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Para responder a questão, considere o texto a seguir:
GOL DA ALEMANHA
Antonio Prata
Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. O rio Amazonas seca. Gol da Alemanha. Cupins devoram Ouro Preto. Gol da Alemanha. Olinda arde em chamas. Gol da Alemanha. O Cristo cai com um tufão. Gol da Alemanha. Gisele entra num convento. Gol da Alemanha. Prédios de Niemeyer desabam. Gol da Alemanha. (Nenhum político ferido.) Gol da Alemanha. Cyrela reconstrói capital. Gol da Alemanha. Em estilo neoclássico. Gol da Alemanha. Dengue mutante se espalha. Gol da Alemanha. Com terrível novo sintoma. Gol da Alemanha. Flacidez e queda dos glúteos. Gol da Alemanha. Gil e Caetano descobrem-se. Gol da Alemanha. Gagos, roucos e fanhos. Gol da Alemanha. Chico Buarque grava. Gol da Alemanha. "Um Emo Universitário". Gol da Alemanha. João Gilberto admite. Gol da Alemanha. Quem inventou a bossa nova. Gol da Alemanha. Foi o Henry Salvador. Gol da Alemanha. Historiador sentencia. Gol da Alemanha. Santos Dumont chegou tarde. Gol da Alemanha. Quem inventou o avião. Gol da Alemanha. Foram os irmãos Wright. Gol da Alemanha. Exumação comprova. Gol da Alemanha. Carmem Miranda era homem. Gol da Alemanha. Diário revela. Gol da Alemanha. Jece Valadão era gay. Gol da Alemanha. Jean Wyllys confessa. Gol da Alemanha. Sempre fui hétero. Gol da Alemanha. Universidade de Stanford adverte. Gol da Alemanha. Feijão dá câncer e gota. Gol da Alemanha. Sambódromo é vendido. Gol da Alemanha. Pra uma igreja evangélica. Gol da Alemanha. O Municipal é reformado. Gol da Alemanha. Para virar pet shop. Gol da Alemanha. Disney arrenda Lençóis. Gol da Alemanha. E constrói parque do Mickey. Gol da Alemanha. Chapada Diamantina é implodida. Gol da Alemanha. Pra gerar muita brita. Gol da Alemanha. E aterrar o Pantanal. Gol da Alemanha. "O maior estacionamento do mundo!" Gol da Alemanha. O mico-leão é extinto. Gol da Alemanha. Pela última arara-azul. Gol da Alemanha. O derradeiro boto-cor-de-rosa se mata. Gol da Alemanha. Engolindo a última arara. Gol da Alemanha. Autópsia do boto conclui. Gol da Alemanha. Que o rosa era tingimento. Gol da Alemanha. Índios assumem a culpa. Gol da Alemanha. A gente pintava os bichinhos. Gol da Alemanha. E quem pagava eram as Farc. Gol da Alemanha. As aves que aqui gorjeiam. Gol da Alemanha. Tão mudas ou se picaram. Gol da Alemanha. Pai. Gol da Alemanha. Que que tá acontecendo? Gol da Alemanha. Não sei. Gol da Alemanha. Mas preciso contar um negócio. Gol da Alemanha. Eu não sou seu pai. Gol da Alemanha. Seu pai é um uruguaio. Gol da Alemanha. Chamado Alcides Ghiggia. Gol da Alemanha. Acabou? Gol da Alemanha. Não. Gol da Alemanha. Ghiggia não é uruguaio. Gol da Alemanha. Ghiggia nasceu na Argentina. Gol da Alemanha. Nana Gouvêa. Gol da Alemanha. Com camisa do Flamengo. Gol da Alemanha. Que na verdade. Gol da Alemanha. É a camisa da Alemanha. Gol da Alemanha. Faz "selfie" nos escombros. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol da Alemanha. Gol do Oscar.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/antonioprata/2014/07/1488765-gol-da-alemanha.shtml
O tema veiculado no texto remete
I. a um tipo de imprensa, que divulga os fatos de modo sensacionalista.
II. à importância dada pela mídia aos fatos sociais.
III. à repercussão midiática dos eventos sociais.
São CORRETAS as afirmativas
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Os limites de Atterberg expressam teores de umidade característicos de mudança de umidade do solo, de líquido, a plástico, a semi-sólido e a sólido, na medida em que a sua umidade decresce. Esses limites são denominados limite de liquidez (LL), limite de plasticidade (LP), e limite de contração (LC). O índice de plasticidade (IP), por sua vez, indica a faixa de umidade na qual o solo se comporta plasticamente.
Pode-se dizer que os valores típicos LL e IP de um solo arenoso fino são, respectivamente:
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A coesão diz respeito ao modo como as expressões linguísticas presentes no texto se encontram interligadas entre si, por meio de recursos também linguísticos, formando sequências que indiciam sentidos. A coesão é construída no texto a partir da:
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Leia, atentamente, o texto.
Eu tenho medo
Walcyr Carrasco
Parece história de humor negro. Não é. Aconteceu de verdade, é realmente um horror. Um amigo, médico dermatologista, foi fechado por um caminhão num dos acessos à Avenida 23 de Maio, em São Paulo. O carro saiu da pista, despencou pela ribanceira e colidiu com arbustos, pedras, desníveis de terreno. Meu amigo bateu a cabeça, ensanguentou-se. Primeiro horror: o caminhão fugiu. Sei que isso não surpreende ninguém. Nunca ouvi a história de um caminhão que parasse após provocar um acidente. Um funcionário meu recentemente foi fechado por um, em plena Via Dutra. Ele se machucou, o carro amassou em toda a lateral. O caminhoneiro acelerou, para se ver livre da responsabilidade. A história começa com esse horror com que me acostumei: caminhões não param nem para ver se a gente está vivo. Ainda dentro do carro, sangrando, meu amigo médico pegou o celular para pedir socorro. Estava sem bateria. Um Gol parou. Dois rapazes desceram e ofereceram ajuda. Auxiliaram-no a subir a rampa até uma empresa, cujo segurança, finalmente, chamou a polícia. O acidentado voltou para o carro. As duas “almas bondosas” haviam roubado tudo o que ele tinha. Sim, os rapazes do Gol levaram celular, carteira, cartões de crédito, bolsa. Tudo. E fugiram. É um segundo horror, que superdimensiona o outro. O pior é a conclusão do médico:
– Ainda bem que eu estava sem bateria e não fiquei no carro. E que não cheguei quando roubavam. Aí, teriam acabado comigo.
Verdade absoluta. Teria sido fácil, para roubar, acabar com o médico ensanguentado. Nem deixariam pistas, tudo seria debitado ao acidente.
Esse acontecimento me provoca um pavor profundo. Estou ficando velho. Sou de um tempo em que mesmo adolescente, às vezes, quando saía, amanhecia no ponto de ônibus esperando o primeiro da minha linha. Quantas vezes amigos e eu passamos o final da madrugada no banco de uma praça, batendo papo até o ônibus chegar? Também sou de um tempo em que, para viajar, ia para a estrada e pegava carona. Era fácil, sempre havia um carro que parava. De carona em carona, eu chegava ao meu destino. Nem sabia o que era pegar ônibus para viajar. Avião, menos ainda. Hoje, eu mesmo não paro quando alguém me pede carona. Tenho medo. Mesmo porque são inúmeros os casos em que a generosidade é recompensada com assaltos e agressões. Até assassinatos.
Assaltos sempre aconteceram. Psicopatas existem. O que me apavora é essa sensação disseminada de vale-tudo na nossa sociedade. Comecei a contar a história do médico a três outros amigos. Todos, antes de eu terminar, disseram:
– Aposto que os caras do Gol tinham roubado tudo.
A completa falta de ética já é esperada, tida como normal. É intrínseca à sociedade nacional. Não posso falar por todos os países do mundo. Costumo viajar, andar à noite pelas ruas, eventualmente ser ajudado por desconhecidos. Esse descaso com o outro, só vejo mesmo por aqui. Um ator conhecido certa vez viu uma mulher atropelada na rua, abandonada pelo autor do acidente. Botou no seu próprio carro e levou ao hospital. Não deu outra: mais tarde a dita-cuja o acusou de ser responsável pelo atropelamento. Exigiu indenização. Em vez de agradecer, deu um golpe. Soube também de donos de automóveis que instalam câmeras em seus veículos, porque há gente que se atira na frente, para mais tarde processar. A gravação serve para provar a má intenção da “vítima”. Resultado: se atropelar alguém, óbvio, socorrerei. Mas terei medo de pôr no meu carro alguém que encontre ferido, atropelado, precisando de ajuda, porque tudo pode se voltar contra mim.
Aí meu medo aumenta. Já não é mais relacionado a ser assaltado, sofrer alguma violência. É o que o medo do medo faz comigo, interiormente. Me sinto uma pessoa muito menos disposta a ser generosa. Sempre estranhei as recomendações do seguro: no caso de problema com o carro, chamar o socorro e ficar distante do veículo, até sua chegada. Depois do episódio com o médico, entendo. O ferido está mais exposto. Nem falo das mulheres assassinadas só por esboçar um gesto de defesa quando querem roubar suas bolsas. Só isso daria um livro.
O amor ao próximo, o sentimento pelo outro, foi eliminado de nossas relações sociais. Resta o medo, o mesmo que sinto dentro de mim. Não só do que me assusta. Mas que me transforma em alguém pior do que eu queria ser.
Fonte: Revista Época, n. 856, 27 out. 2014, p. 106.
Sobre a constituição do texto, é CORRETO afirmar:
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NÃO representa um caso de dispensa de licitação, nos termos da Lei nº 8.666/93 - Lei Geral de Licitações:
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Causada por platelminto digenético, da família Schistosomatidae, a esquistossomose mansônica é uma endemia mundial, ocorrendo em 52 países e territórios, principalmente na América do Sul, Caribe, África e Leste do Mediterrâneo. No Brasil, a transmissão ocorre em 19 estados, numa faixa contínua ao longo do litoral, desde o Rio Grande do Norte até a Bahia, na região Nordeste, alcançando o interior do Espírito Santo e Minas Gerais, no Sudeste.
É CORRETO o que se afirma em:
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Dentre as modalidades de licitação previstas na Lei nº 8.666/93, aquela que se destaca, tendo em vista que exige habilitação preliminar dos concorrentes é:
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1476825
Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Sete Lagoas-MG
Provas:
De acordo com Conselho Federal de Nutricionistas, Resolução 218, n 380/2005, são atividades estabelecidas como obrigatórias do nutricionista, EXCETO:
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Ao longo das rodovias, qualquer construção devera obedecer
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Os princípios contábeis permitem aos usuários fixar padrões de comparação e de credibilidade em função do reconhecimento dos critérios adotados para a elaboração das demonstrações financeiras.
Tendo como referência a concepção acima, analise os itens abaixo:
I. Pelo Princípio da Competência dos Exercícios, as despesas devem ser reconhecidas, na apuração do resultado do período, independentemente do seu pagamento.
II. Pelo Princípio do Conservadorismo ou da Prudência conjugado ao Princípio da Competência dos Exercícios, a Provisão para Perdas no Recebimento de Créditos tem por objetivo reconhecer contabilmente, por estimativa, as Perdas Potenciais Futuras decorrentes do não recebimento de créditos por vendas à vista.
III. Pelo Princípio da Competência dos Exercícios, as despesas devem ser reconhecidas, na apuração do resultado do período, somente quando de sua realização.
NÃO está correto apenas o que se afirma em:
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