Analise as afirmativas
a seguir sobre
a transferência na
relação terapêutica.
I. A transferência
é
a parte racional
e intencional
dos afetos do paciente para com
o seu terapeuta.
II. A transferência refere-se às respostas
psicológicas do terapeuta ao paciente, encaradas
por ele como derivadas de conflitos psicológicos
a serem superados.
III. A transferência pode ser definida como uma série
de experiências psíquicas que são revividas, não
como algo do passado, no vínculo atual com
a
pessoa do terapeuta.
IV. A transferência pode ser considerada como
uma resistência
à recordação. Uma vez que
a
resistência
é aquela parte da função psíquica que
se rebel
a ativamente ao trabalho terapêutico de
trazer
à consciência material inconsciente.
Estão corretas as afirmativas
Classificar e arquivar documentos é tarefa intrínseca
ao arquivo e ao escriturário. A classificação e a
caracterização das correspondências e documentos são
dois fatores da maior importância no desenvolvimento
das tarefas de registro e protocolo.
Nesse contexto, assinale a alternativa incorreta.
Alfredo Bosi afirma que “uma linha de evolução, no
sentido de dependência temática e estética, [...] não
se ajustaria a uma linha reta contínua e ascendente
percorrida pelo romance urbano, que começaria em
Joaquim Manuel de Macedo, [...] continuaria em [...]
Manuel Antônio de Almeida [...] e encontraria seu ponto
alto nos melhores romances urbanos de José deAlencar,
[...]. O que há de comum é o pano de fundo, a cidade do
Rio, que centralizou a vida literária da nação ao longo do
Segundo Reinado. [...]”
BOSI, Alfredo. Cultura. In: SCHWARCZ, Lilia M. História do
Brasil Nação: 1808 - 2010, volume 2, A construção nacional:
1830 - 1889, coordenação de José Murilo de Carvalho. Rio de
Janeiro: Fundación Mapfre e Editora Objetiva, 2012. p. 241.
Mesmo tendo em comum o pano de fundo, a cidade do
Rio de Janeiro, a forma adotada pelos três autores para
narrar suas histórias é diversa.
Entre os ambientes descritos por Alfredo Bosi nas
páginas 241 e 242 de seu texto, é correto atribuir a
Joaquim Manuel de Macedo a seguinte passagem:
“Inventou-se [...] uma aristocracia da cana, cujo ápice
absoluto era ocupado pelo senhor de escravos e seu
centralismo político e social. Nos ‘distantes e largos
Brasis’, o proprietário da região reinava quase só,
raramente havendo interferência da Coroa portuguesa
nesses que se consideravam negócios internos. [...]”
SCHWARCZ, Lilia M; STARLING, Heloisa M. Brasil: uma
biografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p 72.
O poder dessa aristocracia da cana, considerando a
análise feita pelas autoras da obra Casa Grande &
Senzala, de Gilberto Freyre, era assegurado porque os
“Qual se fizera, desde o século XVII, na Amazônia e,
na centúria seguinte, em Santa Catarina e Rio Grande
do Sul, não cessaram, durante a estada de d. João e o
Primeiro Reinado, os esforços para enviar para as terras
brasileiras [...] colonos saídos das áreas superpovoadas
de Portugal, principalmente do arquipélago dos Açores.
Em 1809, 3 mil islenhos se instalaram no sul do país
e novas levas não tardaram a seguir para a Bahia,
o Espírito Santo, São Paulo e Minas Gerais”
SILVA, Alberto da Costa e. População e Sociedade.
In: SCHWARCZ, Lilia M. História do Brasil Nação:
1808 - 2010, volume 1, Crise colonial e independência:
1808 - 1830, coordenação de Alberto da Costa e Silva. Rio de
Janeiro: Fundación Mapfre e Editora Objetiva, 2011. p. 38. O movimento migratório para o Brasil, como descrito no
trecho destacado, sobretudo entre o período joanino e o
Primeiro Reinado, era justificado pela
O Novo Sindicalismo se refere a “sindicatos construídos
a partir do chão da fábrica, que tomavam suas decisões
em grandes assembleias, e provaram que, no Brasil, não
era só futebol que enchia estádio – durante as greves de
1979 e 1980, as famosas assembleias no Estádio de Vila
Euclides, em São Bernardo, chegaram a reunir mais de
cem mil trabalhadores” (SCHWARCZ; STARLING, 2015,
p. 477).
O movimento surgido com as greves de 1978 no
ABC paulista se intitulou Novo Sindicalismo porque,
diferentemente daquele praticado até essa data,
“Não bastasse a ferocidade dos quilombolas, uma
inquietude nova e constante acrescentava-se ao
percurso dos viajantes em trânsito: o medo dos
ataques das quadrilhas de salteadores formadas por
homens livres brancos, mamelucos, mulatos ou negros
alforriados. [...] O mais célebre grupo de salteadores das
Minas, a quadrilha da Mantiqueira, agia no alto da serra,
perto do trecho que o Caminho Novo se bifurcava na
vila de São João del Rey e em direção a Vila Rica. [...]
Aquadrilha [...] só foi desbaratada com muito esforço, por
volta de 1783, pelo alferes Joaquim José da Silva Xavier,
o Tiradentes, então comandante do destacamento do
Caminho Novo. [...]”
SCHWARCZ, Lilia M.; STARLING, Heloisa M. Brasil: umabiografia. São Paulo: Companhia das Letras, 2015, p 120-1. Tomando o trecho como referência, em relação à
ocupação populacional das minas no século XVIII,
é correto afirmar que
A respeito do processo de planejamento, numere a
coluna II de acordo com a coluna I, associando as etapas
principais do planejamento à sua respectiva descrição. COLUNA I
1. Diagnóstico
2. Determinação de objetivos
3. Estratégias e meios
4. Planos de trabalho
5. Controle
COLUNA II
( )Fase de acompanhamento do processo e de
tomar, quando necessário, atitudes corretivas.
( )Etapa posterior à análise da situação presente e
determinação dos objetivos.
( )Etapa em que se analisa a situação existente.
( )Diz respeito às ações necessárias para que
os objetivos sejam alcançados. Situa-se nos
planejamentos tático e operacional.
( )Determinação da situação planejada para o
futuro.
Assinale a sequência correta.