Foram encontradas 405 questões.
Uma criança esqueceu seu brinquedo na Escola. Para encontrar seu brinquedo no armário, a criança precisa de seguir as orientações abaixo:

• o brinquedo esquecido não é o carrinho.
• o número do brinquedo esquecido é menor que 7.
• o brinquedo esquecido não é a bicicleta.
• o número do brinquedo esquecido é maior que 3.
O brinquedo esquecido é o
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2477631
Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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O Caderno de Introdução aos Parâmetros Curriculares Nacionais, ao falar dos princípios e fundamentos desse documento, assim orienta: “[...] trata-se de ter em vista a formação dos estudantes em termos de sua capacitação para a aquisição e o desenvolvimento de novas competências, em função de novos saberes que se produzem e demandam um novo tipo de profissional, preparado para poder lidar com novas tecnologias e linguagens, capaz de responder a novos ritmos e processos. Essas novas relações entre conhecimento e trabalho exigem capacidade de iniciativa e inovação e, mais do que nunca, “aprender a aprender”. Isso coloca novas demandas para a escola”.
Nesse paradigma, é CORRETO afirmar:
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Jussara Hoffmann, em seu texto “Avaliar para promover: as setas do caminho apresentando aspectos da avaliação nos regimes não seriados”, afirma que o trabalho do aluno, bem como sua aprendizagem, não é comparado com o dos outros colegas, mas com ele próprio observando, de diversas formas, sua evolução ao longo do processo. Assim, torna-se possível reconhecer suas possibilidades e respeitá las. A avaliação contínua adquire o significado de avaliação mediadora do processo de desenvolvimento e da aprendizagem de cada aluno, de acordo com suas próprias possibilidades. Nesse sentido, é INCORRETO afirmar:
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PROPAGANDAS DE BEBIBAS ALCOÓLICAS PODEM SER PROIBIDAS NA TV E RÁDIO
Para tentar combater a propagação das drogas lícitas do país, o deputado Wilson Filho (PMDB/PB) apresentou um projeto de Lei 2.418/2011 que proíbe a exibição da propaganda de bebidas alcoólicas em emissoras de televisão e rádio.
O projeto foi apresentado na tarde desta terça-feira, na Câmara dos Deputados, em preocupação com o grande aumento dos casos de acidentes e jovens viciados em bebidas alcoólicas. Segundo Wilson Filho, “a proposta é importante para proteger principalmente os jovens da influência da mídia no consumo de drogas lícitas. A publicidade desses produtos faz as pessoas associarem a bebida com diversão, charme, aventura, sucesso profissional e aceitação social”.
Se aprovada, a emissora, tanto de rádio quanto de televisão, que descumprir a Lei será penalizada com multa de 100 mil reais por dia. Em caso de reincidência, o valor é dobrado. Os recursos da multa serão revertidos para o Fundo de Prevenção, Recuperação e de Combate ao Abuso de Drogas.
“A legislação precisa ser rígida na veiculação de conteúdo que faça referência ao álcool e ao cigarro, pois essa medida é necessária para a proteção dos jovens brasileiros”, finaliza o parlamentar.
As propagandas de cigarro já foram proibidas em determinados horários, mas continuam influenciando e estimulando o consumo nos demais horários.
(Disponível em: portalpianco.com/portal/propagandas-de-bebibas-alcoolicas-podem-ser-proibidas-na-tv-e-radio.
Acesso em 10 mar. 2015.)
Na afirmativa “As propagandas de cigarro já foram proibidas em determinados horários, mas continuam influenciando e estimulando o consumo nos demais horários.”, a palavra em destaque classifica-se gramaticalmente como
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Na expressão “... quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.”, o operador argumentativo em destaque tem o sentido de
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A Resistência ao escoamento da água em tubos de seção circular é:
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Em relação à Peste Suína Clássica (PSC), assinale a alternativa INCORRETA.
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Uma teoria psicológica gerou um modelo instrucional no campo educativo, entre as décadas de 50 a 70.
Identifique qual dessas teorias é responsável por esse procedimento.
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Julgue as afirmativas abaixo:
I - A taxa cobrada exclusivamente em razão de serviços públicos de coleta, remoção e tratamento ou destinação de lixo ou resíduos provenientes de imóveis viola a Constituição por não se tratar de serviços públicos específicos e divisíveis.
II - É admissível que as Certidões de Dívida Ativa – CDA – sejam encaminhadas ao Tabelionato de Protesto.
III - É inconstitucional a incidência de ISS sobre a operação de bens móveis.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Marque a alternativa CORRETA.
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