Foram encontradas 200 questões.
Leia o texto para responder às questões de números 28 a 32.
No início de junho, a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), corria para concluir um extenso e importante relatório que apresentará em setembro ao Ministério da Saúde. Elaborado com a participação de especialistas em neurologia, geriatria e saúde mental, o documento reúne as estimativas mais recentes, calculadas pela primeira vez para todo o país, de um problema que nas próximas décadas deve atingir em cheio o sistema de saúde: o aumento dos casos de demência. Com o relatório, os especialistas esperam mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema, algo recomendado desde 2015 pela Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Há pressa. Ao menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência, um conjunto de enfermidades sem cura que, por mecanismos diferentes, causam a perda progressiva das células cerebrais e levam à incapacitação e à morte. A maior parte dessas pessoas – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que as impede de receber tratamento adequado para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença.
Ferri e a neuropsicóloga Laiss Bertola chegaram a essa estimativa de casos depois de aferir, por meio de testes neuropsicológicos e de competência funcional no dia a dia, a proporção de pessoas que tinham demência em um grupo de 5.249 indivíduos, uma amostra representativa da população brasileira com 60 anos ou mais. As pesquisadoras projetaram a proporção então obtida (5,8%) para o restante da população brasileira da mesma faixa etária medida pelo Censo demográfico de 2010, o último de abrangência nacional então disponível. O número foi, por fim, corrigido para refletir o aumento de idosos na população nos anos seguintes. Os dados foram originalmente publicados em 22 de janeiro em um artigo na revista científica Journal of Gerontology.
(Ricardo Zorzetto, “Ao menos 1,76 milhão de pessoas têm alguma forma de demência no Brasil”. Em: revistapesquisa.fapesp.br, julho de 2023)
Com base em Dolz, Noverraz e Schneuwly (2004), o domínio social de comunicação do texto é
Provas
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosPressupostos e Subentendidos
Leia o texto para responder às questões de números 28 a 32.
No início de junho, a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), corria para concluir um extenso e importante relatório que apresentará em setembro ao Ministério da Saúde. Elaborado com a participação de especialistas em neurologia, geriatria e saúde mental, o documento reúne as estimativas mais recentes, calculadas pela primeira vez para todo o país, de um problema que nas próximas décadas deve atingir em cheio o sistema de saúde: o aumento dos casos de demência. Com o relatório, os especialistas esperam mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema, algo recomendado desde 2015 pela Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Há pressa. Ao menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência, um conjunto de enfermidades sem cura que, por mecanismos diferentes, causam a perda progressiva das células cerebrais e levam à incapacitação e à morte. A maior parte dessas pessoas – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que as impede de receber tratamento adequado para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença.
Ferri e a neuropsicóloga Laiss Bertola chegaram a essa estimativa de casos depois de aferir, por meio de testes neuropsicológicos e de competência funcional no dia a dia, a proporção de pessoas que tinham demência em um grupo de 5.249 indivíduos, uma amostra representativa da população brasileira com 60 anos ou mais. As pesquisadoras projetaram a proporção então obtida (5,8%) para o restante da população brasileira da mesma faixa etária medida pelo Censo demográfico de 2010, o último de abrangência nacional então disponível. O número foi, por fim, corrigido para refletir o aumento de idosos na população nos anos seguintes. Os dados foram originalmente publicados em 22 de janeiro em um artigo na revista científica Journal of Gerontology.
(Ricardo Zorzetto, “Ao menos 1,76 milhão de pessoas têm alguma forma de demência no Brasil”. Em: revistapesquisa.fapesp.br, julho de 2023)
No texto, há emprego de linguagem figurada com a finalidade de
Provas
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Descritivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Injuntivo/Instrucional
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-expositivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativo
Leia o texto para responder às questões de números 28 a 32.
No início de junho, a psiquiatra e epidemiologista Cleusa Ferri, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), corria para concluir um extenso e importante relatório que apresentará em setembro ao Ministério da Saúde. Elaborado com a participação de especialistas em neurologia, geriatria e saúde mental, o documento reúne as estimativas mais recentes, calculadas pela primeira vez para todo o país, de um problema que nas próximas décadas deve atingir em cheio o sistema de saúde: o aumento dos casos de demência. Com o relatório, os especialistas esperam mobilizar o governo e contribuir para criar uma estratégia de ação nacional para lidar com o tema, algo recomendado desde 2015 pela Organização Pan-americana da Saúde (Opas).
Há pressa. Ao menos 1,76 milhão de brasileiros com mais de 60 anos vivem com alguma forma de demência, um conjunto de enfermidades sem cura que, por mecanismos diferentes, causam a perda progressiva das células cerebrais e levam à incapacitação e à morte. A maior parte dessas pessoas – uma fração ainda não bem conhecida que, segundo especialistas, pode superar 70% do total – nem sequer tem diagnóstico, o que as impede de receber tratamento adequado para ajudar a controlar as alterações de memória, raciocínio, humor e comportamento que surgem com a progressão da doença.
Ferri e a neuropsicóloga Laiss Bertola chegaram a essa estimativa de casos depois de aferir, por meio de testes neuropsicológicos e de competência funcional no dia a dia, a proporção de pessoas que tinham demência em um grupo de 5.249 indivíduos, uma amostra representativa da população brasileira com 60 anos ou mais. As pesquisadoras projetaram a proporção então obtida (5,8%) para o restante da população brasileira da mesma faixa etária medida pelo Censo demográfico de 2010, o último de abrangência nacional então disponível. O número foi, por fim, corrigido para refletir o aumento de idosos na população nos anos seguintes. Os dados foram originalmente publicados em 22 de janeiro em um artigo na revista científica Journal of Gerontology.
(Ricardo Zorzetto, “Ao menos 1,76 milhão de pessoas têm alguma forma de demência no Brasil”. Em: revistapesquisa.fapesp.br, julho de 2023)
De acordo com Kleiman (1993) e Marcuschi (2008), predomina no texto a tipologia
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 27.
Eliana: E assim, mas durante o curso você leu livros de literatura?
Maria: Ah li, claro. Fazendo o curso de Letras eu tive de ler a valer, claro, né? Curso de Letras com Cézar, com Leôndida, aquele povo todinho, Terezinha, eu li muita coisa.
Eliana: Você lembra o que é que você leu?
Maria: Oh, eu li, deixa eu ver, parece que eu li Madame Bovary, eu li, deixa eu ver se eu lembro, eu li Autos quando estudei com Irene, literatura portuguesa. Eu li Sertão Veredas, mas não li todo. Porque era muito grosso e eu acabei não lendo. Uma colega minha leu, outra leu, aí a gente juntou tudo e fez o trabalho (risadas).
(Eliana Borges Albuquerque, 2006)
Com base em Koch e Elias (2011), um organizador textual continuador típico da fala presente no texto está corretamente destacado em:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 27.
Eliana: E assim, mas durante o curso você leu livros de literatura?
Maria: Ah li, claro. Fazendo o curso de Letras eu tive de ler a valer, claro, né? Curso de Letras com Cézar, com Leôndida, aquele povo todinho, Terezinha, eu li muita coisa.
Eliana: Você lembra o que é que você leu?
Maria: Oh, eu li, deixa eu ver, parece que eu li Madame Bovary, eu li, deixa eu ver se eu lembro, eu li Autos quando estudei com Irene, literatura portuguesa. Eu li Sertão Veredas, mas não li todo. Porque era muito grosso e eu acabei não lendo. Uma colega minha leu, outra leu, aí a gente juntou tudo e fez o trabalho (risadas).
(Eliana Borges Albuquerque, 2006)
Embora seja um texto escrito, a transcrição da entrevista manteve algumas características da fala, entre elas
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 27.
Eliana: E assim, mas durante o curso você leu livros de literatura?
Maria: Ah li, claro. Fazendo o curso de Letras eu tive de ler a valer, claro, né? Curso de Letras com Cézar, com Leôndida, aquele povo todinho, Terezinha, eu li muita coisa.
Eliana: Você lembra o que é que você leu?
Maria: Oh, eu li, deixa eu ver, parece que eu li Madame Bovary, eu li, deixa eu ver se eu lembro, eu li Autos quando estudei com Irene, literatura portuguesa. Eu li Sertão Veredas, mas não li todo. Porque era muito grosso e eu acabei não lendo. Uma colega minha leu, outra leu, aí a gente juntou tudo e fez o trabalho (risadas).
(Eliana Borges Albuquerque, 2006)
Ao apresentar o contínuo de urbanização, Bortoni-Ricardo (2004) explica que o traço gradual diz respeito a um uso linguístico presente na fala de todos os brasileiros, distribuindo-se, portanto, ao longo de todo esse contínuo. Esse traço exemplifica a variação linguística do português brasileiro com o emprego do termo destacado em:
Provas
Leia o texto para responder às questões de números 24 a 27.
Eliana: E assim, mas durante o curso você leu livros de literatura?
Maria: Ah li, claro. Fazendo o curso de Letras eu tive de ler a valer, claro, né? Curso de Letras com Cézar, com Leôndida, aquele povo todinho, Terezinha, eu li muita coisa.
Eliana: Você lembra o que é que você leu?
Maria: Oh, eu li, deixa eu ver, parece que eu li Madame Bovary, eu li, deixa eu ver se eu lembro, eu li Autos quando estudei com Irene, literatura portuguesa. Eu li Sertão Veredas, mas não li todo. Porque era muito grosso e eu acabei não lendo. Uma colega minha leu, outra leu, aí a gente juntou tudo e fez o trabalho (risadas).
(Eliana Borges Albuquerque, 2006)
No texto, Maria traz uma visão de leitura que também está presente nas escolas da educação básica. Trata-se da leitura como
Provas
Ao analisar tipos e gêneros textuais, Marcuschi (em Machado e Bezerra, 2002) esclarece que o primeiro conceito diz respeito a
Provas
Ao discorrerem sobre uma pedagogia dos multiletramentos, Rojo e Moura (2012) defendem
Provas
Leia a tira.

(Mort Walker, Recruta Zero. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 25.05.2023. Acesso em 03.07.2023)
No segundo quadrinho, a expressão “Contanto que” estabelece entre os enunciados a conexão por
Provas
Caderno Container