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Disciplina: Engenharia de Alimentos
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: SEAGRI-DF
No Brasil, uma produção de aproximadamente 12 milhões de toneladas de carnes responde por valores em torno de 4,9 milhões de toneladas de produtos não comestíveis e(ou) recicláveis, principalmente de farinhas e gordura animal. O valor econômico desse processo é significativo, e grande parte é agregada à indústria de rações, devendo tais produtos ser tratados como ingredientes e não como commodities. Os parâmetros físico-químicos e microbiológicos devem ser definidos de tal forma que não comprometam a qualidade do alimento, a saúde do animal e a saúde do consumidor. A farinha de carne e ossos é um subproduto de origem animal que resulta do processamento de ossos e tecidos animais e envolve operações de secagem, trituração, tratamento térmico e moagem.
C. Bellaver. Ingredientes de origem animal destinados à
fabricação de rações. In: Simpósio sobre ingredientes na
alimentação animal. Campinas, SP, 2001(com adaptações).
Considerando as informações apresentadas no texto acima, julgue o item que se segue.
A legislação brasileira estabelece como 8% o valor máximo para o teor de umidade nas farinhas de carnes e ossos, pois valores mais elevados propiciam o desenvolvimento de microrganismos deterioradores e(ou) patogênicos.
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A qualidade da água é um atributo dinâmico no tempo e no espaço, suscetível às ações antrópicas. Os recursos hídricos se destinam a inúmeros usos: geração de energia, irrigação, criação de animais, abastecimento para consumo humano e para fins industriais, entre outros. A qualidade da água é um fator importante na definição do padrão de identidade e qualidade dos produtos alimentícios in natura ou industrializados. Fontes, distribuição e utilização influenciarão os tipos de tratamento específico, além dos regularmente efetuados para a água potável.
Boas práticas no abastecimento de água. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Ministério da Saúde, 2006; J. A. B. de Macedo. Águas & águas. Belo Horizonte: CRQMG,
2004. Internet: <www.portal.saude.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência incial, julgue o item a seguir, com relação à qualidade da água.
O reúso de águas consiste no uso de efluentes de estações de tratamentos de esgoto, após tratamento e desinfecção. Em uma linha de produção de cervejas, por exemplo, as operações de lavagem de tanques e higienização do ambiente podem ser executadas com tais águas.
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A qualidade da água é um atributo dinâmico no tempo e no espaço, suscetível às ações antrópicas. Os recursos hídricos se destinam a inúmeros usos: geração de energia, irrigação, criação de animais, abastecimento para consumo humano e para fins industriais, entre outros. A qualidade da água é um fator importante na definição do padrão de identidade e qualidade dos produtos alimentícios in natura ou industrializados. Fontes, distribuição e utilização influenciarão os tipos de tratamento específico, além dos regularmente efetuados para a água potável.
Boas práticas no abastecimento de água. Secretaria de Vigilância em Saúde.
Ministério da Saúde, 2006; J. A. B. de Macedo. Águas & águas. Belo Horizonte: CRQMG,
2004. Internet: <www.portal.saude.gov.br> (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência incial, julgue o item a seguir, com relação à qualidade da água.
O reúso de águas ou o uso de águas recuperadas nas operações unitárias de processos de secagem ou de evaporação têm como requisito a inocuidade aos produtos alimentícios.
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Análises físico-químicas e microbiológicas realizadas em amostras de pão para sanduíche, ou pão de forma, coletadas no comércio indicaram a não conformidade para o parâmetro umidade e para a contagem de bolores, que apresentou valores acima do preconizado na legislação, que é de 5 × 103 UFC/g.
Brasil. INMETRO. Avaliação de conformidade de produtos (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue o próximo item.
Valores diferentes dos recomendados pela legislação, quanto ao teor de umidade, podem levar à perda de crocância pela absorção ou migração da água do miolo para a crosta, ou ao aumento da dureza do pão pela perda de água para a atmosfera, com tendência ao esfarelamento devido às alterações na coesividade e às perdas do aroma e do sabor.
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Análises físico-químicas e microbiológicas realizadas em amostras de pão para sanduíche, ou pão de forma, coletadas no comércio indicaram a não conformidade para o parâmetro umidade e para a contagem de bolores, que apresentou valores acima do preconizado na legislação, que é de 5 × 103 UFC/g.
Brasil. INMETRO. Avaliação de conformidade de produtos (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue o próximo item.
Amostras com teor de umidade acima do padrão legal não representam risco à saúde do consumidor, mas podem denotar tendência do setor em disponibilizar no mercado produtos mais macios, aparentemente frescos, porém mais suscetíveis ao desenvolvimento de bolores.
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Análises físico-químicas e microbiológicas realizadas em amostras de pão para sanduíche, ou pão de forma, coletadas no comércio indicaram a não conformidade para o parâmetro umidade e para a contagem de bolores, que apresentou valores acima do preconizado na legislação, que é de 5 × 103 UFC/g.
Brasil. INMETRO. Avaliação de conformidade de produtos (com adaptações).
A partir do texto acima, julgue o próximo item.
O uso de sorbatos na panificação justifica-se nas situações em que os produtos apresentam contagem para bolores acima dos valores indicados na legislação, que é de 5 × 103 UFC/g, com vistas a, dessa forma, ampliar o seu prazo de validade.
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Na panificação, os aditivos alimentares atuam corrigindo ou neutralizando deficiências da farinha de trigo, facilitando a padronização dos produtos, alterando o comportamento reológico das massas, aumentando a vida útil do produto, entre outros aspectos. A esse respeito, julgue o item seguinte.
Monoglicerídios, polissorbatos e lecitina são substâncias emulsificantes de uso comum na panificação. Por terem regiões hidrofílicas e lipofílicas na mesma molécula, são capazes de formar emulsões, tornando miscíveis substâncias normalmente imiscíveis. Uma das principais vantagens quanto ao uso dessas substâncias deve-se à sua característica de ampliar a vida útil do produto, por agir, sinergicamente, com os sorbatos.
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Na panificação, os aditivos alimentares atuam corrigindo ou neutralizando deficiências da farinha de trigo, facilitando a padronização dos produtos, alterando o comportamento reológico das massas, aumentando a vida útil do produto, entre outros aspectos. A esse respeito, julgue o item seguinte.
Apesar das vantagens, do ponto de vista tecnológico e econômico, trazidas pelo uso de aditivos à base de KBrO3, essas substâncias não foram reconhecidas pelo GRAS (generally recognized as safe), por serem potencialmente carcinogênicas.
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Na panificação, os aditivos alimentares atuam corrigindo ou neutralizando deficiências da farinha de trigo, facilitando a padronização dos produtos, alterando o comportamento reológico das massas, aumentando a vida útil do produto, entre outros aspectos. A esse respeito, julgue o item seguinte.
O KBrO3 é um agente oxidante que atua sobre os grupamentos dissulfetos das proteínas formadoras de glúten, fortalecendo as ligações dissulfídicas que melhoram a qualidade física (elasticidade) da farinha pelo fortalecimento do glúten.
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Os organizadores de certo evento contrataram um serviço de coffee break que ofereceu sucos e sanduíches, conforme descritos na tabela acima. No segundo dia do evento, alguns participantes apresentaram sintomas de mal-estar, como diarreia líquida ou pastosa, cefaleia intensa, náusea, febre (até 39 ºC), vômito, entre outros. A curva epidêmica da doença teve uma média de quatro dias. Os dados das análises microbiológicas para a identificação do organismo responsável pelo problema foram submetidos a tratamento estatístico, e os resultados estão apresentados na tabela acima, em que se expõe o risco relativo das amostras de alimentos servidos no evento quanto à detecção de Salmonella typhimurium.
Acerca das informações apresentadas no texto e com base na tabela acima, julgue o item a seguir.
Para a situação descrita, as práticas de controle sanitário implementadas pelas unidades de produção de alimentos devem considerar como medidas preventivas a higiene, sobretudo dos manipuladores, e o armazenamento em temperatura de refrigeração a 5 ºC. Por se tratar de alimentos frios, o controle da contaminação cruzada não é relevante.
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