonzinho, que trabalhava pelo povo acima de tudo. E que a saúde das pessoas, dos mais pobres, era o mais importante! E que para todo mundo ficar sabendo, o governo preferiu usar a dinheirama nas propagandas em vez de comprar remédios ou equipamentos que faltavam no hospital, por exemplo. Questão de prioridade estratégica da área da Comunicação. O resto poderia esperar – como esperavam, dóceis e conformadas, dona Valentina e sua dor.
(FABBRINI, Fernando. Disponível em: http://www.otempo.com.br
/opini%C3%A3o/fernando-fabbrini/dona-valentina-e-sua-dor-1.1412175. Acesso em: 16/12/2016.)
Segundo o texto, dona Valentina
 

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892723 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A liberação de oxigênio, causando agitação no conteúdo do canal radicular e auxiliando na limpeza deste, ocorre com a associação das seguintes substâncias químicas:
 

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892691 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Algumas substâncias, quando usadas, modificam o estado psicológico e o seu uso descontrolado tornou-se uns dos principais problemas de saúde pública para as sociedades modernas. Em relação à esse assunto, é INCORRETO afirmar que:
 

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892326 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Dependência química: neurobiologia das drogas
As drogas causadoras de dependência ativam o sistema de recompensa existente no cérebro.
Lícitas ou não, todas provocam aumento rápido na liberação de dopamina, neurotransmissor envolvido nas sensações de prazer. O prazer intenso dá origem ao aprendizado associativo (droga-prazer-droga), que constitui a base do condicionamento.
Com a repetição da experiência, os neurônios que liberam dopamina já começam a entrar em atividade ao reconhecer os estímulos ambientais e psicológicos vividos nos momentos que antecedem o uso da substância, fenômeno conhecido popularmente como fissura.
É por esse mecanismo que voltar aos locais em que a droga foi consumida, a presença de pessoas sob o efeito dela e o estado mental que predispõe ao uso pressionam o usuário para repetir a dose.
O condicionamento que leva à busca da droga fica tão enraizado nos circuitos cerebrais, que pode causar surtos de fissura depois de longos períodos de abstinência. A pessoa deixa de ser usuária, mas a dependência persiste.
As recompensas naturais – como aquelas obtidas com alimentos saborosos e o sexo – também estão ligadas à dopamina, mas, nesses casos, a liberação é interrompida pela saciedade. As drogas psicoativas, ao contrário, armam curtos-circuitos que bloqueiam a saciedade natural e mantêm picos elevados de dopamina até esgotar sua produção.
Por essa razão, comportamentos compulsivos por recompensas, como comida e sexo, são mais raros do que aqueles associados ao álcool, nicotina ou cocaína.
O condicionamento empobrece os pequenos prazeres cotidianos: encontrar um amigo, uma criança, a beleza da paisagem. No usuário crônico, os sistemas de recompensa e motivação são reorientados para os picos de dopamina provocados pela droga e seus gatilhos antecipatórios.
Com o tempo, a repetição do uso torna os neurônios do sistema de recompensa cada vez mais insensíveis à ação farmacológica da droga, fenômeno conhecido como tolerância.
A tolerância reduz o grau de euforia experimentado no passado, aprofunda a apatia motivacional na vida diária e leva ao aumento progressivo das doses e às mortes por overdose.
É por causa da tolerância que todo “maconheiro velho” se queixa da qualidade da maconha atual.
Como parte desse mecanismo, os neurônios que formam o sistema antirrecompensa ficam hiper-reativos. A sensação de prazer, agora mais fugaz e menos intensa, vem seguida de uma fase disfórica, que se instala no espírito do dependente, assim que o efeito da droga se dissipa. A pessoa deixa de buscá-la simplesmente pelo prazer do efeito, mas para fugir da apatia e depressão que a atormentam, quando ele se esvai.
O desarranjo das sinapses dos neurônios pré-frontais enfraquece a resistência aos apelos da droga, mesmo quando a intenção de abandoná-la é verdadeira.
As alterações dos circuitos pré-frontais, ao lado das que acontecem na circuitaria responsável pelas sensações de prazer, recompensa e respostas emocionais, tecem o substrato para a instalação gradual do comportamento compulsivo, descontrolado, que compromete a motivação para enfrentar a abstinência, mesmo diante de consequências pessoais catastróficas.
Da mesma forma que nem todos correm igual risco de desenvolver diabetes ou doença cardiovascular, apenas uma minoria dos que usam drogas psicoativas se torna dependente. A suscetibilidade é atribuída à genética e à diferença na vulnerabilidade.
Fatores que aumentam o risco incluem história familiar (hereditariedade e criação), exposição em idade precoce (adolescência é o período mais vulnerável), características do meio (ambientes estressantes, violência doméstica, desorganização familiar, convívio com usuários) e transtornos psiquiátricos (depressão, psicoses, ansiedade).
Os estudos mostram que cerca de 10% das pessoas expostas às drogas psicoativas se tornarão dependentes. No caso da nicotina, esse número é cinco a seis vezes maior.
(Drauzio Varella. Publicado em: 09/08/2016. Disponível em:
https://drauziovarella.com.br/drauzio/artigos/dependencia-quimicaneurobiologia- das-drogas/. Acesso em: 30/11/2016. Adaptado.)
Em “A pessoa deixa de ser usuária, mas a dependência persiste.”, o termo destacado expressa ideia de
 

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