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As habilidades motoras fundamentais (HMFs) são descritas como os alicerces para o desenvolvimento de competências esportivas e movimentos especializados. Durante a infância, crianças que não desenvolvem essas habilidades de forma adequada têm menor probabilidade de se envolver em atividades físicas e apresentam menor competência motora percebida. Esse quadro pode levar ao desengajamento de práticas esportivas, criando um ciclo que reduz ainda mais as oportunidades de aprendizado motor. No entanto, crianças que adquirem proficiência nas HMFs tendem a se engajar mais em atividades físicas, desenvolvendo confiança e habilidades para responder a diferentes demandas motoras. Qual das alternativas explica corretamente o impacto da proficiência nas HMFs sobre o engajamento em atividades físicas?
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Analise as afirmativas abaixo e assinale a que traz um aspecto incorreto.
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Alguns princípios sobre a inclusão do aluno surdo foram destacados a seguir. Analise cada asserção e assinale a alternativa pertinente.
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Crianças na pré-puberdade podem melhorar a força muscular, mesmo com níveis baixos de hormônios como a testosterona. No entanto, a hipertrofia muscular nessa faixa etária não é comum, já que o aumento da força depende principalmente de outros fatores. Assinale a alternativa que apresenta corretamente qual é o principal mecanismo que explica os ganhos de força em crianças pré-púberes submetidas a programas de treinamento adequados:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Menino dado
— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.
Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?
— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...
Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.
Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:
— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.
— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.
A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.
E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:
— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.
ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.
A segunda vírgula empregada em “O tom era sério, e a cara, angustiada” indica:
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- Autores da EducaçãoPiaget
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemPiaget: Psicologia Genética
Ao analisar o desenvolvimento infantil, é necessário reportar às teorias que contextualizam sobre o tema. Nesse sentido, observa-se a importância da teoria piagetiana que traz uma definição do desenvolvimento humano, por meio da evolução de quatro estágios principais, destacados a seguir:
I – Estágio sensório-motor – os esquemas de inteligência sensório-motora ainda não podem ser compreendidos como conceitos, uma vez que eles não são passíveis de manipulação por um pensamento, e que só entram em jogo no momento de sua utilização prática e material.
II Estágio pré-operatório - marcado pelas funções simbólicas, pela capacidade de representar e reconhecer objetos e acontecimentos por meio das palavras/linguagem.
III – Estágio operatório concreto - possibilidade de um conhecimento mais compatível em termos de lógica convencional com o mundo real.
IV – Estágio operatório formal - caracteriza o início da adolescência entre onze e doze anos anos, estendendo-se até a vida adulta, onde se desenvolve a capacidade de abstrair e gerar hipótese sobre o mundo e sobre a sociedade de maneira contextual.
É verdadeiro o que se afirma em:
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 7.
Menino dado
— Quer esse menininho para o senhor? Pode levar.
Aconteceu no Rio, como acontecem tantas coisas. O rapaz entrou no café da rua Luís de Camões e começou a oferecer o filho de seis meses. Em voz baixa, ao pé do ouvido, como esses vendedores clandestinos que nos propõem um relógio submersível. Com esta diferença: era dado, de presente. Uns não o levaram a sério, outros não acharam interessante a doação. Que iriam fazer com aquela coisinha exigente, boca aberta para mamar e devorar a escassa comida, corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?
— Fique com ele. É muito bonzinho, não chora nem reclama. Não lhe cobro nada...
Podia ser que fizesse aquilo em bem do menino, por um desses atos de renúncia que significam amor absoluto. O tom era sério, e a cara, angustiada. O rapaz era pobre, visivelmente. Mas todos ali o eram também, em graus diferentes. E a ninguém apetecia ganhar um bebê, ou, senão, quem nutria esse desejo o sofreava. Mesmo sem jamais ter folheado o Código Penal, toda gente sabe que carregar com filho dos outros dá cadeia, muita.
Mas o pai insistia, com bons modos e boas razões: desempregado, abandonado pela mulher. O bebê, de olhinhos tranquilos, olhava sem reprovação para tudo. De fato, não era de reclamar, e parecia que ele próprio queria ser dado. Até que apareceu uma senhora gorda e topou o oferecimento:
— Já tenho seis lá em casa, que mal faz inteirar sete? Moço, eu fico com ele. Disse mais que morava em Senador Camará, num sobradão assim assim, e lá se foi com o presente. O pai se esquecera de perguntarlhe o nome, ou preferia não saber. Nenhum papel escrito selara o ajuste; nem havia ajuste. Havia um bebê que mudou de mãos e agora começa a fazer falta ao pai.
— Pra que fui dar esse menino? — interroga-se ele. Chega em casa e não sabe como explicar à mulher o que fizera. Porque não fora abandonado por ela; os dois tinham apenas brigado, e o marido, na vermelhidão da raiva, saíra com o filho para dá-lo a quem quisesse.
A mulher nem teve tempo de brigar outra vez. Correram os dois em busca do menino dado, foram ao vago endereço, perguntaram pela vaga senhora. Não há notícia. No estirão do subúrbio, no estirão maior deste Rio, como pode um bebê fazer-se notar? E logo esse, manso de natureza, pronto a aceitar quaisquer pais que lhe deem, talvez na pré-consciência mágica de que pais deixaram de ter importância.
E o pai volta ao café da rua Luís de Camões, interroga um e outro, nada: ninguém mais viu aquela senhora. Disposto a procurá-la por toda parte, ele anuncia:
— Fico sem camisa, mas compro o menino pelo preço que ela quiser.
ANDRADE, C. D. Menino dado. Correio da Manhã. Disponível em https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19403/menino-dado>.
Observa-se a repetição da conjunção aditiva em “corpo a vestir, pés a calçar, e mais dentista e médico e farmácia e colégio e tudo que custa um novo ser, em dinheiro e aflição?” como um recurso estilístico do narrador. Esse recurso corresponde à figura de linguagem:
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Os jogos competitivos são frequentemente utilizados como ferramentas educacionais nas escolas, promovendo interação social e habilidades específicas. No entanto, para garantir um ambiente saudável, o professor deve equilibrar a competitividade com outros aspectos importantes do aprendizado. Considerando a variedade de habilidades presentes em uma turma, o professor pode explorar diferentes tipos de jogos para atender a diversos perfis e objetivos. Essa abordagem ajuda os alunos a lidarem com situações que envolvem tanto vitórias quanto derrotas. Assinale a alternativa que aponta corretamente um objetivo essencial ao trabalhar jogos competitivos no contexto escolar:
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Leia as asserções abaixo, marque a alternativa pertinente.
I - O geógrafo é um dos profissionais capacitados e que possui atribuição para participar da elaboração e coordenação de estudos ambientais, uma vez que poderá ser o responsável por diagnóstico ambiental, mapeamento, levantamento topográfico e geoprocessamento, delimitação de áreas de influência, estudos pedológicos, biogeográficos, bacias hidrográficas, entre outros.
II - Um bom exemplo do trabalho do profissional da geografia no levantamento e planejamento ambiental e territorial é a elaboração do diagnóstico do comportamento morfodinâmico, no qual trabalha-se com cartas topográficas e fotografias aéreas na escala 1:25.000, além de carta geológica e dados pluviométricas mensais.
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- LegislaçãoDiretrizes Curriculares Nacionais
- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- LegislaçãoEducação Especial - Leis, decretos, portarias e resoluções
- Outras Modalidades e Concepções de EducaçãoEducação especial
Em relação à educação especial, tomando por parâmetro as atribuições do professor do atendimento educacional especial definidas por meio da Resolução CNE/CEB 4/2009, são verdadeiras as afirmativas abaixo. No entanto, há um erro conceitual em uma das alternativas, assinale-a:
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