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Leia o texto a seguir para responder a questão.
PREDESTINAÇÃO
Tinha no nome seu destino líquido: mar, rio e lago.
Pois chamava-se Mário Lago.
Viu a luz sob o signo de Piscis.
Brilhava no céu a constelação de Aquário.
Veio morar no Rio.
Quando discutia, sempre levava um banho.
Pois era um temperamento transbordante.
Sua arte preferida: água-forte.
Seu provérbio predileto: "Quem tem capa, escapa".
Sua piada favorita: "Ser como o rio:
seguir o curso sem deixar o leito".
Pois estudava: engenharia hidráulica.
Quando conheceu uma moça de primeira água.
Foi na onda.
Teve que desistir dos estudos quando
já estava na bica para se formar.
Então arranjou um emprego em Ribeirão das Lajes.
Donde desceu até ser leiteiro.
Encarregado de pôr água no leite.
Ficou noivo e deu à moça uma água-marinha.
Mas ela o traiu com um escafandrista.
E fugiu sem dizer água vai.
Foi aquela água.
Desde então ele só vivia na chuva
Virou pau de água.
Portanto, com hidrofobia.
Foi morar numa água-furtada.
Deu-lhe água no pulmão.
Rim flutuante.
Água no joelho.
Hidropsia.
Bolha d’água.
Gota.
Catarata.
Morreu afogado.
FERNANDES, Millôr. Trinta anos de mim mesmo. Editora Círculo do Livro: São Paulo, 1975. p. 50.
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
Eu comecei a fazer festa de reggae em 1975, com a minha radiola. Mas onde o reggae começou a se espalhar mesmo foi num sítio chamado Mato Grosso, por trás da Expoema. Ali foi o primeiro sítio que eu foquei. Depois eu toquei num festejo de Nossa Senhora do Bom Parto, que acontece todo ano, dia 2 de fevereiro, num lugar chamado Andiroba; fica antes de Mato Grosso. Foi dali que começou. Aí, eu fui trazendo para os bairros e comecei a fazer festa no Salgueiro (antiga Escola de Samba no Sacavém – não existe mais), na favela (só Samba) fazia festa no Sacavém, também no festejo de Elzita (mãe-de-santo de um terreiro de mina no bairro Sacavém) e trazia aquela multidão do Retiro Natal, Monte Castelo, Liberdade, a turma que já participava das festas que eu fazia...
DA SILVA, Carlos Benedito Rodrigues. Da terra das primaveras à ilha do amor – reggae, lazer e identidade cultural. São Luís: Pitomba, 2016. p. 68.
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Leia o fragmento.
O movimento Marcha das Vadias surgiu no Canadá porque, em janeiro de 2011, na Universidade de York, um policial, falando sobre segurança e prevenção ao crime, afirmou que “as mulheres deveriam evitar se vestir como vadias, para não serem vítimas de ataque”.
Disponível em: <https://marchadasvadiascwb.wordpress.com/conheca-a-marcha/porquevadias/>. Acesso em: 20 jan. 2018. (Adaptado).
De acordo com o texto, o movimento social que se espalhou por diversas partes do mundo surgiu da reação de indignação de uma fala que
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Observe a imagem.
Disponível em: <https://g1.globo.com/goias/noticia/incendio-na-chapada-dos-veadeiros-ja-e-o-maior-da-historia-diz-icmbio.ghtml>. Acesso em: 10 jan. 2018.
A imagem apresenta os dados de uma área atingida por um grande incêndio em 2017. Trata-se de um Patrimônio Natural da Humanidade, pois
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Leia o fragmento.
De acordo com o Portal Brasil: “As perspectivas de escassez e degradação da qualidade dos recursos hídricos do planeta colocaram no cerne das discussões globais as necessidades de adoção do planejamento e do manejo integrado dos recursos hídricos.”
Disponível em: <http://www.brasil.gov.br/meio-ambiente/2010/11/recursos-hidricos>. Acesso em: 22 jan. 2018.
Uma estratégia recomendada para minimizar os problemas dos recursos hídricos apontados no texto e utilizada pela Saneago é:
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Leia o fragmento.
Não apenas o planeta, mas também a cosmosfera, por onde circulam satélites, estações espaciais, resíduos de lixo cósmico ali lançados, é cada vez mais uma paisagem colonizada. Um extraterrestre que observasse a Terra veria alguns sinais de atividade exercida por um organismo muito ativo, o Homo sapiens. Ao redor do planeta, há um cinturão de resíduos cósmicos, satélites, restos de naves espaciais. Nos oceanos, ilhas de lixo e plástico flutuantes decorrentes da atividade humana marcam a paisagem.
RIBEIRO, M. A.; CAMARGO, E.; FRANCA, D. T.; CALANSAS, J. T.; BRANCO, M. S. L. C.; TRIGO, A. J. Gestão da água e paisagem cultural. Rev. UFMG, Belo Horizonte, v. 20, n. 2, p. 44-67, jul.-dez. 2013.
De acordo com o texto, ao observar a Terra, um extraterrestre verificaria que
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Leia o fragmento.
Verossimilhança e evidência são a matéria-prima da pós-verdade. Sua enunciação repetida por muitos, sua expressão em imagens e memes antecipam o que queremos ver acontecer. Sua simples difusão e circulação, a quantidade de cliques e visualizações são o que dão legitimidade ao conteúdo que é exposto. A visibilidade máxima, o compartilhamento, o engajamento em comentários e cliques são a forma de legitimação da pós-verdade. Algo que não necessariamente aconteceu, mas que a simples enunciação e circulação massiva produz um efeito de verdade.
BENTES, Ivana. A memética e a era da pós-verdade. Revista Cult. Disponível em: <https://revistacult.uol.com.br/home/a-memetica-e-a-era-da-pos-verdade/>. Acesso em: 21 jan. 2018. (Adaptado).
Pós-verdade foi escolhida em 2016 a palavra do ano pelo Oxford Dictionaries porque tem sido muito utilizada para explicar um fenômeno mundial atual. De acordo com o texto, ela se refere à
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Leia o fragmento do Relatório da Violência de 2016 da Pastoral da Terra.
Em 2016 foram registrados 61 assassinatos em conflitos no campo. Isso equivale a uma média de cinco assassinatos por mês. Destes 61 assassinatos, 13 foram de indígenas, 4 de quilombolas, 6 de mulheres, 16 foram de jovens de 15 a 29 anos, sendo 1 adolescente. Nos últimos 25 anos o número de assassinatos só foi maior em 2003 quando foram registrados 73 assassinatos.
Disponível em: <https:www.cptnacional.org.br/index.php/component/jdownloads/send/58-dados-2016/14059-violencia-os-recordes-de-2016-cpt-assessoria-de-comunicacao?option=com_jdownloads>. Acesso em: 23 jan. 2018.
Mencionados no Relatório da Violência de 2016, os conflitos no Brasil são consequência
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