Foram encontradas 60 questões.
Analise as seguintes afirmações:
I. Ana é um ano mais nova do que Márcio.
II. Márcio é três anos mais velho do que Antônia.
III. Paulo é dois anos mais velho do que Antônia.
Com base nessas afirmações, é válido concluir que:
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1071480
Ano: 2018
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PREVIROSA
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUNDATEC
Orgão: PREVIROSA
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De acordo com o disposto no Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Santa Rosa, o adicional por tempo de serviço é devido à razão de:
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Em relação aos membros indicados e/ou eleitos para o Conselho Deliberativo, regido e organizado por Regimento Interno próprio, aprovado por resolução, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Os conselheiros exercerão mandato de 4 anos consecutivos, admitidas reconduções.
( ) É obrigatória, a partir do processo eleitoral de 2021, a renovação de, no mínimo, 1/3 dos membros do Conselho Deliberativo.
( ) O membro do conselho fará jus à percepção mensal do estipêndio estipulado em 70% do valor de maior padrão de vencimentos do município, o qual será proporcional, em termos percentuais, ao número de reuniões frequentadas.
( ) No exercício das atividades de conselheiro, o servidor público ficará dispensado das atribuições de seu cargo, por até 4 horas de sua jornada semanal, sendo que esse período será computado para todos os efeitos legais.
( ) O Conselho Deliberativo será presidido por um de seus membros, a ser eleito em votação realizada entre seus integrantes, o qual será substituído, em suas ausências e impedimentos, pelo seu vice-presidente, a ser eleito nos mesmos moldes.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Assinale a alternativa que NÃO corresponde a beneficiários do servidor na condição de dependentes.
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Assinale a alternativa INCORRETA no que se refere à perda da qualidade de dependente, de acordo com o disposto na Lei nº 4.521/2009.
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Analise as seguintes afirmações:
I. Todo arquiteto gosta de Matemática.
II. Todas as pessoas que gostam de Matemática são cientistas.
Com base nas sentenças acima, é sempre verdade que:
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Criptografia ou capacidade de viralização? O whatsapp precisa enxergar esse paradoxo
Em junho de 2016, bem antes de as notícias falsas aterrissarem no WhatsApp, o “think tank” progressista The Century Foundation publicou no Youtube um vídeo em que Edward Snowden fazia uma espécie de alerta. Na gravação de cerca de dois minutos de duração, o analista de sistemas que revelou ao mundo o que acontecia na NSA, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicava a importância da criptografia para a vida cotidiana em pleno século XXI e discorria sobre os riscos embutidos em seu eventual mau uso. Hoje em dia, em absolutamente todos os eventos sobre notícias falsas e “fact-checking” de que participo – sejam no Brasil ou no exterior –, a pergunta é sempre a mesma: como combater as mentiras encriptografadas que circulam no WhatsApp? E a resposta é a dúvida.
Mas vejamos o que dizia Snowden, lá em 2016:
"A criptografia é o que mantém nosso dinheiro no banco – e não na conta dos criminosos.
É o que mantém nossas represas fechadas, e as estradas abertas. A criptografia é o que determina que os aparelhos nos hospitais e também dentro dos nossos corpos nos entreguem doses terapêuticas – e não letais. A criptografia salva vidas e protege propriedades. Sem ela, nossa economia para. Nossos governos param. Mas não é possível garantir que a criptografia será utilizada apenas pelos bonzinhos. Ela está no campo da matemática, e, por mais que desejemos o contrário, matemática é matemática. Funciona do mesmo jeito para a Madre Teresa de Calcutá e para Osama bin Laden".
Pois bem: naquele mesmo 2016, aqui no Brasil, ao acessar o WhatsApp, usuários do aplicativo passaram a receber o seguinte alerta: “As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta a ponta”.
Era o app adotando no país em que chegaria a ter 120 milhões de usuários ativos a criptografia do tipo “end-to-end”, aquela que, segundo a própria empresa explica, “assegura que somente você e a pessoa com quem você está se comunicando podem ler o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp”.
A medida é, sem dúvida, importantíssima. A criptografia "end-to-end" garante que as correspondências digitais não serão violadas. Permite que jornalistas entrevistem fontes, garantindo-lhes o anonimato, por exemplo. É com sistemas assim que escândalos como o de Snowden e de outros “whistleblowers” poderão continuar vindo à tona. Não se questiona aqui – de forma alguma – que a sociedade precisa de aplicativos de mensagens criptografadas para seguir funcionando e para ter um jornalismo de profundidade.
Mas será que a sociedade também precisa que esses mesmos aplicativos permitam viralizações? Não haveria um paradoxo na expressão "mensagem criptografada que viralizou"? Acompanhe o raciocínio: a princípio, acredito que os sistemas criptografados têm por função passar uma mensagem de forma segura para uma, duas ou poucas pessoas. É uma proteção extra para um segredo que precisa ser bem guardado entre poucos indivíduos. Do outro lado, está a viralização, aplicada a conteúdos que devem atingir a massa, se espalhar entre cidadãos com velocidade e ser compartilhados à exaustão. Como esse segundo tipo de material é algo que precisa ou deve ganhar o mundo, qual o sentido de aplicar nele a criptografia? Por que impedir a leitura de um conteúdo que todos já estão lendo?
Um professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador do Monitor do WhatsApp, mantido pelo projeto Eleições Sem Fake, também enxerga o paradoxo. "O WhatsApp permite que um usuário envie uma mensagem para 256 grupos de até 256 usuários e que essas mensagens possam ser repassadas adiante e facilmente espalhadas", explica. "Essa capacidade de viralizar é típica de redes sociais e talvez o diferencial competitivo do WhatsApp, mas também permite que campanhas de desinformação tentem manipular opinião pública de forma velada".
Fica o questionamento. Não deveria o WhatsApp escolher entre a criptografia e a capacidade de viralização? Não deveria estabelecer regras para uso de um instrumento e de outro? Caso contrário, continuará distorcendo a função de sigilo e abrindo espaço inegável à desinformação maciça.
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 03/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptado).
Considerando o emprego de recursos coesivos para garantir a progressão textual, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O antecedente do pronome pessoal “Ela” é o substantivo “criptografia”.
( ) A contração “nele” refere-se ao seu antecedente “mundo”.
( ) O sujeito da forma verbal “explica” é oculto e refere-se a “Um professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador do Monitor do WhatsApp”.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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São motivos para que o servidor perca a condição de segurado do PREVIROSA:
I. Morte.
II. Exoneração.
III. Falta de recolhimento das contribuições previdenciárias após o período de 60 dias.
Quais estão INCORRETOS?
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Criptografia ou capacidade de viralização? O whatsapp precisa enxergar esse paradoxo
Em junho de 2016, bem antes de as notícias falsas aterrissarem no WhatsApp, o “think tank” progressista The Century Foundation publicou no Youtube um vídeo em que Edward Snowden fazia uma espécie de alerta. Na gravação de cerca de dois minutos de duração, o analista de sistemas que revelou ao mundo o que acontecia na NSA, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicava a importância da criptografia para a vida cotidiana em pleno século XXI e discorria sobre os riscos embutidos em seu eventual mau uso. Hoje em dia, em absolutamente todos os eventos sobre notícias falsas e “fact-checking” de que participo – sejam no Brasil ou no exterior –, a pergunta é sempre a mesma: como combater as mentiras encriptografadas que circulam no WhatsApp? E a resposta é a dúvida.
Mas vejamos o que dizia Snowden, lá em 2016:
"A criptografia é o que mantém nosso dinheiro no banco – e não na conta dos criminosos.
É o que mantém nossas represas fechadas, e as estradas abertas. A criptografia é o que determina que os aparelhos nos hospitais e também dentro dos nossos corpos nos entreguem doses terapêuticas – e não letais. A criptografia salva vidas e protege propriedades. Sem ela, nossa economia para. Nossos governos param. Mas não é possível garantir que a criptografia será utilizada apenas pelos bonzinhos. Ela está no campo da matemática, e, por mais que desejemos o contrário, matemática é matemática. Funciona do mesmo jeito para a Madre Teresa de Calcutá e para Osama bin Laden".
Pois bem: naquele mesmo 2016, aqui no Brasil, ao acessar o WhatsApp, usuários do aplicativo passaram a receber o seguinte alerta: “As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta a ponta”.
Era o app adotando no país em que chegaria a ter 120 milhões de usuários ativos a criptografia do tipo “end-to-end”, aquela que, segundo a própria empresa explica, “assegura que somente você e a pessoa com quem você está se comunicando podem ler o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp”.
A medida é, sem dúvida, importantíssima. A criptografia "end-to-end" garante que as correspondências digitais não serão violadas. Permite que jornalistas entrevistem fontes, garantindo-lhes o anonimato, por exemplo. É com sistemas assim que escândalos como o de Snowden e de outros “whistleblowers” poderão continuar vindo à tona. Não se questiona aqui – de forma alguma – que a sociedade precisa de aplicativos de mensagens criptografadas para seguir funcionando e para ter um jornalismo de profundidade.
Mas será que a sociedade também precisa que esses mesmos aplicativos permitam viralizações? Não haveria um paradoxo na expressão "mensagem criptografada que viralizou"? Acompanhe o raciocínio: a princípio, acredito que os sistemas criptografados têm por função passar uma mensagem de forma segura para uma, duas ou poucas pessoas. É uma proteção extra para um segredo que precisa ser bem guardado entre poucos indivíduos. Do outro lado, está a viralização, aplicada a conteúdos que devem atingir a massa, se espalhar entre cidadãos com velocidade e ser compartilhados à exaustão. Como esse segundo tipo de material é algo que precisa ou deve ganhar o mundo, qual o sentido de aplicar nele a criptografia? Por que impedir a leitura de um conteúdo que todos já estão lendo?
Um professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador do Monitor do WhatsApp, mantido pelo projeto Eleições Sem Fake, também enxerga o paradoxo. "O WhatsApp permite que um usuário envie uma mensagem para 256 grupos de até 256 usuários e que essas mensagens possam ser repassadas adiante e facilmente espalhadas", explica. "Essa capacidade de viralizar é típica de redes sociais e talvez o diferencial competitivo do WhatsApp, mas também permite que campanhas de desinformação tentem manipular opinião pública de forma velada".
Fica o questionamento. Não deveria o WhatsApp escolher entre a criptografia e a capacidade de viralização? Não deveria estabelecer regras para uso de um instrumento e de outro? Caso contrário, continuará distorcendo a função de sigilo e abrindo espaço inegável à desinformação maciça.
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 03/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptado).
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um campo no qual a criptografia é empregada, de acordo com o exposto no texto.
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Criptografia ou capacidade de viralização? O whatsapp precisa enxergar esse paradoxo
Em junho de 2016, bem antes de as notícias falsas aterrissarem no WhatsApp, o “think tank” progressista The Century Foundation publicou no Youtube um vídeo em que Edward Snowden fazia uma espécie de alerta. Na gravação de cerca de dois minutos de duração, o analista de sistemas que revelou ao mundo o que acontecia na NSA, a Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicava a importância da criptografia para a vida cotidiana em pleno século XXI e discorria sobre os riscos embutidos em seu eventual mau uso. Hoje em dia, em absolutamente todos os eventos sobre notícias falsas e “fact-checking” de que participo – sejam no Brasil ou no exterior –, a pergunta é sempre a mesma: como combater as mentiras encriptografadas que circulam no WhatsApp? E a resposta é a dúvida.
Mas vejamos o que dizia Snowden, lá em 2016:
"A criptografia é o que mantém nosso dinheiro no banco – e não na conta dos criminosos.
É o que mantém nossas represas fechadas, e as estradas abertas. A criptografia é o que determina que os aparelhos nos hospitais e também dentro dos nossos corpos nos entreguem doses terapêuticas – e não letais. A criptografia salva vidas e protege propriedades. Sem ela, nossa economia para. Nossos governos param. Mas não é possível garantir que a criptografia será utilizada apenas pelos bonzinhos. Ela está no campo da matemática, e, por mais que desejemos o contrário, matemática é matemática. Funciona do mesmo jeito para a Madre Teresa de Calcutá e para Osama bin Laden".
Pois bem: naquele mesmo 2016, aqui no Brasil, ao acessar o WhatsApp, usuários do aplicativo passaram a receber o seguinte alerta: “As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta a ponta”.
Era o app adotando no país em que chegaria a ter 120 milhões de usuários ativos a criptografia do tipo “end-to-end”, aquela que, segundo a própria empresa explica, “assegura que somente você e a pessoa com quem você está se comunicando podem ler o que é enviado e ninguém mais, nem mesmo o WhatsApp”.
A medida é, sem dúvida, importantíssima. A criptografia "end-to-end" garante que as correspondências digitais não serão violadas. Permite que jornalistas entrevistem fontes, garantindo-lhes o anonimato, por exemplo. É com sistemas assim que escândalos como o de Snowden e de outros “whistleblowers” poderão continuar vindo à tona. Não se questiona aqui – de forma alguma – que a sociedade precisa de aplicativos de mensagens criptografadas para seguir funcionando e para ter um jornalismo de profundidade.
Mas será que a sociedade também precisa que esses mesmos aplicativos permitam viralizações? Não haveria um paradoxo na expressão "mensagem criptografada que viralizou"? Acompanhe o raciocínio: a princípio, acredito que os sistemas criptografados têm por função passar uma mensagem de forma segura para uma, duas ou poucas pessoas. É uma proteção extra para um segredo que precisa ser bem guardado entre poucos indivíduos. Do outro lado, está a viralização, aplicada a conteúdos que devem atingir a massa, se espalhar entre cidadãos com velocidade e ser compartilhados à exaustão. Como esse segundo tipo de material é algo que precisa ou deve ganhar o mundo, qual o sentido de aplicar nele a criptografia? Por que impedir a leitura de um conteúdo que todos já estão lendo?
Um professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e criador do Monitor do WhatsApp, mantido pelo projeto Eleições Sem Fake, também enxerga o paradoxo. "O WhatsApp permite que um usuário envie uma mensagem para 256 grupos de até 256 usuários e que essas mensagens possam ser repassadas adiante e facilmente espalhadas", explica. "Essa capacidade de viralizar é típica de redes sociais e talvez o diferencial competitivo do WhatsApp, mas também permite que campanhas de desinformação tentem manipular opinião pública de forma velada".
Fica o questionamento. Não deveria o WhatsApp escolher entre a criptografia e a capacidade de viralização? Não deveria estabelecer regras para uso de um instrumento e de outro? Caso contrário, continuará distorcendo a função de sigilo e abrindo espaço inegável à desinformação maciça.
(Cristina Tardáguila – Revista Época – 03/12/2018 – Disponível em: https://epoca.globo.com – adaptado).
No trecho retirado do texto: “A criptografia é o que determina que os aparelhos nos hospitais e também dentro dos nossos corpos nos entreguem doses terapêuticas – e não letais”, caso substituíssemos o vocábulo “aparelhos” por sua forma singular, quantas outras alterações deveriam ser feitas, obrigatoriamente, a fim de que se mantivessem as corretas relações de concordância no período?
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