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Foram encontradas 405 questões.

2479073 Ano: 2014
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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O ICS (Compartilhamento de conexão com a Internet) permite o uso do Windows 2000 Professional para conectar-se, com a internet, a uma pequena rede de escritório ou rede residencial. Para tanto, faz-se necessário:
 

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2479016 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
ENVELHECER É UMA ARTE?
Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma “curva da fossa”: entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes – óbvio –, só até o corpo fracassar. Será?
Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um. Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.
O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitadas deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.
Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora. O ocaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.
A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o "espirit de finesse", mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.
Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.
Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.
Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.
A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepe muitos velhos que, faz poucas décadas, estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente, isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.
Isso são teorias.
O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Envelhecer é uma arte? Revista Veja. 14 de abril de 2015.)
De acordo com o texto, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO
 

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2478925 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Um tanque em forma de paralelepípedo tem por base um retângulo de lados 0,8m e 1,2m. Um indivíduo, ao mergulhar completamente no tanque, fez o nível da água subir 7,5cm. Então, o volume desse indivíduo, em m3, é
 

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2478869 Ano: 2014
Disciplina: Geografia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Constitui, segundo Ross (2009), uma unidade do relevo brasileiro caracterizado como um Núcleo Cristalino Arqueado na Região Nordeste.
Trata-se da/o
 

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2478758 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Na figura abaixo, está representado um retângulo ABCD, cujas dimensões são AB = 6cm e BC = 10cm. Tomando-se sobre os seus lados os pontos M, N, O e P, distintos dos vértices e tais que MB = BN = OD = DP = x, a área do quadrilátero MNOP, em função de x, será dada por
Enunciado 2726138-1
 

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2478691 Ano: 2014
Disciplina: Educação Artística
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
A proposta triangular para o ensino de artes, elaborada por Ana Mae Barbosa, na década de 1990, foi, durante muitos anos, confundida com uma metodologia com passos inflexíveis a serem seguidos pelo professor. Corrigindo esse erro conceitual, no livro Tópicos utópicos (1998), a Arte Educadora aponta que se trata de uma proposta construtivista, interacionista, dialogal, multiculturalista e pós-moderna. A proposta triangular deriva de uma dupla triangulação; uma se dá na deglutição de outras três abordagens: Escuelas Al Aire Libre do México, Critical Studies da Inglaterra e o DBAE americano; a outra triangulação é de natureza epistemológica, ao designar os componentes do ensino-aprendizagem por três ações básicas, quais sejam:
 

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2478668 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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Leia o texto abaixo.
Enunciado 2724604-1
Fonte: Disponível em http://bibliotecapublicafpc.blogspot.com.br/2012_02_01_archive.html Acesso em mai. 2015.
A expressão “Gratos pela compreensão” significa:
 

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2478649 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
ENVELHECER É UMA ARTE?
Nas palavras de Cícero, envelhecer é coisa boa. Dois mil anos depois, com fartura de números, o tema reaparece nas pesquisas iniciadas por R. Easterlin. Detecta-se uma “curva da fossa”: entre 40 e 50 anos, bate um pessimismo, uma insegurança difusa. Mas daí para a frente voltamos a ficar de bem com a vida, cada vez mais felizes – óbvio –, só até o corpo fracassar. Será?
Esse lado emocional-filosófico é nebuloso. Amadurecemos com a idade, como sugerem as pesquisas? Ou acumulamos azedumes e rabugices? Ficamos cada vez mais impacientes com a burrice humana? Ou mais bem blindados contra ela? Cada um é cada um. Exploremos alguns temas em que o terreno parece menos pantanoso.
O psicólogo A. Maslow documentou o que significava para ele ir ficando velho. Percebia uma perda progressiva da motivação para fazer as coisas e lidar com desafios. Mais e mais empreitadas deixavam de valer a pena. É o meu caso: já trabalhei no governo, mas hoje nenhum cargo me tentaria. Sinto engulho só de vislumbrar o pesadelo da burocracia pública.
Em sua última entrevista, Paulo Freire segue caminho paralelo a Maslow, afirmando que envelhecer é perder a curiosidade. Se ele tem razão, no meu caso, permaneço jovem, pois minha curiosidade sobrevive, onívora. O ocaso das faculdades mentais é bem documentado pela pesquisa. Degrada-se a memória, sobretudo a de curto prazo e a dos nomes e datas. O raciocínio matemático começa a derrapar já a partir dos 30. De fato, todos os avanços na área foram feitos por jovens.
A boa notícia é que a capacidade de julgamento, a sabedoria, o "espirit de finesse", mencionado por Pascal, não apenas sobrevivem, mas progridem. Comprovou-se que os velhos precisam ler menos para decidir sobre algum assunto, com igual competência. E, nas humanidades, amadurecemos com os anos, e muito. Romancistas e historiadores? Prefiram os velhos. Aleluia! Com o passar dos anos, políticos entendem melhor a natureza humana, por isso sobrevivem na carreira.
Sabemos também que a inteligência reage como um músculo. A qualquer idade, é fortalecida com exercícios e evapora com a inação. Daí a importância de exercitar a ambos. Se encolhem os desafios mentais na aposentadoria, risco à vida! Não é o contracheque que salva vidas; mas a letargia intelectual mata. Se ficarmos esperando pela morte, ela virá mais célere. Com medo de morrer, continuo trabalhando, freneticamente.
Na minha incauta opinião, conversa de doença não faz bem à saúde. Tampouco é uma boa receita para a longevidade voltar aos lugares em que se viveu ou trabalhou, não encontrar mais conhecidos e ser tratado como um estranho.
Caminhando pelas ruas, vemos logo quem tem jeito de aposentado. Falta chispa nos olhos e o andar sugere que não quer chegar a parte alguma. Quem lê obituário, para ficar sabendo dos amigos que morreram, mostra na cara sua vocação para a morte. Cruz-credo! Aliás, a solidão é fatal! Por isso, vale o conselho de Samuel Johnson: enquanto jovem, é preciso cultivar os amigos, pois com a idade vai ficando difícil renovar o plantel.
A decadência do corpo é inexorável. Mais dias de indisposição, dói aqui, dói acolá, mais enguiços e reparos, remedinhos para isso ou para aquilo. Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepe muitos velhos que, faz poucas décadas, estariam derrubados. Vejam nas ilustrações antigas a imagem dos avós, circunspectos e encarquilhados. Gente nas mesmas idades está hoje malhando nas academias, subindo montanhas e gabando-se de suas proezas, em todos os azimutes. Obviamente, isso dá trabalho: há que buscar remédios miraculosos, próteses, mandar recauchutar o coração, fazer dietas e exercícios árduos para manter a massa muscular. No meu modesto julgamento, compensa.
Isso são teorias.
O único ganho indisputável é não ter de entrar em filas. Outro dia, estava no banco e, como a fila dos velhos não andava, um jovem me ofereceu seu lugar na outra. Relutei, mas acabei aceitando. Feita a transação, saí correndo, para que ele não me visse partir na minha moto BMW 650 GS.
(CASTRO, Cláudio de Moura. Envelhecer é uma arte? Revista Veja. 14 de abril de 2015.)
Considere o verbo negritado no trecho: “Contudo, avanços na medicina e melhores estilos de vida freiam espetacularmente a degradação do corpo. Mantêm serelepe muitos velhos que, faz poucas décadas, estariam derrubados...”
Em relação a esse verbo, pode-se afirmar, EXCETO
 

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2478632 Ano: 2014
Disciplina: Filosofia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
A Teologia Feminista nasceu no contexto sociocultural das lutas feministas e das organizações de mulheres da década de 1960 e 1970. No entanto, considera-se que sua origem se encontra no século XIX, com a primeira produção feminista na área da teologia – The Women’s Biblie –, publicada nos Estados Unidos, nos anos de 1895 e 1898. Com relação à Teologia Feminista na América Latina, podemos afirmar:
 

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O Caderno de Introdução dos Parâmetros Curriculares Nacionais, quando trata da disponibilidade para a aprendizagem, afirma que “A aprendizagem significativa depende de uma motivação intrínseca, isto é, o aluno precisa tomar para si a necessidade e a vontade de aprender. Aquele que estuda apenas para passar de ano, ou para tirar notas, não terá motivos suficientes para empenhar-se em profundidade na aprendizagem.”
Nessa perspectiva, é CORRETO afirmar:
 

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