Foram encontradas 700 questões.
A solução da equação (log8 X)2 - 4 log8 X + 4 = O é o valor de um quadrado em m2. Qual a medida do perímetro desse quadrado? desse q
Provas
Os materiais ionoméricos apresentam uma série de vantagens que possibilitam sua utilização em diversas situações clinicas. Entretanto, algumas caracteristicas inerentes a esses materiais limitam sua utilização em determinadas situações. Assinale a alternativa que apresenta somente limitações desses materiais.
Provas
É característica da Síndrome da Resposta Inflamatória Sistêmica (SiRS). exceto:
Provas
Avalie as afirmativas seguintes sobre colagem em desenho técnico e assinale a alternativa correta.
I· A indicação da cota é feita por meio de setas ou traços obllquos.
II. Os elementos de cotagem incluem a linha auxiliar, linha de cata, limite da linha de cota e a cota.
Provas
Leia o poema "Prece Egípcia".
Salve, grande Deus. senhor da justiça.
Venho a ti , meu senhor, para ver tua perfeição.
Não cometi iniquidades contra os homens.
Não maltratei ninguém.
Não cometi pecados na praça da verdade.
Não tentei conhecer o que não é para conhecer.
Não comecei o dia recebendo uma comissão
das pessoas que deviam trabalhar para mim,
e meu nome não chegou é função de chefe de escravos.
Não blasfemei contra Deus
Não empobreci um pobre em seus bens
Não fiz o abominável aos olhos de Deus.
Não causei aflição.
Não causei fome.
Não fiz chorar.
Não mandei matar.
Não fiz mal a ninguém.
Não diminui as oferendas de alimentos nos templos.
Não adulterei o peso na balança.
Não tirei o leite da boca das crianças [ ...].
Livro dos mortos do Egito, século XVI a.C.
Na prece, o declarante se diz Inocente diante do ser supremo que irá julgá-lo. Em comparação à religião crista, essa prestação de contas do falecido diante do Deus cristão, é conhecida como:
Provas
Leia o texto com atenção e responda o que se pede no comando da questão.
Genialidade Brasileira.
Confusão. Sempre confusão. Espírito crítico de antologia universal. Lado a lado todas as épocas, todas as escolas, todos os matizes. Tudo embrulhado. Tudo errado. E tudo bom. Tudo ótimo. Tudo genial.
Olhem a mania nacional de classificar palavreado de literatura. Tem adjetivos sonoros? É literatura. Os períodos rolam bonito? Literatura. O final é pomposo? Literatura, nem se discute. Tem asneiras? Tem. Muitas? Santo Deus. Mas são grandiloquentes? Se são. Pois então é literatura e da melhor. Quer dizer alguma cousa? Nada. Rima, porém? Rima. Logo é literatura.
O Brasil é o único país de existência geograficamente provada em que não ser literato é inferioridade. Toda gente se sente no dever indeclinável de fazer literatura. Ao menos uma vez ao ano e para gosto doméstico. E toda gente pensa que fazer literatura é falar ou escrever bonito. Bonito entre nós às vezes quer dizer difícil. Às vezes tolo. Quase sempre eloquente.
O cavalheiro que encerra a sua oração com um Na antiga Roma ou como disse Barroso Na célebre batalha é orador. Orador, só? Não. Orador de gênio. O cavalheiro que termina o seu soneto com um Ó sol! É raio! Ó luz! Ó nume! Ó astro! É poeta. Também genial. E assim por diante.
Só a gente se agarrando com Nossa Senhora da Aparecida.
Essa falsa noção da genialidade brasileira é a mesma do Brasil, primeiro país no mundo. Não há cidadão perdido em São Luiz do Paraitinga ou São João do Rio do Peixe que não esteja convencido disso. E porque o Brasil é o campeão do universo e o brasileiro o batuta da terra, tudo quanto aqui nasce e existe há de ser forçosamente o que há de melhor neste mundo de Cristo e de nós também. Todos os adjetivos arrebatados e apoteóticos são poucos para tamanha grandeza e tamanha lindeza. Ninguém pode conosco. Nós somos os cueras mesmo.
Qualquer coisinha assume aos nossos olhos de mestiços tropicais proporções magnificentes, assustadoras, insuperáveis, nunca vistas. O Brasil é o mundo. O resto é bobagem. Castro Alves bate Vítor Hugo na curva. O problema da circulação em São Paulo absorve todas as atenções estudiosas. Sem nós a Sociedade das Nações dá em droga. Vocês vão ver. Wagner é canja para Carlos Gomes. Em Berlim como em Sydney, em Leningrado como em Nagasaki só temos admiradores invejosos. O universo inteiro nos contempla. Êta nós!
É por isso que seria excelente de vez em quando uma cartinha como aquela de Remy de Gourmont a Figueiredo Pimentel. Um pouco de água gelada nesta fervura auriverde. Para que o trouxa brasileiro caia na realidade. E deixe-se dessa história de gênio, grandeza, importância e riquezas incomparáveis que é bobagem.
E não é verdade.
(MACHADO, Alcântara. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de janeiro: Objetiva, 2007.)
“Escrevendo para a França o senhor escreve para um povo mais ou menos cético que não costuma entusiasmar-se senão raramente. Deverá então ser moderado nos elogios, mesmo com relação aos melhores escritores brasileiros." (Remy de Gourmont)
Sobre o fragmento: “Na célebre batalha é orador.”, é incorreto “afirmar:
Provas
Leia o texto e responda o que se pede no comando da questão.
Somos Todos Estrangeiros.
Estrangeiro é o bairro em que moramos, estrangeira é a mulher que encoxamos no elevador, estrangeiros são nossos pais, nossos filhos. Nunca me senti em casa no Brasil, ninguém está em casa no Brasil: todo mundo foi até a esquina, todo mundo foi tomar um cafezinho. Achava que, de uma maneira ou de outra, eu estava embromando ou sendo embromado por alguém. Que viver não era nada daquilo, que eu não tinha nada com o peixe, que os verdadeiros brasileiros estavam misteriosamente ocupados com seus sofrimentos, ou então atarefados criando um Brasil melhor: gente andando rapidamente nas ruas da cidade, ou cavando uma terra dura e ingrata. Os brasileiros eram abstratos, distantes, mais calados do que comumente se supõe. Conheço algumas vozes brasileiras: gostaria de saber escrever na tonalidade do Jorge Veiga, ou do Moreira da Silva, misturada a uma retórica aborrecida e às avessas semelhante à de Ruy Barbosa - como o Hino à Bandeira acompanhado de caixinha de fósforos. Os sambinhas, claro, eram brasileiros, o pessoal que sentava ao meu lado no Maracanã era brasileiro, as piadas de papagaio eram brasileiras. Mas tudo era de mentirinha, beirando sempre o pitoresco ou se precipitando na tragédia policial ou no editorial dos jornais. A vida a sério, os seis quarteirões em que me locomovia, as seis pessoas com quem convivia não eram, digamos assim, bem brasileiros - assim como eu, tinham máquina fotográfica a tiracolo e camisas com palmeiras.
Em tudo que eu engolia ficava uma ponta de tradução atravessada em minha garganta: os filmes com legendas em português, as histórias em quadrinhos, os livros, as notícias; os foxes. Éramos uma versão pobre do que a vida deveria ser - e a vida vinha sempre em inglês, em francês, em alemão. Mesmo quando dizia "eu te amo", ou "não me chateia", eu me sentia vagamente ridículo, apropriador - feito um homem de série da televisão mal dublado: minha boca fechada e as palavras ainda saindo, um ventríloquo com descontroIe psicomotor.
Reconheci, pelo paladar, pelos olhos, certos molhos, certas bossas tipicamente brasileiras (o problema é que eram típicos): feijoada, dendê, folha seca de Didi, Noel Rosa, escola de samba. Mas a essência, a parte que tratava de mim (nos meus seis quarteirões, na cidade no sul do país) e de minha relação com os severinos todos, essa parte era sempre tratada em outra língua; eu pertencia aos estrangeiros, foram eles que me disseram como vim a fazer parte ou como nunca fiz parte. Eu era, como todo brasileiro, um improvisador, um adaptador, um tradutor, consequentemente um traidor - porque eu olhava para a cara de meu semelhante e não sabia como poderíamos nos entender, o que ele tinha a me dizer, o que eu poderia lhe dizer, como juntos conseguiríamos nos salvar. No entanto, o tempo todo, eu era, eu sou, apenas mais um João, só que em russo.
Não consegui, como tanta gente de minha geração ou mais moça do que eu, me interessar pelo folclore caboclo. A própria palavra folclore já leva embutido um desaforo urbano. No entanto, achava que o setor, devidamente estudado por profissionais competentes, me seria útil, me forneceria, por exemplo, dados para escrever com justeza para um público moço que vive de cinema, disco e que sabe, curiosamente, que há uma tremenda safadeza, uma violência no ar. Não lia, portanto, O Negrinho do Pastoreio - o que já preparava o terreno até para eu deixar de ler Machado de Assis ou Dalton Trevisan. Comprava pocketbooks, que eram mais baratos, mais engraçados, e, de certa forma, sobre mim, a meu respeito. Preocupado comigo mesmo, com esse "meu respeito", descobri-me sozinho no melo da avenida repetindo eu ... eu ... eu ... como um pronome enguiçado que não consegue engatar a segunda e a terceira do singular. Perdi os joões, os josés, os severinos, vim para o original, o estrangeiro, dando início a uma certa paz, tranquilidade, a noção de ordem: as legendas acabaram, sou finalmente, completamente, um estrangeiro. Posso agora conjugar-me no plural, dizer nós. Somos todos estrangeiros, sois todos estrangeiros, são todos estrangeiros. Não há nada a fazer a não ser descobrir esse estrangeiro que há na gente. Daí então a gente começa a falar brasileiro, coça o saco, conta como é que é. Daí então o papo, aquele papo, pode começar. Só que agora pra valer.
Londres, 7 de setembro, 1910. (LESSA. Nan. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. p. 227/229)
A análise da estrutura falhou em:
Provas
As condições caóticas que caracterizam o crescimento da periferia das regiões metropolitanas no Brasil vêm acompanhadas pela deterioração de multas áreas do centro antigo e dos bairros localizados ao seu redor. Sobre estas áreas, marque a alternativa correta.
Provas
Considerando a lei n.o 8.142/90 que trata, dentre outras providências, da participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde, é correto afirmar:
Provas
A questão deve ser respondida de acordo com a Lei Municipal n.º 288/2013.
Planejamento é o fundamento adotado na administração pública municipal, necessário ao estabelecimento de poIíticas, diretrizes, metas, objetivos e normas gerais que orientam e conduzem é ação governamental és suas finalidades institucionais, especialmente na prestação dos serviços públicos essenciais a população. A administração Municipal será planejada através da elaboração e atualização de alguns Instrumentos. Marque a alternativa que contenha Instrumento equivocado:
Provas
Caderno Container