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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego de recursos coesivos no texto, analise as assertivas a seguir:
I. Na linha 01, o referente do pronome relativo “que” é o pronome demonstrativo “o”.
II. Na linha 17, o pronome possessivo “seus” tem como referentes as palavras “funcionários” e “inovações”, entre as quais estabelece uma relação de posse.
III. Na linha 31, o pronome pessoal “lo” tem como referente “portador” (l. 31).
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica o sentido conferido ao trecho pelo emprego da conjunção “mas” (l. 31).
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra cujo sentido diverge do da palavra “estanques” (l. 21).
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 15, 18 e 34 de forma que as palavras sejam grafadas de acordo com a ortografia oficial vigente.
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O fim da escola
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01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 12, 16 e 30.
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O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Leia a charge a seguir e as proposições a respeito de sua relação com o texto anterior:

Fonte: http://2.bp.blogspot.com/-_jEUEZWZFIE/UlzCwGa2G2I/AAAAAAAAChI/E8tseEFek8E/s1600/genildo.jpg
I. A charge apresenta a mesma visão do texto no que tange à avaliação por provas,
POIS
II. Ambas a apresentam como um aspecto negativo da educação.
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre as proposições anteriores.
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:
I. As melhores escolas já não cobram questões conteudistas e que demandem que o aluno decore pontos para avaliações.
II. Nessa nova perspectiva educacional, as fronteiras entre as áreas do conhecimento dominadas pelos professores serão flexibilizadas.
III. Na escola do futuro, os estudantes da Educação Básica deverão elaborar teses como as de doutorado.
Quais estão corretas?
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Autonomia dos alunos
Desenvolver a autonomia dos alunos é fundamental para atender às demandas do mundo atual, que requer uma formação integral a partir do desenvolvimento de competências e habilidades específicas. As transformações ocorridas na sociedade, decorrentes da Quarta Revolução Industrial, trouxeram a expansão da tecnologia e estabeleceram a era digital, alterando a forma como as pessoas se comportam, trabalham e aprendem.
Gerações mais novas têm a tecnologia integrada às suas vidas, o que demanda que as escolas se adaptem e passem a utilizá-la como ferramenta pedagógica, adotando práticas inovadoras que possam transformar e melhorar o ensino com esses recursos. O modelo tradicional de educação, em que os alunos eram somente espectadores, tornou-se ineficaz para a aprendizagem, visto que a participação deles na construção do próprio conhecimento é essencial.
As práticas educacionais inovadoras vão além dos aspectos acadêmicos, voltados para a memorização ou para o nível de raciocínio lógico do aluno, e consideram outras inteligências que permitem uma formação global, incluindo aspectos sociais, comportamentais, esportivos, emocionais, artísticos e tudo mais que abrange o ambiente no qual os alunos estão inseridos, a fim de que obtenham conhecimentos de forma integrada e contextualizada, permitindo que o aprendizado aconteça por meio de ações e transformando o professor em uma ferramenta facilitadora do processo de ensino-aprendizagem.
A autonomia no processo de ensino e aprendizagem refere-se à participação ativa dos alunos na construção do próprio conhecimento, para se tornarem protagonistas do seu projeto de vida. Entre as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, a autonomia é citada como componente na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores. Ela também é fundamental para uma formação integral, que é outro compromisso da BNCC, pois somente o acúmulo de informações não oferece as habilidades essenciais para o aluno atuar na sociedade.
Na Educação Infantil, os campos de experiência devem promover o desenvolvimento da autonomia, já que ela está relacionada aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças. Para tanto, elas precisam aprender através do conviver, do brincar, do participar, do explorar, do expressar-se e do conhecer-se como eixos estruturantes de sua formação.
É importante fortalecer a autonomia dos adolescentes, oferecendo condições e ferramentas para interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação, bem como para ampliar suas interações com o mundo. Com isso, os jovens constroem sua identidade, seus princípios e valores.
No Ensino Fundamental, o intuito é ampliar a autonomia intelectual para que o aluno possa compreender normas e configurar seus interesses pela vida social, por seu relacionamento consigo e com os outros, com a natureza, com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente.
No Ensino Médio, a autonomia dos estudantes deve estar direcionada ao desenvolvimento do projeto de vida, pois é a etapa na qual se guia o estudante para a vida adulta, e a escola deve introduzir uma reflexão mais profunda sobre o papel social do indivíduo.
A necessidade de desenvolver a autonomia nos alunos se baseia nas transformações ocorridas na educação, na sociedade e no mercado de trabalho, que definem as habilidades do profissional do futuro. Sem autonomia não é possível desenvolver tais habilidades.
Ela também promove o protagonismo dos jovens em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida, para que utilizem seus conhecimentos para agir e participar na sociedade.
O protagonismo juvenil trata do envolvimento do estudante em atividades que vão além dos âmbitos pessoal e familiar, trata-se de sua contribuição na vida comunitária, gerando efeitos na sociedade.
(Disponível em: https://sae.digital/autonomia-dos-alunos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que o termo sublinhado NÃO apresenta uma contração de preposição a outra palavra.
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Autonomia dos alunos
Desenvolver a autonomia dos alunos é fundamental para atender às demandas do mundo atual, que requer uma formação integral a partir do desenvolvimento de competências e habilidades específicas. As transformações ocorridas na sociedade, decorrentes da Quarta Revolução Industrial, trouxeram a expansão da tecnologia e estabeleceram a era digital, alterando a forma como as pessoas se comportam, trabalham e aprendem.
Gerações mais novas têm a tecnologia integrada às suas vidas, o que demanda que as escolas se adaptem e passem a utilizá-la como ferramenta pedagógica, adotando práticas inovadoras que possam transformar e melhorar o ensino com esses recursos. O modelo tradicional de educação, em que os alunos eram somente espectadores, tornou-se ineficaz para a aprendizagem, visto que a participação deles na construção do próprio conhecimento é essencial.
As práticas educacionais inovadoras vão além dos aspectos acadêmicos, voltados para a memorização ou para o nível de raciocínio lógico do aluno, e consideram outras inteligências que permitem uma formação global, incluindo aspectos sociais, comportamentais, esportivos, emocionais, artísticos e tudo mais que abrange o ambiente no qual os alunos estão inseridos, a fim de que obtenham conhecimentos de forma integrada e contextualizada, permitindo que o aprendizado aconteça por meio de ações e transformando o professor em uma ferramenta facilitadora do processo de ensino-aprendizagem.
A autonomia no processo de ensino e aprendizagem refere-se à participação ativa dos alunos na construção do próprio conhecimento, para se tornarem protagonistas do seu projeto de vida. Entre as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, a autonomia é citada como componente na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores. Ela também é fundamental para uma formação integral, que é outro compromisso da BNCC, pois somente o acúmulo de informações não oferece as habilidades essenciais para o aluno atuar na sociedade.
Na Educação Infantil, os campos de experiência devem promover o desenvolvimento da autonomia, já que ela está relacionada aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças. Para tanto, elas precisam aprender através do conviver, do brincar, do participar, do explorar, do expressar-se e do conhecer-se como eixos estruturantes de sua formação.
É importante fortalecer a autonomia dos adolescentes, oferecendo condições e ferramentas para interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação, bem como para ampliar suas interações com o mundo. Com isso, os jovens constroem sua identidade, seus princípios e valores.
No Ensino Fundamental, o intuito é ampliar a autonomia intelectual para que o aluno possa compreender normas e configurar seus interesses pela vida social, por seu relacionamento consigo e com os outros, com a natureza, com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente.
No Ensino Médio, a autonomia dos estudantes deve estar direcionada ao desenvolvimento do projeto de vida, pois é a etapa na qual se guia o estudante para a vida adulta, e a escola deve introduzir uma reflexão mais profunda sobre o papel social do indivíduo.
A necessidade de desenvolver a autonomia nos alunos se baseia nas transformações ocorridas na educação, na sociedade e no mercado de trabalho, que definem as habilidades do profissional do futuro. Sem autonomia não é possível desenvolver tais habilidades.
Ela também promove o protagonismo dos jovens em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida, para que utilizem seus conhecimentos para agir e participar na sociedade.
O protagonismo juvenil trata do envolvimento do estudante em atividades que vão além dos âmbitos pessoal e familiar, trata-se de sua contribuição na vida comunitária, gerando efeitos na sociedade.
(Disponível em: https://sae.digital/autonomia-dos-alunos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que a palavra apresente o mesmo número de letras e fonemas.
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Autonomia dos alunos
Desenvolver a autonomia dos alunos é fundamental para atender às demandas do mundo atual, que requer uma formação integral a partir do desenvolvimento de competências e habilidades específicas. As transformações ocorridas na sociedade, decorrentes da Quarta Revolução Industrial, trouxeram a expansão da tecnologia e estabeleceram a era digital, alterando a forma como as pessoas se comportam, trabalham e aprendem.
Gerações mais novas têm a tecnologia integrada às suas vidas, o que demanda que as escolas se adaptem e passem a utilizá-la como ferramenta pedagógica, adotando práticas inovadoras que possam transformar e melhorar o ensino com esses recursos. O modelo tradicional de educação, em que os alunos eram somente espectadores, tornou-se ineficaz para a aprendizagem, visto que a participação deles na construção do próprio conhecimento é essencial.
As práticas educacionais inovadoras vão além dos aspectos acadêmicos, voltados para a memorização ou para o nível de raciocínio lógico do aluno, e consideram outras inteligências que permitem uma formação global, incluindo aspectos sociais, comportamentais, esportivos, emocionais, artísticos e tudo mais que abrange o ambiente no qual os alunos estão inseridos, a fim de que obtenham conhecimentos de forma integrada e contextualizada, permitindo que o aprendizado aconteça por meio de ações e transformando o professor em uma ferramenta facilitadora do processo de ensino-aprendizagem.
A autonomia no processo de ensino e aprendizagem refere-se à participação ativa dos alunos na construção do próprio conhecimento, para se tornarem protagonistas do seu projeto de vida. Entre as competências gerais da Educação Básica propostas pela BNCC, a autonomia é citada como componente na construção de conhecimentos, no desenvolvimento de habilidades e na formação de atitudes e valores. Ela também é fundamental para uma formação integral, que é outro compromisso da BNCC, pois somente o acúmulo de informações não oferece as habilidades essenciais para o aluno atuar na sociedade.
Na Educação Infantil, os campos de experiência devem promover o desenvolvimento da autonomia, já que ela está relacionada aos saberes e conhecimentos fundamentais a serem propiciados às crianças. Para tanto, elas precisam aprender através do conviver, do brincar, do participar, do explorar, do expressar-se e do conhecer-se como eixos estruturantes de sua formação.
É importante fortalecer a autonomia dos adolescentes, oferecendo condições e ferramentas para interagir criticamente com diferentes conhecimentos e fontes de informação, bem como para ampliar suas interações com o mundo. Com isso, os jovens constroem sua identidade, seus princípios e valores.
No Ensino Fundamental, o intuito é ampliar a autonomia intelectual para que o aluno possa compreender normas e configurar seus interesses pela vida social, por seu relacionamento consigo e com os outros, com a natureza, com a história, com a cultura, com as tecnologias e com o ambiente.
No Ensino Médio, a autonomia dos estudantes deve estar direcionada ao desenvolvimento do projeto de vida, pois é a etapa na qual se guia o estudante para a vida adulta, e a escola deve introduzir uma reflexão mais profunda sobre o papel social do indivíduo.
A necessidade de desenvolver a autonomia nos alunos se baseia nas transformações ocorridas na educação, na sociedade e no mercado de trabalho, que definem as habilidades do profissional do futuro. Sem autonomia não é possível desenvolver tais habilidades.
Ela também promove o protagonismo dos jovens em sua aprendizagem e na construção de seu projeto de vida, para que utilizem seus conhecimentos para agir e participar na sociedade.
O protagonismo juvenil trata do envolvimento do estudante em atividades que vão além dos âmbitos pessoal e familiar, trata-se de sua contribuição na vida comunitária, gerando efeitos na sociedade.
(Disponível em: https://sae.digital/autonomia-dos-alunos/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego da vírgula, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na linha, a vírgula hachurada indica que a informação inserida pela oração seguinte não é essencial.
( ) Na linha, a vírgula hachurada isola um adjunto adverbial extenso e deslocado.
( ) Na linha, a vírgula hachurada separa uma sequência de termos com funções sintáticas diferentes.
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas, de cima para baixo:
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