Foram encontradas 1.105 questões.
Analise os casos de colocação pronominal a
seguir e assinale a alternativa em que as
condições da sentença apresentada permitem
tanto a próclise quanto a ênclise do pronome
oblíquo átono.
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A sentença que apresenta um advérbio cuja
modificação recai sobre um adjetivo é:
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Nas sentenças a seguir, ocorre verbo abundante
apenas em:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e
dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A
própria palavra vem da versão latinizada de seu
nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante
a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras
originais em árabe se perderam no tempo. Ele
viveu durante o Califado Abássida, que foi uma
época de notável progresso científico no Império
Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes
contribuições para a matemática, geografia,
astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso
da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em
Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos
traduziam o conhecimento de todo o mundo para
o árabe, sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta
de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou alKhwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra,
Al-Jabr (ou The Compendious Book on
Calculation by Completion and Balancing). Essa
se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi
concebida para ser uma ferramenta prática de
ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias
até o século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para os
matemáticos ocidentais, os dez símbolos que
todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia de
computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular
problemas matemáticos estabeleceu a base para
o conceito de algoritmos. Ele forneceu as
primeiras explicações detalhadas sobre o uso da
notação decimal para realizar as quatro
operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, al-Khwārizmī
percorria sistematicamente uma sequência de
etapas para encontrar a resposta. Esse é o
conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado
em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às
regras para a execução da aritmética usando o
sistema numérico hindu-arábico. No início do
século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua
definição atual e ao seu uso: “um procedimento
para resolver um problema matemático em um
número finito de etapas; um procedimento passo
a passo para resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
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Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e
dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A
própria palavra vem da versão latinizada de seu
nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante
a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras
originais em árabe se perderam no tempo. Ele
viveu durante o Califado Abássida, que foi uma
época de notável progresso científico no Império
Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes
contribuições para a matemática, geografia,
astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso
da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em
Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos
traduziam o conhecimento de todo o mundo para
o árabe, sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta
de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou alKhwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra,
Al-Jabr (ou The Compendious Book on
Calculation by Completion and Balancing). Essa
se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi
concebida para ser uma ferramenta prática de
ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias
até o século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para os
matemáticos ocidentais, os dez símbolos que
todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia de
computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular
problemas matemáticos estabeleceu a base para
o conceito de algoritmos. Ele forneceu as
primeiras explicações detalhadas sobre o uso da
notação decimal para realizar as quatro
operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, al-Khwārizmī
percorria sistematicamente uma sequência de
etapas para encontrar a resposta. Esse é o
conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado
em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às
regras para a execução da aritmética usando o
sistema numérico hindu-arábico. No início do
século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua
definição atual e ao seu uso: “um procedimento
para resolver um problema matemático em um
número finito de etapas; um procedimento passo
a passo para resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e
dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A
própria palavra vem da versão latinizada de seu
nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante
a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras
originais em árabe se perderam no tempo. Ele
viveu durante o Califado Abássida, que foi uma
época de notável progresso científico no Império
Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes
contribuições para a matemática, geografia,
astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso
da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em
Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos
traduziam o conhecimento de todo o mundo para
o árabe, sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta
de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou alKhwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra,
Al-Jabr (ou The Compendious Book on
Calculation by Completion and Balancing). Essa
se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi
concebida para ser uma ferramenta prática de
ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias
até o século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para os
matemáticos ocidentais, os dez símbolos que
todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia de
computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular
problemas matemáticos estabeleceu a base para
o conceito de algoritmos. Ele forneceu as
primeiras explicações detalhadas sobre o uso da
notação decimal para realizar as quatro
operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, al-Khwārizmī
percorria sistematicamente uma sequência de
etapas para encontrar a resposta. Esse é o
conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado
em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às
regras para a execução da aritmética usando o
sistema numérico hindu-arábico. No início do
século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua
definição atual e ao seu uso: “um procedimento
para resolver um problema matemático em um
número finito de etapas; um procedimento passo
a passo para resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e
dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A
própria palavra vem da versão latinizada de seu
nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante
a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras
originais em árabe se perderam no tempo. Ele
viveu durante o Califado Abássida, que foi uma
época de notável progresso científico no Império
Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes
contribuições para a matemática, geografia,
astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso
da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em
Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos
traduziam o conhecimento de todo o mundo para
o árabe, sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta
de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou alKhwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra,
Al-Jabr (ou The Compendious Book on
Calculation by Completion and Balancing). Essa
se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi
concebida para ser uma ferramenta prática de
ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias
até o século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para os
matemáticos ocidentais, os dez símbolos que
todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia de
computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular
problemas matemáticos estabeleceu a base para
o conceito de algoritmos. Ele forneceu as
primeiras explicações detalhadas sobre o uso da
notação decimal para realizar as quatro
operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, al-Khwārizmī
percorria sistematicamente uma sequência de
etapas para encontrar a resposta. Esse é o
conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado
em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às
regras para a execução da aritmética usando o
sistema numérico hindu-arábico. No início do
século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua
definição atual e ao seu uso: “um procedimento
para resolver um problema matemático em um
número finito de etapas; um procedimento passo
a passo para resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
I. Essa se tornou sua obra mais importante.
II. Ele era um estudioso da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em Bagdá.
III. Sua obra foi concebida para ser uma ferramenta prática de ensino.
Nas sentenças apresentadas ocorrem diferentes tipos de pronomes. Em relação ao texto, a função desempenhada por todos esses pronomes é de:
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Algoritmos: o que são, para que servem e
quem os inventou?
Os algoritmos se tornaram parte integrante de
nossas vidas. Dos aplicativos de mídia social à
Netflix, os algoritmos aprendem suas
preferências e priorizam o conteúdo que lhe é
mostrado. Mais de 1.000 anos antes da Internet e
dos aplicativos de smartphones, o cientista e
polímata persa Muhammad ibn Mūsā alKhwārizmī inventou o conceito de algoritmos. A
própria palavra vem da versão latinizada de seu
nome, “algorithmi”. E, como você pode
suspeitar, ela também está relacionada à álgebra.
Em grande parte perdido no tempo
Al-Khwārizmī viveu de 780 a 850 d.C., durante
a Era de Ouro Islâmica. Muitas de suas obras
originais em árabe se perderam no tempo. Ele
viveu durante o Califado Abássida, que foi uma
época de notável progresso científico no Império
Islâmico. Al-Khwārizmī fez importantes
contribuições para a matemática, geografia,
astronomia e trigonometria. Ele era um estudioso
da Casa da Sabedoria (Bayt al-Hikmah) em
Bagdá. Nesse centro intelectual, os estudiosos
traduziam o conhecimento de todo o mundo para
o árabe, sintetizando-o para fazer progressos
significativos em uma série de disciplinas.
O pai da álgebra
Al-Khwārizmī era um polímata e um homem
religioso. Um dos principais projetos que os
matemáticos islâmicos empreenderam na Casa
da Sabedoria foi desenvolver a álgebra. Por volta
de 830 d.C., o califa al-Ma’mun incentivou alKhwārizmī a escrever um tratado sobre álgebra,
Al-Jabr (ou The Compendious Book on
Calculation by Completion and Balancing). Essa
se tornou sua obra mais importante. Sua obra foi
concebida para ser uma ferramenta prática de
ensino. Sua tradução latina foi a base dos livros didáticos de álgebra nas universidades europeias
até o século XVI.
Avô da ciência da computação
Os escritos matemáticos de Al-Khwārizmī
introduziram os numerais hindu-arábicos para os
matemáticos ocidentais, os dez símbolos que
todos nós usamos hoje. Esse é o sistema
numérico que sustenta a moderna tecnologia de
computação. A arte de Al-Khwārizmī de calcular
problemas matemáticos estabeleceu a base para
o conceito de algoritmos. Ele forneceu as
primeiras explicações detalhadas sobre o uso da
notação decimal para realizar as quatro
operações básicas (adição, subtração,
multiplicação, divisão) e calcular frações. Para
resolver uma equação matemática, al-Khwārizmī
percorria sistematicamente uma sequência de
etapas para encontrar a resposta. Esse é o
conceito subjacente de um algoritmo.
‘Algorismo’, um termo latino medieval nomeado
em homenagem a al-Khwārizmī, refere-se às
regras para a execução da aritmética usando o
sistema numérico hindu-arábico. No início do
século XX, a palavra ‘algoritmo’ chegou à sua
definição atual e ao seu uso: “um procedimento
para resolver um problema matemático em um
número finito de etapas; um procedimento passo
a passo para resolver um problema”.
Na próxima vez que usar qualquer tecnologia
digital, lembre-se de que nada disso seria
possível sem o trabalho pioneiro de um antigo
polímata persa.
Revista Superinteressante. Adaptado. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2024/05/algoritmos-o-que-sao-para-queservem-e-quem-os-inventou.ghtml
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Os materiais perfurocortantes devem ser
descartados em recipientes identificados, rígidos,
providos com tampa, resistentes à punctura,
ruptura e vazamento. Conforme a RDC 222/18
da Anvisa, estes materiais pertencem ao:
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Um paciente diabético tipo II procura a farmácia
de atenção básica do seu município para
aquisição de insulina NPH prescrita por um
endocrinologista. Na prescrição havia a seguinte
informação: Tomar 5 UI antes do café da manhã,
8 UI antes do almoço e 4UI antes da janta.
Sabendo que o frasco da insulina NPH contem
100 UI/mL, quantos frascos deverá ser
dispensado pela farmácia para o tratamento
mensal completo do paciente, considerando o
mês sendo de 30 dias?
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