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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
Entre as propostas de mudança apontadas pelo texto, a igualdade de condições da mulher depende de:
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Pelosi (2011) define Comunicação Alternativa e Ampliada como umas das áreas da:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
A Lei Federal nº 9.394/96, no Artigo 2º do Título II, destaca como uma das finalidades da Educação Nacional:
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Pacheco defende a idéia de que “Uma consciência do que a inclusão significa em termos de educação escolar precisa ser reconhecida.”. Para que se tenha esse reconhecimento, é necessário:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
O Plano Nacional da Educação (PNE) define que alunos com deficiência são aqueles que:
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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
O par de palavras que melhor caracteriza, na visão dos autores, os patamares atuais da condição feminina no mercado de trabalho é:
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É PRECISO AVANÇAR NOS ESPAÇOS DE PODER PARA CHEGAR À
EQUIDADE DE GÊNERO
Em meio a muitas adversidades enfrentadas no dia a dia, as mulheres vêm conquistando alguns avanços no mercado de trabalho. A situação ainda está muito longe da ideal, mas um estudo mostra que seguimos em direção a um mercado de trabalho com maior igualdade de gênero.
Desemprego
A taxa de desemprego da mulher é sistematicamente maior que a dos homens, mas, recentemente, a diferença vem diminuindo, o que indica a criação de mais postos de trabalhos para elas. Mesmo assim, as mulheres ainda correspondem a mais da metade do número de desempregados.
Todo o movimento de elevação do número de postos de trabalho com carteira de trabalho assinada, no período recente, beneficiou também as mulheres. Contudo, quando ocupadas, elas encontram maior dificuldade de ascensão profissional, principalmente para chegar a cargos de chefia. E, em termos gerais, ganham menos do que os homens, apesar de possuir maior escolaridade.
Mais cara
Também não é admissível que continue a vigorar o pensamento que diz que a mão de obra feminina é mais cara porque a mulher engravida ou precisa cuidar dos filhos ou dos pais. É preciso intensificar ainda mais a discussão, já em pauta, sobre a necessidade de se compartilhar as responsabilidades familiares e, para isso, é preciso repensar os papéis socialmente atribuídos ao homem e à mulher. Enquanto o homem ocupado faz cerca de 9,8 horas semanais de serviços domésticos, a mulher ocupada faz 20,6 horas, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pnad/IBGE). Por que a maior parte do trabalho doméstico precisa ser feita pela mulher?
Para promover a igualdade de condições de inserção da mulher no mercado de trabalho, as políticas públicas precisam universalizar o direito de acesso às creches, à educação infantil, básica e média, em tempo integral, assim como assegurar serviços que possam amparar as famílias nos cuidados com os idosos.
Clemente Ganz Lúcio Patrícia Lino Costa (Extraído de: carosamigos.com.br)
De acordo com o texto, a situação das mulheres atualmente:
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Alves defende a inserção dos indivíduos com necessidades educacionais especiais na convivência social para o exercício da sua cidadania e acredita que se tem por obrigação lutar contra:
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A capacitação do professor é indispensável no processo de inclusão de deficientes no ensino regular. Alves (2009) relata que, para uma educação inclusiva mais efetiva:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
O artigo 4º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, nº 9.394/96, dispõe sobre o dever do Estado com a educação escolar pública e afirma, em um dos seus incisos, que a educação será efetivada mediante a garantia de:
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