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Foram encontradas 50 questões.

2240731 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segundo Mattos (1987), a formação do império brasileiro se deu sob a hegemonia de um grupo social cujos objetivos fundamentais eram a manutenção da Ordem e a difusão de uma Civilização nas terras do império. Este grupo visava garantir a continuidade das relações entre senhores e escravos e defendiam os privilégios daqueles que tinham o monopólio da terra. Os Conservadores, durante o período imperial brasileiro, eram conhecidos como:

 

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Nos termos da Lei Orgânica Municipal, são símbolos do município de Saquarema:

 

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2240664 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A admissão de toda Itália à cidadania romana só foi obtida parcialmente e, mesmo assim, depois de uma guerra cruel. Este foi o único ponto implementado do vasto programa de determinada facção política romana. Na história do Estado Romano da Antiguidade, durante a época dos Gracos e após a morte deles, tal admissão, dentre outros itens de um programa de mudanças definido, fazia parte da plataforma política dos seguintes atores públicos:

 

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2240648 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A chamada “Escola de Frankfurt”, embora incorpore pensadores e temáticas dos mais diversos entre si, pode ser caracterizada, de uma forma geral, como:

 

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2240621 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A ação colonial portuguesa, estruturada com base no escravismo, originou um espaço socioeconômico bipolar, que integrava uma zona de reprodução da mão de obra escrava, situada em torno de Angola, e uma zona de produção escravista de produtos agrícolas, baseada no litoral da América do Sul. Somente uma compreensão profunda da integração sistêmica e da dependência mútua entre os dois polos mencionados permite uma visão da história colonial brasileira e da história da escravidão no Brasil como um fenômeno que não se limita às circunstâncias da continuidade de nosso território colonial. A descrição acima corresponde, de maneira mais próxima, à perspectiva da história colonial brasileira adotada pelo(a) autor(a):

 

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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES

Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.

A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.

Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.

Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos. Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.

Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.

Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista. É sua crise.

Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.

A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.

Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra. Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.

A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.

Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.

Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)

Em “Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro”, o emprego de “ainda” explicita o seguinte pressuposto:

 

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Veiga afirma, em “Projeto Político Pedagógico: uma Construção possível”, que o tempo é um dos elementos constitutivos da organização do trabalho pedagógico. Sobre este aspecto, é correto afirmar:

 

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2240429 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Costuma-se vincular o antissemitismo à ascensão do nazifascismo. Entretanto, no final do século XIX, havia uma evidente onda antissemita que varria toda a Europa Ocidental. Inclusive, na França, na Rússia e na Grã-Bretanha poderíamos detectar um caldo de cultura nacionalista que dava abrigo a variegada gama de intolerância étnica, inclusive, contra os chamados “judeus”. Podemos afirmar que houve fenômeno, inicialmente cultural, que foi uma reação dos judeus europeus ao emergente e crescente antissemitismo que vicejou, na Europa do final do século XIX. Este fenômeno é:

 

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2240412 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A lei de Péricles, em 451/450 a.C., implicou alterações na forma em que era caracterizada a cidadania ateniense: passa a ser considerado cidadão ateniense somente aquele indivíduo maior de dezoito anos, cujos pais (pai e mãe) houvessem nascido em Atenas. Isto modificou o direito de participação plena no mecanismo institucional, por excelência, da democracia ateniense: a Ekklêsía (εκκλησια). A participação política plena, na Assembleia do Povo, era exclusiva das pessoas do sexo masculino. Antes da lei de Péricles, o título de cidadão ateniense aplicava-se ao:

 

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2240337 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Na Idade Moderna, o conflito entre os interesses comerciais e financeiros da burguesia, ainda dedicada fundamentalmente às atividades comerciais, e as teorias religiosas católicas, que, por exemplo, caracterizavam a “usura” como pecado, deram ensejo, dentre outros fenômenos culturais:

 

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