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Foram encontradas 120 questões.

1445065 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.

Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

Considerando-se sua função na organização do texto, a forma verbal “sobrepujando” poderia ser substituída por o que sobrepujam sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto.

 

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1445064 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.

Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

O uso do sinal indicativo de crase em “à transformação” e em “à participação” evidencia que o verbo visar está sendo empregado em uma relação sintático-semântica que exige complemento regido pela preposição a.

 

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1445063 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.

Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

Tanto o pronome “sua” quanto o pronome “esta” têm a função textual de retomar a palavra “Autogestão”, respectivamente.

 

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1445062 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.

Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

Seriam alteradas as relações de sentido no texto, embora mantidas a coerência entre os argumentos e a correção gramatical, se o adjetivo “insatisfeita” estivesse grafado no masculino e no plural: insatisfeitos.

 

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1445061 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.

Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.

Com os devidos ajustes nas letras maiúsculas e minúsculas, o deslocamento da expressão “no início dos anos 60 do século XX” (R.1-2) para o começo do período — e do texto — preservaria sua coerência e correção gramatical, desde que a vírgula que segue essa expressão a acompanhasse.

 

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1445060 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Em 1517, o explorador espanhol Francisco Hernández de Córdoba chegou à península de Yucatán, perto da atual cidade mexicana de Cancun. As comunidades pelas quais passou a expedição de Hernández faziam parte do que restava de uma complexa sociedade que, durante 700 anos, dominara a América Central: os maias. Embora ainda haja muitas perguntas a ser respondidas, a estrutura política centralizada em torno de uma pequena aristocracia improdutiva pode ter acelerado a decadência dos maias. Os achados arqueológicos indicam que, a partir do ano 900, suas principais cidades foram abandonadas. Sabe-se que a área foi assolada por longos períodos de seca. Mas não há sinais de que a seca tenha provocado mortes em massa. O mais provável é que os camponeses tenham abandonado as cidades e se retirado para regiões mais isoladas, onde viveriam do que plantavam, sem prestar contas a reis e sem sustentá-los. O biólogo norte-americano Jared Diamond argumenta que a falta de visão de futuro e a ausência de cuidado com o meio ambiente é que teriam provocado o declínio da civilização maia. Os governantes estavam ocupados demais na construção de obras grandiosas e não foram capazes de lidar com as necessidades do povo.

Tiago Cordeiro. O raio X dos maias. In: Aventuras
na História, ed. 43, mar./2007, p. 30-1 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do texto acima.

Conclui-se, a partir da argumentação do texto, que lições tiradas de evidências históricas podem apontar para a necessidade de se ter uma visão de futuro quando se tenta sanar as dificuldades na época em que elas ocorrem.

 

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1445059 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Em 1517, o explorador espanhol Francisco Hernández de Córdoba chegou à península de Yucatán, perto da atual cidade mexicana de Cancun. As comunidades pelas quais passou a expedição de Hernández faziam parte do que restava de uma complexa sociedade que, durante 700 anos, dominara a América Central: os maias. Embora ainda haja muitas perguntas a ser respondidas, a estrutura política centralizada em torno de uma pequena aristocracia improdutiva pode ter acelerado a decadência dos maias. Os achados arqueológicos indicam que, a partir do ano 900, suas principais cidades foram abandonadas. Sabe-se que a área foi assolada por longos períodos de seca. Mas não há sinais de que a seca tenha provocado mortes em massa. O mais provável é que os camponeses tenham abandonado as cidades e se retirado para regiões mais isoladas, onde viveriam do que plantavam, sem prestar contas a reis e sem sustentá-los. O biólogo norte-americano Jared Diamond argumenta que a falta de visão de futuro e a ausência de cuidado com o meio ambiente é que teriam provocado o declínio da civilização maia. Os governantes estavam ocupados demais na construção de obras grandiosas e não foram capazes de lidar com as necessidades do povo.

Tiago Cordeiro. O raio X dos maias. In: Aventuras
na História, ed. 43, mar./2007, p. 30-1 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do texto acima.

O uso do tempo verbal em “teriam provocado” ressalta que a afirmação do biólogo não se baseia em verdades históricas e sugere que essa seria a interpretação provável dos “camponeses” para o fim da civilização maia.

 

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1445058 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Em 1517, o explorador espanhol Francisco Hernández de Córdoba chegou à península de Yucatán, perto da atual cidade mexicana de Cancun. As comunidades pelas quais passou a expedição de Hernández faziam parte do que restava de uma complexa sociedade que, durante 700 anos, dominara a América Central: os maias. Embora ainda haja muitas perguntas a ser respondidas, a estrutura política centralizada em torno de uma pequena aristocracia improdutiva pode ter acelerado a decadência dos maias. Os achados arqueológicos indicam que, a partir do ano 900, suas principais cidades foram abandonadas. Sabe-se que a área foi assolada por longos períodos de seca. Mas não há sinais de que a seca tenha provocado mortes em massa. O mais provável é que os camponeses tenham abandonado as cidades e se retirado para regiões mais isoladas, onde viveriam do que plantavam, sem prestar contas a reis e sem sustentá-los. O biólogo norte-americano Jared Diamond argumenta que a falta de visão de futuro e a ausência de cuidado com o meio ambiente é que teriam provocado o declínio da civilização maia. Os governantes estavam ocupados demais na construção de obras grandiosas e não foram capazes de lidar com as necessidades do povo.

Tiago Cordeiro. O raio X dos maias. In: Aventuras
na História, ed. 43, mar./2007, p. 30-1 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do texto acima.

Sem se prejudicar a correção gramatical do texto, é possível flexionar as formas verbais “haja” e “ser” no plural, na estrutura sintática em que se inserem, escrevendo-a do seguinte modo: Embora ainda hajam muitas perguntas a serem respondidas.

 

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1445057 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Em 1517, o explorador espanhol Francisco Hernández de Córdoba chegou à península de Yucatán, perto da atual cidade mexicana de Cancun. As comunidades pelas quais passou a expedição de Hernández faziam parte do que restava de uma complexa sociedade que, durante 700 anos, dominara a América Central: os maias. Embora ainda haja muitas perguntas a ser respondidas, a estrutura política centralizada em torno de uma pequena aristocracia improdutiva pode ter acelerado a decadência dos maias. Os achados arqueológicos indicam que, a partir do ano 900, suas principais cidades foram abandonadas. Sabe-se que a área foi assolada por longos períodos de seca. Mas não há sinais de que a seca tenha provocado mortes em massa. O mais provável é que os camponeses tenham abandonado as cidades e se retirado para regiões mais isoladas, onde viveriam do que plantavam, sem prestar contas a reis e sem sustentá-los. O biólogo norte-americano Jared Diamond argumenta que a falta de visão de futuro e a ausência de cuidado com o meio ambiente é que teriam provocado o declínio da civilização maia. Os governantes estavam ocupados demais na construção de obras grandiosas e não foram capazes de lidar com as necessidades do povo.

Tiago Cordeiro. O raio X dos maias. In: Aventuras
na História, ed. 43, mar./2007, p. 30-1 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do texto acima.

Preservam a coerência entre os argumentos e a correção gramatical do texto as seguintes alterações na sua pontuação: a substituição de dois-pontos depois de “America Central”por vírgula; a substituição do ponto depois de “maia” por dois-pontos, acompanhada da mudança de grafia de inicial maiúscula para minúscula em “Os”.

 

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1445056 Ano: 2009
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF

Em 1517, o explorador espanhol Francisco Hernández de Córdoba chegou à península de Yucatán, perto da atual cidade mexicana de Cancun. As comunidades pelas quais passou a expedição de Hernández faziam parte do que restava de uma complexa sociedade que, durante 700 anos, dominara a América Central: os maias. Embora ainda haja muitas perguntas a ser respondidas, a estrutura política centralizada em torno de uma pequena aristocracia improdutiva pode ter acelerado a decadência dos maias. Os achados arqueológicos indicam que, a partir do ano 900, suas principais cidades foram abandonadas. Sabe-se que a área foi assolada por longos períodos de seca. Mas não há sinais de que a seca tenha provocado mortes em massa. O mais provável é que os camponeses tenham abandonado as cidades e se retirado para regiões mais isoladas, onde viveriam do que plantavam, sem prestar contas a reis e sem sustentá-los. O biólogo norte-americano Jared Diamond argumenta que a falta de visão de futuro e a ausência de cuidado com o meio ambiente é que teriam provocado o declínio da civilização maia. Os governantes estavam ocupados demais na construção de obras grandiosas e não foram capazes de lidar com as necessidades do povo.

Tiago Cordeiro. O raio X dos maias. In: Aventuras
na História, ed. 43, mar./2007, p. 30-1 (com adaptações).

Julgue o seguinte item, a respeito da organização das estruturas linguísticas e das ideias do texto acima.

O uso do tempo verbal em “dominara” indica que o período de 700 anos de domínio dos maias na América Central já havia terminado quando a expedição de Hernández passou por essa região.

 

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