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Foram encontradas 753 questões.

560809 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Mar português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas filhas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar.
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quiser passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa.
[...] Se a alma não é pequena. É uma oração subordinada
 

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560808 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Nas afirmativas a seguir os verbos grifados têm dupla regência sem mudança de sentido. Nesse sentido marque a afirmativa INCORRETA.
 

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560807 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Analise as afirmativas a seguir. A concordância verbal está INCORRETA na assertiva:
 

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560806 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Mar português
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas filhas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar.
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quiser passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Fernando Pessoa.
[...] “nele”, no último verso, refere-se a(à/ao)
 

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560805 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. São Gonçalo Amarante-CE
Assinale a alternativa em que os diminutivos dos substantivos estão corretos.
 

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Canção

Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

Cecília Meireles – A viagem

Não se pode dizer do poema que
 

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Canção

Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

Cecília Meireles – A viagem

São palavras-chave do poema respectivamente
 

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Canção

Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

Cecília Meireles – A viagem

Pela 1ª. estrofe, percebe-se que a autora
 

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Canção

Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

Cecília Meireles – A viagem

Há no poema um(a) certo(a)
 

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Canção

Pus meu sonho num navio

e o navio em cima do mar;

- depois, abri o mar com as mãos,

para o meu sonho naufragar.

Minhas mãos ainda estão molhadas

do azul das ondas entreabertas,

e a cor que escorre dos meus dedos

colore as areias desertas.

O vento vem vindo de longe,

a noite se curva de frio;

debaixo da água vai morrendo

meu sonho, dentro de um navio...

Chorarei quando for preciso,

para fazer com que o mar cresça,

e o meu navio chegue ao fundo

e o meu sonho desapareça.

Depois tudo estará perfeito;

praia lisa, águas ordenadas,

meus olhos secos como pedras

e as minhas duas mão quebradas.

Cecília Meireles – A viagem

Autora parece personificar elementos da natureza na estrofe
 

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