Foram encontradas 375 questões.
Paratethys, o maior lago que já existiu na
Terra, ia da Suíça até o Irã
O avô dos atuais mares Negro e Cáspio foi lar de
baleias com apenas 3 metros, e continha dez
vezes mais água que todos os lagos da Terra atual
somados.
Há 11,6 milhões de anos, no final de uma época
chamada Mioceno, a Terra já era, em linhas
gerais, um planeta muito parecido com o atual.
Não existiam elefantes ou rinocerontes como
você os conhece, mas já havia mamíferos
claramente reconhecíveis como antepassados
deles. Os continentes tampouco tinham os exatos
contornos atuais. O Himalaia, os Alpes e os
Andes estavam todos se formando. A Espanha
estava conectada a Marrocos por um arquipélago.
A Índia ainda estava se encaixando na Ásia. Mas
você já encontraria o Brasil no mapa sem
dificuldades.
Uma das diferenças fundamentais é que boa parte
do Leste Europeu e da Ásia Central não existiam:
uma região 10% maior que o atual Mar
Mediterrâneo, compreendida entre atuais
territórios da Suíça e do Irã, estava submersa no
maior lago já encontrado no registro geológico,
chamado Paratethys. Paratethys passou
aproximadamente 5 milhões de anos – entre 11,6
milhões e 7 milhões de anos atrás – isolado dos
outros corpos d’água da Terra. Isso permitiu a
evolução de uma fauna aquática ⋅nica e
adequada às dimensões locais, que incluía
algumas das menores baleias já encontradas por
paleontólogos (como a Cetotherium riabinini,
que tinha “só” 3 m de comprimento).
Quando Paratethys desapareceu, deixou dois
descendentes famosos. O Mar Negro não chega a
ser um lago: ele se conecta ao Mediterrâneo por
uma finíssima faixa de água na Turquia, o
Estreito de Bósforo. Já o Mar Cáspio não tem
qualquer contato com outras massas de água
salgada – e por isso, é considerado o maior lago
do mundo atual.
A existência de Paratethys foi um tanto instável.
Em períodos de seca exacerbada, o lago era tão
raso que perdia cerca de um terço de seu volume
em água e 70% de sua superfície. Os mares
Negro e Cáspio atuais correspondem mais ou
menos aos trechos mais fundos de Paratethys,
que não desapareciam completamente em
ocasiões como essa.
Paratethys começou a se formar há 34 milhões de
anos, como um rabicho de uma massa de água
maior chamada Tethys, que depois daria origem
ao Oceano Índico. Daí o nome. O prefixo grego
para- significa algo como “ao lado de” ou
“próximo a”. Ou seja: o mar de Paratethys é, ao
pé da letra, o mar próximo a Tethys.
Com as idas e vindas da deriva continental,
montanhas recém-formadas no centro da Europa
isolaram Paratethys dos demais mares e oceanos
e formaram essa massa isolada, cuja salinidade
era extrema em alguns trechos: algo entre 12% e
14%. Para fins de comparação, a salinidade
média da água marinha é algo entre 3,5% e 5%.
O Mar Morto alcança 35%.
No auge de sua extensão, um momento que durou
de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás,
Paratethys conteve mais de dez vezes a
quantidade de água de todos os lagos da Terra
atual somados. Eram, ao todo, 1,77 milhão de
quilômetros cúbicos de líquido. Em capítulos
mais sofridos da existência do lago, porém, sua
profundidade chegou a diminuir 250 metros.
Esse grande mar interior cessou de existir quando
se conectou ao mar Egeu, nos arredores da
Grécia.
Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível
em: https://super.abril.com.br/ciencia/paratethyso-maior-lago-que-ja-existiu-na-terra-ia-da-suicaate-o-ira)
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Terra, ia da Suíça até o Irã
O avô dos atuais mares Negro e Cáspio foi lar de
baleias com apenas 3 metros, e continha dez
vezes mais água que todos os lagos da Terra atual
somados.
Há 11,6 milhões de anos, no final de uma época
chamada Mioceno, a Terra já era, em linhas
gerais, um planeta muito parecido com o atual.
Não existiam elefantes ou rinocerontes como
você os conhece, mas já havia mamíferos
claramente reconhecíveis como antepassados
deles. Os continentes tampouco tinham os exatos
contornos atuais. O Himalaia, os Alpes e os
Andes estavam todos se formando. A Espanha
estava conectada a Marrocos por um arquipélago.
A Índia ainda estava se encaixando na Ásia. Mas
você já encontraria o Brasil no mapa sem
dificuldades.
Uma das diferenças fundamentais é que boa parte
do Leste Europeu e da Ásia Central não existiam:
uma região 10% maior que o atual Mar
Mediterrâneo, compreendida entre atuais
territórios da Suíça e do Irã, estava submersa no
maior lago já encontrado no registro geológico,
chamado Paratethys. Paratethys passou
aproximadamente 5 milhões de anos – entre 11,6
milhões e 7 milhões de anos atrás – isolado dos
outros corpos d’água da Terra. Isso permitiu a
evolução de uma fauna aquática ⋅nica e
adequada às dimensões locais, que incluía
algumas das menores baleias já encontradas por
paleontólogos (como a Cetotherium riabinini,
que tinha “só” 3 m de comprimento).
Quando Paratethys desapareceu, deixou dois
descendentes famosos. O Mar Negro não chega a
ser um lago: ele se conecta ao Mediterrâneo por
uma finíssima faixa de água na Turquia, o
Estreito de Bósforo. Já o Mar Cáspio não tem
qualquer contato com outras massas de água
salgada – e por isso, é considerado o maior lago
do mundo atual.
A existência de Paratethys foi um tanto instável.
Em períodos de seca exacerbada, o lago era tão
raso que perdia cerca de um terço de seu volume
em água e 70% de sua superfície. Os mares
Negro e Cáspio atuais correspondem mais ou
menos aos trechos mais fundos de Paratethys,
que não desapareciam completamente em
ocasiões como essa.
Paratethys começou a se formar há 34 milhões de
anos, como um rabicho de uma massa de água
maior chamada Tethys, que depois daria origem
ao Oceano Índico. Daí o nome. O prefixo grego
para- significa algo como “ao lado de” ou
“próximo a”. Ou seja: o mar de Paratethys é, ao
pé da letra, o mar próximo a Tethys.
Com as idas e vindas da deriva continental,
montanhas recém-formadas no centro da Europa
isolaram Paratethys dos demais mares e oceanos
e formaram essa massa isolada, cuja salinidade
era extrema em alguns trechos: algo entre 12% e
14%. Para fins de comparação, a salinidade
média da água marinha é algo entre 3,5% e 5%.
O Mar Morto alcança 35%.
No auge de sua extensão, um momento que durou
de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás,
Paratethys conteve mais de dez vezes a
quantidade de água de todos os lagos da Terra
atual somados. Eram, ao todo, 1,77 milhão de
quilômetros cúbicos de líquido. Em capítulos
mais sofridos da existência do lago, porém, sua
profundidade chegou a diminuir 250 metros.
Esse grande mar interior cessou de existir quando
se conectou ao mar Egeu, nos arredores da
Grécia.
Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível
em: https://super.abril.com.br/ciencia/paratethyso-maior-lago-que-ja-existiu-na-terra-ia-da-suicaate-o-ira)
I. “Paratethys, o maior lago que já existiu na Terra, ia da Suíça até o Irã”.
II. “No auge de sua extensão, um momento que durou de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás, Paratethys conteve mais de dez vezes a quantidade de água de todos os lagos da Terra atual somados.”
os contextos apresentados, a palavra “até”, empregada para apontar limite, respectivamente, no espaço e no tempo, pertence à classe gramatical:
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Terra, ia da Suíça até o Irã
O avô dos atuais mares Negro e Cáspio foi lar de
baleias com apenas 3 metros, e continha dez
vezes mais água que todos os lagos da Terra atual
somados.
Há 11,6 milhões de anos, no final de uma época
chamada Mioceno, a Terra já era, em linhas
gerais, um planeta muito parecido com o atual.
Não existiam elefantes ou rinocerontes como
você os conhece, mas já havia mamíferos
claramente reconhecíveis como antepassados
deles. Os continentes tampouco tinham os exatos
contornos atuais. O Himalaia, os Alpes e os
Andes estavam todos se formando. A Espanha
estava conectada a Marrocos por um arquipélago.
A Índia ainda estava se encaixando na Ásia. Mas
você já encontraria o Brasil no mapa sem
dificuldades.
Uma das diferenças fundamentais é que boa parte
do Leste Europeu e da Ásia Central não existiam:
uma região 10% maior que o atual Mar
Mediterrâneo, compreendida entre atuais
territórios da Suíça e do Irã, estava submersa no
maior lago já encontrado no registro geológico,
chamado Paratethys. Paratethys passou
aproximadamente 5 milhões de anos – entre 11,6
milhões e 7 milhões de anos atrás – isolado dos
outros corpos d’água da Terra. Isso permitiu a
evolução de uma fauna aquática ⋅nica e
adequada às dimensões locais, que incluía
algumas das menores baleias já encontradas por
paleontólogos (como a Cetotherium riabinini,
que tinha “só” 3 m de comprimento).
Quando Paratethys desapareceu, deixou dois
descendentes famosos. O Mar Negro não chega a
ser um lago: ele se conecta ao Mediterrâneo por
uma finíssima faixa de água na Turquia, o
Estreito de Bósforo. Já o Mar Cáspio não tem
qualquer contato com outras massas de água
salgada – e por isso, é considerado o maior lago
do mundo atual.
A existência de Paratethys foi um tanto instável.
Em períodos de seca exacerbada, o lago era tão
raso que perdia cerca de um terço de seu volume
em água e 70% de sua superfície. Os mares
Negro e Cáspio atuais correspondem mais ou
menos aos trechos mais fundos de Paratethys,
que não desapareciam completamente em
ocasiões como essa.
Paratethys começou a se formar há 34 milhões de
anos, como um rabicho de uma massa de água
maior chamada Tethys, que depois daria origem
ao Oceano Índico. Daí o nome. O prefixo grego
para- significa algo como “ao lado de” ou
“próximo a”. Ou seja: o mar de Paratethys é, ao
pé da letra, o mar próximo a Tethys.
Com as idas e vindas da deriva continental,
montanhas recém-formadas no centro da Europa
isolaram Paratethys dos demais mares e oceanos
e formaram essa massa isolada, cuja salinidade
era extrema em alguns trechos: algo entre 12% e
14%. Para fins de comparação, a salinidade
média da água marinha é algo entre 3,5% e 5%.
O Mar Morto alcança 35%.
No auge de sua extensão, um momento que durou
de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás,
Paratethys conteve mais de dez vezes a
quantidade de água de todos os lagos da Terra
atual somados. Eram, ao todo, 1,77 milhão de
quilômetros cúbicos de líquido. Em capítulos
mais sofridos da existência do lago, porém, sua
profundidade chegou a diminuir 250 metros.
Esse grande mar interior cessou de existir quando
se conectou ao mar Egeu, nos arredores da
Grécia.
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O avô dos atuais mares Negro e Cáspio foi lar de
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vezes mais água que todos os lagos da Terra atual
somados.
Há 11,6 milhões de anos, no final de uma época
chamada Mioceno, a Terra já era, em linhas
gerais, um planeta muito parecido com o atual.
Não existiam elefantes ou rinocerontes como
você os conhece, mas já havia mamíferos
claramente reconhecíveis como antepassados
deles. Os continentes tampouco tinham os exatos
contornos atuais. O Himalaia, os Alpes e os
Andes estavam todos se formando. A Espanha
estava conectada a Marrocos por um arquipélago.
A Índia ainda estava se encaixando na Ásia. Mas
você já encontraria o Brasil no mapa sem
dificuldades.
Uma das diferenças fundamentais é que boa parte
do Leste Europeu e da Ásia Central não existiam:
uma região 10% maior que o atual Mar
Mediterrâneo, compreendida entre atuais
territórios da Suíça e do Irã, estava submersa no
maior lago já encontrado no registro geológico,
chamado Paratethys. Paratethys passou
aproximadamente 5 milhões de anos – entre 11,6
milhões e 7 milhões de anos atrás – isolado dos
outros corpos d’água da Terra. Isso permitiu a
evolução de uma fauna aquática ⋅nica e
adequada às dimensões locais, que incluía
algumas das menores baleias já encontradas por
paleontólogos (como a Cetotherium riabinini,
que tinha “só” 3 m de comprimento).
Quando Paratethys desapareceu, deixou dois
descendentes famosos. O Mar Negro não chega a
ser um lago: ele se conecta ao Mediterrâneo por
uma finíssima faixa de água na Turquia, o
Estreito de Bósforo. Já o Mar Cáspio não tem
qualquer contato com outras massas de água
salgada – e por isso, é considerado o maior lago
do mundo atual.
A existência de Paratethys foi um tanto instável.
Em períodos de seca exacerbada, o lago era tão
raso que perdia cerca de um terço de seu volume
em água e 70% de sua superfície. Os mares
Negro e Cáspio atuais correspondem mais ou
menos aos trechos mais fundos de Paratethys,
que não desapareciam completamente em
ocasiões como essa.
Paratethys começou a se formar há 34 milhões de
anos, como um rabicho de uma massa de água
maior chamada Tethys, que depois daria origem
ao Oceano Índico. Daí o nome. O prefixo grego
para- significa algo como “ao lado de” ou
“próximo a”. Ou seja: o mar de Paratethys é, ao
pé da letra, o mar próximo a Tethys.
Com as idas e vindas da deriva continental,
montanhas recém-formadas no centro da Europa
isolaram Paratethys dos demais mares e oceanos
e formaram essa massa isolada, cuja salinidade
era extrema em alguns trechos: algo entre 12% e
14%. Para fins de comparação, a salinidade
média da água marinha é algo entre 3,5% e 5%.
O Mar Morto alcança 35%.
No auge de sua extensão, um momento que durou
de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás,
Paratethys conteve mais de dez vezes a
quantidade de água de todos os lagos da Terra
atual somados. Eram, ao todo, 1,77 milhão de
quilômetros cúbicos de líquido. Em capítulos
mais sofridos da existência do lago, porém, sua
profundidade chegou a diminuir 250 metros.
Esse grande mar interior cessou de existir quando
se conectou ao mar Egeu, nos arredores da
Grécia.
Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível
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Paratethys, o maior lago que já existiu na
Terra, ia da Suíça até o Irã
O avô dos atuais mares Negro e Cáspio foi lar de
baleias com apenas 3 metros, e continha dez
vezes mais água que todos os lagos da Terra atual
somados.
Há 11,6 milhões de anos, no final de uma época
chamada Mioceno, a Terra já era, em linhas
gerais, um planeta muito parecido com o atual.
Não existiam elefantes ou rinocerontes como
você os conhece, mas já havia mamíferos
claramente reconhecíveis como antepassados
deles. Os continentes tampouco tinham os exatos
contornos atuais. O Himalaia, os Alpes e os
Andes estavam todos se formando. A Espanha
estava conectada a Marrocos por um arquipélago.
A Índia ainda estava se encaixando na Ásia. Mas
você já encontraria o Brasil no mapa sem
dificuldades.
Uma das diferenças fundamentais é que boa parte
do Leste Europeu e da Ásia Central não existiam:
uma região 10% maior que o atual Mar
Mediterrâneo, compreendida entre atuais
territórios da Suíça e do Irã, estava submersa no
maior lago já encontrado no registro geológico,
chamado Paratethys. Paratethys passou
aproximadamente 5 milhões de anos – entre 11,6
milhões e 7 milhões de anos atrás – isolado dos
outros corpos d’água da Terra. Isso permitiu a
evolução de uma fauna aquática ⋅nica e
adequada às dimensões locais, que incluía
algumas das menores baleias já encontradas por
paleontólogos (como a Cetotherium riabinini,
que tinha “só” 3 m de comprimento).
Quando Paratethys desapareceu, deixou dois
descendentes famosos. O Mar Negro não chega a
ser um lago: ele se conecta ao Mediterrâneo por
uma finíssima faixa de água na Turquia, o
Estreito de Bósforo. Já o Mar Cáspio não tem
qualquer contato com outras massas de água
salgada – e por isso, é considerado o maior lago
do mundo atual.
A existência de Paratethys foi um tanto instável.
Em períodos de seca exacerbada, o lago era tão
raso que perdia cerca de um terço de seu volume
em água e 70% de sua superfície. Os mares
Negro e Cáspio atuais correspondem mais ou
menos aos trechos mais fundos de Paratethys,
que não desapareciam completamente em
ocasiões como essa.
Paratethys começou a se formar há 34 milhões de
anos, como um rabicho de uma massa de água
maior chamada Tethys, que depois daria origem
ao Oceano Índico. Daí o nome. O prefixo grego
para- significa algo como “ao lado de” ou
“próximo a”. Ou seja: o mar de Paratethys é, ao
pé da letra, o mar próximo a Tethys.
Com as idas e vindas da deriva continental,
montanhas recém-formadas no centro da Europa
isolaram Paratethys dos demais mares e oceanos
e formaram essa massa isolada, cuja salinidade
era extrema em alguns trechos: algo entre 12% e
14%. Para fins de comparação, a salinidade
média da água marinha é algo entre 3,5% e 5%.
O Mar Morto alcança 35%.
No auge de sua extensão, um momento que durou
de sua formação até 9,7 milhões de anos atrás,
Paratethys conteve mais de dez vezes a
quantidade de água de todos os lagos da Terra
atual somados. Eram, ao todo, 1,77 milhão de
quilômetros cúbicos de líquido. Em capítulos
mais sofridos da existência do lago, porém, sua
profundidade chegou a diminuir 250 metros.
Esse grande mar interior cessou de existir quando
se conectou ao mar Egeu, nos arredores da
Grécia.
Revista Superinteressante. Adaptado. (Disponível
em: https://super.abril.com.br/ciencia/paratethyso-maior-lago-que-ja-existiu-na-terra-ia-da-suicaate-o-ira)
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No que tange à Salubridade e Higiene das
Edificações é correto afirmar, EXCETO:
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3870188
Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Provas:
No que tange à fiscalização do uso de espaço públicos, considere as afirmativas abaixo e responda ao seguinte.
I – obter licenças para feiras livres é dispensável.
II – a fiscalização do uso de espaço público tem como objetivo a redução significativa de seu uso inapropriado.
III – ao agente fiscalizador é facultativo a aplicação de penalidades quando constatada irregularidade de fácil reparação.
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A Lei nº 10.257/2001 (Estatuto da Cidade) visa
estabelecer:
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3870186
Ano: 2024
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Ubatuba-SP
Provas:
É INCORRETO afirmar que no desempenho de
suas funções o fiscal deverá:
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No que tange à Arborização Urbana, é correto
afirmar, EXCETO:
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