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Em “Avaliar para promover”, Hoffmann destaca a questão da arbitrariedade na avaliação. Para a autora, o autoritarismo na avaliação decorre de:
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Com o final da Segunda Grande Guerra, os países capitalistas centrais se encontram diante de dois velhos fantasmas que, na visão burguesa, continuam a rondar a Europa: o ressurgimento de fascismos e a chamada “ameaça comunista”. Para afastar tais fantasmas, embora permanecessem dentro da lógica capitalista, alguns países europeus, com destaque, mas não exclusividade, para os então emergentes países escandinavos, passaram a adotar programas de assistência social e a tratar como papel do Estado o atendimento às condições mínimas adequadas de vida de suas populações. O nome pelo qual ficou conhecido o modelo de Estado descrito acima e nascido na Europa do pós-guerra é:
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Para obter mão de obra e commodities baratas e desejando solucionar problemas causados por medidas protecionistas dos chamados anteriormente de “países em desenvolvimento”, as grandes empresas capitalistas migraram parte significativa de seu parque industrial produtivo para países periféricos, fazendo surgir, assim, uma internacionalização da produção. Esse processo descrito faz parte do seguinte contexto histórico:
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A URSS passou por vários processos de mudança de rumo, desde depois da Revolução de 1917 até a dissolução do Estado Soviético, em 1991. O momento no qual ocorreu uma busca de institucionalização da Revolução, com a afirmação da supremacia do Partido Comunista, acima de vontades individuais e identificado com o termo “legalidade socialista” foi:
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Embora o desenvolvimento prematuro do capital mercantil tenha, por assim dizer, impedido o surgimento de um poderoso Estado feudal reorganizado no nível nacional, segundo Anderson, (1985) muitas das técnicas essenciais dos estado absolutista nasceram na Renascença e foram criadas justamente na região abaixo mencionada. Uma região, hoje um país, é destacada por Anderson como a precursora de técnicas essenciais para o surgimento do Absolutismo, mas, paradoxalmente, não deu origem a um estado absolutista em nível nacional. Esta região é a da:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
Em conformidade com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei nº 9.394/96, em seu art. 26, que trata do currículo do ensino fundamental, este deve ter uma base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada que leve em conta as exigências ditadas pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela. Considerando o disposto na LDB em relação ao currículo do ensino fundamental, é correto afirmar, no que concerne à História do Brasil que:
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Cipriano Luckesi, em “Avaliação da Aprendizagem”, afirma que, na escola brasileira nos últimos 40 anos, passou-se a utilizar o termo avaliação; contudo, as práticas escolares permaneceram predominantemente marcadas pelo ato de examinar. Para o autor, o ato de avaliar envolve necessariamente a adoção de uma dimensão:
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O prosseguimento da luta para expulsar os muçulmanos, só concluída com a tomada do Reino de Granada, que se deu em 1492, é um fator que explica porque, no episódio da expansão marítima e comercial europeia, determinada nação perdeu a primazia e acabou se lançando em segundo lugar na direção de obter conquistas coloniais fora do território europeu. Estamos nos referindo ao Estado Nacional europeu:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
Em “Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado”, observa-se a repetição de uma estrutura semelhante, com a substituição de uma palavra por outra. Essa substituição ressalta a seguinte ideia do parágrafo:
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Embora os debates sobre o caráter discursivo de nossas concepções acerca da realidade e, consequentemente, da história nos pareçam recentes, nos estudos da física do começo do século XX, a chamada “física moderna”, noções como “tempo” e “espaço” começam a ser encaradas como “construções”, como revelam as palavras de Bertrand Russel:
“O espaço e o tempo deixaram de ser, para a física relativista, elementos constitutivos do mundo, admitindo-se agora que são construções.”
(Bertrand Russel. APUD: HOBSBAWM, Eric.
A Era dos Impérios 1875-1914. Rio de Janeiro, Editora Paz e Terra, 1989. p. 340).
Além da teoria da relatividade, ligada ao nome de Albert Einstein, um outro modelo teórico, vinculado ao vencedor do Prêmio Nobel de Física de 1918, Max Plank, também contribui para realçar a Weltanschauung (cosmovisão) relativista que enseja tantos debates no campo dos saberes do presente século. Conhecemos este mencionado modelo teórico pelo nome genérico de:
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