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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade

Janary Damacena

Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.

Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?

E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.

Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.

A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.

[...]

Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.

“Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher.”

Em relação à análise do termo destacado nesse trecho, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

Trata-se de uma palavra de natureza __________ que pode ser substituída adequadamente por “__________”.

 

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Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade

Janary Damacena

Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.

Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?

E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.

Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.

A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.

[...]

Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.

“Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma.”

Levando-se em consideração que o enunciador dessa fala é feminino, assinale a alternativa correta em relação à análise das palavras destacadas no trecho.

 

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Janary Damacena

Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.

Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?

E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.

Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.

A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.

[...]

Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.

“A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente [...].”

Assinale a alternativa cujo sentido corresponde à ideia geral expressa no trecho apresentado.

 

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Permaneci sentada, embora surpresa, ao observá-los trocando olhares, antes que a pergunta soasse dos lábios. “Preciso buscar a minha felicidade e ela não está aqui. Onde você vai procurar a sua?”. A dúvida entre eles voou ecoando por entre os recônditos da minha mente, que tentou absorver a importância de cada uma daquelas palavras.

Em meu inconsciente ainda pude ouvir outra pergunta: “Você tem ideia de quantos planos já desistiu nessa vida?”, e essa questão teve o efeito de uma explosão na minha cabeça. Depois de ouvir aquilo, eu própria não pude mais ser a mesma. Antes de perceber, eu já estava em uma reflexão. Será que aquele casal à minha frente compreendia que a felicidade não é uma condição permanente, mas uma meta a ser conquistada diariamente?

E não importa se não conseguirmos todos os dias, está tudo bem! É possível recomeçar sempre outra vez. Certa vez o escritor argentino Jorge Luis Borges escreveu sobre os caminhos distintos que somos forçados a escolher. Depois de decidido o trajeto, o curso inteiro de uma vida se abre com possibilidades infinitas, como se estivéssemos frente a um “jardim de caminhos que se bifurcam”. É preciso definir por onde guiar nossos passos, sempre em busca da felicidade.

Apesar de se tratar de uma ficção, a história de Borges possui um traço de realidade muito honesto: fala sobre a incerteza que temos cotidianamente, nas situações ao nosso redor. Ninguém está alheio às interferências e dificuldades que podem surgir em nossas vidas, e eu não seria uma pessoa diferente nesse ponto. Em certos momentos, tenho a sensação de percorrer um labirinto invisível com imagens do passado, mas que também revelam possibilidades de um futuro diferente a cada escolha. Mostram universos paralelos, realidades alternativas com os desdobramentos dessas escolhas, mas que nessa vida nunca aconteceram e nem acontecerão.

A cada escolha tomada podemos estar diante do fim abrupto daquilo que estávamos vivendo antes. A cada escolha é como se estivéssemos com a mão sobre a maçaneta, prestes a abrir uma porta para um novo começo, uma nova vida. Por isso é importante olhar sempre para frente; virar a cabeça e contemplar o passado trará muitas lembranças, e, por mais que elas sejam o combustível que alimenta essa caminhada, não é delas que devemos viver. O futuro está sempre ali, logo à frente, como olhar para o céu e ver o brilho das estrelas – embora num primeiro momento não se saiba por onde começar, a vida está aí, pronta, mas ela não espera.

[...]

Adaptado de: https://brasil61.com/noticia/cronica-da-saude-a-eterna-busca-pela-felicidade-pdms180651. Acesso em: 29 de mar. 2024.

Em relação ao texto “Crônica da saúde: a eterna busca pela felicidade”, é correto afirmar que ele é narrado em

 

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3597740 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Em relação ao conceito de unidade de informação, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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3597739 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Paulo é auxiliar de biblioteca e atualmente, trabalha no setor de aquisições. O bibliotecário responsável pediu para Paulo digitalizar uma lista de livros e outros documentos desejados pela biblioteca para possível aquisição. O nome adequado dessa lista que Paulo deve digitalizar é

 

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3597738 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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O desenvolvimento de coleções está relacionado com os objetivos da biblioteca, dos usuários e da organização à qual a biblioteca está subordinada. A aquisição é a etapa que implementa as decisões da seleção. Dessa forma, NÃO é considerada uma modalidade de aquisição o(a)

 

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3597737 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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São fontes de informação secundárias:

 

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3597736 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Juliana é bibliotecária na Biblioteca Municipal de Uberaba. Recentemente, ela ficou responsável pela retirada de livros e outros documentos pouco utilizados pelos usuários da coleção de uso frequente para um outro local. Com base nessa situação, assinale a alternativa que apresenta a atividade realizada por Juliana.

 

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3597735 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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O tipo de biblioteca é determinado pelas funções e serviços ofertados, pela comunidade que atende e pelo vínculo institucional. A respeito das bibliotecas públicas, é correto afirmar que

 

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