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Apesar de mantida em níveis endêmicos, a doença de Chagas ainda preocupa os serviços de vigilância em saúde devido às suas formas não peculiares de transmissão; analise-as.
I. Transmissão transfusional.
II. Transmissão alimentar.
III. Veiculação hídrica.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s)
 

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890694 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Na formação do esmalte, uma vez depositada a matriz, os cristais de apatita são depositados instantaneamente e o conteúdo mineral aumenta em função do crescimento aposicional dos cristais. Em seguida, as proteínas da matriz do esmalte precisam ser fragmentadas e removidas enquanto o cálcio e o fosfato são transportados simultaneamente no esmalte e precipitam nas superfícies cristalinas em crescimento. Os cristais de hidroxiapatita crescem até o esmalte conter 96% de mineral em peso. Com base nas evidências atuais, assinale a alternativa que apresenta corretamente o mecanismo pelo qual o flúor promove a fluorose dental.
 

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890657 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
A doença cárie, após se instalar na cavidade bucal, caso não seja adequadamente tratada, pode, em pouco tempo ou após muitos anos, ter sinais visíveis e identificados nos dentes dos indivíduos. Sobre as lesões de cárie na face oclusal, analise as afirmativas a seguir.
I. As lesões de cárie em esmalte na superfície oclusal que estão paralisadas permanecem brancas, porém lisas e brilhantes. Se elas ficarem escurecidas e brilhantes, entretanto, necessariamente é um sinal de que a cárie tornou-se ativa.
II. Lesões de mancha branca antigas na superfície oclusal, já paralisadas, não mais se remineralizam quando expostas a soluções fluoretadas.
III. As lesões de cáries oclusais que se situam apenas em esmalte, quer ativas ou paralisadas, não necessitam de intervenção restauradora.
IV. As lesões de cárie oclusal em esmalte são mais bem visualizadas em radiografias interproximais.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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Dona Valentina e sua dor

Dona Valentina conseguiu cochilar um pouquinho. O relógio marcava quase cinco da manhã quando ela abriu os olhos. Estava ligeiramente feliz. Sonhou com as goiabeiras de sua casa na roça; ela, menina, correndo de pés no chão e brincando com os irmãos que apanhavam goiabas maduras no pé. Goiabas vermelhas, suculentas, sem bichos. O sonho foi tão real que ela acordou com gostinho de goiaba na boca.

Fazia um pouco de frio porque chovera à noite, chuvinha fina, boba. Porém, dona Valentina era prevenida: levara na sacola a capa e a sombrinha desmilinguida – mas que ainda serviam. A fila crescera durante a madrugada, e o falatório dos que acordaram cedo, como ela, misturava-se com o ronco de dois ou três que ainda dormiam.

Fila de hospital até que era divertida – pensava ela. O povo conversava pra passar o tempo; cada um contava suas doenças; falavam sobre médicos e remédios; a conversa esticava, e aí vinham os assuntos de família, casos de filhos, maridos, noras e genros. Valia a distração. Mas ruim mesmo era aquela dor nos quadris. Bastou dona Valentina virar-se na almofada que lhe servia de apoio no muro para a fincada voltar. Ui! De novo!

Dona Valentina já estava acostumada. Afinal, ela e sua dor nas cadeiras já tinham ido e voltado e esperado e retornado e remarcado naquela fila há quase um ano. O hospital ficava longe; precisava pegar o primeiro ônibus, descer no centro; andar até o ponto do segundo ônibus; viajar mais meia hora nele; e andar mais quatro quarteirões. Por isso, no último mês passou a dormir na fila, era mais fácil e mais barato. Ela e sua dor. A almofada velha ajudava; aprendera a encaixá-la de um jeito sob a coxa e a esticar a perna. Nesta posição meio torta e esquisita, a dor também dormia, dava um alívio.

O funcionário, sonolento, abriu a porta de vidro; deu um “bom dia” quase inaudível e pediu ordem na calçada:

– Pessoal, respeitem quem chegou primeiro. A fila é deste lado, vamos lá.

Não demorou muito, e a mocinha sorridente, de uniforme branco, passou distribuindo as senhas. Todos gostavam dela. Alegre, animada, até cumprimentava alguns pelo nome, de tanta convivência. Dona Valentina recebeu a ficha 03, seria uma das primeiras no atendimento. Quem sabe a coisa resolveria desta vez?

– Senha número três!

Dona Valentina ergueu-se da cadeira com a ajuda de um rapaz e caminhou até a sala. O doutor – jovem, simpático – cumprimentou-a e pediu que ela se sentasse. Em seguida, correu os olhos pela ficha, fez algumas perguntas sobre a evolução da dor e os remédios que ela tomava. Daí, preencheu uma nova receita, carimbou e assinou:

– Olha, dona Valentina, vamos mudar a medicação, essa aqui é mais forte. Mas seu caso é mesmo cirúrgico. O problema é que o hospital não tem condições de fazer a cirurgia de imediato. A senhora sabe: muitos pacientes, falta verba, equipamento, dinheiro curto...

Ela sentiu um aperto no coração. E um pouco de raiva, raivinha, coisa passageira. Mas o doutor era tão simpático, de olheiras, de uniforme amarrotado, que ela sorriu, decepcionada:

– Posso marcar meu retorno?

– Claro, claro, fala com a moça da portaria.

Dona Valentina e sua dor pegaram os dois ônibus de volta. Pelo menos a chuva havia parado, um sol gostoso aquecia seus ombros através da janela. Fazer o quê? – pensava ela. Esperar mais, claro. Quem sabe um dia os poderosos, os políticos, os engravatados davam um jeito no hospital? E agendavam a cirurgia? E ela se livrava da dor? E poderia brincar com os netos, carregá-los no colo, sem a maldita fincada nas costas?

De noite, dona Valentina se acomodou no velho sofá esburacado para ver a novela – sua distração favorita que a fazia se esquecer da dor. No intervalo, veio a propaganda: crianças sorrindo, jovens se abraçando, pessoas felizes de todo tipo. A voz poderosa do locutor disse à dona Valentina que tudo ia muito bem, que a vida era boa, que o governo era bonzinho, que trabalhava pelo povo acima de tudo. E que a saúde das pessoas, dos mais pobres, era o mais importante! E que para todo mundo ficar sabendo, o governo preferiu usar a dinheirama nas propagandas em vez de comprar remédios ou equipamentos que faltavam no hospital, por exemplo. Questão de prioridade estratégica da área da Comunicação. O resto poderia esperar – como esperavam, dóceis e conformadas, dona Valentina e sua dor.

(FABBRINI, Fernando. Disponível em: http://www.otempo.com.br

/opini%C3%A3o/fernando-

“Porém, dona Valentina era prevenida: levara na sacola a capa e a sombrinha desmilinguida – mas que ainda serviam.”No trecho anterior, a conjunção sublinhada pode ser, corretamente, substituída por:

 

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890615 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Os fórceps odontológicos são de uso exclusivo da exodontia. Possuem desenho e formas próprias relacionadas à coroa do dente ou às suas raízes. Em relação à utilização desses instrumentos, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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890609 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A placa miorrelaxante, também conhecida como splint oclusal ou placa de Michigan, constitui uma importante opção, quando indicada no tratamento reabilitador. Para que funcione corretamente, deve apresentar características básicas; analise-as.
I. Fornecer estabilidade oclusal.
II. Os contatos oclusais devem ser bilaterais, mas não simultâneos no maior número de dentes possível.
III. Deve haver liberdade em cêntrica, em torno de 0,5 mm, antes de iniciar os movimentos excursivos.
São características que devem estar presentes na placa de Michigan
 

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889283 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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“Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestaremseu interesse com antecedência de até 24 horas da apresentação das propostas.” Trata-se da modalidade de licitação denominada:
 

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“Em uma determinada área com 150 mil habitantes, 5 crianças menores de 1 ano morreram no ano de 2015.” Sabendo-se que nasceram nesse mesmo período 500 crianças, assinale, a seguir, o coeficiente de mortalidade infantil do local.
 

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889258 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
A Terceira Revolução Industrial, também conhecida como “Terceira Onda”, ocorreu a partir da década de 1970, quando as indústrias tradicionais tiveram a sua importância reduzida devido ao desenvolvimento da pesquisa científica e da tecnologia avançada. Assinale a alternativa que condiz com o período citado anteriormente.
 

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889229 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
As hepatites virais são doenças hepáticas infecciosas relativamente comuns e de elevado risco para profissionais da saúde. Em odontologia, o risco ocupacional se dá por fluidos corporais contaminados, como sangue e saliva. No caso de acidente perfurocortante, qual é a quantidade (mL) de sangue contaminado suficiente para a transmissão do vírus da hepatite B?
 

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