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Foram encontradas 150 questões.

791881 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
No que se refere à idade considerada mínima para a prioridade quanto ao atendimento da escolarização obrigatória nos cursos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para a realização de exames de conclusão de EJA do Ensino Fundamental e Médio, assinale a alternativa correta:
 

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791330 Ano: 2015
Disciplina: Geografia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Segundo o relatório da ONU, com base em dados de 2014, mas publicado em 2015, o Brasil caiu uma posição no ranking que mede o IDH entre nações do mundo. Entre 178 nações, o país ficou na 75ª posição, tendo sido ultrapassado pelo Sri Lanka. Embora houvesse avanço, ele foi menor se comparado a anos anteriores, passando de 0,752, em 2013, para 0,755, em 2014.
Qual fator foi responsável pelo menor crescimento do índice nesse período?
 

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791279 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Pedro tem um pedaço de terra em forma de trapézio, cujas medidas das bases são 718m e 484m, respectivamente, e a altura mede 520m.
No centro do terreno há uma piscina quadrada de 15m de lado. A residência de Pedro e um bosque ocupam nesse terreno uma área igual a 11 500m2. Nessas condições, qual a área livre do terreno?
 

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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
Quanto ao gênero textual e ao estilo empregado no texto, podemos classificá-lo como:
 

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790968 Ano: 2015
Disciplina: História
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
O historiador ateniense TUCÍDIDES (460-395 a.C.) registrou um eloquente discurso de Péricles sobre a democracia em Atenas.
Leia com atenção as proposições a seguir e assinale a proposição que estiver em desacordo com o discurso de Péricles.
 

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O texto a seguir refere-se à questão.
Emiliano Di Cavalcanti, um dos idealizadores da Semana de 22, foi também um dos pintores modernistas que foram profundamente influenciados pelo Cubismo – movimento artístico que procurava decompor as imagens em figuras geométricas. Ele introduziu em suas diversas obras este estilo.
Os artistas que representaram o Cubismo na história da Arte mundial e influenciaram a obra do artista foram:
 

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790766 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Os PCNs (Parâmetros Curriculares Nacionais), a partir dos anos 80, consolidaram mudanças para o ensino das Artes no Brasil, entre as quais está a importância da necessidade de o professor de Arte trabalhar em sala de aula as culturas regionais e locais, nas quais o seu aluno está inserido, para que ele possa adquirir, através da contextualização, uma aprendizagem significativa relacionada com a história da Arte nacional e mundial, construindo assim um conhecimento interdisciplinar. Sabe-se que a cultura indígena faz parte de nossa identidade cultural, que a palavra Tremembé tem origem Tupi – Tirime’mbé “Tere-membé” –, e que a cidade de Tremembé foi assim batizada em razão de sua geografia.
(Fonte: http://bomjesusdetremembe.org.br/historia/)
Sendo assim, assinale a alternativa que contém o significado do nome Tremembé.
 

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Texto para leitura e resolução da questão.
Os infelizes cálculos da felicidade
O homem desta estória é chamado de Júlio Novesfora. Noutras falas: o mestre Novesfora. Homem bastante matemático, vivendo na quantidade exata, morando sempre no acertado lugar. O mundo, para ele, estava posto em equação de infinito grau. Qualquer situação lhe algebrava o pensamento. Integrais, derivadas, matrizes: para tudo existia a devida fórmula. A maior parte das vezes mesmo ele nem incomodava os neurónios:
— É conta que se faz sem cabeça.
Doseava o coração em aplicações regradas, reduzia a paixão ao seu equivalente numérico. Amores, mulheres, filhos: tudo isso era hipótese nula. O sentimento, dizia ele, não tem logaritmo. Por isso, nem se justifica a sua equação. Desde menino se abstivera de afetos. Do ponto de vista da álgebra, dizia, a ternura é um absurdo. Como o zero negativo. Vocês vejam, dizia ele aos alunos: a erva não se enerva, mesmo sabendo-se acabada em ruminagem de boi. E a cobra morde sem ódio. É só o justo praticar da dentadura injetável dela. Na natureza não se concebe sentimento. Assim, a vida prosseguia e Júlio Novesfora era nela um aguarda-factos.
Certa vez, porém, o mestre se apaixonou por uma aluna, menina de incorreta idade. Toda a gente advertia: essa menina é mais que nova, não dá para si.
— Faça as contas, mestre.
Mas o mestre já perdera o cálculo. Desvalessem os razoáveis conselhos. Ainda mais grave: ele perdia o matemático tino. Já não sabia nem o abecedário dos números. Seu pensamento perdia as limpezas da lógica. Dizia coisas sem pés. Parecia, naquele caso, se confirmar o lema: quanto mais sexo menos nexo. Agora, a razão vinha tarde de mais. O mestre já tinha traçado a hipotenusa à menina. Em folgas e folguedos, Júlio Novesfora se afastava dos rigores da geometria. O oito deitado é um infinito. E, assim, o professor, ataratonto, relembrava:
— A paixão é o mundo a dividir por zero.
Não questionassem era aquela sua paixão. Aquilo era um amor idimensional, desses para os quais nem tanto há mar, nem tanto há guerra. Chamaram um seu tio, único familiar que parecia merecer-lhe as autoritárias confianças. O tio lhe aplicou muita sabedoria, doutrinas de pôr facto e roubar argumento. Mas o matemático resistia:
— Se reparar, tio, é a primeira vez que estou a viver. Corolariamente, é natural que cometa erros.
— Mas, sobrinho, você sempre foi de cálculo. Faça agora contas à sua vida.
— Essa conta, tio, não se faz de cabeça. Faz-se de coração.
O professor demonstrava seu axioma, a irresolúvel paixão pela desidosa menina. Tinha experimentado a fruta nessa altura em que o Verão ainda está trabalhando nos açúcares da polpa. E de tão regalado, arregalava os olhos. Estava com a cabeça lotada daquela arrebitada menina. O tio ainda desfilou avisos: não vislumbrava ele o perigo de um desfecho desilusionista? Não sabia ele que toda a mulher saborosa é dissaborosa? Que o amor é falso como um teto. Cautela, sobrinho: olho por olho, dente prudente. Novesfora, porém, se renitentava, inoxidável. E o tio foi dali para a sua vida.
Os namoros prosseguiram. O mestre levava a menina para a margem do mar onde os coqueiros se vergavam, rumorosos, dando um fingimento de frescura.
— Para bem amar não há como ao pé do mar, ditava ele.
A menina só respondia coisas simples, singelices. Que ela gostava era do Verão. Ela:
— Do Inverno gosto é para chorar. As lágrimas, no frio, me saem grossas, cheiinhas de água.
A menina falava e o mestre Novesfora ia passeando as mãos pelo corpo dela, mais aplicado que cego lendo “braille”.
— Vai falando, não pare — pedia ele enquanto divertia os dedos pelas secretas humidades da menina. Gostava dessa fingida distração dela, seus atos lhe pareciam menos pecaminosos. Os transeuntes passavam, deitando culpas no velho professor. Aquilo é idade para nenhumas-vergonhas? Outros faziam graça:
— Sexagenário ou sexogenário?
O mestre se desimportava. Recolhia a lição do embondeiro que é grande mas não dá sombra nenhuma. Vontade de festejar deve eclodir antes de acabar o baile. Tanto tempo decorrera em sua vida e tão pouco tempo tivera para viver. Tudo estando ao alcance da felicidade por que motivo se usufruem tão poucas alegrias? Mas o sapo não sonha com charco: se alaga nele. E agora que ele tinha a mão na moça é que iria parar?
Uma noite, estando ela em seu leito, estranhos receios invadiram o professor: essa menina vai fugir, desaparecida como o arco-íris nas traseiras da chuva. Afinal, os outros bem tinham razão: chega sempre o momento que o amendoim se separa da casca. Novesfora nem chegou de entrar no sono, tal lhe doeram as suspeitas do desfecho.
Passaram-se os dias. Até que, certa vez, sob a sombra de um coqueiro, se escutaram os acordes de um lamentochão. O professor carpia as já previsíveis mágoas? Foram a ver, munidos de consolos. Encontraram não o professor mas a menina derramada em pranto, mais triste que cego sentado em miradouro. Se aproximaram, lhe tocaram o ombro. O que passara, então? Onde estava o mestre?
— Ele foi, partiu com outra.
Resposta espantável: afinal, o professor é que se fora, no embora sem remédio. E partira como? Se ainda ontem ele aplicava a ventosa naquele lugar? A ditosa namorada respondeu: que ele fora com outra, extranumerária. E que esta seria ainda muito mais nova, estreável como uma manhã de domingo. Provado o doce do fruto do verde se quer é o sabor da flor. Enquanto a lagrimosa encharcava réstias de palavras os presentes se foram afastando. Se descuidavam do caso, deixando a menina sob a sombra do coqueiro, solitária e sozinha, no cenário de sua imprevista tristeza. Era Inverno, estação preferida por suas lágrimas.
COUTO, M. Os infelizes cálculos da felicidade. In: COUTO, M. Estórias abensonhadas.
São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 93-99.
A expressão “Mas o mestre já perdera o cálculo.”, segundo o todo textual, podemos interpretar da seguinte forma:
 

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790288 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP
Ao aderir ao PNAIC, os entes governamentais assumem, entre outros compromissos, a obrigação de:
 

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790155 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: MS CONCURSOS
Orgão: Pref. Tremembé-SP

Numa classe, 55% dos alunos são mulheres. A idade média das mulheres nessa classe é de 22 anos e dos homens 20 anos.

Então a idade média da classe toda, em anos, é:

 

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