Foram encontradas 638 questões.
Ser moderno
Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.
No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.
Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.
O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.
(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).
Analise o trecho a seguir retirado do texto:
“O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu”.
Se a palavra “sociedade” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal?
Provas
Ser moderno
Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.
No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.
Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.
O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.
(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).
Observe as assertivas abaixo a respeito da seguinte frase retirada do texto, porém adaptada: “O Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais”.
I. É possível classificar o trecho como uma frase verbal, uma oração e um período simples.
II. O verbo “teve” é um verbo transitivo direto, pois apresenta um complemento verbal que não inicia por preposição.
III. O trecho possui dois adjuntos adverbiais.
IV. O predicado é nominal.
Quais estão corretas?
Provas
Ser moderno
Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.
No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.
Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.
O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.
(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).
Os vocábulos “questionável”, “partícipes” e “expoentes” podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido ou de outras palavras nas frases, por:
Provas
Ser moderno
Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.
No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.
Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.
O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.
(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).
Assinale a alternativa cuja informação NÃO encontra respaldo no texto.
Provas
Dois dados são lançados simultaneamente. A probabilidade de a soma dos resultados ser estritamente menor que 4 é de:
Provas
Considere a sequência onde todos triângulos são equiláteros:

Cada triângulo é dividido em 4 iguais e um deles é destacado. Sendo assim, ao final da sequência, a soma das áreas será igual a:
Provas
Considere uma matriz !$ A !$ quadrada de ordem 5 com determinante !$ det (A) \ne 0 !$. Se multiplicarmos uma linha de !$ A !$ por 2, então o determinante passa a ser:
Provas
- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosÁrea do círculo, do setor circular e do segmento circular
Na figura abaixo temos dois círculos de raio 1 e 2, e uma região semicircular destacada, a qual apresenta a área de:

Provas
Dentre as equações das circunferências abaixo, a única que tangencia os eixos !$ x !$ e !$ y !$ é a representada por:
Provas
A interseção entre as curvas !$ y = 3x \ e \ y = -x^2 + 4x !$ ocorrem nos pontos de abcissas:
Provas
Caderno Container