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Foram encontradas 520 questões.

3890202 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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O servidor Paulo, do setor de compras da prefeitura, está atualizando uma planilha no Excel 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) com a lista de fornecedores cadastrados. É necessário organizar esses nomes em ordem alfabética para facilitar a consulta. Para isso, Paulo selecionou a coluna em que os nomes estão registrados. Qual recurso do Excel ele deverá utilizar, a fim de para ordenar corretamente os nomes em ordem alfabética?

 

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3890201 Ano: 2025
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Laura, servidora da Secretaria de Educação, está elaborando um relatório no Word 2019 (Configuração Padrão – Idioma Português-Brasil) para ser enviado à Câmara Municipal. Torna-se necessário que cada seção (como Educação Infantil, Ensino Fundamental e EJA) comece em uma nova página, mesmo que a anterior não esteja completa, conforme a imagem a seguir: 
Enunciado 4665566-1
Qual procedimento Laura deverá seguir?
 

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3890200 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Determinada operadora oferece um contrato de prestação de serviços de internet para empresas; o custo mensal inclui uma taxa fixa de R$ 50,00 e um valor adicional de R$ 20,00 por cada 10 GB de dados utilizados. Uma empresa contratante irá avaliar o custo mensal desse serviço de acordo com o consumo de dados. Qual será o custo mensal se tal empresa consumir 50 GB no mês?
 

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3890199 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Certa prefeitura abriu uma licitação para a construção de uma praça retangular, que incluirá uma área gramada e um playground. O projeto inicial especifica que a área total da praça será de 800 m² e que o comprimento da praça será o dobro da largura. Após ajustes no orçamento, foi decidido que a largura da praça será reduzida em 5 metros, mantendo o formato retangular. Com essa modificação, qual será a nova área total da praça?
 

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3890198 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A prefeitura de determinada cidade está executando um plano de pavimentação de ruas em um bairro novo. No primeiro mês, foram pavimentadas 3 ruas. A cada mês seguinte, o número de ruas pavimentadas aumenta em duas ruas, seguindo um padrão de crescimento constante. Se a prefeitura mantiver esse ritmo, quantas ruas terão sido pavimentadas ao final de 12 meses?
 

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3890197 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Uma loja de decoração na cidade de Vermelho Novo está desenvolvendo uma linha de produtos personalizados com palavras relacionadas às cores. Para criar designs únicos, a equipe deverá saber quantas formas diferentes poderá organizar as letras da palavra VERMELHO em seus produtos. Tendo em vista que cada letra será utilizada exatamente uma vez em cada palavra formada, quantos anagramas diferentes podem ser criados com as letras da palavra VERMELHO?

 

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3890196 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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Certa empresa de eventos utiliza tanques de água para abastecer suas estruturas durante grandes shows. Atualmente, ela possui um tanque com capacidade de 15.000 litros, que é esvaziado para limpeza utilizando duas bombas de sucção. Sabe-se que esse processo leva 5 horas quando o tanque está cheio. Devido ao crescimento da demanda, a empresa planeja adquirir outro tanque com capacidade de 12.000 litros, a fim de que o esvaziamento desse tanque seja feito em duas horas. As bombas utilizadas devem ser idênticas às do sistema atual. Quantas bombas serão necessárias para esvaziar o novo tanque no tempo desejado?

 

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3890195 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A arte de ser feliz

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


As palavras destacadas têm a função de caracterizar um nome nas seguintes frases, EXCETO:

 

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3890194 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A arte de ser feliz

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


De acordo com as regras de acentuação gráfica, assinale a afirmativa INCORRETA.

 

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3890193 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Vermelho Novo-MG
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A arte de ser feliz

Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

(MEIRELES, Cecília. Escolha o seu sonho. 4. ed., Rio de Janeiro: Global Editora, 2016.)


No segmento “Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.” (3º§), as expressões destacadas significam, respectivamente:
 

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