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Foram encontradas 150 questões.

O texto a seguir refere-se à questão.
Emiliano Di Cavalcanti, um dos idealizadores da Semana de 22, foi também um dos pintores modernistas que foram profundamente influenciados pelo Cubismo – movimento artístico que procurava decompor as imagens em figuras geométricas. Ele introduziu em suas diversas obras este estilo.
Todas as obras apresentadas nas alternativas são de Di Cavalcanti, exceto:
 

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797352 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
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796627 Ano: 2015
Disciplina: Educação Física
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Analise os conceitos a seguir e assinale a alternativa incorreta.
 

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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
Classificamos o período “Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico.” como:
 

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796437 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
“A massiva migração para a Europa é um fenômeno que há muito tempo vem preocupando os países empenhados em controlar os fluxos migratórios e assumiu uma dimensão excepcional nos últimos dois anos. Depois que 280 mil pessoas entraram ilegalmente na União Europeia em 2014, 365 mil outras fizeram o mesmo nos oito primeiros meses de 2015”. Esse número vem sofrendo um crescimento exponencial principalmente devido à guerra na Síria. Os sírios de fato representavam sozinhos 27,9% dessas entradas em 2014 (ou seja, 79 mil pessoas), à frente dos eritreus (34.500 pessoas, ou 12,2%), dos afegãos e dos kosovares (22 mil pessoas de cada uma dessas nacionalidades, ou 7,8% cada). Assim, quase metade dos migrantes veio da Síria, da Eritreia e do Afeganistão”.
(Texto adaptado de: http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/le-monde/
2015/09/11/entenda-os-conflitos-que-motivam-a-saida-dos-refugiados-de-seus-paises.htm).
A imagem seguinte retrata uma situação recorrente envolvendo o transporte de refugiados.
Enunciado 796437-1
Causas diferenciadas motivam a saída dos refugiados de seus países.
Qual é a principal causa que motiva a saída dos eritreus que migram para a Europa?
 

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796384 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam o mesmo fonema.
 

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796329 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Um importante conceito abordado em Cartografia são as cartas topográficas, em especial as “curvas de nível”, devido ao estudo de relevo e sua importância como referencial analítico. Quanto às isoípsas, é correto afirmar que:
 

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796310 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Assinale a alternativa cujo valor da expressão é 1.
 

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793554 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
“Comprehension is the goal of reading, but it can be the most difficult skill to master, especially for English language learners (ELLs). ELLs often have problems mastering science, math, or social studies concepts, for example, because they cannot comprehend the textbooks for these subjects.” (Lydia Breiseth). To make this goal is appropriated to take some reading strategies. Here there are some them with their correct means, except:
 

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791985 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Read the article and answer the question:
What Are Classrooms Like for Students with Learning Disabilities?
Common classroom conditions can and do affect many students adversely to some degree, at one time or another, in one way or other, but some students are especially vulnerable to classrooms' hazards (e.g., children of poverty, non-native speakers, those with attention deficits). Students with learning disabilities are among the most vulnerable at chronic risk for "not learning" under the aforementioned conditions, for long term academic and social problems, and for lifelong debilitating side effects of their classroom experiences. Classrooms can be perilous in a number of ways for students with learning disabilities. [...]
Another barrier is the common belief that "including" students with learning disabilities is fundamentally a matter of ensuring that the student "fits in". By and large, teachers in general education classrooms aim for their
students with learning disabilities to be well accepted, for them to feel comfortable and to "not stick out." This translates into not wanting to treat them differently — a problematic predicament, to say the least! To even begin approaching these students' learning needs requires treating them considerably differently. [...]
There is a prevailing belief that treating students differently is somehow detrimental — either bad for the individual, not good for the group, or both voiced with particular concern for "fairness." This "fairness doctrine" has the ring of one of those cultural assumptions, worthy of closer examination, given the unfair facts of classroom life. In actual practice, neither instruction nor discipline is evenhanded in classrooms, differing along lines of gender, race, class, and more. Different students are, in fact, treated substantially differently in all classrooms. [...]
In fact, fairness, in the sense of sameness of instruction, or equity of instruction, or even in the sense of "each challenged to near capacity," is not very operative in classrooms, certainly not as much as we might like to think. So, why the staunch resistance to purposefully treating the Dans, the Joses and the others differently, resistance in the name of fairness? I'll hazard that this concern, voiced by many teachers, has to do with some implicit "rules of the game" that have been handed down via the culture of schools and probably also by the culture at large. School participants, enculturated beings, "feel" when these rules are being violated, and will commonly rush to uphold them even when they are not in the best interests either of the individual learner or the "rest of the class." Put another way, for classrooms to more fully accommodate students with learning disabilities, it may well take a cultural shift in the current way of "doing school," a more fundamental shift in how the enterprise operates overall, not only for those few. Now that is a tall order and one requiring approaches from multiple directions.
Garnett, K. (2010). Thinking About Inclusion and Learning Disabilities: A Teachers Guide, pp 7-12.
Division of Learning Disabilities of the Council for Exceptional Children.
In the sentence “There is a prevailing belief that treating students differently is somehow detrimental — either bad for the individual, not good for the group, or both voiced with particular concern for "fairness ”, the word fairness is a synonym of:
 

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