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3506179 Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

O treinamento regular de alongamento proporciona diversos benefícios físicos e funcionais. Esses benefícios incluem maior mobilidade articular, alinhamento postural e redução da dor muscular. O efeito depende, no entanto, de fatores como o tipo de alongamento escolhido e a intensidade do estímulo aplicado aos músculos. Assinale a alternativa que apresenta um benefício diretamente relacionado ao aumento da flexibilidade e à melhora da eficiência dos movimentos corporais por meio de um programa de alongamento crônico:

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Menino dado

— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.

ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.

As palavras “ninguém” e “aquela”, que ocorrem em “ninguém mais viu aquela senhora”, são pronomes que correspondem, respectivamente, aos tipos:

 

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3506177 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

O clima tropical continental é o clima predominante em todo o eixo central do território brasileiro, incluindo toda a região Centro-Oeste, parte da região do Nordeste e parte da região Sudeste. O clima tropical continental sofre a atuação de quatro massas de ar distintas, definidas abaixo, analise-as:

I - Massa equatorial continental.

II - Massa tropical continental.

III - Massa tropical atlântica.

IV - Massa equatorial atlântica.

É falso o que se afirma em:

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Menino dado

— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.

ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.

Os conjuntos de palavras a seguir, retiradas do texto, apresentam diferentes regras de acentuação. Analise-os e identifique aquele em que todas as palavras dadas são classificadas como proparoxítonas aparentes.

 

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3506175 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

Os fatores climáticos contribuem extensivamente para a complexidade de climas que encontramos no Brasil. Contudo, é consenso entre climatologistas que o território brasileiro pode ser generalizado, de forma condensada e simplificada, em seis classificações climáticas principais. Uma dessas classificações é o clima tropical equatorial que possui as características abaixo destacadas. No entanto, há um erro emuma das alternativas, assinale-a:

 

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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.

Menino dado

— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.

ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.

Ocorre coesão referencial catafórica, por meio de um pronome demonstrativo, no excerto:

 

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3506173 Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

Diferentes tipos de fibras musculares desempenham papéis específicos durante atividades físicas, dependendo da intensidade e da duração do esforço. Algumas fibras são mais resistentes e adequadas para atividades prolongadas, enquanto outras são mais especializadas em gerar força rapidamente. Há também aquelas que equilibram resistência e potência, sendo recrutadas em esforços moderados e de média duração. Assinale a alternativa que apresenta corretamente qual tipo de fibra muscular é mais utilizado em atividades como a corrida de 1.600 metros ou o nado de 400 metros, que requerem equilíbrio entre força e resistência:

 

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3506172 Ano: 2025
Disciplina: Educação Física
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

Os jogos cooperativos e competitivos desempenham um papel importante no ambiente escolar, indo além das práticas motoras e esportivas. Durante essas atividades, os alunos enfrentam situações que envolvem interação social, tomada de decisões e respeito mútuo, além de favorecer o trabalho em equipe. Essas práticas permitem explorar diferentes habilidades e contribuem para o desenvolvimento integral do educando.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente qual dos aspectos abaixo é potencializado pelos jogos escolares no contexto da educação física:

 

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3506171 Ano: 2025
Disciplina: Geografia
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Vinhedo-SP

Analise as asserções abaixo, marque, posteriormente, a alternativa pertinente:

I – A América Latina é uma maneira de regionalização da América pautada em aspectos políticos, físicos, econômicos e culturais.

II - O território latino-americano compreende desde a Península de Iucatã, passando pelo Ístmo do Panamá e todo o interior da América do Sul, até a chamada Terra do Fogo.

III – Em todas as bases de análise, a regionalização da América Latina considera especificamente a formação constituía por 33 nações da América.

IV - Em termos geomorfológicos, a América Latina possui grandes cadeias montanhosas, especialmente na sua porção oeste, com destaque para a Cordilheira dos Andes. São outras cadeias de relevo expressivas da América Latina: Planalto do México, Planalto das Guianas e Planalto Central.

É verdadeiro o que se afirma em:

 

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Menino dado

— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.

Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?

— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...

Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.

Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:

— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.

— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.

A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.

E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:

— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.

ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.

Identifique, nos excertos a seguir, aquele em que o vocábulo “o” ocorre como pronome demonstrativo.

 

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