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Ainda no que tange à produção de diferenças, seguindo as pessoas enquanto caminhavam por suas redes de relações nas frequentes visitas que fazem entre diversas terras Guarani, observei que estas frequentemente são constituídas por vários tekoa diferentes e cada um destes procura seguir as orientações das suas próprias lideranças (...) com alguma autonomia em relação às decisões e atividades de abrangência maior, que podem envolver diversos tekoa [...]
Diversas pessoas, principalmente as mais velhas, explicam que essas diferenças e autonomias são altamente desejáveis e produtivas. Enfatizam também que poderiam exercê-las ainda mais, se as terras Guarani não fossem tão pequenas.
(Adriana Queiroz Testa. Entre pessoas e lugares: práticas de circulação de saberes Guarani Mbya. Em: Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antônio Peggion, Povos indígenas em São Paulo: novos olhares)
O excerto, que é parte da pesquisa feita pela autora com o povo Guarani Mbya, em 2013, faz referência
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Inúmeros quilombos foram construídos no século XIX, principalmente nas décadas finais do período escravista. Seus habitantes eram chamados de quilombolas, mocambeiros ou calhambolas e foram perseguidos pelos senhores de escravos e pelo aparato militar colonial e imperial. Alguns quilombos conseguiram sobreviver durante muitos anos mesmo durante a escravidão.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
Para Munanga e Gomes, em geral, a sobrevivência de alguns quilombos derivou
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Apesar de seus efeitos profundos, o bandeirantismo de grande escala durou relativamente pouco tempo, enfrentando dificuldades já na década de 1630. Os excessos cometidos contra as missões jesuíticas tiveram largas repercussões políticas e morais, incitando até o Papa a condenar os paulistas. [...] A queda desse tipo de bandeirantismo abriu uma nova fase na história local, que girava em torno do problema da escassez de mão de obra indígena.
(John Manuel Monteiro, Vida e morte do índio: São Paulo colonial. Em: Amanda Cristina Danaga e Edmundo Antônio Peggion (orgs.), Povos indígenas em São Paulo: novos olhares)
Dentre os fatores que contribuíram para a “queda desse tipo de bandeirantismo”, o historiador John Monteiro aponta a seguinte ocorrência, de 1641:
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, em 09 de janeiro de 2003, a Lei nº 10.639 que altera a Lei nº 9.394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, incluindo nesta mais três artigos que versam sobre a obrigatoriedade da inclusão do ensino de História da África e da Cultura Afro-brasileira nos currículos dos estabelecimentos públicos e privados de ensino da educação básica. A lei também acrescenta que o dia 20 de novembro (considerado dia da morte de Zumbi) deverá ser incluído no calendário escolar como dia nacional da consciência negra [...]
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
Segundo Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, a comemoração do 20 de novembro surgiu
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No início dos anos 1970, dos operários qualificados na França, 23,1% eram tunisianos, 18%, marroquinos, 15.9%, argelianos, 9,5%, negros da ex-África.
(Marc Ferro, História das Colonizações)
Segundo Marc Ferro, esses dados mostram que as nações neocolonizadoras
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No artigo Avanço das mulheres. Que mulheres?, de Alzira Rufino, publicado em 2003, há o seguinte trecho:
Enquanto as mulheres brancas estão rompendo estereótipos e atingem números significativos em áreas antes restritas aos homens, as mulheres negras ainda têm que lutar para ter acesso a funções como secretárias ou recepcionistas, ocupações tidas como “femininas”, mas que podem melhor ser descritas como “femininas e brancas”.
(Apud Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
Para Alzira Rufino, no artigo citado,
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Foi grande o impacto da invasão da Etiópia (Abissínia) pelas tropas de Mussolini, em 1936, sobre a mobilização da consciência pan-africana naquela década.
(Elisa Larkin Nascimento, Lutas africanas no mundo e nas Américas. Em: Elisa Larkin Nascimento (org.). A matriz africana no mundo)
Segundo Nascimento, tal impacto esteve relacionado
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O eclipse dos Impérios [britânico e francês] decorreu de três conjuntos de fatores: a exigência dos povos colonizados, o questionamento, na metrópole, das vantagens do expansionismo, e, por último, a pressão vinda de fora, de concorrentes ou de novas potências que lançavam um desafio.
(Marc Ferro, História das colonizações)
A partir do excerto, no contexto dos anos 1950, é correto afirmar, segundo Marc Ferro, que
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[...] a colônia americana concentra-se, [a partir de meados do século XVII], na produção de valores de troca destinados ao ultramar, à economia-mundo. Na Metrópole, parte desses bens presta-se à aquisição de bens e serviços para o senhoriato. Outra parte, os produtos de escambo – a cachaça e o tabaco –, é exportada para os portos de trato de africanos em troca de energia humana, de escravos. Mercadorias fabricadas na Europa ou vindas da Ásia para as feiras africanas também podiam ser compradas na Metrópole em troca dos produtos da América portuguesa. Daí decorrem duas consequências de impacto decisivo na longue durée da história colonial e nacional brasileira.
(Luiz Felipe de Alencastro. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente essas duas consequências.
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A recuperação demográfica carolíngia, mesmo pequena, apontava para a expansão que começaria em meados do século X. Apesar da inexistência de uma documentação quantitativa, é inquestionável aquele crescimento na Idade Média Central, como se percebe por cinco claros indícios.
(Hilário Franco Júnior, A Idade Média, nascimento do ocidente)
Assinale a alternativa que apresenta um desses indícios.
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