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TEXTO:
O perfil do Profissional do Ensino não muda porque estamos vivendo num novo milênio, mas pelo imperativo das inovações em todas as áreas do saber, do fazer, do ser e da tecnologia. Somos impelidos também pela força da nova LDB 9394/96, que propõe uma revolução no Ensino Básico, desde a Educação Infantil, passando pelo Ensino Fundamental e culminando no que chamam de Novo Ensino Médio.
Atualmente, notam-se inovações, nem sempre perceptíveis ao observador desavisado, no novo perfil do professor que se concretiza no seu agir profissional. Temos a elaboração, por todos os integrantes da Escola, da Proposta Pedagógica, do plano de trabalho. O Profissional do Ensino é desafiado a atuar criticamente na elaboração e execução dos projetos sociais, na indicação do material pedagógico que é proposto ao aluno, e decidir sobre metodologia na busca da construção do conhecimento em sala de aula, bem como no uso de outras tecnologias. Temos indicadores de mudanças também nas questões dos vestibulares, nos relatos de experiências em congressos ou exposições didático- pedagógicas. Isso tudo é uma fonte de tensão e avaliação constantes para o professor, que precisa buscar urgente atualização e prosseguimento de estudos para poder fazer frente aos novos conhecimentos e interpretações.
O Profissional do Ensino está ganhando um novo rosto e um novo valor no mercado das profissões, porque a crise está em toda parte, então, a Escola –– como emprego –– surge como uma luz. Mas as leis são claras e pedem qualificação e só entra nessa arena, para permanecer, quem for concursado –– no ensino público ––, e no particular, por referências e prestação de serviços. Mesmo assim, se o professor não for competente e não estiver numa dinâmica de crescimento e busca, os alunos, as leis do mercado, ou ele mesmo, decidem por sua demissão. Lentamente o “fazer bico” na Escola está desaparecendo.
De acordo com os Parâmetros Curriculares, deseja-se um professor de bem com a vida, humano, feliz, idealista, capaz de dar sentido à vida e ao que faz. Que viva na linha do SER –– objetivo máximo da Educação –– que exercite a paciência cronológica e histórica. Tenha ele compromisso com a vida e os valores, como a ética, a sensibilidade, a estética, a cidadania, a solidariedade, a verdade, o respeito e o bom senso. Norteie-se por três pilares de princípios, previstos na explanação dos parâmetros: princípios estéticos –– que desenvolvem a estética da sensibilidade, estimulam a criatividade e o espírito inventivo; princípios políticos –– que propõem a política da igualdade, do direito e da democracia, cuja arte se expressa no aprender a conviver; princípios éticos — que visam à ética da identidade: inserção no tempo e no espaço, onde aprender a ser é o objetivo máximo.
A maior preocupação desse profissional deve ser, portanto, formar seres humanos capazes e seguros, com valores solidamente construídos, não fixados no vestibular, mas voltados para a sociedade e seus desafios tecnológicos.
URBAN, Maria de Lourdes. Perfil do Profissional do
Ensino no Novo Milênio. Disponível em: <http://www.adorofisica.com.br/textos/ textos_milenio.html>. Acesso em: 18
ago. 2013. Adaptado.
Identifique com V ou com F, conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmativas.
As informações do texto permitem afirmar que
( ) o docente do século XXI tem um compromisso maior com os alunos e com a sociedade em geral.
( ) a ação educativa, pelo visto, não transcende às ações dos professores e não extrapola os limites físicos da sala de aula.
( ) o discurso pedagógico dominante hiper- responsabiliza os professores em relação à prática pedagógica e à qualidade de ensino.
( ) o sistema vê a figura do professor como o condutor visível da ação educativa, transferindo-lhe um número cada vez maior de funções.
( ) a formação do profissional de ensino, para que ele possa desempenhar bem seu papel, pressupõe um amplo e continuado processo, que vai além de pequenos treinamentos e reciclagens.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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Cinquenta e seis policiais e dois civis ficaram feridos durante confrontos no centro de Belfast, depois da mais recente explosão de violência, estimulada pela tensão entre as comunidades católicas republicanas e os protestantes pró-Reino Unido da Irlanda do Norte.
Quatro policiais foram levados ao hospital depois dos confrontos na madrugada de sexta-feira, quando a polícia disparou balas de borracha e usou canhões de água, depois de ser atacada com pedras, garrafas e pedaços de andaimes pela segunda noite consecutiva. Manifestantes também atearam fogo a vários carros.
Os confrontos começaram quando centenas de protestantes tentaram bloquear uma marcha dos republicanos católicos, em comemoração ao “9 de agosto de 1971”, quando 11 civis foram mortos pelo Exército britânico em Belfast.
(CONFLITO..., 2013).
Além dos conflitos na Irlanda, outras regiões do planeta enfrentam tensões e conflitos, neste século XXI, que preocupam a comunidade internacional, a exemplo
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Os Raios x são ondas eletromagnéticas com frequência maiores do que as da radiação ultravioleta.
Sobre os Raios x, é correto afirmar:
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Segundo Paulo Freire, para a prática de uma educação que visa à autonomia, uma das tarefas mais importantes é possibilitar condições para que os educandos, inclusive o trabalhador emancipado, possam “assumir-se”.

Associando o texto à charge, percebe-se que uma das condições para uma educação escolar emancipadora é
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TEXTO:
Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público.
O Brasil está vivenciando, atualmente, um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre, e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais, as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.
O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação, cortando taxas, e ainda não se deu conta de que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo, o governo brasileiro está reproduzindo, em menor escala, o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.
Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus.
Essas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.
Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer pôr um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”.
Os VERDADEIROS motivos por trás dos protestos ocorridos
em várias cidades do Brasil. Jornal do Sudeste. Disponível em: <http:// www.jornaldosudeste.com.br/jornal2/?p=8037>. Acesso em: 8 ago. 2013. Postado por Divina Neusa de Queiroz. Adaptado.
No texto, o termo
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TEXTO:
Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público.
O Brasil está vivenciando, atualmente, um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre, e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais, as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.
O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação, cortando taxas, e ainda não se deu conta de que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo, o governo brasileiro está reproduzindo, em menor escala, o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.
Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus.
Essas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.
Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer pôr um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”.
Os VERDADEIROS motivos por trás dos protestos ocorridos
em várias cidades do Brasil. Jornal do Sudeste. Disponível em: <http:// www.jornaldosudeste.com.br/jornal2/?p=8037>. Acesso em: 8 ago. 2013. Postado por Divina Neusa de Queiroz. Adaptado.
Quanto aos aspectos coesivos que garantem a progressão temática do texto em destaque, marque V para as afirmações verdadeiras e F, para as falsas.
( ) O vocábulo “para”, embora tenha o mesmo valor semântico de “para”, pertence a outra classe de palavras.
( ) O conectivo “ou” indica uma alternância relacionada com os meios de transportes terrestres usados no país.
( ) As palavras relacionais “que” e “que” introduzem, no contexto frasal, orações que restringem o mesmo elemento lexical.
( ) O conector “como”, nesse caso, expressa a ideia de causa, relacionada com afirmações veiculadas na mídia.
( ) O termo “essas questões brasileiras” retoma, no texto, as ideias contidas nas expressões “problema de infraestrutura” e “vários escândalos de corrupção”.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
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TEXTO:
Os protestos que estão acontecendo no Brasil vão muito além do aumento de 20 centavos no transporte público.
O Brasil está vivenciando, atualmente, um amplo colapso de sua infraestrutura. Há problemas com portos, aeroportos, transporte público, saúde e educação. O Brasil não é um país pobre, e os impostos são extremamente altos. Os brasileiros não veem motivo para terem uma infraestrutura tão ruim quando há tanta riqueza e tantos impostos altos. Nas capitais estaduais, as pessoas chegam a gastar 4 horas por dia no tráfego, seja em seus carros ou em transportes públicos lotados e de má qualidade.
O governo brasileiro tomou medidas para controlar a inflação, cortando taxas, e ainda não se deu conta de que o paradigma deve mudar para uma abordagem focada na infraestrutura do país. Ao mesmo tempo, o governo brasileiro está reproduzindo, em menor escala, o que a Argentina fez anos atrás: evitando austeridade fiscal e prevenindo o aumento dos juros, o que está levando a uma alta inflação e baixo crescimento.
Além do problema de infraestrutura, há vários escândalos de corrupção que permanecem sem julgamento, e os casos que são julgados tendem a terminar com a absolvição dos réus.
Essas são, de fato, as revoltas dos brasileiros.
Os protestos não são meramente isolados, não são movimentos da extrema esquerda, como algumas fontes da mídia brasileira afirmam. Não é uma rebelião adolescente. É o levante da parte mais intelectualizada da sociedade que quer pôr um fim a essas questões brasileiras. A jovem classe média que sempre esteve insatisfeita com o obscurecimento político agora “desperta”.
Os VERDADEIROS motivos por trás dos protestos ocorridos
em várias cidades do Brasil. Jornal do Sudeste. Disponível em: <http:// www.jornaldosudeste.com.br/jornal2/?p=8037>. Acesso em: 8 ago. 2013. Postado por Divina Neusa de Queiroz. Adaptado.
A leitura do texto permite inferir que
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TEXTO:
A língua está ligada, essencialmente, à vida cotidiana de seus falantes. Daí dizer que ela não é uma realidade autônoma, fechada em um sistema, mas um fato que dialoga o estrutural com o social, e essa situação constitui um traço identitário entre os falantes de uma comunidade.
Os comportamentos linguísticos que determinam as relações entre os diversos grupos sociais de uma dada comunidade de fala instituem o conceito de norma linguística, que, por sua vez, determina a inserção dessefalante em certa esfera social, por meio do grau de monitoramento a que está submetido o uso da língua, bem como a variedade em que esse uso se realiza.
A norma culta é estabelecida como ideal de língua, confundindo-se erroneamente com o próprio conceito de língua. Essa variedade é restrita ao meio acadêmico privilegiado e, por vezes, isso ocorre em detrimento de outras variedades que compõem o todo linguístico.
A manutenção de padrões rígidos e fixos estende-se ao ambiente escolar, onde a escrita e a modalidade culta se estabelecem como único objeto de estudo, excluindo outras manifestações da língua, estigmatizadas por meio de julgamentos de valores sociais.
É assim que o preconceito linguístico se estabelece: uma variedade rebaixa a outra ao desprestígio social, vista como desvio ou deturpação da língua, ou melhor, da difundida pela gramática normativa.
A escola não deve eleger a variedade culta como se fosse a língua em si, deve, por outro lado, abranger sem privilégio, uma e outra, como partes de um todo.
O ensino da língua como uma realidade heterogênea é um instrumento poderoso de conscientização e inclusão social, que desenvolve no aluno consciência linguística quanto ao fator extralinguístico relacionado ao uso realdas variedades linguísticas sob circunstâncias pragmáticas, em uma perspectiva funcional da língua e abre-lhe possibilidades infinitas de interação.
BARROS, Vitor Luiz. Disponível em:
<http://vluizbarros.blogspot.com.br/ 2011/02/norma-linguistica-norma-culta-e.html>. Acesso em: 2 set. 2013. Adaptado
Quanto à analise dos aspectos morfossintáticos do texto e seus efeitos de sentido, está sem suporte gramatical o que se afirma em
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TEXTO:
A língua está ligada, essencialmente, à vida cotidiana de seus falantes. Daí dizer que ela não é uma realidade autônoma, fechada em um sistema, mas um fato que dialoga o estrutural com o social, e essa situação constitui um traço identitário entre os falantes de uma comunidade.
Os comportamentos linguísticos que determinam as relações entre os diversos grupos sociais de uma dada comunidade de fala instituem o conceito de norma linguística, que, por sua vez, determina a inserção dessefalante em certa esfera social, por meio do grau de monitoramento a que está submetido o uso da língua, bem como a variedade em que esse uso se realiza.
A norma culta é estabelecida como ideal de língua, confundindo-se erroneamente com o próprio conceito de língua. Essa variedade é restrita ao meio acadêmico privilegiado e, por vezes, isso ocorre em detrimento de outras variedades que compõem o todo linguístico.
A manutenção de padrões rígidos e fixos estende-se ao ambiente escolar, onde a escrita e a modalidade culta se estabelecem como único objeto de estudo, excluindo outras manifestações da língua, estigmatizadas por meio de julgamentos de valores sociais.
É assim que o preconceito linguístico se estabelece: uma variedade rebaixa a outra ao desprestígio social, vista como desvio ou deturpação da língua, ou melhor, da difundida pela gramática normativa.
A escola não deve eleger a variedade culta como se fosse a língua em si, deve, por outro lado, abranger sem privilégio, uma e outra, como partes de um todo.
O ensino da língua como uma realidade heterogênea é um instrumento poderoso de conscientização e inclusão social, que desenvolve no aluno consciência linguística quanto ao fator extralinguístico relacionado ao uso realdas variedades linguísticas sob circunstâncias pragmáticas, em uma perspectiva funcional da língua e abre-lhe possibilidades infinitas de interação.
BARROS, Vitor Luiz. Disponível em:
<http://vluizbarros.blogspot.com.br/ 2011/02/norma-linguistica-norma-culta-e.html>. Acesso em: 2 set. 2013. Adaptado.
A partir das ideias articuladas no texto e dos conhecimentos sobre o assunto, é correto afirmar:
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Perguntas de um trabalhador que lê
Por Bertolt Brecht
Quem construiu Tebas, a cidade das sete portas?
Nos livros estão nomes de reis;
os reis carregaram as pedras?
E Babilônia, tantas vezes destruída,
quem a reconstruía sempre?
Em que casas da dourada Lima viviam aqueles que a
construíram?
No dia em que a Muralha da China ficou pronta,
para onde foram os pedreiros?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo:
quem os erigiu?
Quem eram aqueles que foram vencidos pelos césares?
Bizâncio, tão famosa, tinha somente palácios para seus
moradores?
Na legendária Atlântida, quando o mar a engoliu, os
afogados
continuaram a dar ordens a seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César ocupou a Gália.
Não estava com ele nem mesmo um cozinheiro?
Felipe da Espanha chorou quando sua armada
naufragou. Foi o único a chorar?
Frederico 2º venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem partilhou da vitória?
Nos livros estão nomes de reis;
os reis carregaram as pedras?
E Babilônia, tantas vezes destruída,
quem a reconstruía sempre?
Em que casas da dourada Lima viviam aqueles que a
construíram?
No dia em que a Muralha da China ficou pronta,
para onde foram os pedreiros?
A grande Roma está cheia de arcos do triunfo:
quem os erigiu?
Quem eram aqueles que foram vencidos pelos césares?
Bizâncio, tão famosa, tinha somente palácios para seus
moradores?
Na legendária Atlântida, quando o mar a engoliu, os
afogados
continuaram a dar ordens a seus escravos.
O jovem Alexandre conquistou a Índia.
Sozinho?
César ocupou a Gália.
Não estava com ele nem mesmo um cozinheiro?
Felipe da Espanha chorou quando sua armada
naufragou. Foi o único a chorar?
Frederico 2º venceu a Guerra dos Sete Anos.
Quem partilhou da vitória?
A cada página uma vitória.
Quem preparava os banquetes?
A cada dez anos um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias,
Tantas questões.
Quem preparava os banquetes?
A cada dez anos um grande homem.
Quem pagava as despesas?
Tantas histórias,
Tantas questões.
Estabelecendo-se uma analogia do poema à realidade do Brasil, nos anos 90, época de subordinação ativa à lógica do mercado, praticamente desapareceram, nas reformas educativas, as expressões educação integral, omnilateral, laica, unitária, politécnica ou tecnológica e emancipadora.
Em consequência, realçou-se a perspectiva
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