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Foram encontradas 533 questões.

3019747 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

A história da maçã caindo sobre a cabeça do físico inglês Isaac Newton pode não passar de uma lenda. Mas é consenso que a lei da gravitação universal, o princípio que explica por que as coisas caem, foi formulado por ele na obra em 1687. Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas como será que as pessoas encaravam o fenômeno? Qual era a explicação, até o século 17, para o que hoje chamamos de gravidade?

No livro “Por Que as Coisas Caem? Uma História da Gravidade”, os astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho Mendonça partem da constatação de que a gravidade, sem dúvida, “é especial”. “Se não fosse, como explicar que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só isso: tenham sido alçados a essa condição genial justamente por terem vislumbrado parte de seus segredos?”, escreve Cherman. Segundo ele, a importância da gravidade está em dois fatores: ela é universal, para usar uma palavra cara a Newton, e geral, usando um termo querido de Einstein. Mas como se explicava antes?

Para responder essa pergunta, é preciso voltar na história da ciência até Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.). O sábio grego é considerado um dos mais influentes pensadores da história ocidental – e muito da própria lógica do pensamento científico se deve a suas prerrogativas. “Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos elementos, e entendia que havia uma tendência natural do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar à posição desse elemento”, explica à BBC News Brasil o físico Rodrigo Panosso Macedo, pesquisador de pós-doutorado no Instituto Niels Bohr, na Universidade de Copenhagen, na Dinamarca. “Assim, se um objeto era feito de terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia”.

Uma representação pictórica possivelmente do século 8 a.C. indica que esses filósofos já acreditavam que a gravitação mantinha o Sistema Solar unido – e que o Sol, por ser o astro com a maior massa, deveria ocupar a posição central no modelo. “Outro registro interessante também realizado na Índia Antiga pode ser encontrado no trabalho de um sábio hindu chamado Kanada, que viveu no século 6 a.C.”, escreve. Rainho Mendonça explica que Kanada associava “o peso” à queda, entendendo o primeiro como o causador do fenômeno. “A intuição do sábio hindu estava no caminho certo, mas havia ainda um longo trajeto a ser percorrido em termos conceituais”.

O astrônomo concorda, contudo, que o marco zero no conceito de gravidade deve ser atribuído a Aristóteles, “pois apesar de seu trabalho nessa área não representar a realidade atual, o conhecimento nele difundido perdurou por muitos séculos após sua morte”. “[Ele] explicava a queda dos corpos pela ideia de que a Terra era o centro do Universo, e os corpos pesados tendiam a ocupar seu lugar natural neste centro”. Em outras palavras, “é dizer que as coisas caem quando estão soltas, pois tendem a ocupar seu lugar natural no centro do Universo, a Terra”, analisa Goldfarb. Etimologicamente, é interessante notar que a palavra gravidade deriva do latim gravis – tem a mesma origem da palavra “grave”, portanto. Seu campo semântico vai do “pesado” ao “importante”, passando por sentidos como “poderoso”.

(Jornal BBC News Brasil, 03.06.2023. Adaptado).

Assinale a alternativa cujos termos, entre parêntesis, substituam as palavras destacadas, em conformidade com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

 

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3019707 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

A história da maçã caindo sobre a cabeça do físico inglês Isaac Newton pode não passar de uma lenda. Mas é consenso que a lei da gravitação universal, o princípio que explica por que as coisas caem, foi formulado por ele na obra em 1687. Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas como será que as pessoas encaravam o fenômeno? Qual era a explicação, até o século 17, para o que hoje chamamos de gravidade?

No livro “Por Que as Coisas Caem? Uma História da Gravidade”, os astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho Mendonça partem da constatação de que a gravidade, sem dúvida, “é especial”. “Se não fosse, como explicar que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só isso: tenham sido alçados a essa condição genial justamente por terem vislumbrado parte de seus segredos?”, escreve Cherman. Segundo ele, a importância da gravidade está em dois fatores: ela é universal, para usar uma palavra cara a Newton, e geral, usando um termo querido de Einstein. Mas como se explicava antes?

Para responder essa pergunta, é preciso voltar na história da ciência até Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.). O sábio grego é considerado um dos mais influentes pensadores da história ocidental – e muito da própria lógica do pensamento científico se deve a suas prerrogativas. “Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos elementos, e entendia que havia uma tendência natural do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar à posição desse elemento”, explica à BBC News Brasil o físico Rodrigo Panosso Macedo, pesquisador de pós-doutorado no Instituto Niels Bohr, na Universidade de Copenhagen, na Dinamarca. “Assim, se um objeto era feito de terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia”.

Uma representação pictórica possivelmente do século 8 a.C. indica que esses filósofos já acreditavam que a gravitação mantinha o Sistema Solar unido – e que o Sol, por ser o astro com a maior massa, deveria ocupar a posição central no modelo. “Outro registro interessante também realizado na Índia Antiga pode ser encontrado no trabalho de um sábio hindu chamado Kanada, que viveu no século 6 a.C.”, escreve. Rainho Mendonça explica que Kanada associava “o peso” à queda, entendendo o primeiro como o causador do fenômeno. “A intuição do sábio hindu estava no caminho certo, mas havia ainda um longo trajeto a ser percorrido em termos conceituais”.

O astrônomo concorda, contudo, que o marco zero no conceito de gravidade deve ser atribuído a Aristóteles, “pois apesar de seu trabalho nessa área não representar a realidade atual, o conhecimento nele difundido perdurou por muitos séculos após sua morte”. “[Ele] explicava a queda dos corpos pela ideia de que a Terra era o centro do Universo, e os corpos pesados tendiam a ocupar seu lugar natural neste centro”. Em outras palavras, “é dizer que as coisas caem quando estão soltas, pois tendem a ocupar seu lugar natural no centro do Universo, a Terra”, analisa Goldfarb. Etimologicamente, é interessante notar que a palavra gravidade deriva do latim gravis – tem a mesma origem da palavra “grave”, portanto. Seu campo semântico vai do “pesado” ao “importante”, passando por sentidos como “poderoso”.

(Jornal BBC News Brasil, 03.06.2023. Adaptado).

De acordo com o texto, coube ao filósofo Aristóteles

 

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3019705 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.

A história da maçã caindo sobre a cabeça do físico inglês Isaac Newton pode não passar de uma lenda. Mas é consenso que a lei da gravitação universal, o princípio que explica por que as coisas caem, foi formulado por ele na obra em 1687. Obviamente, as coisas já caíam antes de Newton. Mas como será que as pessoas encaravam o fenômeno? Qual era a explicação, até o século 17, para o que hoje chamamos de gravidade?

No livro “Por Que as Coisas Caem? Uma História da Gravidade”, os astrônomos Alexandre Cherman e Bruno Rainho Mendonça partem da constatação de que a gravidade, sem dúvida, “é especial”. “Se não fosse, como explicar que os dois maiores gênios das ciências, Isaac Newton e Albert Einstein, tenham se dedicado a ela? E não só isso: tenham sido alçados a essa condição genial justamente por terem vislumbrado parte de seus segredos?”, escreve Cherman. Segundo ele, a importância da gravidade está em dois fatores: ela é universal, para usar uma palavra cara a Newton, e geral, usando um termo querido de Einstein. Mas como se explicava antes?

Para responder essa pergunta, é preciso voltar na história da ciência até Aristóteles (384 a.C. – 322 a.C.). O sábio grego é considerado um dos mais influentes pensadores da história ocidental – e muito da própria lógica do pensamento científico se deve a suas prerrogativas. “Ele dividia um pouco os fenômenos a partir dos elementos, e entendia que havia uma tendência natural do objeto que pertencia a determinado elemento a voltar à posição desse elemento”, explica à BBC News Brasil o físico Rodrigo Panosso Macedo, pesquisador de pós-doutorado no Instituto Niels Bohr, na Universidade de Copenhagen, na Dinamarca. “Assim, se um objeto era feito de terra, sua tendência natural seria voltar para a terra, por isso ele cairia. Já um objeto feito de ar gasoso teria a tendência natural de voltar para o ar, por isso ele subia”.

Uma representação pictórica possivelmente do século 8 a.C. indica que esses filósofos já acreditavam que a gravitação mantinha o Sistema Solar unido – e que o Sol, por ser o astro com a maior massa, deveria ocupar a posição central no modelo. “Outro registro interessante também realizado na Índia Antiga pode ser encontrado no trabalho de um sábio hindu chamado Kanada, que viveu no século 6 a.C.”, escreve. Rainho Mendonça explica que Kanada associava “o peso” à queda, entendendo o primeiro como o causador do fenômeno. “A intuição do sábio hindu estava no caminho certo, mas havia ainda um longo trajeto a ser percorrido em termos conceituais”.

O astrônomo concorda, contudo, que o marco zero no conceito de gravidade deve ser atribuído a Aristóteles, “pois apesar de seu trabalho nessa área não representar a realidade atual, o conhecimento nele difundido perdurou por muitos séculos após sua morte”. “[Ele] explicava a queda dos corpos pela ideia de que a Terra era o centro do Universo, e os corpos pesados tendiam a ocupar seu lugar natural neste centro”. Em outras palavras, “é dizer que as coisas caem quando estão soltas, pois tendem a ocupar seu lugar natural no centro do Universo, a Terra”, analisa Goldfarb. Etimologicamente, é interessante notar que a palavra gravidade deriva do latim gravis – tem a mesma origem da palavra “grave”, portanto. Seu campo semântico vai do “pesado” ao “importante”, passando por sentidos como “poderoso”.

(Jornal BBC News Brasil, 03.06.2023. Adaptado).

De acordo com o texto, é correto afirmar que

 

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3159540 Ano: 2023
Disciplina: Direito Processual do Trabalho
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Sobre o recurso de revista, assinale a alternativa correta.

Questão Anulada

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3159531 Ano: 2023
Disciplina: Saúde Pública
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, analise as proposições abaixo e assinale (V) para Verdadeiro ou (F) para Falso.

( ) A iniciativa privada poderá participar do Sistema Único de Saúde (SUS), em caráter complementar.

( ) A execução de ações de vigilância nutricional e familiar estão incluídas no campo de atuação do SUS.

( ) A descentralização político-administrativa, com múltiplas direções em cada esfera de governo, é um dos princípios do SUS.

( ) À direção municipal do SUS compete planejar, organizar, controlar e avaliar as ações e os serviços de saúde e gerir e executar os serviços públicos de saúde.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Questão Anulada

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3159506 Ano: 2023
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Durante uma missão de investigação, a agente especial Giovanna precisa realizar chamadas seguras e confidenciais. Para isso, ela decide utilizar a tecnologia de Voz sobre IP (VoIP) e Telefonia IP.

Considerando o caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta uma vantagem dessa tecnologia para a agente Giovanna.

Questão Anulada

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3159505 Ano: 2023
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Considerando que no modelo OSI, cada camada tem suas próprias responsabilidades e funções específicas, assinale a alternativa que apresenta a função da camada de enlace de dados.

Questão Anulada

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3159456 Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Com base no balancete apresentado abaixo pela empresa XPTO Ltda. em 30/06/2023, responda a questão.

Balanço Patrimonial em 30/06/2023

Descrição da conta contábil

Reais

Empréstimos e financiamentos (PNC)

(166.800,00)

Demais contas a receber

13.000,00

Fornecedores

(90.000,00)

Empréstimos e financiamentos

(82.500,00)

Provisão para Créditos de Liquidação

Duvidosa

(40.000,00)

Reservas de lucros

(105.900,00)

Mútuos a receber com empresas ligadas de

LP (ANC)

36.700,00

Estoques

123.000,00

Impostos a recolher

(40.000,00)

Outras contas a pagar

(13.500,00)

Contas a pagar de LP – (PNC)

(3.400,00)

Ativos intangíveis

33.400,00

Contingências trabalhistas de LP – (PNC)

(50.000,00)

Caixa e equivalentes de caixa

136.000,00

Títulos a receber de LP (ANC)

20.000,00

Salários a pagar

(27.000,00)

Capital

(70.000,00)

Contas a receber de clientes

140.000,00

Imobilizado

267.000,00

Reservas de capital

(20.000,00)

Depreciação acumulada

(60.000,00)

Assinale a alternativa que apresenta o valor, em Reais, do lucro bruto da XPTO Ltda. em 30/06/2023.

Questão Anulada

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3159455 Ano: 2023
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP

Balancete em 31/12/2022

Reais

Estoques

191.250

Despesas de Depreciação

50.000

Fornecedores

135.000

Caixa e Equivalentes de Caixa

195.000

Despesas Administrativas

90.000

Receitas Bruta de Vendas

1.500.000

Contas a Pagar

52.500

Despesas Gerais

60.000

Impostos a Recolher

105.000

Depreciação Acumulada

37.500

Impostos Indiretos

300.000

Clientes

180.000

Capital Social

540.000

CMV – Custo das Mercadorias Vendidas

480.000

Máquinas e Equipamentos

180.000

Despesas de IR e CS do Período

170.000

Reserva Legal

26.250

Despesas Financeiras

20.000

Financiamento Bancário LP

180.000

Após o encerramento do exercício, o valor do novo patrimônio líquido foi de

Questão Anulada

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3159295 Ano: 2023
Disciplina: Arquivologia
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santos-SP
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Acerca do arquivo permanente, assinale a alternativa correta.

Questão Anulada

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