Foram encontradas 219 questões.
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 1
Um SPA para o cérebro
1____Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade
e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente
para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para
conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
5____A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo
Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais
uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café,
ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as
notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
10___No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre
“produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de
engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena.
Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são
“leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de
15 impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se
sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade
de fugir.
Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação
com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o
20 cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de
conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de
todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos
agregam.
Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las,
25 consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo
prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não
digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de
todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será
30 que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz
muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a
de ensinar.
A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não
estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real
35 propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos
melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido
falar a respeito...
Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos
selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso
40 intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.
Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
A alternativa em que se verifica uma marca de uso da oralidade é
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 1
Um SPA para o cérebro
1____Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade
e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente
para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para
conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
5____A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo
Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais
uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café,
ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as
notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
10___No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre
“produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de
engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena.
Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são
“leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de
15 impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se
sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade
de fugir.
Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação
com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o
20 cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de
conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de
todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos
agregam.
Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las,
25 consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo
prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não
digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de
todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será
30 que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz
muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a
de ensinar.
A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não
estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real
35 propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos
melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido
falar a respeito...
Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos
selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso
40 intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.
Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
No trecho “Se não soubermos controlá-las, consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada.” (Linhas 24-25), a conjunção subordinativa negritada insere uma ideia de
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
Texto 1
Um SPA para o cérebro
1____Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade
e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente
para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para
conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
5____A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo
Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais
uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café,
ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as
notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
10___No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre
“produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de
engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena.
Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são
“leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de
15 impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se
sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade
de fugir.
Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação
com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o
20 cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de
conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de
todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos
agregam.
Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las,
25 consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo
prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não
digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de
todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será
30 que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz
muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a
de ensinar.
A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não
estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real
35 propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos
melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido
falar a respeito...
Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos
selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso
40 intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.
Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Considere o trecho: “Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são ‘leitura obrigatória’ para se reinventar no ‘novo normal’”. (Linhas 13-14)
E CORRETO afirmar que os usos das aspas nos trechos sublinhados têm a função de assinalar
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Texto 1
Um SPA para o cérebro
1____Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade
e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente
para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para
conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
5____A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo
Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais
uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café,
ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as
notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
10___No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre
“produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de
engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena.
Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são
“leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de
15 impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se
sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade
de fugir.
Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação
com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o
20 cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de
conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de
todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos
agregam.
Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las,
25 consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo
prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não
digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de
todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será
30 que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz
muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a
de ensinar.
A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não
estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real
35 propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos
melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido
falar a respeito...
Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos
selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso
40 intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.
Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as consequências do excesso de uso das tecnologias digitais, análise os itens que se seguem.
I. Assimilação consistente dos conteúdos.
II. Conexão necessária com a natureza.
III. Debilidade física, mental e emocional.
IV. Ensino e aprendizagem dialogados.
Está(ão) CORRETO(S) o(s) item(ns):
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 1 a seguir para responder às questões que a ele se referem.
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1____Seis e meia da manhã. O celular desperta. Está na hora de acordar. Os olhos ainda reclamam da claridade
e o corpo está adormecido, precisando espreguiçar. Você ignora o comando e só estica um dos braços, o suficiente
para alcançar o telefone ao lado da mesa de cabeceira e desligar o alarme. Antes de um bocejo, abre a agenda para
conferir os compromissos do dia. E, em um segundo de distração, já está checando os e-mails.
5____A janela do quarto continua fechada e você não sabe se chove ou faz sol. Mas já descobriu pelo
Instagram que uma colega de colégio noivou, o seu vizinho está na academia e a influencer de finanças fez mais
uma live imperdível sobre investimentos. Antes do meio-dia, você assistiu ao jornal da manhã enquanto fazia café,
ouviu podcast no caminho para o trabalho, respondeu oito clientes no Whatsapp e deu uma olhada nos links com as
notícias suspeitas enviadas no grupo da família.
10___No intervalo entre as reuniões do zoom, entrou no LinkedIn e se inscreveu em mais um webinar sobre
“produtividade na pandemia”. Além disso, você lembrou que precisa terminar de assistir às aulas do curso online de
engajamento do seu perfil profissional nas redes sociais, comprado no início da quarentena.
Sem perceber o gatilho, você se culpa por ter abandonado pela metade os três últimos livros que são
“leitura obrigatória” para se reinventar no “novo normal”. Por outro lado, você é invadido por angústia, sensação de
15 impotência e medo de não dar conta. Sua respiração fica pesada, os batimentos cardíacos acelerados e você se
sente um nativo de alguma terra primitiva, capturado e jogado em uma metrópole confusa e barulhenta. Dá vontade
de fugir.
Em síntese, somos todos da mesma tribo e estamos intoxicados com tanta informação. A preocupação
com excessos de tecnologia na sociedade não é de hoje. Entretanto, não há dúvidas de que a pandemia agravou o
20 cenário e nos tornou mais dependentes do mundo digital. Assim também, ganhamos um cardápio maior de
conteúdos de qualidade, com a facilidade de interagirmos, sem sair de casa, com as pessoas mais requisitadas de
todas as áreas inimagináveis. Por outro lado, estamos compulsivos e não sabemos filtrar as informações que nos
agregam.
Nossas mentes são gulosas e não tem maturidade para buffet livre. Se não soubermos controlá-las,
25 consumiremos o que estiver disponível à mesa, só para provar um pouquinho de cada. Colocamos em um mesmo
prato caviar e junk food e não sabemos diferenciar o que é preciso ser degustado do que é dispensável. No final, não
digerimos nada, nem absorvemos o que consumimos de bom.
É delicioso conversar com alguém com pluralidade de assuntos. E, mais do que isso, estar por dentro de
todas as pautas discutidas num bate-papo. Alienação não é concebível para quem quer fazer a diferença. Mas, será
30 que não passamos do ponto? A necessidade de saber falar sobre qualquer tema, ainda que superficialmente, diz
muito sobre o nosso ego. Esquecemos que conversas são trocas e a sensação de aprender é tão gostosa quanto a
de ensinar.
A vulnerabilidade e a honestidade de podermos dizer “não li esse livro”, “não conheço esse autor” ou “não
estou sabendo dessa notícia” criam conexões e oportunidades de diálogos sinceros. Talvez tenhamos perdido o real
35 propósito de nos mantermos informados. Nos submetemos a uma enxurrada de informações não para dialogarmos
melhor, mas para travarmos uma batalha. Isto é: ganha quem sabe mais, ainda que saber seja somente ter ouvido
falar a respeito...
Supervalorizamos a mente, negligenciamos nossos instintos. Esquecemos que somos, de fato, nativos
selvagens pertencentes à natureza. Precisamos encontrar meios de alimentar essa alma primitiva e reeducar nosso
40 intelecto guloso. Caso contrário, sucumbiremos à intoxicação, com cabeças pesadas e corações desnutridos.
Disponível em: https://vidasimples.co/leitores/excesso-de-informacoes-e-o-spa-para-o-cerebro/. Acesso em: 18 out. 2021.
Sobre as ideias defendidas no texto, é CORRETO afirmar que
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O método PERT e o método do caminho crítico (CPM) são métodos de gerenciamento de projetos focados no fluxo e na sequência de tarefas em projetos de grande escala. Ambos são ótimas ferramentas para planejar e melhorar a eficiência de um projeto e permitem determinar, na sequência de atividades, quais atividades necessitam de maior atenção do gerente de projetos. Analise a tabela de atividades para construção de uma casa e predecessores a seguir.
Atividade | Predecessora | Duração |
A | Início | 8 dias |
B | A | 3 dias |
C | A | 7 dias |
D | B | 5 dias |
E | B, C | 5 dias |
F | D, E | 2 dias |
G | F | 3 dias |
Fim | G | − |
Fonte: O autor, 2021.
De acordo com a tabela, o caminho crítico do projeto é:
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Com base no perfil geotécnico apresentado a seguir, responda corretamente.

_______________Fonte: O autor, 2021.
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Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Santa Fé Minas-MG
Observe o esquema apresentado na figura a seguir, que representa parte da instalação sanitária de uma residência unifamiliar

Fonte: O autor, 2021.
DADOS: Vaso sanitário = 6 UHC Lavatório = 1 UHC Chuveiro = 2 UHC |
No esquema da figura, CI-1 recebe efluentes de um lavabo (vaso sanitário e lavatório) e CI-2 recebe efluentes de dois banheiros (lavatório, vaso sanitário e chuveiro). Seguindo as orientações da NBR 8160/1999, o total necessário, em número de unidades de Hunter (UHC) para o dimensionamento do coletor predial, é de
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Um líquido escoa numa tubulação cujo diâmetro é 200 mm, com velocidade de 600 cm/s. Considerando π = 3,142 e os princípios de conservação de massa (equação da continuidade), a vazão escoada desse líquido através dessa tubulação é:
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As dimensões limites a fim de que sejam dispensadas as verificações de resistência e deformação, para aberturas em lajes, estão especificadas na seção 13.2.5.2 da ABNT NBR 6118:2014. Para a laje maciça da figura abaixo, os valores de a, b, c e d devem ser, respectivamente,

___________Fonte: ABNT NBR 6118, 2014.
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