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Foram encontradas 1.836 questões.

2240908 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Segudo Vygotsky, a formação da consciência e da linguagem é explicada nas relações que se estabelecem no encontro das histórias individual e coletiva. Assim, a linguagem é o principal instrumento do processo de interação social por meio das seguintes funções:

 

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2240907 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Os africanos foram de grande importância para a economia brasileira nos períodos Colonial e Imperial. Também contribuíram de forma significativa para a construção da identidade do povo brasileiro. As influências africanas presentes na cultura brasileira devem-se, principalmente, ao seguinte acontecimento histórico:

 

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2240906 Ano: 2015
Disciplina: Turismo
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

A hierarquia de valor para o cliente progride na seguinte escala: básicos, esperados, desejados e inesperados. É exemplo de atributo desejado:

 

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2240905 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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QUEM RI DO QUÊ?

Uma das grandes contribuições da ciência linguística foi provar a existência de traços universais, presentes em todas as línguas humanas. E poderia ser diferente? Afinal, todos os humanos, apesar de diferenças externas, superficiais (cor da pele, formato dos olhos, textura do cabelo), são biologicamente uma única espécie, dotada das mesmas potencialidades cognitivas, já que o cérebro é o mesmo. Por isso, o grande Lévi-Strauss pôde elaborar uma antropologia que identificava o que há de comum, de similar e de universal nas culturas humanas, apesar das aparentes diferenças.

Com isso, aprendemos que as línguas passam pelas mesmas etapas em suas transformações. A mudança linguística é um processo sociocognitivo, isto é, ela se deve a fatores sociais (variação dialetal, contatos entre falantes de línguas diferentes etc.) e a processamentos mentais (analogia, reanálise, metáfora, metonímia, abdução etc.) e ocorre ininterruptamente. Só que ocorre, em cada língua, com ritmos diferentes.

Para o senso comum, porém, herdeiro de uma visão arcaica e pré- científica de linguagem, surgida no mundo grego no século III a.C., a mudança linguística representa a “corrupção” e a “degradação” da língua, sempre identificada exclusivamente com a língua escrita dos grandes escritores, como se não existisse a língua falada e como se a escrita não se manifestasse também em outros tipos e gêneros textuais.

Essa ideologia preconceituosa impede que as pessoas (inclusive profissionais da linguagem, professores de línguas e, algumas vezes, até linguistas!) percebam fenômenos interessantíssimos que servem (ou deveriam servir) de base para muitas deduções importantes sobre o funcionamento das línguas. A cegueira (e a surdez) linguística se enraizou profundamente na cultura ocidental e os cento e poucos anos de vida de uma verdadeira ciência da linguagem ainda não foram suficientes para abrir as mentes, os ouvidos e os olhos da maioria das pessoas sobre o assunto.

Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3a pessoa do singular, que ganha um -s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you/ he / she / it/ we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava… O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno — e só ela — é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!

Marcos Bagno (Revista Caros Amigos)

A respeito do processo de mudança linguística, observa-se que, em comparação entre as diferentes línguas, ele ocorre do seguinte modo:

 

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2240904 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Calcogênio é qualquer elemento químico pertencente ao grupo 16 da tabela periódica. O Telúrio (Te), o Selênio (Se) e o Enxofre (S) são exemplos de elementos que pertencem a esse grupo. Todos os elementos químicos da família dos Calcogênios apresentam, obrigatoriamente, a seguinte característica:

 

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2240903 Ano: 2015
Disciplina: Geologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A reação metamórfica KAl3Si3O10(OH)2 + SiO2 → KAlSi3O8 + Al2SiO5 + H2O representa uma assembleia mineralógica gerada na isógrada da:

 

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2240902 Ano: 2015
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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A figura abaixo apresenta um corte transversal de uma edificação residencial.

Enunciado 3010255-1

Sobre esse corte, tomando por base o Código de Obras do Município de Saquarema, responda à questão.

O menor valor admissível para o pé-direito da edificação(a) vale:

 

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2240901 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ

Darido e Souza JR. (2007), defendem que a avaliação deve mostrar-se útil para as partes envolvidas, contribuir para o autoconhecimento e para análise das etapas, no sentido de alcançar objetivos previamente traçados. Quando o professor de Educação Física utiliza provas escritas, está avaliando, com relação aos conteúdos, a dimensão:

 

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CIDADES SENSÍVEIS

As cidades são muitas vezes insensíveis a questões mais humanas, elas poderiam oferecer aos seus habitantes a oportunidade de gerir e transformar seu entorno, incentivar relações comunitárias necessárias para o fortalecimento das conexões entre as pessoas, famílias, amigos para que elas possam aproveitar as relações de confiança da sua vizinhança. Mas é preciso construir espaços para que as pessoas possam caminhar, evoluir, conhecer outras pessoas interessantes e continuar aprendendo.

Como as cidades podem aproveitar as informações que elas têm para promover processos de aprendizagem contínua? Como as cidades podem transformar habitantes em cidadãos, ou seja, protagonistas do seu bairro de modo que o meio ambiente urbano possa ser enriquecido pelas suas ações? Como fazer com que o entorno (espaço público) possa ser mais interessante e capaz de transformar seus habitantes?

As pessoas estão conectadas na rede eletrônica mas não estão conectadas com a sua cidade, elas não reconhecem as narrativas locais, não têm identidade com o espaço onde vivem, não são protagonistas no seu bairro ou cidade. Via de regra as pessoas estão conectadas com os espaços econômicos, ou seja, de consumo e trabalho ou vice-versa, mas poucas estão conectadas com seu espaço social e ambiental.

É preciso criar cidades mais sensíveis, que promovam a conexão do cidadão com as pessoas do seu entorno, com a rua, com a sua cidade através de espaços mais humanos, seguros e convidativos, uma cidade com mais oportunidades, que incentiva o aprendizado constante, a cidade que ensina. É preciso construir cidades que amem as pessoas, para que as pessoas amem o espaço onde vivem.

Lincoln Paiva (mobilidadesustentavel.blog.uol.com.br/)

Segundo a visão do autor, o título do texto apresenta:

 

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2240899 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Saquarema-RJ
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Piaget caracteriza a aprendizagem como uma transformação duradoura da conduta, adquirida a partir de aquisições provenientes da experiência. Considera, também, que a interação entre os fatores internos e externos na conduta é indispensável e, ainda, que esta é sempre resultado da assimilação e da acomodação. Mostra, então, que entre uma acomodação e uma nova assimilação surge a necessidade de outro elemento que, temporariamente, se torna presente. Esse elemento denomina-se:

 

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