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Foram encontradas 355 questões.

2459864 Ano: 2013
Disciplina: Teologia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Relações humanas
O homem é um ser social, isso em grande parte por causa do impulso de socialidade, que o leva a buscar relacionamentos com as demais pessoas da forma e na profundidade que mais lhe convenha. A faixa etária é um dos fatores que influenciam nos relacionamentos. E próprio do ser humano e não dos animais o sentimento de afeto, respeito e compaixão de uns para com os outros, como também, de transcendência.
Os relacionamentos vão se ampliando, a partir da infância, em círculos concêntricos, primeiramente, começando com a família.
Nos relacionamentos as pessoas comunicam ou colocam à disposição do outro o seu interior. Quando a pessoa não sente segurança e acolhimento por parte da outra, esconde sua riqueza interior e mantém relacionamentos superficiais.
As relações humanas vão tomando dimensões profundas e significativas, pois como já vimos, o ser humano é um ser de relações, contudo, essas relações devem ser de responsabilidades, respeito e afeto. Vivemos em um mundo em que nossas relações vão desde o cuidado com a natureza, o amor a si próprio, a solidariedade para com o outro, a contemplação e reverência ao transcendente. Não é mais concebível, nos dias hoje, amar o próximo e depredar a natureza; viver unicamente de bens materiais, sem conviver com o sentido da transcendência; procurar harmonia nas coisas, sem interagir com a harmonia interior. Isso exemplifica melhor o significado de se viver numa rede de relações, em que um depende do outro para a sobrevivência.
Nesses contatos podemos verificar os níveis de relacionamentos que as pessoas mantêm uma com as outras:
- Superficiais: feitos a partir dos sentidos do corpo, limitam-se a simples troca de informações, necessárias em determinados contatos.
- Humanos: quando têm por base a solidariedade humana e buscam preservar ou cultivar os valores ligados à vida.
- Afetivos: quando há o "gostar" ou sensações de prazer no relacionamento. É baseado no mútuo acolhimento e aceitação. Nesse nível está a amizade, que não visa à partilha do amor erótico, mas ao simples relacionamento com a pessoa como tal, independente de sexo.
- Profundos: quando há total transparência com relação ao sentir, à verdade e ao valor espiritual da vida. É fácil compreender que a criança ou o adolescente não terão relacionamentos em nível profundo. Só com o amadurecimento a pessoa poderá aprofundar seus relacionamentos. É verdadeiro aprendizado.
Ninguém é feliz sozinho, porque o homem é um ser social. Sentir-se bem ou mal na vida depende, em grande parte, da capacidade de convivência com as pessoas e com o universo que nos rodeia, isto é, de que nos relacionemos de maneira sadia e construtiva.
Fonte: Pessoa Humana e Religião. Vol. 1, 1995, p. 42 e 43.
Ao ler o texto, pode-se fazer uma comparação entre o ser humano e os animais. Sobre este assunto, analise as alternativas seguintes e marque a correta:
 

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2459853 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
Analise as assertivas sobre a brincadeira na educação da criança e assinale a alternativa correta:
I - É uma atividade sempre provocada por um objetivo externo.
II - É uma atividade que favorece o desenvolvimento da linguagem.
III - É uma atividade cotidiana que não é válida por si mesma.
IV - É um modo de expressão, interação e comunicação infantil.
V - Ao brincar, a criança imita atitudes dos adultos.
 

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"Sancionada lei que amplia autonomia de delegados no país." (Fonte: Portal ORM, 22/06/2013). Sobre o assunto, marque a única alternativa errada.
 

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2459511 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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É o bicho.
Bruno Hoffmann
A bicharada está ao nosso lado desde o início da aventura humana. Quando começou a dominar as armas, ohomem passou a domesticar os bichos. Desde então, a união nunca mais se desfez. Tornou-se fundamental para a evolução da espécie. "A conexão animal percorre a história e se conecta a outros grandes saltos evolutivos, incluindo a criação de ferramenta, a linguagem e a domesticação", explica a paleontóloga Pat Shipman, da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Aos poucos, a relação deixou de ser apenas de dependência para tornar-se também amorosa. Um exemplo? Em Israel, foi encontrado um fóssil de uma criança abraçada a um cachorro. Os ossos estavam naquela posição havia pelo menos 10 mil anos. Outro que tinha veneração pelos bichos era Francisco de Assis, que, no século 13, ensinava: "Todas as coisas da criação são filhos do Pai e irmãs do homem. Deus quer que ajudemos aos animais. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito a ser protegida".
O filósofo grego Demócrito, que viveu em 460 antes de Cristo, defendia: "O animal é tão ou mais sabido do que o homem. Conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora". Já o comediante norte-americano Bill Maher resumiu como poucos o prazer de ter um cão: "A razão de eu amar tanto o meu cachorro é porque quando chego em casa ele é o único no mundo que me trata como se fosse um Beatles".
Às vezes, porém, os animais deixam a posição de meros coadjuvantes para desempenhar o papel de protagonistas. Muitos foram alçados ao estrelato no mundo todo. E, claro, no Brasil. É a história de um desses brasileiros peludos que desfila a seguir.
Peteleco buscava pães e compunha sambas. Adoniran Barbosa não escondia de ninguém que um de seus melhores amigos era Peteleco, não se tratava de nenhum companheiro de rodas de samba, mas do cachorrinho xodó do compositor. Peteleco era tão sabido que buscava pães na padaria e costumava entrar no mar de Santos junto com o dono, deitado sobre seu peito.
A devoção pelo bichinho era tanta queAdoniran resolveu torná-lo também compositor. Seja para criar ao lado de artistas de outras associações de direitos autorais, seja para não colocar seu nome ao lado de desafetos, há pelo menos seis sambas de Adoniran assinados por Peteleco.
Fonte: Brasil. Almanaque de cultura popular. Ano 14, nov/12.
Assinale a alternativa em que a forma verbal empregada não é uma forma nominal:
 

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2459486 Ano: 2013
Disciplina: Química
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

A primeira descoberta científica de um elemento químico ocorreu em 1669, quando o alquimista Henning Brand descobriu o fósforo. Durante os 200 anos seguintes, foi adquirido um grande volume de conhecimento relativo às propriedades dos elementos e seus compostos, pelos químicos. Com o aumento do número de elementos descobertos, os cientistas iniciaram a investigação de modelos para reconhecer as propriedades e desenvolver esquemas de classificação. Observando a última camada da distribuição eletrônica dos elementos químicos, marque a alternativa correta com relação à classificação dos átomos, dentro dos grupos da tabela periódica, respectivamente:

I - !$ 2s^1 !$

II - !$ 3s^2 !$, !$ 3p^5 !$

III - !$ 4s^2 !$

IV - !$ 2s^2 !$, !$ 2p^4 !$

 

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Marque a alternativa que complete corretamente as lacunas do seguinte dispositivo constitucional: "A República Federativa do Brasil buscará a integração , , e dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latinoamericana de nações.":

 

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2459405 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
O Sistema Operacional Windows 7 oferece diversas ferramentas de acessibilidade. Selecione, dentre as alternativas a seguir, a que corresponde a uma destas ferramentas:
 

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2459340 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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Um terreno, representado na Figura 1, a seguir, precisa ser murado. Calcule o perímetro desse terreno e assinale a alternativa que indica quantos metros de muro devem ser construídos:
Enunciado 2891896-1
 

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2459338 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA

Tatuagens

Manoel Carlos

Eu estava descendo a escada rolante do shopping e ela seguia dois degraus à minha frente. E nos seus ombros eu vi, tatuado, o sinal de aspas que se abria no ombro esquerdo e se fechava no direito. Entre um e outro, nenhuma mensagem ou palavra. Nada se via ou se lia naquele espaço. Eram, portanto, aspas que se abriam e se fechavam sobre coisa nenhuma.

Acabei de descer, perdi a jovem de vista, mas não conseguia esquecer aqueles dois sinais. Ocorreu-me que - para fazer graça, quem sabe? - estaria se colocando entre as aspas para ser vista como uma pessoa diferente. Ela própria uma citação de algo que ninguém deveria saber, a não ser ela mesma. Ou nem ela.

Segui meu caminho, comprei o que tinha de comprar e me instalei num café. Numa mesa mais adiante eu vi uma outra jovem, pendurada no celular, que exibia no tornozelo a tatuagem de uma pomba branca com um ramo de oliveira preso ao bico. Outros jovens passavam diante de mim. E muitos, alguns discretamente, outros nem tanto, deixavam à mostra uma tatuagem. Lembrei que, na minha adolescência, tatuagem era uma exclusividade de marinheiros e presidiários, além de muito frequente nas histórias em quadrinhos, como as do Popeye e sua âncora tatuada nos braços.

Uma vez participei de um grupo amador de teatro que promovia espetáculos em presídios. Numa das apresentações, um dia de muito calor, os presos estavam sem camisa, sentados no chão do pátio, e todos eles, sem exceção, exibiam tatuagens nos braços e no peito. Nos braços, a mais comum era um coração flechado, onde se podia ler um nome de mulher. Já no peito, a que se via em quase todos era um coração - sem a flecha - em que se lia "amor de mãe".

Àquela época a única pessoa tatuada que conhecíamos no bairro em que eu morava era um empregado de posto de gasolina, Genésio. Mas ele também, soubemos depois, era um ex-presidiário.

Estava eu voltado para essas longínquas e inocentes lembranças quando vi a jovem entre aspas se aproximar do café, acompanhada de uma outra, aparentemente da mesma idade. Conversavam animadamente e riam do que falavam. Ocuparam a mesinha ao lado da minha e, como o lugar era pequeno, quase nos esbarrávamos. Tanto olhei para elas e tanto elas surpreenderam meu olhar que achei melhor explicar a minha curiosidade.

- Desculpe - disse eu -, mas desci a escada do shopping alguns degraus atrás de você e vi suas aspas tatuadas nos ombros. Nunca tinha visto nada igual.

- Ah - sorriu ela -, todo mundo se interessa por elas e me pergunta a razão.

- E você pode dizer qual é?

- Bem, eu acho aspas um sinal muito bonito. Graficamente bonito, entende?

- Concordo, mas ...

- Mas o que eu quis mesmo, de verdade, foi fazer uma provocação. Que cada pessoa que olhasse imaginasse alguma frase, um conceito ou mesmo uma única palavra, para colocar entre as aspas.

- Foi o que eu imaginei - exclamei com aquele sorriso de quem acertou e por isso se acha o máximo!

- Que estou aberta a sugestões, entende?

E as duas, maliciosamente, riram ainda mais.

- Uma vez um rapaz me disse que colocaria entre as aspas dos meus ombros o verso do Vinicius: "Que me perdoem as feias, mas beleza é fundamental".

- Você gostou?

- Se gostei? Gostei tanto que vivemos juntos dois anos. Só acabou porque um outro me disse que colocaria: "Viver bem é a maior vingança".

- Com esse você deve ter vivido mais tempo.

-Ah, por esse eu me apaixonei perdidamente, vivo com ele até hoje. Já dura cinco anos!

Pagaram a conta, deram tchau e se foram, sempre rindo, alegres, felizes, soltas como uma pipa ao vento.

Eu fiquei olhando as duas, sorrindo diante da velocidade com que pensavam e falavam, de como agiam e riam. E de como pareciam se livrar, sem dificuldade, do peso dos sentimentos. Quem sabe até do amor. Talvez estivesse ali, na juventude tatuada, abrir aspas: "a alegria de viver". Fechar aspas. Sem pensarem vingança.

Fonte: Disponível em: http://vejario.abril.com.br/blog. Acesso em: 18/06/2013.

A figura de linguagem que se apresenta em "(...) soltas como uma pipa ao vento." é a:

 

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2459319 Ano: 2013
Disciplina: Educação Física
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
Analise asserções seguintes e marque a alternativa correta:
A ginástica do século XIX afirma um discurso e prática que revelam um modelo a ser difundido como um conjunto de preceitos e normas do "bem viver". A ela se atribuiu a capacidade de educar eficientemente o corpo.
POR ISSO
A escola foi considerada um ambiente favorável e privilegiado para sua difusão, uma vez que os preceitos científicos da ginástica afirmam que seu caráter higiênico e moral contribuiu para uma formação ideal da época.
 

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