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A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
Pensar o tempo como um espaço em que os eventos são construídos e, portanto, desenvolvem-se em função da narrativa humana é tarefa fundamental do professor de história.
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A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
A historiografia é uma teoria que sustenta uma parte do estudo da História, mas evita tratar do ensino, que é outro campo de pesquisa e deve estar alinhado a perspectivas da aprendizagem.
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A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
Desnaturalizar o tempo significa, de acordo com o texto, ir além da data em si, demonstrar o contexto histórico no qual se desenvolvem os eventos e o perfil das pessoas e sociedades envolvidas.
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A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
A expressão “experiências do tempo” utilizada no texto está vinculada à organização, por parte do docente, de eventos em que os estudantes vivam momentos do tempo histórico em estudo.
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- Ensino das DisciplinasHistória
- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
A atuação em sala de aula, enquanto professor de História
levou ao entendimento de que os alunos concebem de forma mais
satisfatória os debates acerca da temporalidade a partir da relação
passado/presente. Nesse aspecto, entendemos que as
“experiências do tempo” contribuem para dar inteligibilidade ao
processo histórico. Essa relação atua como um “regime de
historicidade”, que permite ao historiador um questionamento
sobre nossas relações com o tempo, “instaurando um vaivém
entre o presente e o passado, ou melhor, passados, eventualmente
bem distanciados, tanto no tempo quanto no espaço”. Este
processo de reflexão sobre as diferentes temporalidades sugere ao
aluno “desnaturalizar o tempo, pensá-lo como uma construção
social, cultural e narrativa feita pelos homens”. Portanto, é esse
movimento passado/presente que permite ao aluno “pensar
historicamente” e, nesse aspecto, formular um sentido para o
próprio campo do conhecimento histórico.
Marcelo Gomes da Silva. Pra que serve o Ensino de História?
Um debate a partir da formação de professores. Internet:
<https://rbeducacaobasica.com.br> (com adaptações).
As relações do homem com o tempo são objeto do ensino da história, pois, por meio desse conceito, os estudantes podem perceber a teia de relações sociais, políticas, econômicas e culturais que a sociedade organiza.
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O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual,
bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de
uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade
dos livros conforme predominou até agora.
O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento
desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo
tradicional.
Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Conforme o autor, o uso de tecnologias pelos estudantes favorece seu desempenho e melhora sua aprendizagem em relação aos conteúdos tradicionais.
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O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual,
bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de
uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade
dos livros conforme predominou até agora.
O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento
desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo
tradicional.
Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Usar as tecnologias da comunicação e da informação no ensino da história melhora o desempenho dos alunos, visto que quebra a linearidade dos livros.
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O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual,
bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de
uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade
dos livros conforme predominou até agora.
O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento
desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo
tradicional.
Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Em função da convivência com a telemática, os estudantes têm tido uma nova percepção gráfica, portanto, mapas e outros materiais relacionados devem ser repensados para atrair esse público.
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- Ensino das DisciplinasHistória
- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual,
bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de
uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade
dos livros conforme predominou até agora.
O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento
desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo
tradicional.
Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
A linearidade presente nos livros foi quebrada pela convivência com uma nova realidade por parte dos estudantes, em uma vida cada vez mais virtual.
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- Ensino das DisciplinasHistória
- Tecnologias Educacionais
- Temas Educacionais Pedagógicos
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
O desenvolvimento mental das crianças nesta era dominada pela telemática e que as obriga a uma vida crescentemente virtual,
bem como os jogos eletrônicos no seu dia a dia e a desterritorialização representada pelo ciberespaço, implicaram a emergência de
uma nova percepção, que vem determinando uma nova concepção de representação gráfica, a qual não se satisfaz com a linearidade
dos livros conforme predominou até agora.
O curioso é constatar que este crescimento de alguns aspectos da inteligência das novas gerações e até mesmo o surgimento
desse novo sensorium juvenil não os habilita a um melhor desempenho escolar no que diz respeito aos conteúdos do currículo
tradicional.
Marcos Silva. Ensino de História e novas tecnologias. Internet: <www.educadores.diaadia.pr.gov.br>.
Como o desempenho mental das crianças vem sendo construído com um novo enfoque e novas relações devido à telemática, supõe-se a necessidade de as práticas do ensino da história serem repensadas para garantir a aprendizagem desse conteúdo.
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