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Foram encontradas 150 questões.

1309928 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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Em conformidade com o estabelecido no Regimento Escolar Comum das Escolas Municipais de Tremembé/SP, responda à questão.
Qual dos itens não atende ao estabelecido no Regimento Escolar Comum das Escolas Municipais de Tremembé/SP?
(i) Ao Diretor, à Coordenação Pedagógica e ao Corpo Docente, além dos direitos assegurados pelo Estatuto dos Servidores Municipais, são garantidos os direitos e deveres estabelecidos no art. 36 do Regimento Escolar Comum das Escolas Municipais de Tremembé/SP.
(ii) Possibilitar que o aluno autoavalie sua aprendizagem é um dos objetivos da avaliação do ensino e da aprendizagem.
(iii) É competência do Inspetor de alunos atender as solicitações dos profissionais do magistério, relativas a materiais didático-pedagógicos de uso comum na unidade escolar.
 

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1309783 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
“There are times, like after a long day of work, when the thought of an easy drive-through is enticing. But then I remember how crappy I felt when I ate fast food in the past, and it inspires me to head to the grocery store or my local farmer's market and _________ an easy but healthier option.”
(Alison Sweeney).
The correct phrasal verb to complete this statement to mean the preparation a meal very quickly is:
 

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1308589 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Read the text and mark the alternative that has the best verbal form to complete the verbs in brackets, respectively.
“Simon's attempts to find accommodation in Paris were not very successful. He tried (1-call) every hotel in his guidebook, but he was shocked to discover they were all full. He called all the youth hostels to find out if they had any beds, but they were full, too. Another traveler advised him to go to the tourist information office (2-ask) for help, but the office was closed. Although Simon hated the idea of (3-leave) Paris without having seen anything, the thought of sleeping in the train station or walking the streets all night convinced him to take the train to another city (4-look) for accommodation there.”
 

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1308080 Ano: 2015
Disciplina: Química
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
São propriedades gerais da matéria, exceto:
 

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1308009 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Read the article and answer the question:
What Are Classrooms Like for Students with Learning Disabilities?
Common classroom conditions can and do affect many students adversely to some degree, at one time or another, in one way or other, but some students are especially vulnerable to classrooms' hazards (e.g., children of poverty, non-native speakers, those with attention deficits). Students with learning disabilities are among the most vulnerable at chronic risk for "not learning" under the aforementioned conditions, for long term academic and social problems, and for lifelong debilitating side effects of their classroom experiences. Classrooms can be perilous in a number of ways for students with learning disabilities. [...]
Another barrier is the common belief that "including" students with learning disabilities is fundamentally a matter of ensuring that the student "fits in". By and large, teachers in general education classrooms aim for their
students with learning disabilities to be well accepted, for them to feel comfortable and to "not stick out." This translates into not wanting to treat them differently — a problematic predicament, to say the least! To even begin approaching these students' learning needs requires treating them considerably differently. [...]
There is a prevailing belief that treating students differently is somehow detrimental — either bad for the individual, not good for the group, or both voiced with particular concern for "fairness." This "fairness doctrine" has the ring of one of those cultural assumptions, worthy of closer examination, given the unfair facts of classroom life. In actual practice, neither instruction nor discipline is evenhanded in classrooms, differing along lines of gender, race, class, and more. Different students are, in fact, treated substantially differently in all classrooms. [...]
In fact, fairness, in the sense of sameness of instruction, or equity of instruction, or even in the sense of "each challenged to near capacity," is not very operative in classrooms, certainly not as much as we might like to think. So, why the staunch resistance to purposefully treating the Dans, the Joses and the others differently, resistance in the name of fairness? I'll hazard that this concern, voiced by many teachers, has to do with some implicit "rules of the game" that have been handed down via the culture of schools and probably also by the culture at large. School participants, enculturated beings, "feel" when these rules are being violated, and will commonly rush to uphold them even when they are not in the best interests either of the individual learner or the "rest of the class." Put another way, for classrooms to more fully accommodate students with learning disabilities, it may well take a cultural shift in the current way of "doing school," a more fundamental shift in how the enterprise operates overall, not only for those few. Now that is a tall order and one requiring approaches from multiple directions.
Garnett, K. (2010). Thinking About Inclusion and Learning Disabilities: A Teachers Guide, pp 7-12.
Division of Learning Disabilities of the Council for Exceptional Children.
In the second paragraph, the expression “fits in ” has a different meaning of:
 

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1305716 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Na frase: “Doa-se lindos filhotes de poodle ”, a autora Marta Scherre:
I. Comete um erro de colocação ao utilizar a ênclise.
II. Utiliza, indevidamente, um estrangeirismo.
III. Realiza um desvio proposital de concordância verbal para chamar a atenção do leitor.
IV. Realiza um desvio proposital de concordância nominal para chamar a atenção do leitor.
V. Utiliza uma construção comum na linguagem popular, mas não aceita na norma padrão.
VI. De acordo com a norma padrão, o correto seria: Se doa lindos filhotes de poodle, pois o sujeito é indeterminado.
VII. De acordo com a norma padrão, o correto seria: Doam-se lindos filhotes de poodle, pois a frase está na voz passiva sintética e o sujeito é “lindos filhotes de poodle ”.
Estão corretas apenas as afirmações feitas em:
 

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Historicamente, pedagogos e teóricos da educação compreenderam de diferentes formas o sentido da educação na e para a sociedade.
Três tendências filosófico-políticas para compreender a educação se constituíram e se destacaram ao longo da prática educacional.
Assinale a alternativa que corresponde corretamente a essas tendências:
 

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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
O período “Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar.” pode ser corretamente interpretado em qual das alternativas?
 

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Analise os itens a seguir e aponte a alternativa que faz a afirmação correta.

1. A rizicultura é uma das fontes de economia do município da Estância Turística de Tremembé/SP.

2. Hélio de Souza Moraes e Odair Ribeiro da Neves Filho são os autores do Hino do município da Estância Turística de Tremembé/SP.

3. A elevação do município de Tremembé para Estância Turística ocorreu na gestão do Prefeito Messias Paredão do Nascimento Lima.

4. Tremembé foi desmembrado de Caçapava e elevado a município pela Lei Estadual n° 458, em 26 de novembro de 1896.

 

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1298409 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Leia o texto e responda à questão.
Vantagens e desvantagens da imigração.
“A imigração beneficia os países, os de origem e os de destino, diz o Estudo Econômico e Social Mundial da Organização das Nações Unidas (ONU) deste ano”. Contudo, apesar dos aspectos positivos, como o desenvolvimento econômico, o fluxo de pessoas para outros Estados - em 2000, cerca de 175 milhões de pessoas viviam fora do país onde nasceram - levanta também algumas dificuldades, como a "fuga de cérebros". Por exemplo, o emigrante médio que sai da América Latina ou da Ásia tem mais do dobro da escolaridade do que os que ficam. Os medos de que os que chegam ao novo país roubem postos de trabalho ou façam baixar os salários não passam disso mesmo, de receios. O relatório - que foi elaborado pelo departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU -, afirma que não existe uma baixa significativa dos ordenados, nem das taxas de emprego entre a população do país de acolhimento.
Além disso, os imigrantes fazem subir a procura de bens e serviços, contribuem para o aumento do produto interno bruto e para os cofres do Estado, mais do que aquilo que recebem de retorno, acrescenta o relatório. Isto não acontece apenas no Estado que os recebe, mas também naquele de onde saíram. Os países de origem podem adotar políticas corretas, ressalva o relatório, maximizar os benefícios das remessas enviadas pelos emigrantes. Atualmente, essas remessas rondam os 60 mil milhões de euros. Os emigrantes residentes no estrangeiro são ainda "grandes investidores" em seus países. Mas há perdas associadas à emigração, como a "fuga de cérebros", salienta o estudo. A escolaridade dos emigrantes africanos é três vezes superior à daqueles que ficam, o que se traduz numa pesada fatura para o país de onde saem. É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.
Fonte: http://carvalhadas-on-line.blogspot.com/2004/12/vantagens-e-desvantagens-da-imigrao.html.
A palavra desenvolvimento, situada na frase: “É que esses Estados, em vias de desenvolvimento, perdem em termos de criatividade e inovação e ainda economicamente, já que aqueles que saem não pagam impostos.”, tem como quantidade de letras e fonemas contados corretamente na alternativa:
 

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