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1282471 Ano: 2019
Disciplina: Engenharia Florestal
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Em termos de área plantada, principalmente as abertas (plantios puro e misto), o paricá, a castanheira, o mogno 8 a sumaúma são as espécies nativas mais plantadas nas experiências silviculturais na Amazônia brasileira. Relacione a coluna dos -Nomes vernaculares· com a da ·Designação científica" e assinale a alternativa correta.

Nomes vernaculares

I-Andiroba

II- Castanheira

III-Sumaúma

IV-Mogno

V-Paricâ

Designação científica

( ) Schizolobium amazonicum

( ) Swietenla macrophylla

( ) Berlollethia excelsa

( ) Ceiba pentandra

( ) Carapa guianensis

 

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1282468 Ano: 2019
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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A atividade que leva à decido sobre a aquisição de documentos por compra, permuta ou doação é a seleção. Para obter informações de publicações, o bibliotecário recorre a instrumentos auxiliares. Qual das alternativas a seguir não é um Instrumento auxiliar de seleção?

 

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1282464 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.

Somos Todos Estrangeiros.

Estrangeiro é o bairro em que moramos, estrangeira é a mulher que encoxamos no elevador, estrangeiros são nossos pais, nossos filhos. Nunca me senti em casa no Brasil, ninguém está em casa no Brasil: todo mundo foi até a esquina, todo mundo foi tomar um cafezinho. Achava que, de uma maneira ou de outra, eu estava embromando ou sendo embromado por alguém. Que viver não era nada daquilo, que eu não tinha nada com o peixe, que os verdadeiros brasileiros estavam misteriosamente ocupados com seus sofrimentos, ou então atarefados criando um Brasil melhor: gente andando rapidamente nas ruas da cidade, ou cavando uma terra dura e Ingrata. Os brasileiros eram abstratos, distantes, mais calados do que comumente se supõe. Conheço algumas vozes brasileiras: gostaria de saber escrever na tonal1dade do Jorge Veiga, ou do Moreira da Silva, misturada a uma retórica aborrecida e és avessas semelhante à de Ruy Barbosa - como o Hino à Bandeira acompanhado de caixinha de f6sforos. Os sambinhas. claro, eram brasileiros, o pessoal que sentava ao meu lado no Maracanê era brasileiro. as piadas de papagaio eram brasileiras. Mas tudo era de mentirinha, beirando sempre o pitoresco ou se precipitando na tragédia policial ou no editorial dos jornais.A vida a sério, os seis quarteirões em que me locomovia, as seis pessoas com quem convivia não eram, digamos assim, bem brasileiros - assim como eu, tinham máquina fotográfica a tiracolo e camisas com palmeiras.

Em tudo que eu engolia ficava uma ponta de tradução atravessada em minha garganta: os filmes com legendas em português as histórias em quadrinhos, os livros, as noticias; os foxes. Éramos uma versão pobre do que a vida deveria ser - e a vida vinha sempre em inglês, em francês, em alemão. Mesmo quando dizia Meu te amo·, ou "não me chateia", eu me sentia vagamente ridículo, apropriador - feito um homem de série da televisão mal dublado: minha boca fechada e as palavras ainda saindo, um ventríloquo com descontroIe psicomotor.

Reconheci, pelo paladar, pelos olhos, certos molhos, certas bossas tipicamente brasileiras (o problema é que eram tlpicos): feijoada, dendê, folha seca de Didi, Noel Rosa, escola de samba. Masa essência, a parte que tratava de mim (nos meus seis quarteirões, na cidade no sul do pais) e de minha relação com os severinos todos, essa parte era sempre tratada em outra língua; eu pertencia aos estrangeiros, foram eles que me disseram como vim a fazer parte ou como nunca fiz parte. Eu era, como todo brasileiro, um improvisador, um adaptador, um tradutor, consequentemente um traidor - porque eu olhava para a cara de meu semelhante e não sabia como poderíamos nos entender, o que ele Unha a me dizer, o que eu poderia lhe dizer, como Juntos conseguiriamos nos salvar. No entanto, o tempo todo, eu era, eu sou, apenas mais um Joilo, só que em russo.

Não consegui, como tanta gente de minha geração ou mais moça do que eu, me interessar pelo folclore caboclo. A própria palavra folclore Já leva embutido um desaforo urbano. No entanto, achava que o setor, devidamente estudado por profissionais competentes. me seria útil, me forneceria, por exemplo, dados para escrever com justeza para um público moço que vive de cinema, disco e que sabe, curiosamente. que há uma tremenda safadeza, uma violência no ar. Não tia, portanto, O Negrinho do Pastoreio - o que já preparava o terreno até para eu deixar de ler Machado de Assis ou Dalton Trevisan. Comprava pocketbooks, que eram mais baratos. mais engraçados, e, de certa forma. sobre mim, a meu respeito. Preocupado comigo mesmo, com esse "meu respeito", descobri-me sozinho no melo da avenida repetindo eu ... eu ... eu ... como um pronome enguiçado que não consegue engatara segunda e a terceira do singular. Perdi os joões, os Josés, os severinos, vim para o originai, o estrangeiro, dando inicio a uma certa paz, tranquilidade, a noção de ordem: as legendas acabaram, sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sds todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente. Daí então a gente começa a falar brasileiro, coça o saco, conta como é que é. Daí então o papo, aquele papo, pode começar. 56 que agora pra valer.

Londres, 7 de setembro, 1910. (LESSA. Nan. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. p. 227/229)

Sobre o poema a seguir só não se pode afirmar:

O Futuro já chegou
-Como foi?
- Com revólver, arrebentou
a cabeça. E nem o sangue bastou
pra desatar seus cabelos
O desespero cortou-se
pela raiz
-Impossível, como foi?
-Assim
-Mas como?
- Dizia que estava desanimado,
que as coisas faziam sentido

Ultimamente

Já nem saía de casa

Casaco

 

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1282459 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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A renovação historiográflca ocorrida no século XX promoveu a renovação da concepção de documento histórico e da sua relação com o historiador, refletindo no ensino de História. Além do tradicional documento escrito, documentos iconográficos, fontes orais, filmes, fotografias, músicas, patrimônio etc. passam a ser utilizados para abordar conteúdos históricos. O trabalho com tais documentos, no entanto, exige alguns cuidados por parte do professor.

Em relação a esses cuidados, analise os itens a seguir, numerados de I a III e assinale a alternativa correta.

I- É fundamental a compreensão de que o filme ficcional que trata de temas históricos diz mais sobre a sociedade que o produziu, que o consumiu e das abordagens históricas em voga naquele momento do que propriamente o período que quis retratar.

II- O professor deve ter clareza de que a imagem registrada na fotografia precisa dialogar com outras fontes de pesquisa e ser contextualizada, para que se compreendam os interesses que a cercam, as ideias que pretende consolidar, a memória que pretende construir.

III- O trabalho com patrimônio histórico deve levar em consideração que este é resultado de uma série de escolhas das pessoas do presente a partir de diversas noções, entre elas a de identidade.

 

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1282435 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Analise a Imagem, as afirmações e assinale a alternativa correta:

I- É um cartum, utiliza caricatura, mas não retrata personagem conhecida, graceja sobre situações cotidianas.

lI - É uma produção de Dálcio, premiado cartunista, chargista, caricaturista e ilustrador de livros,

III - O emprego da linguagem verbal e da não verbal são instrumentos para denunciar uma postura secular de opressão à classe operária.

IV- O cartum ironiza, pelo uso da linguagem coloquial da bisa, a desatualização da senhora em relação ao mundo atual.

V- O texto é ilustrativo do narrar como transmissor de conhecimento entre gerações.

 

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1282431 Ano: 2019
Disciplina: Nutrição
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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As Dietary Reference Intakes (CRI) constituem-se na mais recente revisão dos valores de recomendação de nutrientes e energia adotados pelos Estados Unidos e Canadá, e vêm sendo publicadas desde 1997. Sobre as quatro categorias de valores de referência para avaliação e planejamento de consumo, rotulagem e fortificação de alimentos, marque a opção errada.

 

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1282397 Ano: 2019
Disciplina: Educação Artística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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Analise as afirmações a assinale a alternativa correta:

I- Pichações saio expressões gráficas pintadas em muros e edificações das cidades. Consideradas crime, no Brasil, (Artigo 65 da lei de Crimes Ambientais) são utilizadas como forma de expressão marginalizada.

II- Graffiti traz uma vi saio Ideológica transformadora e, junto à escola, pode promover projetos que visem a valorizara espaço e a autoestima dos jovens envolvidos.

III- Os projetos escolares podem atrair através dos graffites os jovens e direcioná-tos é arte formal - essa, sim, capaz de tirar o transeunte de um cotidiano urgente e agressivo.

IV- A talentosa Nina Pandolfo, os Gêmeos, Crânio, Kobra e Speto são produtores de grafittes.

 

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1282393 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA

Segundo Hoffmann (1998), a avaliação mediadora se apoia no principio de que:

 

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Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.

Genialidade Brasileira.

Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.

Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.

O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. As vezes tolo. Quase sempre eloquente.

O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, s6? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. . Também genial. E assim por diante.

Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.

Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.

Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!

É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa | história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.

E não é verdade.

(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)

“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)

Coletivos são substantivos comuns que, no singular, indica pluralidade. A alternativa em que a palavra é coletivo de trechos literários é:

 

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1282361 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Tailândia-PA
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São drogas utilizadas no manejo na exacerbaçêo de crises de asma, exceto:

 

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