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A atual LDB - Lei nº 9.394/96, foi alterada pela Lei nº 12.796, de 4 de abril de 2013. Com relação às alterações estabelecidas pela Lei nº 12.796/2013, está INCORRETO o que se afirma em:
 

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2531682 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Assinale a alternativa que apresenta apenas as regiões geográficas do Brasil:
 

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2531587 Ano: 2016
Disciplina: Educação Artística
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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É o processo pelo qual uma superfície é marcada aplicando-se sobre ela a pressão de ferramentas lápis grafite, carvão, nanquim, pastel, - e movendo-as, de forma a surgirem pontos, linhas e formas planas. Do resultado deste processo surge uma imagem que pode ser denominada de:
 

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2531584 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
Tiros de fuzil em Dallas
Na mesma cidade em que John F. Kennedy foi assassinado, um atentado brutal expõe a tensão racial nos Estados Unidos (Teresa Pedrosa e Rodrigo Turrer)
O barulho de tiros de fuzil ecoou forte pelas ruas de Dallas, a terceira maior cidade do Texas, nos Estados Unidos, na noite de quinta-feira, dia 7. Dezenas de vídeos, gravados por presentes que fugiam do fogo cruzado, circulavam minutos depois nas redes sociais e exibiam um cenário de horror, caos e medo no coração da cidade, em um local a poucas quadras da Dealey Plaza, onde o presidente John F. Kennedy foi assassinado em 1963. O alvo, dessa vez, eram os policiais texanos que escoltavam uma marcha, pacífica, contra a violência policial e a morte de jovens negros. Cinco policiais morreram e sete ficaram feridos depois que quatro atiradores, agindo no que aparenta ser uma ação coordenada, dispararam tiros no momento em que a manifestação caminhava para sua conclusão. Foi o maior ataque contra forças de segurança no país desde o de 11 de setembro de 2001. Um dos responsáveis foi encurralado pela polícia. Durante a negociação, segundo os agentes que o cercaram, ele disse que estava com muita raiva e que queria “matar policiais brancos. Terminou morto.
A ação foi uma resposta – violenta e injustificável, como observou o presidente Barack Obama – a eventos ocorridos na semana passada, quando, em menos de 48 horas, dois americanos negros foram mortos em uma abordagem policial. Alton Sterling, em Louisiana, levou uma sequência de tiros no peito quando estava já imobilizado no chão por dois policiais. A ação foi filmada por testemunhas e publicada na internet. Um dia depois, em Minnesota, a morte de Philando Castile a tiros foi transmitida ao vivo por sua namorada, Diamond Reynolds, no Facebook. O casal fora abordado por um policial, aparentemente por uma lanterna traseira queimada. Uma criança de 4 anos, filha de Diamond, presenciou a cena do banco de trás. Depois das mortes, novamente os Estados Unidos foram tomados por manifestações de revolta popular.
Sterling e Castile somam-se à longa lista de mortes de negros em circunstâncias controversas em abordagens policiais no país. A questão ganhou proeminência graças à atuação de movimentos como o Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). O slogan se tornou internacional depois que a cidade de Ferguson, em Missouri, imergiu em protestos seguidos de repressão violenta, em 2014. O estopim, desta vez, foi o adolescente Mike Brown Jr., de 18 anos, morto a tiros por um policial. O jovem estava desarmado. Nas semanas e nos meses que se seguiram, um debate sobre racismo e uso de força policial tomou conta do país. Desde então, a cada morte de negros por policiais, a questão vem à tona.
A sequência de incidentes trágicos eleva o tom da discussão sobre porte de armas, racismo e uso de força policial nos Estados Unidos. Loretta Lynch, a procuradora-geral americana e primeira mulher negra a ocupar o cargo, pediu a seus compatriotas união. “Não podemos deixar que esta semana precipite um novo tipo de normalidade neste país. Peço a vocês que se virem para os outros, não contra os outros”, disse. “Conclamo vocês a lembrar, todo dia, a cada dia, que somos uma nação. Somos um só povo. E estamos juntos”.
As estatísticas disponíveis tendem a corroborar o pleito dos manifestantes que cobram uma reformulação na maneira como a polícia atua, principalmente em relação a comunidades de minorias raciais. Embora, em números absolutos, a quantidade de brancos em abordagens policiais nos Estados Unidos seja superior a de negros, em termos proporcionais negros morrem mais vítimas de abordagens policiais do que brancos. Outros fatores, como pobreza, desigualdade e violência em comunidades periféricas desempenham um papel na questão. Os números indicam a ocorrência de uma combinação tóxica de falta de treinamento, transparência, fiscalização e punição de agentes de segurança envolvidos em abordagens seguidas de morte. Além de racismo puro e simples, claro.
Não é o primeiro verão de violência racial nos Estados Unidos. Entre 1965 e 1968, uma série de tumultos raciais varreu o país e culminou com o assassinato de Martin Luther King Jr., um marco trágico na luta pelos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Em 1992, a situação foi ainda pior. Quatro policiais foram filmados espancando um motorista negro, Rodney King. Depois de um júri de maioria branca inocentar os policiais, a revolta se espalhou pelas ruas de Los Angeles. Por seis dias, manifestantes e policiais se enfrentaram nas ruas. Lojas foram saqueadas, carros foram destruídos, 55 pessoas morreram e mais de 2 mil ficaram feridas.
O pleito por mudança e reforma na maneira como as forças de segurança trabalham enfrenta a resistência do corporativismo dos policiais. Em uma triste ironia, a polícia de Dallas, alvo do ataque da quinta-feira, era citada como exemplo para polícias dos Estados Unidos, por causa de seu trabalho junto à comunidade e no uso de estratégias para agir de maneira a impedir uma escalada na tensão durante as abordagens policiais. Depois que novos protocolos foram implementados pela corporação, o número de queixas por violência policial caiu 64% entre 2009 e 2014 na cidade (a maior parte da mudança ocorreu após David Brown, negro, chegar ao comando da polícia, em 2010). Momentos antes de o tiroteio começar, sua conta oficial do Twitter compartilhara fotos e vídeos da manifestação, citando os slogans gritados e enfatizando o caráter pacífico do ato.
O clima de tensão social vivido pelo país tem raízes históricas. No entanto, desde a eleição de Barack Obama, o primeiro negro a ocupar a Presidência do país, em 2008, grupos supremacistas brancos parecem cada vez mais confortáveis em vocalizar suas posições racistas e virulentas. A candidatura presidencial do bilionário Donald Trump, que não tem pudor em disparar slogans xenofóbicos e racistas (a ponto de receber apoio de um ex-líder da organização racista Ku Klux Klan), também deu voz a esses núcleos. Depois do ataque em Dallas, Joe Walsh, um ex-congressista membro do Tea Party, ala radical do Partido Republicano, tuitou: “Agora é guerra. Preste atenção, Obama. Prestem atenção, marginais do Black Lives Matter. A América de verdade irá atrás de vocês”.
Com as convenções partidárias de democratas e republicanos marcadas para daqui a duas semanas, em Filadélfia e em Cleveland, é provável que haja protestos, principalmente em Cleveland, onde ocorrerá a Convenção Republicana. Cleveland é uma das cidades mais violentas dos Estados Unidos e uma das metrópoles onde há mais casos de violência policial contra negros. A possibilidade de protestos e conflitos e os ataques de Dallas fizeram a polícia de Cleveland reforçar o esquema de segurança.
Os Estados Unidos vêm avançando no combate ao racismo – e por isso mesmo atos como os da semana passada são lamentáveis. Depois de uma série de protestos de negros lutando pelos direitos civis em Newark e Detroit, em 1967, a então presidente americano, Lindon B. Johnson, designou uma comissão para tentar entender os motivos da violência racial. “Nossa nação está se movendo em direção a duas sociedades, uma negra e uma branca – separadas e desiguais”, escrevia em seu relatório a Comissão Kerner. Se os americanos não agirem para barrar a onda de ódio e tensão racial, o país pode reviver cenas que há décadas tenta esquecer”.
Artigo publicado na Revista Época número 943, de 11 de julho de 2016.
Qual é o foco narrativo do texto?
 

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2531545 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Santa Rita (PB), João Pessoa (PB) e Patos (PB) fazem parte de quais mesorregiões paraibanas? Marque a alternativa que apresenta respectivamente a sequência correta:

 

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2531398 Ano: 2016
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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O dia 20 de novembro é o dia da Consciência Negra, essa data faz referência à:
 

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2531394 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Os municípios de Santa Rita-PB e Cajazeiras-PB estão situados respectivamente no tipo de clima:

 

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2531335 Ano: 2016
Disciplina: História
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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“Pouco mais de cinco anos depois da morte de dezenas de revolucionários nordestinos, adeptos da república e da independência, o filho do rei ordenara a repressão comanda o processo que separa o Brasil de Portugal”(ALENCAR, CARPI e RIBEIRO, 1996) Sobre o processo de independência do Brasil(1822) assinale a alternativa correta:
 

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2531236 Ano: 2016
Disciplina: Geografia
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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De acordo com a figura abaixo, assinale a alternativa que apresenta corretamente a sequência do: Clima Tropical, Clima Semi-árido, Clima Equatorial Semi-úmido e Clima Subtropical.
Figura – Tipos de Clima
Enunciado 3220034-1
Fonte: Conti & Fulan (2011)
 

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2531158 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FACET Concursos
Orgão: Pref. Santa Rita-PB
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Marque a opção que traz uma palavra cujo emprego do acento gráfico (ou ausência dele) representa um DESVIO ortográfico:
 

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