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Considere a proposição lógica a seguir:
“Se João leu rápido, então o livro é fino ou tem muitas figuras.”
Sabendo que essa proposição é falsa, então
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Em um levantamento feito com todos os habitantes de um bairro, verificou-se que 80% dos habitantes viviam em situação de vulnerabilidade social e que 60% dos habitantes já sofreram algum tipo de preconceito. Sabendo que 10% dos habitantes nunca sofreram algum tipo de preconceito nem viveram em situação de vulnerabilidade social, qual percentual da população já viveu em situação de vulnerabilidade social e já sofreu algum tipo de preconceito?
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Um trabalho de conscientização em relação à saúde bucal foi iniciado no último final de semana em uma pequena cidade do interior. O mutirão de profissionais atendeu 20% da população no sábado. No domingo, esses profissionais atenderam 25% dos indivíduos que não foram atendidos no sábado. Após isso, constatou-se que 660 pessoas, nessa cidade, não tiveram atendimento. Qual é o número de habitantes dessa cidade?
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Considere uma sequência numérica para a qual cada número (a partir do terceiro) é igual à soma dos dois números imediatamente anteriores a ele. Sabendo que o quinto número é igual a 9 e o sétimo número é igual a 24, determine o primeiro número da sequência e assinale a alternativa correta.
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Disponível em: https://coisadelilly.wordpress.com/2010/01/31/mafalda-e-a-felicidade/. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta do emprego da(s) correspondente(s) forma(s) verbal(is) utilizada(s) na tirinha.
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Disponível em: https://coisadelilly.wordpress.com/2010/01/31/mafalda-e-a-felicidade/. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Assinale a alternativa que apresenta uma parte das falas das personagens dessa tirinha seguida da correspondente reescrita totalmente dentro da norma-padrão da língua portuguesa.
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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade
Janary Damacena
Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.
Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?
E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.
Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.
A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.
[...]
Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha.” Em relação aos elementos do período apresentado, assinale a alternativa INCORRETA.
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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade
Janary Damacena
Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.
Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?
E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.
Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.
A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.
[...]
Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.
“Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.”
Em relação aos termos destacados nesse excerto, assinale a alternativa que apresenta uma análise INCORRETA.
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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade
Janary Damacena
Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.
Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?
E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.
Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.
A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.
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Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.
Assinale a alternativa em que a palavra ou expressão destacada funciona como elemento de realce de parte do sentido da sentença, não possuindo nenhuma outra função específica.
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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade
Janary Damacena
Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.
Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?
E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.
Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.
A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.
[...]
Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.
O seguinte excerto: “Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um ‘jardim de caminhos que se bifurcam’.” pode ser reescrito de várias maneiras diferentes. Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita que mantém o sentido básico original e que está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa.
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