Foram encontradas 50 questões.
Considerando a obra e a atuação do educador Paulo Freire, analise o trecho a seguir para responder à questão.
O desrespeito à leitura de mundo do educando revela o gosto elitista, portanto antidemocrático, do educador que, desta forma, não escutando o educando, com ele não fala. Nele deposita seus comunicados.
(FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996)
A abordagem curricular que se infere pelas expressões gosto elitista e antidemocrático, no sentido empregado no trecho, é corretamente caracterizada
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Considerando a obra e a atuação do educador Paulo Freire, analise o trecho a seguir para responder à questão.
O desrespeito à leitura de mundo do educando revela o gosto elitista, portanto antidemocrático, do educador que, desta forma, não escutando o educando, com ele não fala. Nele deposita seus comunicados.
(FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996)
A crítica presente na frase Nele deposita seus comunicados sintetiza o ensino que o autor denominou
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As I e II Guerras Mundiais têm relação histórica, uma vez que
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A questão da identidade nacional foi tema das reflexões de alguns intelectuais que marcaram a historiografia brasileira e suscitaram debates, como
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A respeito do população indígena existente na Bahia, identifica-se hoje
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O período da História do Brasil entre 1964 e 1985 é comumente identificado pela historiografia como “ditadura civil-militar”, uma vez que
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Considere os versos da marchinha de Carnaval a seguir, intitulada “Retrato do Velho” e composta em 1950, por Marino Pinto e Haroldo Lobo, em homenagem a Getúlio Vargas:
Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
Bota o retrato do velho outra vez
Bota no mesmo lugar
O sorriso do velhinho faz a gente trabalhar
Na letra da marchinha, a reposição do retrato de Getúlio Vargas alude
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Sobre a Guerra de Canudos, é correto afirmar que
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Considere o texto a seguir:
Na madrugada de 2 de Julho de 1823, a cidade de Salvador amanheceu quase deserta: o exército Português deixou em definitivo a província da Bahia. [...] Os baianos conhecem esta data como sendo a Independência do Brasil na Bahia, que celebra a vitória dos brasileiros na guerra travada na então província da Bahia, por mais de 17 meses (de fevereiro de 1822 a julho de 1823) contra as tropas portuguesas. [...] Sendo assim, com base nos estudos de Luís Henrique Dias Tavares, historiador, professor emérito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o 07 de setembro de 1822 é uma data simbólica, não se tratando da real data da independência do Brasil, até porque um pedaço enorme do país (região Nordeste) ainda não era independente.
(SLAMA, Fernanda. “O 2 de julho. Independência do Brasil na Bahia”. Disponível em: https://www.salvadordabahia.com)
Com base no texto, deve-se afirmar que a data histórica de “2 de julho”
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Denominada Revolta dos Búzios, Revolta dos Alfaiates ou Conjuração Baiana, esse movimento
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