Foram encontradas 845 questões.
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.
O estudo que deu origem à formula apresentada é conhecido em detalhes por estudiosos da área.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.
Através da fórmula 220!idade, calculam-se porcentuais de frequência cardíaca e são estabelecidos faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
O item seguinte apresenta reescritura de trechos do texto. Julgue-o quanto à correção gramatical, à adequação vocabular e à manutenção das ideias originais.
Conquanto seja conhecido e utilizado em larga escala na fisiologia do exercício, o método de aferição da frequência cardíaca máxima é controverso no que toca à sua autoria.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
A variação de dez batimentos cardíacos a mais ou a menos por minuto, ao se analisar a precisão do resultado da aplicação da fórmula 220!idade, está fora dos padrões desejados.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
Uma vez que a ineficácia da fórmula 220!idade já foi comprovada, pesquisadores do assunto preferem esquivar-se da responsabilidade de tê-la como objeto de sua autoria.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
Quem deseja emagrecer e, ao se exercitar, orienta-se pela frequência cardíaca máxima obtida por meio da aplicação da fórmula 220!idade está usando uma referência passível de contestação como base.
Provas
A história da fórmula FCmáx = 220!idade
Toda pessoa habituada a praticar algum tipo de atividade física certamente já ouviu falar na fórmula 220!idade, muito usada para calcular a frequência cardíaca máxima (FCmáx) e depois estabelecer porcentagens a serem respeitadas para obter benefícios, seja melhorar a condição física, seja emagrecer. Além disso, diversos exames físicos também a utilizam para realizar cálculos a respeito da porcentagem máxima de frequência cardíaca atingida nos testes.
A fisiologia do exercício utiliza a fórmula desde o final da década de 30 do século XX, e ela é frequentemente citada em livros técnicos, revistas e outras publicações. Nunca, porém, explica-se o estudo original que chegou a essa equação.
Apesar de amplamente aceita, a fórmula em apreço vem sendo questionada há mais de duas décadas por diversos fisiologistas, por apresentar uma margem de erro grande ao estimar a FCmáx. Em geral, os estudos verificaram um erro que varia de 7 a 11 batimentos por minuto, para cima ou para baixo.
Uma leitura mais aprofundada acerca da história dessa fórmula mostra que o cálculo não foi construído a partir de estudo específico, mas por meio de observações baseadas em levantamentos e anotações científicas não publicados.
Um pesquisador chamado Karvonen teria sido o inventor da fórmula 220!idade, mas ele mesmo, ao ser contatado por uma publicação científica, declarou que nunca havia concluído qualquer estudo a respeito. Indicou outro pesquisador que havia sido o mentor desse cálculo, doutor Astrand.
Este também foi procurado para prestar esclarecimentos e, da mesma forma, afirmou que não havia publicado nenhum dado que tivesse apresentado essa fórmula. Doutor Astrand comentou que, em seus estudos, a fórmula 220!idade chegava a valores próximos de outras equações para a mesma finalidade. O erro destas, no entanto, também seria consideravelmente alto (mais ou menos 10 batimentos por minuto).
Portanto, devido à pouca clareza a respeito da origem dessa fórmula e à sua precisão duvidosa, não deveríamos adotá-la como ponto de partida para determinar faixas de treinamento cardiorrespiratório.
Renato Dutra. Internet: <veja.abril.uol.com.br>16/7/2009 (com adaptações).
Com base nas ideias do texto, julgue o item a seguir.
A fórmula 220!idade, mencionada inúmeras vezes em periódicos e livros técnicos, faz parte do rol dos trabalhos científicos.
Provas
A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.
Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.
Depreende-se da argumentação do texto que a superação do “antagonismo entre capital e trabalho” está na base do conceito de autogestão.
Provas
A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.
Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.
Considerando-se sua função na organização do texto, a forma verbal “sobrepujando” poderia ser substituída por o que sobrepujam sem prejuízo da coerência e da correção gramatical do texto.
Provas
A palavra autogestão aparece no início dos anos 60 do século XX, na linguagem política e principalmente nos meios intelectuais da esquerda francesa insatisfeita com as realizações concretas do socialismo burocrático. Autogestão não é participação, pois participar significa engajar-se em uma atividade já existente com sua própria estrutura e finalidade. A autogestão visa à transformação e não à participação. Autogestão também não se confunde com a cogestão, pois esta significa direção conjunta de uma empresa, mantendo-se a estrutura hierárquica. A cooperativa já é um caso mais próximo da autogestão, pois os diretores são remunerados pelos próprios trabalhadores, sobrepujando parcialmente o antagonismo entre capital e trabalho.
Moacir Gadotti. Escola cidadã. São Paulo: Cortez, 1997, p. 15 (com adaptações).
Julgue o seguinte item, a respeito das ideias e da organização das estruturas linguísticas no texto acima.
O uso do sinal indicativo de crase em “à transformação” e em “à participação” evidencia que o verbo visar está sendo empregado em uma relação sintático-semântica que exige complemento regido pela preposição a.
Provas
Caderno Container