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Munheca de Leitoa

Causo de Rolando Boldrin

Lá na minha terra, São Joaquim da Barra, todo mundo conta as histórias do compadre Abílio,sujeito tão miserável que não abre a mão nem para dar tchau nem para abraçar os filhos. Dava jeito de não pagar a conta do bar, fugia de qualquer vaquinha dos amigos. Por isso era chamado de munheca de leitoa.

Certo dia, Abílio foi para São Paulo pelo trem de Mogiana. Quando os passageiros saíam da estação, se depararam com um profeta de barba longa, roupa branca e cajado, bradando suas profecias: "Querem que eu adivinhe de onde vocês estão vindo? Pois bem, chegaram de São Joaquim da Barrai". E a caboclada, impressionada, começou a prestar atenção no que o homem dizia. Ele então abriu bem os olhos e disparou: "De amanhã não passa. O mundo se acabará!" Nisso começou uma gritaria generalizada. O povo passou a rezar e lamentar, numa bagunça danada." Ai, meu Deus! Nunca mais vou ver meus amigos que ficaram em São Joaquim da Barra!", balbuciou um. "Tinha que ser justo agora, que eu ia encontrar o amor da minha vida?", gritou outro.

Lá pelas tantas, alguém disse ter ouvido o unha de fome do Abílio, no embalo das lamentações, choramingar: "E, eu, pessoal? Não sei por que resolvi comprar passagem de ida e volta ... O que é que vou fazer agora com o bilhete pra São Joaquim? O que, meu Deus do céu?".

Fato é que a profecia do homem não aconteceu coisa nenhuma e todo mundo viveu para contar a história. Inclusive o Abílio, que pode desfrutar de sua estimada passagem de volta. De tão feliz, pela primeira vez na vida o compadre dividiu a conta na mesa do bar. Eita munheca de leitoa!

(Fonte: Almanaque de Cultura Popular, Ano 15, n.175).

Assinale a alternativa cuja colocação pronominal é a coloquial brasileira.

 

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2239451 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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A análise das vulnerabilidades sociais deve levar em conta a existência ou não, por parte dos indivíduos ou das famílias, de recursos disponíveis e capazes de enfrentar determinadas situações de risco. Desta forma, a vulnerabilidade refere-se à maior ou menor capacidade de um indivíduo, família ou grupo social de controlar as forças que afetam seu bem-estar, ou seja, a posse ou controle de ativos que constituem os recursos requeridos para o aproveitamento das oportunidades propiciadas pelo Estado, mercado ou sociedade, sejam eles físicos, humanos ou sociais. Analise as afirmativas seguintes e marque a alternativa CORRETA:
I- As situações de vulnerabilidade enfrentadas pelas famílias e indivíduos devem receber um tipo de atenção compatível com as necessidades de cada público. Contudo, as potencialidades das famílias não devem ser consideradas para a organização dos serviços de Proteção Social Básica.
II- O acompanhamento familiar particularizado permite o desenvolvimento de ações para a superação de vulnerabilidades de forma mais singular, por meio do plano de acompanhamento familiar, buscando trabalhar as demandas da família acompanhada.
III- Famílias que possuem membros usuários de drogas devem ser mobilizadas por meio de uma postura moralizadora, focada apenas na simples disseminação de informações e/ou repressão ao uso de drogas, que fomente a reflexão e problematização da temática e o desenvolvimento de projetos de vida.
IV- Para a consecução do objetivo de fortalecimento da função protetiva da família é necessária a promoção de atividades que propiciem o diálogo, a troca de experiências e valores, bem como a discussão de situações externas que afetam a família e a comunidade.
 

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2239450 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Em relação às reabsorções dentárias, marque a alternativa CORRETA:

 

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2239449 Ano: 2015
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Da escravidão à exclusão social hoje.
No século XIX, a Inglaterra tornou-se a maior potência econômica do planeta graças à Revolução Industrial. A necessidade de expandir seus produtos no mercado internacional, a fim de manter o crescimento econômico do país, fez a Inglaterra tornasse defensora do fim do trabalho escravo nas colônias americanas. Essa mudança de atitude resultou na pressão inglesa contra o tráfico negreiro no Brasil. Mas, apesar da elite escravista brasileira ter feito de tudo para retardar o fim do tráfico, ele foi oficialmente abolido em 1888. Foram trezentos anos de escravidão sofrendo todos os tipos de maus tratos, justificados por ide ias racistas e religiosas, como exemplifica o fato de os negros africanos não serem cristãos e, também porque muitos seguiam o islamismo como religião, pesou como desculpa para escravizá los, pois na visão cristã católica, assim como aconteceu com os indigenas brasileiros, os rituais dos negros africanos eram considerados bárbaros e selvagens, que deveriam ser eliminados para o bem da alma dos praticantes. Já os negros muçulmanos eram considerados hereges por seguirem uma falsa religião.
Contudo, antes mesmo da proibição definitiva do tráfico de escravos, já se discutia na Assembleia Legislativa de São Paulo e no Congresso do Império, como poderiam manter os seus negócios e substituir a mão de obra escrava. Desse debate resultaram duas medidas. A primeira foi limitar a ocupação de terras pelos ex-escravos ou por quem viesse a ocupar o seu lugar. Isso consistia em impedir que qualquer pessoa sem posses suficientes pudesse adquirir terras, proibindo, inclusive, que os lotes fossem vendidos à prestação. Com essa medida, a única alternativa que lhe restava era continuar a trabalhar nas terras onde foram escravos.
A segunda medida foi estimular a vinda de imigrantes europeus para trabalhar nas fazendas no lugar dos ex-escravos. Os imigrantes (também não teriam condição de obter lotes e neles se estabelecer) tinham a missão, segundo a ótica da elite agrícola que financiava sua vinda para o Brasil, de substituir os escravos não apenas como mão-de-obra, mas também, de branquear a população do país, que era predominantemente negra e mestiça. Para eles (elite), isso era uma vergonha nacional e um sinal de que o povo brasileiro era fraco, pois, segundo os critérios da época, um povo mestiço possuía um "sangue" impuro. Esse era o motivo que explicava por que a população brasileira era fraca e incapaz, no entender da elite. Assim a substituição pelo branco europeu resolveria o problema da incapacidade do povo brasileiro.
Após o fim da escravidão no Brasil, a realidade social dos afro-brasileiros mostrava-se caótica, pois não tinham nem instrução e contavam com poucos mecanismos de integração social. Muitos saíram do campo e foram para as cidades viver em cortiços e favelas, submetendo-se aos trabalhos menos qualificados e mal remunerados. Estavam abandonados à própria sorte e vivendo numa sociedade impregnada de um profundo preconceito de cor.
Segundo dados estatísticos do censo de 2001 realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), 60% dos afro-brasileiros e mestiços vivem em favelas; 63% da população com ganhos de até um salário mínimo são afro-brasileiros, que, representam apenas 2,5% das pessoas que têm curso superior ou pós-graduação no Brasil. As taxas de analfabetismo para a população acima dos 15 anos diminuíram muito nos últimos anos, mas mostram, em média, que são duas vezes mais altas para pretos e pardos (terminologia padrão usada pelo IBGE) do que para brancos em todas as regiões do país.
Esses dados confirmam algumas das impressões que observamos em nosso cotidiano, no vai e vem das pessoas na dinâmica social. Porém, agora podemos entender essa realidade não com base em uma percepção preconceituosa, mas como resultado de uma história, de um contexto socioeconômico que gerou uma complexa situação de exclusão de boa parte do povo brasileiro, em particular dos afro-brasileiros.
(Fonte: Coleção Polêmica. Brasileiro, sim senhor! 2004. pp. 41 e 46 a 48.)
Segundo o texto, a Inglaterra no século XIX tornou-se uma potência mundial. Sua intenção de abolir o tráfico negreiro tinha como objetivo:
I- questões humanitárias, pois os negros não mereciam um tratamento tão desumano que recebiam tanto nas colônias americanas, quanto na colônia portuguesa, o Brasil.
II- libertar os negros, pois os mesmos eram considerados, na época, mão-de-obra qualificada para trabalharem nas grandes fábricas inglesas, assim, a Inglaterra alavancava sua economia.
III- criar novos mercados para vender seus produtos provenientes de suas fábricas, já que a mão-de-obra escrava representava um obstáculo para pôr esses produtos no campo.
IV- a Inglaterra com a intenção de expandir seus produtos no mercado consumidor internacional precisava de pessoas que gastasse dinheiro consumindo seus produtos. Então, com os escravos livres, seria uma quantidade incalculável de seres humanos dispostos a comprar produtos.
V- A Revolução Industrial possibilitou à Inglaterra uma posição economicamente privilegiada no cenário internacional da época, porém, para sua economia não estagnar necessitava vender seus produtos em outros mercados e, com isso defender o fim da escravidão.
 

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2239448 Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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São equipamentos de proteção individual e coletiva, respectivamente:
 

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2239447 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
Na superação e desconstrução das bases acríticas biologizantes da Educação Física escolar, se constrói, no campo do esporte, um compromisso educativo de valores que não se prendem à supervalorização da aptidão física, mas sim ao desenvolvimento integral do educando. Nesse sentido, o que caracteriza o esporte com objetivo educacional é:
 

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2239446 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Brasil tenta se livrar de doenças negligenciadas
"Enfermidades como malária, esquistossomose e doenças de Chagas são conhecidas das populações em áreas pobres do mundo, como América Latina, África e a porção tropical da Ásia. No entanto, essas moléstias apelidadas de doenças negligenciadas ainda são responsáveis pela morte de mais de 1 milhão de pessoas por ano.
Atualmente, as instituições brasileiras trabalham em cooperação cientifica com a Índia e outros países africanos, asiáticos e da América Latina para obter avanços nos tratamentos dessas doenças. "Temos que trocar informações sobre pesquisas e testes de medicamentos para avançar mais rápido neste tema. O setor público colocou essas doenças na pauta, agora, temos que trabalhar para mantê-Ias em discussão e aumentar os investimentos na área, Conclui Romero".
(Fonte: PELLEGRINI, M. Carta Capital. Disponível em < wwwcartacapital.com. br/saúde/
brasil-tenta-se-livrar-de-doenças esquecidas-pela-industria-farmaceutica> Acesso em: abro 2015.)
O texto menciona uma alternativa em desenvolver tratamentos para as doenças negligenciadas. Identifique a seguir, qual das medidas de prevenção pode ser utilizada para evitar tais enfermidades.
 

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2239445 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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A Floresta Amazônica é a maior floresta tropical do planeta e é composta por diversos ecossistemas: além da floresta úmida de terra firme, apresenta diferentes tipos de matas, campos abertos e até espécies de cerrado. Além disso, é de fundamental importância para o equilíbrio da Terra, pois seus rios representam cerca de 20% das reservas de água doce do planeta. Também abrange grandes reservas minerais (Fonte: IBGE. Disponível em: http://7a12.ibge.gov.br/vamos-conhecero- brasil/nosso-territorio/biomas.html. Acesso em out 2015).
Considerando a localização territorial e espacial dos ecossistemas no Brasil, indique qual dos Estados NÃO está abrangido pela Floresta Amazônica, também denominada de Amazônia Legal Brasileira:
 

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2239444 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Sobre a Asma é CORRETO afirmar:
 

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2239443 Ano: 2015
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Sobre litíase urinária, marque a alternativa INCORRETA:
 

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