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O Google Classroom ou Google Sala de Aula é uma plataforma gratuita para gerenciar o ensino e a aprendizagem no Ensino a Distância (EAD), que pode ser usada por professores e alunos em escolas ou instituição de ensino, desde que possuam o Google for Education como ferramenta de ensino na instituição. O Google Classroom centraliza em um único espaço toda gestão de aprendizado e ensino das turmas pelas quais um professor é responsável e possibilita que professores e alunos acessem as turmas virtuais, os materiais da disciplina e os feedbacks, de qualquer computador ou dispositivo móvel (tablets e smartphones). Trata-se de uma ferramenta versátil, cheia de recursos para comunicação, registro e avaliação dos alunos. Uma análise do Google Classroom, do ponto de vista da gestão da aprendizagem, permite apontar algumas potencialidades desta ferramenta em comparação aos Learning Management Systems (LMS), mais comumente utilizados no EAD, e que possuem funções similares para gestão e ensino. Entre estas potencialidades do Google Classroom, é correto afirmar:
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A educação é um processo social que necessita da comunicação, em suas diferentes formas, entre alunos e professores e entre alunos e seus colegas. Isso ficou evidenciado durante a covid-19, quando programas de comunicação como Google Meet e Microsoft Teams, muito simples e intuitivos, foram muito utilizados, em atividades de ensino, por professores e alunos em diferentes áreas do país. Após a fase crítica da pandemia, estudos comprovaram que estas ferramentas se mostraram ainda mais versáteis para a realização de atividades de ensino, quando combinadas com outras ferramentas que possibilitam a realização de tarefas complementares de comunicação, elevando o patamar de atividades simples. Com base nestas informações sobre o Google Meet e Microsoft Teams e em seus conhecimentos sobre ferramentas digitais de ensino, assinale a alternativa correta.
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Ana, professora de Matemática das turmas do 6º ano de uma escola de São Paulo, observou que cerca de 40% de seus 120 alunos, incluindo 2 com baixa visão e 1 surdo-mudo, apresentaram dificuldades significativas em atividades envolvendo as quatro operações fundamentais, ao longo do 1º bimestre escolar. Na tentativa de reverter este quadro, Ana pesquisou e desenvolveu uma atividade envolvendo dominós e cartas de baralho, para ser trabalhada nos bimestres seguintes com todas turmas. Para apoiá-la com a tarefa de elaboração e adaptação de materiais para atender às necessidades dos alunos com deficiência, Ana pediu ajuda a Clara, professora de Artes da mesma escola. Clara, por sua vez providenciou materiais grandes coloridos e alguns em Braile para os alunos com deficiências. Ao final do 3º bimestre, Ana observou uma melhora significativa nos resultados dos alunos nas operações fundamentais, inclusive dos alunos com deficiência. Com base neste relato, é correto afirmar que a professora Ana atendeu, ao menos parcialmente, o que prevê a Lei nº 13.146/2015, no que diz respeito ao uso de
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A gamificação não consiste em jogos de videogame ou jogos educativos, mas utiliza ideias e lógicas dos jogos, como fases, conquistas e recompensas, o que torna este recurso educacional uma excelente ferramenta de incentivo para os alunos. Sobre os procedimentos necessários para realização de uma atividade gamificada com um aluno ou grupo de alunos, o professor precisa
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Estudos apontam que a utilização de tecnologias digitais de informação e comunicação em situações de ensino não é uma ação que ocorre de um dia para o outro, mas sim, por meio de um movimento gradativo que permite alcançar uma ação crítica e criativa por parte do professor até que ele integre as tecnologias digitais em sua prática. Estes mesmos estudos apontam que é possível delinear cinco etapas neste processo, como ilustrado na figura a seguir.
Etapas de integração de tecnologias digitais à práticas pedagógicas, segundo a pesquisa ACOT

(BACICH, Lilian; MORAN, José (Orgs.). Metodologias ativas para uma educação inovadora: uma abordagem teórico-práticca – Porto Alegre: Penso, 2018)
Sobre estas etapas, é correto afirmar:
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Leia o poema Ilusões da Vida para responder à questão.
Quem passou pela vida em branca nuvem,
E em plácido repouso adormeceu;
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu;
Foi espectro de homem, não foi homem,
Só passou pela vida, não viveu.
(Roteiro da poesia brasileira – Romantismo. Org. Antonio Carlos Secchin. Global Editora, 2007)
Entre os versos elaborados a partir das ideias do poema, aquele que traz o sinal indicativo de crase corretamente empregado é:
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Leia a crônica de Ruy Castro para responder às questões de números 01 a 04.
Desafio ao ChatGPT
Outro dia, por casualidade, o advogado P. Bottini ouviu alguém recitar Ilusões da Vida, o famoso poema de Francisco Otaviano – “Quem passou pela vida em branca nuvem...” – e quis conhecer melhor o poeta. Consultou o ChatGPT, que prontamente respondeu: “Francisco Otaviano foi um político e poeta brasileiro do século 19. Eis aqui um de seus poemas”. E mandou a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias: “Minha terra tem palmeiras/ Onde canta o sabiá...”.
Bem, não sejamos ranzinzas. O infalível ChatGPT não é obrigado a saber tudo. Mesmo porque, como poeta, Otaviano não foi um Gonçalves Dias, nem mesmo um Fagundes Varella. Lembrando-se de Fagundes Varella, Bottini resolveu checar o pungente Cântico do Calvário*: “Eras na vida a pomba predileta / Que sobre um mar de angústias conduzia / O ramo da esperança...”. Pois, em vez disso, o ChatGPT enviou-lhe um hino evangélico intitulado Cântico do Calvário. E não só um, mas quatro hinos com esse título. Decididamente, o ChatGPT não é da literatura.
Já escrevi aqui que, se se metesse a produzir uma biografia, o ChatGPT conseguiria macaquear o estilo de um autor. E, sim, talvez gerasse pautas com centenas de perguntas e as aplicasse a 200 fontes de informação. Mas quem vai determinar essas fontes? As melhores são as que nos surgem de repente, às vezes por acaso. E aquelas que se fazem de difíceis? E o olho no olho com elas, sem o que não se arrancam certas informações? E a descoberta de documentos perdidos em gavetas?
Uma biografia exige paciência, alguma esperteza, sorte e buracos na sola do sapato. O algoritmo poderá fazer tudo isso?
Um dia, talvez. Mas só depois de aprender que as aves que aqui gorjeiam não passam pela vida em branca nuvem nem gorjeiam como lá.
(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/04/ desafio-ao-chatgpt.shtml Publicado em 20.04.2023. Adaptado)
*Cântico do Calvário: poema de Fagundes Varela dedicado ao filho Emiliano, que faleceu aos três meses de idade.
Assinale a alternativa cuja frase atende à norma-padrão de concordância.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia a crônica de Ruy Castro para responder às questões de números 01 a 04.
Desafio ao ChatGPT
Outro dia, por casualidade, o advogado P. Bottini ouviu alguém recitar Ilusões da Vida, o famoso poema de Francisco Otaviano – “Quem passou pela vida em branca nuvem...” – e quis conhecer melhor o poeta. Consultou o ChatGPT, que prontamente respondeu: “Francisco Otaviano foi um político e poeta brasileiro do século 19. Eis aqui um de seus poemas”. E mandou a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias: “Minha terra tem palmeiras/ Onde canta o sabiá...”.
Bem, não sejamos ranzinzas. O infalível ChatGPT não é obrigado a saber tudo. Mesmo porque, como poeta, Otaviano não foi um Gonçalves Dias, nem mesmo um Fagundes Varella. Lembrando-se de Fagundes Varella, Bottini resolveu checar o pungente Cântico do Calvário*: “Eras na vida a pomba predileta / Que sobre um mar de angústias conduzia / O ramo da esperança...”. Pois, em vez disso, o ChatGPT enviou-lhe um hino evangélico intitulado Cântico do Calvário. E não só um, mas quatro hinos com esse título. Decididamente, o ChatGPT não é da literatura.
Já escrevi aqui que, se se metesse a produzir uma biografia, o ChatGPT conseguiria macaquear o estilo de um autor. E, sim, talvez gerasse pautas com centenas de perguntas e as aplicasse a 200 fontes de informação. Mas quem vai determinar essas fontes? As melhores são as que nos surgem de repente, às vezes por acaso. E aquelas que se fazem de difíceis? E o olho no olho com elas, sem o que não se arrancam certas informações? E a descoberta de documentos perdidos em gavetas?
Uma biografia exige paciência, alguma esperteza, sorte e buracos na sola do sapato. O algoritmo poderá fazer tudo isso?
Um dia, talvez. Mas só depois de aprender que as aves que aqui gorjeiam não passam pela vida em branca nuvem nem gorjeiam como lá.
(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/04/ desafio-ao-chatgpt.shtml Publicado em 20.04.2023. Adaptado)
*Cântico do Calvário: poema de Fagundes Varela dedicado ao filho Emiliano, que faleceu aos três meses de idade.
Assinale a alternativa em que a reescrita de trechos do texto preserva o sentido original.
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Leia a crônica de Ruy Castro para responder às questões de números 01 a 04.
Desafio ao ChatGPT
Outro dia, por casualidade, o advogado P. Bottini ouviu alguém recitar Ilusões da Vida, o famoso poema de Francisco Otaviano – “Quem passou pela vida em branca nuvem...” – e quis conhecer melhor o poeta. Consultou o ChatGPT, que prontamente respondeu: “Francisco Otaviano foi um político e poeta brasileiro do século 19. Eis aqui um de seus poemas”. E mandou a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias: “Minha terra tem palmeiras/ Onde canta o sabiá...”.
Bem, não sejamos ranzinzas. O infalível ChatGPT não é obrigado a saber tudo. Mesmo porque, como poeta, Otaviano não foi um Gonçalves Dias, nem mesmo um Fagundes Varella. Lembrando-se de Fagundes Varella, Bottini resolveu checar o pungente Cântico do Calvário*: “Eras na vida a pomba predileta / Que sobre um mar de angústias conduzia / O ramo da esperança...”. Pois, em vez disso, o ChatGPT enviou-lhe um hino evangélico intitulado Cântico do Calvário. E não só um, mas quatro hinos com esse título. Decididamente, o ChatGPT não é da literatura.
Já escrevi aqui que, se se metesse a produzir uma biografia, o ChatGPT conseguiria macaquear o estilo de um autor. E, sim, talvez gerasse pautas com centenas de perguntas e as aplicasse a 200 fontes de informação. Mas quem vai determinar essas fontes? As melhores são as que nos surgem de repente, às vezes por acaso. E aquelas que se fazem de difíceis? E o olho no olho com elas, sem o que não se arrancam certas informações? E a descoberta de documentos perdidos em gavetas?
Uma biografia exige paciência, alguma esperteza, sorte e buracos na sola do sapato. O algoritmo poderá fazer tudo isso?
Um dia, talvez. Mas só depois de aprender que as aves que aqui gorjeiam não passam pela vida em branca nuvem nem gorjeiam como lá.
(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/04/ desafio-ao-chatgpt.shtml Publicado em 20.04.2023. Adaptado)
*Cântico do Calvário: poema de Fagundes Varela dedicado ao filho Emiliano, que faleceu aos três meses de idade.
Segundo o cronista, para a realização de uma biografia, deve-se:
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Leia a crônica de Ruy Castro para responder às questões de números 01 a 04.
Desafio ao ChatGPT
Outro dia, por casualidade, o advogado P. Bottini ouviu alguém recitar Ilusões da Vida, o famoso poema de Francisco Otaviano – “Quem passou pela vida em branca nuvem...” – e quis conhecer melhor o poeta. Consultou o ChatGPT, que prontamente respondeu: “Francisco Otaviano foi um político e poeta brasileiro do século 19. Eis aqui um de seus poemas”. E mandou a Canção do Exílio, de Gonçalves Dias: “Minha terra tem palmeiras/ Onde canta o sabiá...”.
Bem, não sejamos ranzinzas. O infalível ChatGPT não é obrigado a saber tudo. Mesmo porque, como poeta, Otaviano não foi um Gonçalves Dias, nem mesmo um Fagundes Varella. Lembrando-se de Fagundes Varella, Bottini resolveu checar o pungente Cântico do Calvário*: “Eras na vida a pomba predileta / Que sobre um mar de angústias conduzia / O ramo da esperança...”. Pois, em vez disso, o ChatGPT enviou-lhe um hino evangélico intitulado Cântico do Calvário. E não só um, mas quatro hinos com esse título. Decididamente, o ChatGPT não é da literatura.
Já escrevi aqui que, se se metesse a produzir uma biografia, o ChatGPT conseguiria macaquear o estilo de um autor. E, sim, talvez gerasse pautas com centenas de perguntas e as aplicasse a 200 fontes de informação. Mas quem vai determinar essas fontes? As melhores são as que nos surgem de repente, às vezes por acaso. E aquelas que se fazem de difíceis? E o olho no olho com elas, sem o que não se arrancam certas informações? E a descoberta de documentos perdidos em gavetas?
Uma biografia exige paciência, alguma esperteza, sorte e buracos na sola do sapato. O algoritmo poderá fazer tudo isso?
Um dia, talvez. Mas só depois de aprender que as aves que aqui gorjeiam não passam pela vida em branca nuvem nem gorjeiam como lá.
(https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2023/04/ desafio-ao-chatgpt.shtml Publicado em 20.04.2023. Adaptado)
*Cântico do Calvário: poema de Fagundes Varela dedicado ao filho Emiliano, que faleceu aos três meses de idade.
Pela leitura do texto, pode-se concluir corretamente que o cronista
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