Foram encontradas 800 questões.
Dentre as diversas estratégias de atuação desenvolvidas pela Orientação Educacional, encontra-se a consultoria, que se estrutura principalmente com base na:
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2413288
Ano: 2011
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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A Constituição Federal contém regras que incentivam o fomento de práticas desportivas formais e não formais. Nessa trilha, revela-se incorreta a seguinte afirmativa:
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A Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS é a forma de comunicação e expressão de comunidades de pessoas surdas do Brasil, cujo sistema linguístico tem natureza visual-motora. Sendo assim, pode-se dizer que:
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2413283
Ano: 2011
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
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Considere o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA – e responda à questão.
As determinações do ECA muitas vezes são diferentes, dependendo de se destinarem a uma criança ou a um adolescente. O artigo 2º esclarece que se considera criança a pessoa com idade de até:
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2413270
Ano: 2011
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. São Gonçalo-RJ
Considerando a segurança na direção, um condutor com comportamento adequado na via pode ser reconhecido quando:
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Leia o poema a seguir e responda à questão.
A DOENÇA
Nunca morei longe do meu país.
Entretanto, padeço de lonjuras.
Desde criança minha mãe portava essa doença.
Ela que me transmitiu.
Depois meu pai foi trabalhar num lugar que dava
essa doença nas pessoas.
Era um lugar sem nome nem vizinhos.
Diziam que ali era a unha do dedão do pé do fim do mundo.
A gente crescia sem ter outra casa ao lado.
No lugar só constavam pássaros, árvores, o rio e os seus peixes.
Havia cavalos sem freios dentro dos matos cheios de borboletas nas costas.
O resto era só distância.
A distância seria uma coisa vazia que a gente portava no olho
E que meu pai chamava de exílio.
Entretanto, padeço de lonjuras.
Desde criança minha mãe portava essa doença.
Ela que me transmitiu.
Depois meu pai foi trabalhar num lugar que dava
essa doença nas pessoas.
Era um lugar sem nome nem vizinhos.
Diziam que ali era a unha do dedão do pé do fim do mundo.
A gente crescia sem ter outra casa ao lado.
No lugar só constavam pássaros, árvores, o rio e os seus peixes.
Havia cavalos sem freios dentro dos matos cheios de borboletas nas costas.
O resto era só distância.
A distância seria uma coisa vazia que a gente portava no olho
E que meu pai chamava de exílio.
(Manuel de Barros)
No segmento de verso “Havia cavalos sem freios...”, a concordância do verbo está gramaticalmente correta. O mesmo ocorre na frase:
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Os Parâmetros Curriculares Nacionais – Arte (PCN – Arte), 3º e 4º Ciclos organizam os conteúdos de Teatro em três eixos norteadores, quais sejam, Teatro como:
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São valores que norteiam a Política Nacional de Humanização – HumanizaSUS:
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Rejane é diretora adjunta de uma creche municipal com 6 grupamentos para crianças até 3 anos e 11 meses. Essa unidade escolar recebeu, durante o período de matrícula, a solicitação de uma família, cujos pais são surdos, para matricular dois filhos: um menino surdo com 3 anos e uma menina ouvinte com 1 ano e 10 meses. O procedimento adequado da direção frente à participação dos pais na escola é:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
SAUDADES DO VELHO E BOM GUTENBERG
A primeira informação veio, como sempre, da “Encyclopaedia Britannica”. Foi em meados da década de 1990. No tempo da internet A) por linha discada. Quando de Wikipedia nem se falava. E a “Britannica” disponível, datada de 1965, com 23 volumes encadernados em couro branco, virara trambolho para a nova geração que, em casa, começava a fazer pesquisa para o colégio ou a universidade.
A “Britannica” continua na estante. Alíás, nunca ficou tanto tempo B) na estante, sem uso. Entra ano, sai ano, e ninguém se arrisca a dedilhar seu papel-bíblia, à cata de verbetes como, por exemplo, o do “computador”. Ou melhor, das “computing machines”, como diz a página 245 do 6º volume. Eram artefatos reservados aos laboratórios ou grandes corporações. Pareciam fadados a ser para sempre “instalações de grande porte, custando de algumas dezenas a muitas centenas de milhares de dólares”. Pechincha, nesse mercado, era engenhoca de dez mil dólares.
Não dava mais para deixar aquele manual de anacronismo ao alcance de adolescentes. E uma “Britannica” nova, último modelo, andava por volta de 800 dólares. Mas a própria página dos editores na internet anunciava sua versão integral em CD, por 60 e poucos dólares. Por uns trocados mensais C) ganhava-se acesso por senha aos arquivos da “Britannica”, incluindo os anuários de atualização ainda no forno.
Veio o CD. Foi uma traição ao livro. E a cinco séculos de costumes lastreados nos tipos móveis de Gutenberg. E logo depois sairia aqui o primeiro “Aurélio” eletrônico. Tinha, sobre o dicionário original, o trunfo inigualável da “pesquisa inversa”. Escrevendo-se na lacuna de busca as palavras-chave de uma definição qualquer, lá ia o “Aurélio” procurar o verbete.
Era um recurso inédito, quase um brinquedo. Mas veio resolver problemas nem sequer imaginados por dicionários convencionais. Como a busca de palavras para “vento frio”, que trouxe à tona por acaso, do fundo das lendas amazônicas, uma tal de Cruviana. E para que serve a Cruviana? No caso, serviu para não fazer de bobo num garimpo de diamantes, na fronteira com a Guiana.
Ali só se dormia em rede, armada ao relento, sob um pedaço de plástico. Na hora de instalar o hóspede na beira do mato, o anfitrião advertiu: Cuidado, que de noite a Cruviana pode morder”. A que o forasteiro retrucou, como se não tivesse feito outra coisa na vida além de dormir ao ar livre nos cafundós de Roraima: Vai esfriar?
Dito isso, adormeceu no aconchego de saber D) que o dono do garimpo jamais iria adivinhar que sua intimidade com a selva bruta vinha do “Aurélio”, instalado semana antes em seu notebook. Quer dizer, seu laptop, que era mais ou menos a mesma coisa, mas ainda não se chamava, em bom português, notebook.
Hoje cada vez mais livros se abrem primeiro no iPad e outros tabletes da vida. E) Papel, só na falta de edição virtual. E nenhum sinal de que o livro piscou para o rival foi tão claro quanto a estreia na Europa do librinno. Trata-se de um livro como os outros. Só que imita, no formato e até no jeito de empunhar, um tablete. Com ele, acaba a época em que os tabletes imitavam os livros tradicionais. E há librinnos em listas de best-sellers. São um perigo.
(Marcos Sá Correa, Revista Isto é, 19 de janeiro de 2011, com adaptações)
Observa-se o emprego da linguagem coloquial no trecho:
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