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Foram encontradas 40 questões.

4029089 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Homem, 67 anos, com histórico de adenocarcinoma de próstata, tratado há três anos, e doença óssea metastática conhecida, procura o pronto atendimento relatando dor lombar progressiva nos últimos dez dias. Descreve a dor como profunda, constante e que piora ao se deitar, acordando-o várias vezes durante a madrugada. Nas últimas 48 horas, notou dificuldade crescente para caminhar e sensação de fraqueza nas pernas, especialmente ao tentar subir degraus. Menciona ainda episódios de formigamento em ambas as coxas e dificuldade para controlar a micção desde a manhã do atendimento. No exame físico, apresenta marcha instável e fraqueza grau 4 na extensão dos joelhos, além de dorsiflexão dos pés. A sensibilidade tátil está diminuída na face anterior das coxas, e há hiperreflexia patelar bilateral. O toque retal mostra tônus esfincteriano reduzido. Pulsos periféricos presentes e simétricos. Sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Os exames laboratoriais iniciais mostram função renal preservada, hemograma sem alterações relevantes e cálcio discretamente elevado (10,8 mg/dL). A radiografia simples da coluna lombar evidencia colapso parcial do corpo vertebral de L2.
Diante desse quadro clínico, qual a intervenção inicial apropriada enquanto se aguarda exame avançado de imagem?
 

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4029088 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Homem de 72 anos, hipertenso e com fibrilação atrial não anticoagulada, é trazido ao pronto atendimento após apresentar início súbito de dificuldade para falar e fraqueza no braço e perna direitos, enquanto almoçava com a família. Chegou ao hospital cerca de 55 minutos após o início dos sintomas. A esposa relata que ele vinha mantendo níveis pressóricos mais elevados, nas últimas semanas, e que havia esquecido as últimas doses da medicação para controle da frequência cardíaca. Na admissão, está consciente, porém com dificuldade para articular palavras e seguir comandos complexos. Apresenta desvio de rima labial para a esquerda, queda do braço direito ao teste de força e diminuição da força na perna direita. PA: 184 x 102 mmHg; FC: 112 bpm em ritmo irregular e a glicemia capilar: 128 mg/dL. Não há sinais de trauma, convulsão ou febre. Foi realizada tomografia de crânio sem contraste que não mostra hemorragia.
Considerando o quadro clínico e os achados iniciais, qual deve ser a próxima conduta apropriada?
 

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4029087 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Um homem de 63 anos, em acompanhamento por adenocarcinoma de pulmão metastático, chega ao pronto atendimento com queixa de cefaleia difusa e contínua, há três semanas, acompanhada de náuseas matinais e episódios frequentes de desequilíbrio ao caminhar. Nos últimos cinco dias, a família notou que ele começou a apresentar dificuldade intermitente para movimentar o lado direito do rosto ao sorrir e episódios de visão dupla quando mudava o foco de longe para perto. Ele relata também sensação de “choques elétricos” ao flexionar o pescoço. No exame físico, encontra-se consciente e orientado, porém com marcha instável. Há paresia do nervo facial direito e leve paresia do abducente esquerdo. O restante do exame neurológico é simétrico. Sinais meníngeos são discretos. Tomografia de crânio realizada na admissão não evidencia massas expansivas ou hidrocefalia marcante.
Nesse caso, após o atendimento inicial e estabilização, qual é o exame apropriado para confirmar a suspeita diagnóstica sugerida pelo quadro?
 

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4029086 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Paciente de 58 anos, sexo masculino, portador de cirrose hepática alcoólica Child-Pugh C, é trazido ao pronto atendimento pela família após apresentar sonolência progressiva nas últimas 12 horas. Relatam que, no dia anterior, ele teve dois episódios de vômitos alimentares e que, desde então, recusou a maior parte das refeições. Também mencionam que ele vinha apresentando fezes escurecidas nos últimos dias. Exame físico na admissão: Estado geral: sonolento, desperta ao estímulo verbal intenso; Glasgow: 13; PA: 102 x 68 mmHg; FC: 98 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 97%; pupilas isocóricas e reativas; Icterícia 2+/4+. Aranhas vasculares em tórax. Abdome globoso, com sinal do piparote positivo. Presença de asterixis ao estender as mãos. Sem sinais de meningismo ou sinais neurológicos focais. Resultados laboratoriais iniciais: Hemoglobina: 8,2 g/dL; Sódio: 128 mEq/L; Potássio: 4,1 mEq/L; amônia plasmática elevada; Bilirrubina total: 5,1 mg/dL; INR: 1,9; Creatinina: 1,3 mg/dL; Glicemia: 108 mg/dL; a gasometria arterial mostra pH: 7,42 e pCO2: 34 mmHg.
Considerando o quadro clínico exposto, assinale a alternativa que apresenta a intervenção prioritária após monitorização e estabilização inicial.
 

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4029085 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Homem, 29 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 17 anos, é trazido ao pronto atendimento por sua namorada devido a quadro de fraqueza intensa, náuseas, dor abdominal difusa e respiração ofegante com início na manhã do mesmo dia. Ela relata que o paciente havia interrompido o uso de insulina basal, há 3 dias, porque acreditou que estava “comendo pouco demais” devido a uma virose. Depois disso, evoluiu com poliúria, polidipsia e perda acentuada de peso. Na avaliação de admissão: Estado geral: sonolento, porém despertável; Glasgow: 14; PA: 102 x 64 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 28 irpm, respiração profunda e ruidosa; SpO2: 97% em ar ambiente; Temperatura: 37,4 ºC. Pele seca, turgor diminuído. Halitose cetótica evidente. Abdome: dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais iniciais: Glicemia: 458 mg/dL; pH arterial: 7,09; HCO3: 8 mEq/L; pCO2: 22 mmHg; Potássio: 4,9 mEq/L; Sódio: 132 mEq/L; Cetonas séricas fortemente positivas; Lactato: 1,9 mmol/L; Creatinina: 1,4 mg/dL. Foi puncionado acesso venoso calibroso e iniciada monitorização. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável.
Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é
 

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4029084 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Um homem de 34 anos, previamente hígido, é trazido ao pronto atendimento após apresentar cefaleia intensa há 24 horas, descrita como a “pior da vida”, associada a múltiplos episódios de vômitos em jato. Nas últimas 6 horas, evoluiu com sonolência progressiva e dificuldade para manter a atenção. A companheira relata que o paciente vinha utilizando analgésicos em excesso nas últimas semanas devido a dor cervical após uma queda leve durante atividade física, mas não procurou serviço médico na época. Na admissão: Glasgow: 13 (abertura ocular = 3, resposta verbal = 4, resposta motora = 6). Pupilas isocóricas, porém com resposta lenta à luz; PA: 158 x 98 mmHg; FC: 58 bpm; FR: 20 irpm; SpO2: 98% em ar ambiente. Fundoscopia: borramento difuso de bordas papilares. Rigidez de nuca ausente. Sinais de lateralização ausentes. Após a admissão e avaliação inicial o paciente apresenta piora do nível de consciência (Glasgow 10) e episódio de bradicardia (48 bpm) com elevação da pressão arterial para 170 x 100 mmHg. Uma tomografia de crânio é solicitada antes de punção lombar, mas ainda não foi realizada.
Diante da principal suspeita diagnóstica, a conduta imediata apropriada no atendimento inicial é
 

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4029083 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP

Homem, 71 anos, hipertenso, diabético e com histórico de infarto do miocárdio prévio, chega ao pronto atendimento com dispneia súbita, há 40 minutos, acompanhada de ortopneia intensa e sensação de sufocamento. Estava em repouso quando iniciou o quadro. Faz uso irregular de enalapril e furosemida há meses. Na chegada, apresenta-se extremamente ansioso, sentado e apoiado nos braços. Avaliação inicial: PA: 198 x 112 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 32 irpm; SpO2: 86% em ar ambiente. Perfusão periférica preservada. Estertores bolhosos difusos até metade dos campos pulmonares. Não há sinais de choque. Turgência jugular leve. Ausculta cardíaca: B3 audível. Extremidades sem edema importante. Gasometria arterial em O2 por cateter 3 L/min: pH: 7,31; pCO2: 32 mmHg; pO2: 54 mmHg; HCO3: 16 mEq/L; Lactato normal. Radiografia de tórax: congestão pulmonar acentuada e aumento leve da área cardíaca. O ECG está ilustrado a seguir:

Enunciado 4443839-1

Com base no quadro clínico e na imagem apresentados, é correto afirmar que a conduta inicial apropriada, nesse momento, é

 

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4029082 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Homem de 62 anos, portador de linfoma difuso de grandes células B, iniciou seu primeiro ciclo de quimioterapia há 36 horas. Ele chega ao pronto atendimento por apresentar náuseas intensas, vômitos, dor abdominal difusa e sensação de fraqueza generalizada. Relata que, desde a noite anterior, urinou pouco, apesar de estar tentando manter boa hidratação oral, conforme recomendado pelo oncologista. No exame físico: Estado geral: cansado, mas orientado; PA: 104 x 66 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 22 irpm; SpO2: 96% em ar ambiente. Sem sinais de congestão pulmonar. Abdome levemente doloroso, sem peritonismo. Extremidades perfundidas, sem edema, e sem sinais de desidratação grave. Os exames laboratoriais mostram: Potássio: 6,3 mEq/L; Fósforo: 6,8 mg/dL; Cálcio: 7,1 mg/dL; Ácido úrico: 12,7 mg/dL; Creatinina: 2,1 mg/dL (basal 1,0 mg/dL); DHL: 2.100 U/L; ECG: ondas T apiculadas difusas. A oncologia já havia prescrito hidratação endovenosa, nas primeiras 24 horas após a quimioterapia, com adesão parcial. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, porém com clara piora da função renal e distúrbios metabólicos graves.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta prioritária apropriada nesse momento, além da administração de gluconato de cálcio?
 

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4029081 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Mulher, 28 anos, procura o pronto atendimento com história de gastroenterite, há 48 horas, com mais de 12 episódios de diarreia aquosa, nas últimas 24 horas, e vômitos frequentes. Refere que não consegue ingerir líquidos adequadamente. Nas últimas 6 horas, percebeu piora importante do mal-estar, tontura ao levantar e redução importante do volume urinário. Exame físico: Estado geral: prostrada, olhos encovados e mucosas muito secas; PA: 92 x 58 mmHg em repouso, reduzindo para 78 x 52 mmHg ao se sentar; FC: 126 bpm; FR: 20 irpm; Temperatura: 37,1 ºC. Enchimento capilar: 4 segundos. Turgor cutâneo diminuído. Ausculta: sem alterações. Abdome: ruídos hidroaéreos aumentados. Laboratório inicial: Sódio: 150 mEq/L; Potássio: 3,1 mEq/L; Creatinina: 1,6 mg/dL; Gasometria com alcalose metabólica leve; Hematócrito discretamente elevado.
Considerando o quadro clínico, qual a conduta inicial apropriada no manejo dessa paciente?
 

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4029080 Ano: 2026
Disciplina: Medicina
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. São José Rio Preto-SP
Homem, 47 anos, previamente hígido, é admitido no pronto atendimento após apresentar hematêmese volumosa enquanto jantava. Relata que, nos últimos 3 meses, vinha percebendo astenia progressiva, perda de 6 kg e episódios de epistaxe espontânea, que atribuía ao clima seco. Nega doenças prévias, mas refere uso frequente de anti-inflamatórios não esteroidais por dor lombar crônica. Na avaliação inicial, encontra-se pálido, sudorético e confuso. PA: 86 x 54 mmHg; FC: 132 bpm; FR: 24 ipm; SpO2: 95% em ar ambiente. Extremidades frias, enchimento capilar 4 segundos. Abdome doloroso em epigástrio, sem visceromegalias palpáveis. Ausculta pulmonar sem alterações. Foram puncionados dois acessos periféricos e coletados exames, cujos resultados iniciais foram: Hb: 6,8 g/dL; Ht: 21%; Plaquetas: 38.000/mm3; TAP prolongado (INR 1,9); TTPA prolongado; Fibrinogênio: 98 mg/dL; D-dímero: > 10.000 ng/mL; Creatinina: 1,8 mg/dL (prévia desconhecida); Transaminases discretamente elevadas; Gasometria: acidose metabólica leve. Enquanto aguarda transfusão, o paciente apresenta novo episódio de hematêmese em grande volume, evoluindo com piora do rebaixamento do nível de consciência e queda da PA para 72 x 40 mmHg.
Considerando o quadro clínico, a hipótese fisiopatológica predominante e a conduta imediata adequada, além de transfusão de hemácias, que representa a intervenção prioritária é
 

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