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Foram encontradas 320 questões.

3566307 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.

Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.

No trecho – Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta. – as expressões/palavras em destaque estabelecem, correta e respectivamente, circunstâncias de:

 

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3566306 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.

Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.

A palavra testemunho, em destaque no texto, pertence à mesma classe gramatical que a destacada na alternativa:

 

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3566305 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o trecho adaptado de uma crônica de Rubem Braga para responder às questões de números 07 a 09.

Ele usa os músculos com calma; avança. Certamente não suspeita que um desconhecido o admira porque ele está nadando na praia deserta.

É apenas a imagem de um homem, e eu não poderia saber sua idade, nem sua cor, nem os traços de sua cara. Estou solidário com ele, e espero que ele esteja comigo. Que ele atinja o telhado vermelho, e então eu poderei sair da varanda tranquilo pensando – “vi um homem sozinho, nadando no mar; quando _________ vi, ele já estava nadando; acompanhei-_________ com atenção durante todo o tempo, e testemunho que ele nadou sempre com firmeza e correção; esperei que ele atingisse um telhado vermelho, e ele _________ atingiu.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços.

 

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3566304 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

De acordo com a norma-padrão de concordância e do acento indicativo de crase, está correta a frase da alternativa:

 

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3566303 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

Perigo na travessia

Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.

As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.

Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.

Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.

A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.

Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.

(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)

Constata-se sentido de comparação na(s) frase(s) da alternativa:

 

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3566302 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

Perigo na travessia

Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.

As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.

Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.

Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.

A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.

Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.

(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a frase apresenta palavra/expressão empregada em sentido figurado.

 

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3566301 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia o texto para responder às questões de números 03 a 05.

Perigo na travessia

Estudantes morrem nas estradas do País enquanto apenas vão ou voltam da escola. A viagem fatal é realizada em transportes precários, velhos, sem segurança, pelos quais as prefeituras pagam milhões de reais. No Ceará, faz um mês da morte mais recente, longe de ser a última.

As escolas são o ponto de partida para quem sonha acordado. Antes de estudar para ser alguém, um número incontável de meninos e meninas madruga com o sol. Saem de casa com o dia em meia-luz, sobem em veículos e deixam o vento ainda frio no sertão lavar o rosto. Numa mão, seguram firme o caderno. Com a outra, a própria vida. Nem todos conseguem segurar com a mão até o final. A chegada à escola já é o próprio sucesso para quem ainda tem uma vida para percorrer. Porque o primeiro aprendizado é sobreviver ao ir e vir.

Quando conhecemos Jarlane, no Riacho Fundo, no Cariri, ela já tinha voltado para casa com o caderno sem um risco a mais, a lapiseira guardada no estojo do mesmo jeito de quando saiu de casa cinco e meia da manhã.

Desceu o morro pelo caminho de areia e pedras, pulou um córrego de esgoto e ficou aguardando passar o transporte escolar. Que não veio mais uma vez. Após uma hora de espera, sobe novamente para casa. Foi assim nos cinco dias úteis da semana.

A prefeitura não pagava os motoristas havia dois meses e estes decidiram que deixariam de rodar. Sobrou para Jarlane, que não vai para a aula alimentar o sonho de ser professora.

Quando a prefeitura quita os atrasados e os motoristas seguem a rota, as crianças do Riacho Fundo sobem no transporte escolar: uma camioneta com vários bancos de madeira montados na carroceria e envolvidos, em cima e nos lados, com varas em que, no teto, está sobreposta uma lona de plástico. Fica mais fácil entender chamando-o de “pau de arara”. Um monte de meninos e meninas se amontoam imprensados em pequenos poleiros feito passarinhos presos numa gaiola ambulante a caminho da escola.

(Parte de reportagem publicada no jornal Diário do Nordeste, do Ceará, na versão digital, jun.2015. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, é correta a afirmação:

 

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3566300 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia a tirinha para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 4164101-1

A frase inicial do cartaz de Calvin – Dirija com cuidado… – apresenta a forma verbal no imperativo, a qual exprime um desejo ou uma ordem.

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque foi empregada no mesmo modo verbal.

 

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3566299 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP

Leia a tirinha para responder às questões de números 01 e 02.

Enunciado 4164100-1

A partir da leitura da tirinha, é correta a afirmação:

 

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3566298 Ano: 2023
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Taubaté-SP
Provas:

Os vidros que recebem cores ou desenhos em sua superfície com uma tinta especial, através de rolos ou telas, com processo de fixação das cores no vidro por meio de altas temperaturas, em fornos que atingem quase 700 graus Celsius, gerando um processo de pintura e têmpera simultaneamente, são os vidros

 

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