Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2415446 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
Com relação a sementes e viveiros florestais, analise.
I. Sementes comerciais de culturas, como o arroz, o milho e a soja podem ser normalmente cultivadas e produzidas anualmente e, de modo geral, requerem armazenamento por um pequeno período de tempo, desde a colheita até a nova semeadura. Com sementes de espécies florestais, este fato nem sempre é possível, exigindo-se, para muitas espécies, o armazenamento de suas sementes por períodos mais longos.
II. Em um banco de sementes, a viabilidade das sementes deve ser mantida pelo maior período possível, atentando-se para a preservação da identidade genética da espécie. O principal elemento de conservação de sementes é a baixa temperatura do ar.
III. O processo de secagem requer um controle da perda de umidade das sementes, uma vez que, por exemplo, acima de 45 a 60% de umidade verifica-se o início da germinação e de 5 a 7% de umidade. O armazenamento com embalagem hermética é garantido por muitos anos.
IV. As sementes de Swetenia humilis (mogno da América Central) podem se manter viáveis por mais de 260 anos, quando embaladas hermeticamente, desidratadas e armazenadas a – 13ºC.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2414981 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
Segundo o Decreto Estadual nº 44.667/2007, o órgão normativo, colegiado, consultivo e deliberativo, subordinado à Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – SEMAD, do Estado de Minas Gerais, denomina-se
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Texto para responder à questão.
Os compostos químicos que destroem a camada de ozônio têm origem em substâncias chamadas clorofluorcabonos (CFC’s), que começaram a ser usados no século passado em vários produtos, incluindo refrigeradores. Estes compostos químicos, que aumentam o chamado “buraco” na camada de ozônio, foram proibidos ou tiveram o uso limitado pelo Protocolo de Montreal das Nações Unidas, assinado em 1987, mas permanecem por tanto tempo na atmosfera que os especialistas esperam que os danos continuem por décadas.
(BBC/Brasil – www.bbc.co.uk/portuguese/noticias – 02/10/11)
Enquanto o Protocolo de Montreal objetiva a erradicação, de forma gradativa, das substâncias nocivas à camada de ozônio, o Protocolo de Kyoto objetiva
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2413593 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
Em sistemas agrossilviculturais, o grupo de espécies vegetais que pode propiciar um incremento da produtividade agrícola, através da disponibilização de nutrientes decorrente da fixação do nitrogênio atmosférico (N2) por estes vegetais denomina-se
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Uma caixa de fósforo contém 51 palitos entre longos e curtos. Retirando-se metade dos palitos curtos, as quantidades de palitos longos e curtos passam a ser iguais. A diferença entre os dois tipos de palitos contidos nessa caixa é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2413200 Ano: 2012
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Uberlândia-MG
Provas:
“Fenômeno exercido por comunidades adjacentes sobre a estrutura das populações do ecótono, resultando em aumento na variedade de espécies e na densidade populacional”. Trata-se de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Seja a sequência de letras U, , T, Q, C, , S, , N, . As letras que completam corretamente as lacunas são
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Relacione corretamente os blocos econômicos com algumas de suas respectivas nações integrantes.
Blocos econômicos:
1. União Europeia.
2. Nafta.
3. Unasul.
4. Caricom.
Países integrantes:
( ) Estados Unidos e Canadá.
( ) Luxemburgo e Estônia.
( ) Dominica e Granada.
( ) Brasil e Argentina.
A sequência está correta em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Numa garrafa há um certo volume de água. Se forem retirados dois terços desse volume e, em seguida, colocados metade do que sobrar mais 100 ml, a garrafa passará a conter um volume de 1000 ml de água. Assim, o volume de água contido nessa garrafa é de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Texto I

A maldição da norma culta

Impossível calcular o estrago que o termo “norma culta” vem causando nos meios educacionais e, em geral, na cultura brasileira. Enquanto ele não for definitivamente jogado no lixo e incinerado, vai ser difícil examinar as relações entre linguagem e sociedade sob uma ótica serena e bem fundamentada. Por quanto tempo ainda teremos de viver sob a maldição da norma culta?

Embora alguns linguistas usem esse termo com outros sentidos, a retumbante maioria das pessoas se refere à norma culta como um modelo idealizado de língua “certa”, “bonita” e “elegante”, que elas mesmas não sabem dizer onde, quando nem por quem foi estabelecido, mas que, apesar disso, merece toda a reverência do mundo, como se fosse uma doutrina sagrada, ditada pelo próprio Deus a seus profetas. Numa época em que se questiona tudo, em que se protesta contra toda forma de discriminação, contra qualquer prescrição no que diz respeito às relações sexuais, às crenças religiosas, aos modos de se vestir, de viver, de comer, de criar os filhos etc., em que a palavra diversidade impera, assim como a exigência de que ela seja respeitada e valorizada, é espantoso que só o uso da língua permaneça sujeito a uma regulação restritiva e tacanha. O dogma da infalibilidade papal virou piada, mas quase ninguém zomba dos dogmas gramaticais (mais velhos que a religião cristã). Por que os rótulos de “certo” e “errado” são abandonados, e até ridicularizados, em outras esferas da vida social, mas permanecem vivos e ativos quando o assunto é língua? Por que ninguém se dá conta de que a nebulosa norma culta é um produto humano e, portanto, imperfeito, falho e suscetível de contestação e reformulação?

Impera na cultura ocidental uma concepção de língua tosca e burra, fixada trezentos anos antes de Cristo. Impregnados dos preconceitos da época, os primeiros gramáticos repudiaram todo e qualquer uso de língua que não fosse, primeiro, escrito (a fala, para eles, era um caos completo) e, não bastasse, escrito por meia dúzia de “grandes autores”, todos mortos. Essa doença torpe se propagou nos últimos dois milênios e meio, a ponto de se tornar invisível para quase todo mundo. É com base nesse critério estúpido – a língua escrita dos “clássicos” – que se fixou, nas diversas nações, o modelo de “língua certa” que, no Brasil, atende pelo nome infeliz de norma culta. No caso brasileiro, a coisa é ainda mais cruel porque, fruto de processo colonial, nosso padrão idiomático se inspira numa língua escrita do outro lado do Atlântico, em outro hemisfério, em meados do século XIX. Por isso, não podemos começar frase com pronome oblíquo, nem usar “ele” como objeto direto (“eu vi ele”), nem dizer “prefiro mais X do que Y”, nem “o filme que eu gosto”, embora tudo isso constitua a gramática de uma língua autônoma, o português brasileiro, com mais de 500 anos de idade e 200 milhões de falantes (a terceira mais falada no Ocidente)! Até quando, meu pai Oxóssi?

(Marcos Bagno, agosto de 2008 – http://www.portuguesepoesia.

com/?page=cronica&id=107 – com adaptações)

Na frase “Até quando, meu pai Oxóssi?” (3º§) a expressão sublinhada funciona como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas