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Foram encontradas 1.268 questões.

901589 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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Considere uma criança com sinal de Trendelemburg positivo e a seguinte radiografia com quadril:
Enunciado 901589-1
É correto afirmar que trata-se de
 

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901564 Ano: 2016
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Em indexação, qual é a linguagem formada pela reunião de sinais utilizados e reconhecidos pelo homem de maneira fácil?
 

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901557 Ano: 2016
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Read and analyse the sentence.
He had to apologize with the baby-sitter for having talked trash behind her back.
A B C D

Mark the item that contains an inconsistency and its corresponding correction.
 

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Preconceito à velhice
Hoje, custa assumir a velhice. A mercantilização da aparência humana descobriu o elixir da eterna juventude. Fortunas são movimentadas para prolongar a nossa juventude ou, pelo menos, a ilusão de que ela é perene: cirurgias plásticas, academias de malhação, pílulas energéticas, bebidas revitalizadoras, alimentos dietéticos etc.
Assim, a velhice ganha, aos poucos, o estigma da vergonha, como se as rugas fossem cicatrizes socialmente inadmissíveis, os cabelos brancos, sinais de degradação, a aposentadoria, ociosidade vergonhosa, as limitações próprias da idade, incompetência.
Fiquei chocado quando, em Estocolmo, uma amiga, assistente social, me contou que trabalhava num asilo, uma espécie de apart-hospital, onde as famílias depositavam seus idosos. Não há exagero no verbo. A função de minha amiga era visitar os aniversariantes, já que, em geral, suas famílias jamais apareciam e nem sequer telefonavam. [...]
Algumas universidades facultam a eles o livre acesso a seus cursos, sem exigência de vestibular e frequência regular. Também empresas têm dado preferência a idosos na ocupação de certos cargos. No entanto, falta muito para que os nossos idosos sintam-se de fato valorizados, respeitados e, sobretudo, venerados, como ocorre nas aldeias indígenas. Ali, quando morre um velho, é toda uma biblioteca que desaparece. Pois é através da memória que a história é registrada e transmitida, embalada numa sabedoria que o nosso academicismo cartesiano custa a apreender. Bons tempos aqueles em que, em Minas, pedíamos a bênção dos mais velhos. E tínhamos todo o tempo do mundo para ouvir suas experiências e ensinamentos. Como a minha avó Zina que, aos 90 anos, narrava sua mocidade em Ouro Preto com um brilho adolescente nos olhos.
(SCLIAR, Moacyr. Do jeito que nós vivemos – Belo Horizonte:
Frei Betto (fragmento). Disponível em: http://www.adital.com.b /site/noticia2.asp ?lang=PT&cod=6169.)
Considerando a relação de regência existente entre os termos do título do texto, assinale, a seguir, a opção de reescrita cuja correção gramatical e sentido não foram preservados.
 

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898749 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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A respeito das Resoluções do Conselho Federal de Medicina sobre auditoria médica, analise as afirmativas a seguir.

I. Caso o médico auditor julgue necessário examinar o paciente, o médico assistente deve ser antecipadamente cientificado, sendo sua presença obrigatória durante o exame.

II. Não compete ao médico, na função de auditor, a aplicação de quaisquer medidas punitivas ao médico assistente ou instituição de saúde, cabendo-lhe somente recomendar as medidas corretivas em seu relatório, para o fiel cumprimento da prestação da assistência médica.

III. O médico, na função de auditor, deverá apresentar-se ao diretor técnico ou substituto da unidade, antes de iniciar suas atividades.

Estão corretas as afirmativas

 

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898597 Ano: 2016
Disciplina: Biologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
Analise as afirmativas a seguir.
I. Substâncias efervescentes, como alguns medicamentos que produzem gases quando em contato com uma solução aquosa são exemplos de propriedades físicas das substâncias.
II. Frutas quando oxidam é um exemplo de propriedades químicas das substâncias.
III. A massa e o volume são propriedades físicas da matéria, ou seja, propriedades que qualquer material tem em função da quantidade.
IV. A temperatura de fusão e a densidade são exemplos de propriedade física da matéria.
V. A cor, o sabor, o odor e o brilho são exemplos de propriedades organolépticas, pois elas impressionam nossos sentidos.
Estão INCORRETAS apenas as afirmativas
 

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898560 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
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São formas desencadeantes mais comuns das Síndromes Coronarianas Agudas, EXCETO:
 

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895718 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
O protagonismo juvenil é visto como uma proposta pedagógica de atuação de adolescentes como personagens principais de uma iniciativa de ação voltada para a solução de problemas reais de sua comunidade, numa fase da vida que este tipo de participação autêntica e não manipulada se traduz num ganho de autonomia, autoconfiança e autodeterminação, importantes na construção de sua identidade pessoal, social e no seu projeto de vida. São valores imprescindíveis à prática do protagonismo juvenil e servem como princípios constitutivos da concepção de educação brasileira proposta na Lei de Diretrizes e Bases da Educação:
 

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895596 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Sabará-MG
No processo de colonização do Brasil, entre os poderes de que dispunham os capitães- donatários no tocante à administração pública, assinale a afirmativa correta.
 

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Dona Valentina e sua dor
Dona Valentina conseguiu cochilar um pouquinho. O relógio marcava quase cinco da manhã quando ela abriu os olhos. Estava ligeiramente feliz. Sonhou com as goiabeiras de sua casa na roça; ela, menina, correndo de pés no chão e brincando com os irmãos que apanhavam goiabas maduras no pé. Goiabas vermelhas, suculentas, sem bichos. O sonho foi tão real que ela acordou com gostinho de goiaba na boca.
Fazia um pouco de frio porque chovera à noite, chuvinha fina, boba. Porém, dona Valentina era prevenida: levara na sacola a capa e a sombrinha desmilinguida – mas que ainda serviam. A fila crescera durante a madrugada, e o falatório dos que acordaram cedo, como ela, misturava-se com o ronco de dois ou três que ainda dormiam.
Fila de hospital até que era divertida – pensava ela. O povo conversava pra passar o tempo; cada um contava suas doenças; falavam sobre médicos e remédios; a conversa esticava, e aí vinham os assuntos de família, casos de filhos, maridos, noras e genros. Valia a distração. Mas ruim mesmo era aquela dor nos quadris. Bastou dona Valentina virar-se na almofada que lhe servia de apoio no muro para a fincada voltar. Ui! De novo!
Dona Valentina já estava acostumada. Afinal, ela e sua dor nas cadeiras já tinham ido e voltado e esperado e retornado e remarcado naquela fila há quase um ano. O hospital ficava longe; precisava pegar o primeiro ônibus, descer no centro; andar até o ponto do segundo ônibus; viajar mais meia hora nele; e andar mais quatro quarteirões. Por isso, no último mês passou a dormir na fila, era mais fácil e mais barato. Ela e sua dor. A almofada velha ajudava; aprendera a encaixá-la de um jeito sob a coxa e a esticar a perna. Nesta posição meio torta e esquisita, a dor também dormia, dava um alívio.
O funcionário, sonolento, abriu a porta de vidro; deu um “bom dia” quase inaudível e pediu ordem na calçada:
– Pessoal, respeitem quem chegou primeiro. A fila é deste lado, vamos lá.
Não demorou muito, e a mocinha sorridente, de uniforme branco, passou distribuindo as senhas. Todos gostavam dela. Alegre, animada, até cumprimentava alguns pelo nome, de tanta convivência. Dona Valentina recebeu a ficha 03, seria uma das primeiras no atendimento. Quem sabe a coisa resolveria desta vez?
– Senha número três!
Dona Valentina ergueu-se da cadeira com a ajuda de um rapaz e caminhou até a sala. O doutor – jovem, simpático – cumprimentou-a e pediu que ela se sentasse. Em seguida, correu os olhos pela ficha, fez algumas perguntas sobre a evolução da dor e os remédios que ela tomava. Daí, preencheu uma nova receita, carimbou e assinou:
– Olha, dona Valentina, vamos mudar a medicação, essa aqui é mais forte. Mas seu caso é mesmo cirúrgico. O problema é que o hospital não tem condições de fazer a cirurgia de imediato. A senhora sabe: muitos pacientes, falta verba, equipamento, dinheiro curto...
Ela sentiu um aperto no coração. E um pouco de raiva, raivinha, coisa passageira. Mas o doutor era tão simpático, de olheiras, de uniforme amarrotado, que ela sorriu, decepcionada:
– Posso marcar meu retorno?
– Claro, claro, fala com a moça da portaria.
Dona Valentina e sua dor pegaram os dois ônibus de volta. Pelo menos a chuva havia parado, um sol gostoso aquecia seus ombros através da janela. Fazer o quê? – pensava ela. Esperar mais, claro. Quem sabe um dia os poderosos, os políticos, os engravatados davam um jeito no hospital? E agendavam a cirurgia? E ela se livrava da dor? E poderia brincar com os netos, carregá-los no colo, sem a maldita fincada nas costas?
De noite, dona Valentina se acomodou no velho sofá esburacado para ver a novela – sua distração favorita que a fazia se esquecer da dor. No intervalo, veio a propaganda: crianças sorrindo, jovens se abraçando, pessoas felizes de todo tipo. A voz poderosa do locutor disse à dona Valentina que tudo ia muito bem, que a vida era boa, que o governo era bonzinho, que trabalhava pelo povo acima de tudo. E que a saúde das pessoas, dos mais pobres, era o mais importante! E que para todo mundo ficar sabendo, o governo preferiu usar a dinheirama nas propagandas em vez de comprar remédios ou equipamentos que faltavam no hospital, por exemplo. Questão de prioridade estratégica da área da Comunicação. O resto poderia esperar – como esperavam, dóceis e conformadas, dona Valentina e sua dor.
(FABBRINI, Fernando. Disponível em: http://www.otempo.com.br
/opini%C3%A3o/fernando-
Analise os trechos ou termo sublinhados a seguir e assinale aquele que apresenta a função sintática DIFERENTE dos demais.
 

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