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Fragmento 2 – Um bom roteiro para diagnosticarmos a crise ou os acertos da escola (e do seu currículo) está na clareza de seu escopo e de sua origem – dos sentidos das metáforas que a constroem.
No que tange à argumentação e aos recursos linguísticos de argumentação, avalie as assertivas que seguem à luz do que preconizam Platão e Fiorin em sua obra “Lições de Texto”:
I. Um argumento não é necessariamente uma prova de verdade. Trata-se, acima de tudo, de um recurso de natureza linguística destinado a levar o interlocutor a aceitar os pontos de vista daquele que fala.
II. Considerando a origem da palavra, argumento é tudo aquilo que faz brilhar, cintilar uma ideia. Chama-se, pois, argumento a todas as formas de linguagem que explicitem na língua escrita o pensamento do produtor do texto.
III. São inúmeros os recursos linguísticos usados com a finalidade de convencer, dentre eles podem ser citados: argumento de autoridade e argumento baseado no consenso.
Quais estão corretas?
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Fragmento 2 – Um bom roteiro para diagnosticarmos a crise ou os acertos da escola (e do seu currículo) está na clareza de seu escopo e de sua origem – dos sentidos das metáforas que a constroem.
Em relação ao Fragmento 2, é possível inferir que:
I. Identifica-se a presença do produtor do texto pela conjugação do verbo ‘diagnosticar’, que está conjugado na primeira pessoa do plural.
II. Não se pode identificar o referente dos pronomes possessivos presentes no fragmento.
III. O uso da expressão ‘Um bom’ implica dizer que apenas o roteiro citado é o suficiente e o melhor para o diagnóstico de crise.
Quais estão corretas?
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Fragmento 2 – Um bom roteiro para diagnosticarmos a crise ou os acertos da escola (e do seu currículo) está na clareza de seu escopo e de sua origem – dos sentidos das metáforas que a constroem.
Em relação a figuras de linguagem, avalie os conceitos de metáfora, de metonímia e de sinédoque, levando em conta o que Platão e Fiorin trazem em sua obra “Lições de texto: leitura e redação”:
I. Metáfora é, pois, a alteração do sentido de uma palavra, pelo acréscimo de um significado segundo, quando entre o sentido de base e o acrescentado há uma relação de semelhança, de intersecção, isto é, quando eles apresentam traços semânticos comuns.
II. Metonímia é, pois, a alteração do sentido de uma palavra ou de uma expressão pelo acréscimo de um significado segundo a um significado primeiro, quando entre ambos existe uma relação de contiguidade, de inclusão, de implicação, de interdependência, de coexistência.
III. Sinédoque é um tipo de metonímia: ocorre quando se usa a parte para designar o todo ou vice-versa.
Quais estão corretas?
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Fragmento 1 – Rede de mentiras, arapucas, enovelamento, enredamento em enganos… Ou pode ser uma rede que permite o acesso a muitas localidades de maneira colaborativa e com ligações múltiplas e cheia de opções. A escola, afinal, é o quê?
De fato, a escola e as redes virtuais de conhecimento trazem essas duas dimensões, como quase todas as instituições humanas. A perspectiva deste artigo é trazer questões para um exercício crítico de análise do projeto pedagógico e curricular de uma escola: será ela uma proteção e/ou uma rede de convívio? Será ela uma “parede” prisioneira ou uma “rede” de mentiras e enganos – instigando ao consumo ou ao fechamento em bolhas?
No segundo parágrafo do Fragmento 1, há exemplos de como o autor utiliza aspas. Considerando o uso desse sinal de pontuação, avalie as afirmações que seguem:
I. Usam-se aspas antes e depois de uma citação textual – palavra, expressão, frase ou trecho.
II. Costuma-se aspear expressões ou conceitos que se deseja pôr em evidência.
III. Põem-se entre aspas ou, então, grifam-se palavras estrangeiras, termos de gírias, expressões que devem ser destacadas.
Quais das afirmações acima são apresentadas por Cegalla quanto ao uso das aspas?
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Fragmento 1 – Rede de mentiras, arapucas, enovelamento, enredamento em enganos… Ou pode ser uma rede que permite o acesso a muitas localidades de maneira colaborativa e com ligações múltiplas e cheia de opções. A escola, afinal, é o quê?
De fato, a escola e as redes virtuais de conhecimento trazem essas duas dimensões, como quase todas as instituições humanas. A perspectiva deste artigo é trazer questões para um exercício crítico de análise do projeto pedagógico e curricular de uma escola: será ela uma proteção e/ou uma rede de convívio? Será ela uma “parede” prisioneira ou uma “rede” de mentiras e enganos – instigando ao consumo ou ao fechamento em bolhas?
Os sinais de pontuação são recursos de língua escrita cujo objetivo é contribuir para a organização do sentido, manifestar aspectos prosódicos em um enunciado escrito, além de esclarecer o sentido da frase. Assim sendo, avalie as afirmações que seguem a respeito de sinais de pontuação e sua aplicação no primeiro parágrafo do Fragmento 1, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) As reticências, conforme descreve Cegalla, são utilizadas no primeiro parágrafo para marcar a hesitação do pensamento do autor em relação ao que estava sendo enunciado.
( ) A inserção de uma vírgula imediatamente antes da palavra ‘que’, em negrito, implicaria alteração sintática ao período.
( ) O ponto de interrogação, que aparece no final do parágrafo, agrega à frase o caráter retórico, visto que a pergunta construída incentiva a continuidade do que até então foi enunciado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Fragmento 1 – Rede de mentiras, arapucas, enovelamento, enredamento em enganos… Ou pode ser uma rede que permite o acesso a muitas localidades de maneira colaborativa e com ligações múltiplas e cheia de opções. A escola, afinal, é o quê?
De fato, a escola e as redes virtuais de conhecimento trazem essas duas dimensões, como quase todas as instituições humanas. A perspectiva deste artigo é trazer questões para um exercício crítico de análise do projeto pedagógico e curricular de uma escola: será ela uma proteção e/ou uma rede de convívio? Será ela uma “parede” prisioneira ou uma “rede” de mentiras e enganos – instigando ao consumo ou ao fechamento em bolhas?
Em relação à substituição de palavras e expressões sublinhadas no Fragamento 1 do texto, avalie as seguintes propostas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) ‘Arapucas’ poderia ser adequadamente substituída por ‘artimanha’.
( ) A expressão ‘novelos em excesso’ poderia substituir corretamente ‘enovelamento’.
( ) ‘Induzindo’ poderia ser adequamente substituída por ‘instigando’.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Fragmento 1 – Rede de mentiras, arapucas, enovelamento, enredamento em enganos… Ou pode ser uma rede que permite o acesso a muitas localidades de maneira colaborativa e com ligações múltiplas e cheia de opções. A escola, afinal, é o quê?
De fato, a escola e as redes virtuais de conhecimento trazem essas duas dimensões, como quase todas as instituições humanas. A perspectiva deste artigo é trazer questões para um exercício crítico de análise do projeto pedagógico e curricular de uma escola: será ela uma proteção e/ou uma rede de convívio? Será ela uma “parede” prisioneira ou uma “rede” de mentiras e enganos – instigando ao consumo ou ao fechamento em bolhas?
Cegalla nos diz que “Fonemas são as menores unidades sonoras da fala. São os sons elementares e distintivos que, articulados e combinados, formam as sílabas, os vocábulos e a teia da frase, na comunicação oral [...]. No sistema fonético do português do Brasil há, aproximadamente, 33 fonemas [...]”. Considerando as colocações de Cegalla acerca de fonemas, avalie as afirmações que seguem relativas a vocábulos do Fragmento 1 do texto:
I. Tanto ‘rede’ quanto ‘mentiras’ têm o mesmo número de letras e de fonemas.
II. Em ‘acesso’ e ‘fechamento’, observa-se a ocorrência de dígrafo consonantal.
III. Nos vocábulos ‘projeto’ e ‘deste’, há encontros consonantais inseparáveis.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica uma afirmação INCORRETA a respeito da palavra “demanda” (l. 30).
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa na qual se identifique um ditongo oral.
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Instrução: As questões de números 01 a 20 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.
O fim da escola
Por Gilberto Dimenstein
01 Daqui a 25 anos, o que hoje é óbvio para poucos será senso comum: a escola como a
02 conhecemos, transmissora de conteúdos avaliados por testes, será encarada como um sinal de
03 educação de baixa qualidade.
04 Pelo menos para os filhos da elite, capazes de pagar mensalidades maiores, a escola que
05 avalia o aluno em provas, cobrando a memorização, já terá deixado de existir. Entrar nas
06 melhores faculdades só vai exigir capacidade de raciocínio e de associar informações. Por isso,
07 o ensino de artes e filosofia ganhará espaço nobre.
08 O fim da escola que aí está implicará professores treinados para atuarem como
09 facilitadores, transitando em várias esferas do conhecimento. As matérias não estarão presas ao
10 currículo definido no ano anterior, mas ao calor do cotidiano.
11 Os conteúdos estarão ainda mais disponíveis em meios eletrônicos, permitindo, graças
12 interatividade, que se aprenda em qualquer lugar e a qualquer hora; receber ajuda pelo
13 computador será tão comum quanto estar numa sala de aula real.
14 A escola útil para preparar o jovem ao mercado de trabalho só sobreviverá se puder
15 ajudar o aluno a gerir a en...urrada de dados e a se tornar um pesquisador permanente. Devido
16 enorme quantidade de dados disponível, a sociedade será mais escolarizada, a começar das
17 empresas, nas quais o fundamental será produzir, administrar e transmitir inovações a seus
18 funcionários. Cinemas, teatros, e...posições, museus e centros culturais terão fortes núcleos
19 educativos para a formação do público.
20 O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado;
21 portanto, a escola não mais será dividida em séries estanques, será um espaço sem salas de
22 aula, onde os alunos transitarão com suas dúvidas e curiosidades. Terá um ar de centro cultural.
23 O educador e o comunicador tendem a se aproximar: afinal, o professor terá de tirar proveito
24 dos fatos em tempo real e encaixá-los nas áreas de ciências humanas, biológicas ou exatas.
25 Para manter seus leitores, ouvintes e telespectadores, a imprensa também vai se
26 aproximar da educação. Não vai apenas transmitir ou interpretar informações, mas, com o auxílio
27 de recursos tecnológicos, oferecerá salas de aula virtuais e até presenciais para ajudar no
28 entendimento dos fatos. Terá surgido uma nova linguagem (e uma nova profissão), misturando
29 didática com comunicação.
30 O ensino superior será redefinido para atender essa demanda. O diploma só terá
31 importância se o seu portador enriquecê-lo não apenas com novos diplomas, mas com
32 experiências profissionais.
33 Daqui a 25 anos, o que já é óbvio para muitos não será mais discutido: os níveis de
34 inovação tecnológica e de mudança velo... dos fazeres e saberes profissionais não mais
35 permitirão que o estudante deixe de ser estudante.
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha/dimenstein/gilberto/gd290703b.htm – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que indica a classe de palavras que NÃO se pode identificar no trecho a seguir:
“O mestre terá uma função que vai lembrar o orientador de uma tese de doutorado”.
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