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Em seu clássico, “Linhagens do Estado Absolutista”, Perry Anderson explicita o seguinte paradoxo: a mais poderosa monarquia medieval do Ocidente irá produzir, justamente, o modelo de absolutismo mais fraco e de menor duração. Anderson está se referindo à Monarquia Feudal e ao Absolutismo:
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Tardiff, ao abordar os saberes docentes, afirma que os fundamentos da competência do professor se fundam:
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Analisando as teorias críticas do currículo, pode-se afirmar que estas realizam uma séria inversão nos fundamentos das teorias tradicionais. Considerando essa análise, é correto afirmar:
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A ERA DAS GRANDES TRANSFORMAÇÕES
Vivemos na era das Grandes Transformações. Entre tantas, destaco apenas duas: a primeira no campo da economia e a segunda no campo da consciência.
A primeira na economia: começou partir de 1834 quando se consolidou a revolução industrial na Inglaterra. Consiste na passagem de uma economia de mercado para uma sociedade de mercado. Mercado sempre existiu na história da humanidade, mas nunca uma sociedade só de mercado. Quer dizer, a economia é o que conta, o resto deve servir a ela.
Diz-se que mercado deve ser livre e o Estado é visto como seu grande empecilho. Missão deste, na verdade, é ordenar com leis e normas a sociedade, também o campo econômico e coordenar a busca comum do bem comum. A Grande Transformação postula um Estado mínimo, limitado praticamente às questões ligadas à infraestrutura da sociedade, ao fisco e à segurança. Tudo o mais pertence e é regulado pelo mercado.
Tudo pode ser levado ao mercado como água potável, sementes, alimentos e até órgãos humanos(a). Esta mercantilização penetrou em todos os setores da sociedade: a saúde, a educação, o esporte, o mundo das artes e do entretenimento e até nos grupos importantes das religiões e das igrejas com seus programas de TV e de rádio.
Essa forma de organizar a sociedade unicamente ao redor dos interesses econômicos do mercado cindiu a humanidade de cima a baixo: (b) um fosso enorme se criou entre os poucos ricos e os muitos pobres.
Essa voracidade encontrou o limite da própria Terra. Ela não possui todos os bens e serviços suficientes e renováveis. Não é um baú sem fundo. Tal fato dificulta senão impede a reprodução do sistema produtivista/capitalista(c). É sua crise.
Essa Transformação, por sua lógica interna, está se tornando biocida, ecocida e geocida. A vida corre risco e a Terra poderá não nos querer mais sobre ela, porque somos demasiadamente destruitivos.(d)
A segunda Grande Transformação está se dando no campo da consciência. Na medida em que crescem os danos à natureza que afetam a qualidade de vida, cresce simultaneamente a consciência de que, na ordem de 90%, tais danos se devem à atividade irresponsável e irracional dos seres humanos, mais especificamente, daquelas elites de poder econômico, político, cultural e mediático que se constituem em grandes corporações multilaterais e que assumiram os rumos do mundo.
Temos, com urgência, que fazer alguma coisa que interrompa o percurso para o precipício. O primeiro estudo global foi feito em 1972. Revelou-se que ela está doente. A causa principal é o tipo de desenvolvimento que as sociedades assumiram. Ele acaba ultrapassando os limites de suportabilidade da natureza e da Terra(e). Temos que produzir, sim, para alimentar a humanidade. Mas de outro jeito, respeitando os ritmos da natureza e seus limites, permitindo que ela descanse e se refaça.
A reflexão ecológica se complexificou. Não se pode reduzi-la apenas à preservação do meio ambiente. A totalidade do sistema mundo está em jogo. Assim surgiu uma ecologia ambiental que tem como meta a qualidade de vida; uma ecologia social que visa um modo sustentável de vida (produção, distribuição, consumo e tratamento dos dejetos); uma ecologia mental que se propõe criticar preconceitos e visões de mundo hostis à vida e formular um novo design civilizatório, à base de princípios e de valores para uma nova forma de habitar a Casa Comum; e por fim uma ecologia integral que se dá conta de que a Terra é parte de um universo em evolução e que devemos viver em harmonia com o Todo, uno, complexo e carregado de propósito. Daí resulta a paz.
Se triunfar a consciência do cuidado e da nossa responsabilidade coletiva pela Terra e por nossa civilização, seguramente teremos ainda futuro.
Leonardo Boff (http://cartamaior.com.br/?/Coluna/A-era-das-grandes-transformacoes/33427)
Um exemplo de pronome que estabelece relação coesiva com elementos que se apresentam posteriormente a ele está em:
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Segundo o historiador britânico marxista Hobsbawm (1982), a economia mundial, do século XIX em diante, foi formada sob influência da Revolução Industrial britânica, mas a política e a ideologia da Idade Contemporânea foram marcadas fundamentalmente sob influência de determinada revolução social. Esta, segundo Hobsbawm, foi, diferentemente de todas as revoluções que a precederam e a seguiram, uma revolução social de massa, e incomensuravelmente mais radical do que qualquer levante comparável. Estamos nos referindo à:
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Durante o referido período da história colonial brasileira, tem início a montagem do processo de colonização propriamente dita, que virá a se tornar mais sólido com o passar de mais de dois séculos, com avanços e recuos da ação portuguesa sobre o território a ser ocupado. A parte do Período Colonial Brasileiro à qual se está referindo é:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Lei nº 9.394/96, estabelece que a educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais. Considerando esse preceito legal, é correto afirmar que o ensino será ministrado com base:
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Nos séculos XVI e XVII, destacaram-se os principais filósofos políticos que criaram doutrinas em defesa do Absolutismo. Um desses pensadores, em sua obra mais significativa sobre o tema, expressava seu desprezo pela ideia medieval de uma lei moral limitando a autoridade do governante e defendia que a obrigação suprema do governante é manter o poder e a segurança do país sob sua governança; o homem que está no poder não deve temer a adoção dos meios que o capacitam a realizar essa obrigação. Estamos nos referindo, respectivamente, ao autor e à sua obra:
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Em termos das mudanças demográficas, relativas à concentração urbana, ocorridas no país, que estiveram ligadas às políticas do nacional- desenvolvimentismo adotadas no Governo Juscelino Kubitschek, na década de 50, pode-se verificar a seguinte alteração na curva populacional brasileira:
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Candau, em “Reinventar a Escola”, afirma que, sem horizonte utópico, é impossível educar e declara que a educação na América Latina precisa:
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