Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de concordância nominal, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de acentuação, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com as regras de concordância verbal, é CORRETO afirmar que:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como é viver nas cidades com tecnologia mais
avançada do mundo
A inteligência artificial (IA), os carros autônomos e as
fontes de energia verde deixam de ser exceções para se
tornarem o padrão em escala global. A inovação avança
em ritmo sem precedentes, e novas invenções,
registradas em patentes, surgem continuamente em
países e cidades de todos os continentes. Ainda assim,
alguns centros urbanos se destacam por promoverem
um progresso mais intenso e integrado.
O Índice de Inovação Global 2025 (GII, na sigla em
inglês), publicado anualmente pela Organização Mundial
da Propriedade Intelectual (OMPI), identifica os principais
polos e países inovadores com base em critérios como
investimento, desenvolvimento tecnológico, adoção de
inovações e impacto socioeconômico. Segundo o
relatório, os cem maiores polos de inovação do planeta
— que vão de São Francisco, nos Estados Unidos, até
Shenzhen, na China — respondem juntos por mais de
70% do capital de risco e das patentes mundiais.
Para compreender como a tecnologia influencia a vida
cotidiana, a BBC conversou com moradores dos cinco
principais polos de inovação do mundo, explorando de
que forma esses ambientes transformam o cotidiano de
quem vive neles e oferecem aos visitantes experiências
futurísticas antes mesmo que elas cheguem a outras
regiões.
O polo formado por Shenzhen, Hong Kong e
Guangzhou, no sul da China, ocupa o primeiro lugar no
ranking. Em 2025, a China aparece pela primeira vez
entre os dez primeiros países mais inovadores, resultado
do aumento de patentes, do avanço científico e do
investimento em capital de risco. Nessa região, a
inovação é parte inseparável da vida diária.
O britânico Jamie River, residente em Hong Kong há três
anos, relata que é possível visitar mercados de rua e
encontrar vendedores aceitando pagamentos via QR
code ao lado de placas com preços escritos à mão.
Pequenos lojistas usam vários aplicativos para gerenciar
pedidos de entrega. "A combinação do novo com o
antigo cria uma energia peculiar. Ninguém tem medo de
testar coisas novas", comenta.
O cartão Octopus, lançado em 1997 para o transporte
público, transformou-se em ferramenta de pagamento
para compras cotidianas, de máquinas automáticas a
parquímetros. River recomenda aos visitantes o passeio
de barca Star Ferry à noite, quando ocorre o espetáculo
Sinfonia das Luzes, que sincroniza música, lasers e telas
de LED em quarenta e três edifícios. Outro ponto de
visita é a antiga delegacia PMQ, hoje ocupada por
escritórios, lojas e cafés, onde convivem ateliês de
caligrafia tradicional e oficinas de impressão 3D.
Sede de gigantes como Huawei e Tencent, Shenzhen
evoluiu de uma vila de pescadores para um centro global
de tecnologia. A cidade foi escolhida em 1980 como a
primeira Zona Econômica Especial da China, recebendo
incentivos para impulsionar a inovação. Desde 2008,
quando foi nomeada Cidade Criativa da Unesco, passou
a abrigar espaços como o Laboratório Aberto de
Inovação e o OCT Loft, que oferecem infraestrutura
tecnológica acessível.
O morador Leon Huang destaca que esses locais
reúnem estudantes, profissionais e entusiastas em um
ambiente colaborativo e inclusivo. Entre as atrações,
estão os espetáculos de drones na Baía do Parque de
Talentos, que chegaram a reunir doze mil aparelhos,
estabelecendo recorde mundial.
Em segundo lugar está o polo Tóquio−Yokohama, no
Japão, responsável por mais de 10% das patentes
internacionais. Para a moradora Dana Yao, o avanço
tecnológico japonês é discreto, prático e profundamente
humano. Sensores de IA em lojas de conveniência,
cartões integrados de transporte e máquinas
automáticas são parte do cotidiano.
Entre as experiências recomendadas estão o Henn Na
Hotel, em que o check-in é automatizado e o serviço é
realizado por robôs, o trem autônomo da linha
Yurikamome, com vista panorâmica da baía, e o museu
interativo teamLab Planets, que oferece salas imersivas
de luz e cor que reagem ao movimento dos visitantes.
Em terceiro lugar, o polo San José−São Francisco, nos
Estados Unidos, conhecido como Vale do Silício,
concentra a maior quantidade de capital de risco do
planeta, gerando 7% de todos os negócios globais e
atraindo empreendedores de diversas áreas.
O empresário Ritesh Patel, fundador da Ticket Fairy,
afirma que a cidade vive um renascimento tecnológico
impulsionado pela inteligência artificial. "Você conversa
em um jantar sobre o desafio da sua start-up, e alguém
já conhece a pessoa certa para ajudar", diz. Para ele, é
possível testar tecnologias que o resto do mundo só
conhecerá meses depois — como os carros autônomos
Waymo, amplamente usados na região.
A quarta posição pertence a Pequim, que lidera em
número de publicações científicas e se destaca por
combinar alta tecnologia e tradição. A futurista Elle
Farrell-Kingsley descreve a cidade como um ambiente
em que inovação, cultura e qualidade de vida coexistem.
Aplicativos como Alipay e WeChat concentram
pagamentos, tradução e entrega de alimentos. Ela cita o
robotáxi Apollo, da Baidu, como símbolo dessa
modernidade: "É um carro sem volante e completamente
seguro."
Em quinto lugar, Seul, na Coreia do Sul, responde por
5,4% dos pedidos de patentes globais e é líder asiática
em investimentos de capital de risco. O morador Chris
Oberman afirma que a busca pela inovação vem da
escassez de recursos naturais: "Há um impulso coletivo
para crescer e não ficar para trás."
Na capital sul-coreana, portas digitais, pagamentos sem
dinheiro e lojas automatizadas abertas 24 horas fazem parte da rotina. O rio Cheongyecheon, no centro, é
exemplo do planejamento sustentável: mistura natureza,
transporte autônomo e design urbano inteligente.
Entre as cidades latino-americanas, São Paulo aparece
em quadragésimo nono lugar, e Cidade do México, pela
primeira vez no ranking, em septuagésimo nono. Ambas
representam o esforço da região em acompanhar o
avanço tecnológico global, reforçando a presença
latino-americana entre os cem principais polos de
inovação do mundo, segundo o relatório da OMPI.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx2prv3pm8no.adaptado
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:
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