Foram encontradas 50 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que é o controverso "tratamento de princesa"?
Estamos acostumados a ver cortejos à moda antiga da
alta sociedade em séries como Bridgerton, Os
Bucaneiros e A Idade Dourada.
Agora, porém, o fascínio por esse cavalheirismo típico
das produções de época evoluiu para um novo fenômeno nas redes sociais, especialmente entre a
geração Z, que vem ganhando destaque rapidamente: o
chamado "tratamento de princesa".
Essa tendência de relacionamento consiste em gestos
que evocam um universo digno de contos de fadas,
realizados pelos parceiros das mulheres. Entre os
exemplos mais recorrentes estão: café na cama, flores
toda sexta-feira, manicure bancada pelo companheiro e
portas abertas com galanteria — ainda que a lista não se
limite a esses.
Nas redes sociais, o "tratamento de princesa" costuma
ser contraposto ao que se chama de "mínimo
necessário" — ou seja, aquelas expectativas básicas
como se comunicar com atenção ou lembrar de datas
importantes.
Naturalmente, esse tipo de conteúdo é altamente
"clicável": as redes têm transformado gestos íntimos de
afeto em exibições públicas cada vez mais frequentes.
Mas até que ponto isso é saudável? Será uma
valorização das boas maneiras? Um ideal de
relacionamento aspiracional? Uma fantasia inofensiva?
Ou um retorno mascarado a um modelo antiquado e
exacerbado de papel feminino?
No Instagram, já são quase cento e trinta mil publicações
com a hashtag #princesstreatment.
No centro dessa onda está a influenciadora Courtney
Palmer, de Utah (EUA), que se autodenomina "princesa
dona de casa". Em um vídeo no TikTok — que já
acumula 7,6 milhões de visualizações —, ela descreve
suas polêmicas expectativas conjugais: "Em um
restaurante com meu marido, eu não falo com a
recepcionista, não abro a porta nem peço a minha
comida".
Críticos mais severos afirmam que esse comportamento
se aproxima mais ao de um prisioneiro do que ao de uma
princesa.
Emma Beddington, colunista do jornal britânico The
Guardian, classificou a tendência como "emética" e
"perturbadora". Ainda assim, o "tratamento de princesa"
segue repercutindo, principalmente nos Estados Unidos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05647q9585o.ADAPTADO.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta quanto ao uso de linguagem denotativa e conotativa.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que é o controverso "tratamento de princesa"?
Estamos acostumados a ver cortejos à moda antiga da
alta sociedade em séries como Bridgerton, Os
Bucaneiros e A Idade Dourada.
Agora, porém, o fascínio por esse cavalheirismo típico
das produções de época evoluiu para um novo fenômeno nas redes sociais, especialmente entre a
geração Z, que vem ganhando destaque rapidamente: o
chamado "tratamento de princesa".
Essa tendência de relacionamento consiste em gestos
que evocam um universo digno de contos de fadas,
realizados pelos parceiros das mulheres. Entre os
exemplos mais recorrentes estão: café na cama, flores
toda sexta-feira, manicure bancada pelo companheiro e
portas abertas com galanteria — ainda que a lista não se
limite a esses.
Nas redes sociais, o "tratamento de princesa" costuma
ser contraposto ao que se chama de "mínimo
necessário" — ou seja, aquelas expectativas básicas
como se comunicar com atenção ou lembrar de datas
importantes.
Naturalmente, esse tipo de conteúdo é altamente
"clicável": as redes têm transformado gestos íntimos de
afeto em exibições públicas cada vez mais frequentes.
Mas até que ponto isso é saudável? Será uma
valorização das boas maneiras? Um ideal de
relacionamento aspiracional? Uma fantasia inofensiva?
Ou um retorno mascarado a um modelo antiquado e
exacerbado de papel feminino?
No Instagram, já são quase cento e trinta mil publicações
com a hashtag #princesstreatment.
No centro dessa onda está a influenciadora Courtney
Palmer, de Utah (EUA), que se autodenomina "princesa
dona de casa". Em um vídeo no TikTok — que já
acumula 7,6 milhões de visualizações —, ela descreve
suas polêmicas expectativas conjugais: "Em um
restaurante com meu marido, eu não falo com a
recepcionista, não abro a porta nem peço a minha
comida".
Críticos mais severos afirmam que esse comportamento
se aproxima mais ao de um prisioneiro do que ao de uma
princesa.
Emma Beddington, colunista do jornal britânico The
Guardian, classificou a tendência como "emética" e
"perturbadora". Ainda assim, o "tratamento de princesa"
segue repercutindo, principalmente nos Estados Unidos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05647q9585o.ADAPTADO.
Com base no texto, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta quanto ao uso de sinônimos e antônimos em contexto.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O que é o controverso "tratamento de princesa"?
Estamos acostumados a ver cortejos à moda antiga da
alta sociedade em séries como Bridgerton, Os
Bucaneiros e A Idade Dourada.
Agora, porém, o fascínio por esse cavalheirismo típico
das produções de época evoluiu para um novo fenômeno nas redes sociais, especialmente entre a
geração Z, que vem ganhando destaque rapidamente: o
chamado "tratamento de princesa".
Essa tendência de relacionamento consiste em gestos
que evocam um universo digno de contos de fadas,
realizados pelos parceiros das mulheres. Entre os
exemplos mais recorrentes estão: café na cama, flores
toda sexta-feira, manicure bancada pelo companheiro e
portas abertas com galanteria — ainda que a lista não se
limite a esses.
Nas redes sociais, o "tratamento de princesa" costuma
ser contraposto ao que se chama de "mínimo
necessário" — ou seja, aquelas expectativas básicas
como se comunicar com atenção ou lembrar de datas
importantes.
Naturalmente, esse tipo de conteúdo é altamente
"clicável": as redes têm transformado gestos íntimos de
afeto em exibições públicas cada vez mais frequentes.
Mas até que ponto isso é saudável? Será uma
valorização das boas maneiras? Um ideal de
relacionamento aspiracional? Uma fantasia inofensiva?
Ou um retorno mascarado a um modelo antiquado e
exacerbado de papel feminino?
No Instagram, já são quase cento e trinta mil publicações
com a hashtag #princesstreatment.
No centro dessa onda está a influenciadora Courtney
Palmer, de Utah (EUA), que se autodenomina "princesa
dona de casa". Em um vídeo no TikTok — que já
acumula 7,6 milhões de visualizações —, ela descreve
suas polêmicas expectativas conjugais: "Em um
restaurante com meu marido, eu não falo com a
recepcionista, não abro a porta nem peço a minha
comida".
Críticos mais severos afirmam que esse comportamento
se aproxima mais ao de um prisioneiro do que ao de uma
princesa.
Emma Beddington, colunista do jornal britânico The
Guardian, classificou a tendência como "emética" e
"perturbadora". Ainda assim, o "tratamento de princesa"
segue repercutindo, principalmente nos Estados Unidos.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c05647q9585o.ADAPTADO.
Assinale a alternativa correta quanto ao uso dos dois-pontos e do travessão na frase.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você
deve levar em conta na hora de comprá-lo?
Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em
Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido
de produção de pães, com adição de gorduras duras,
maior quantidade de fermento e substâncias como
enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu
custos, usou trigo com baixo teor de proteína e
aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda
utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para
ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas
grandes indústrias, que acabaram dominando o
mercado.
Enquanto o método de Chorleywood gera pães
rapidamente, a fermentação natural segue o caminho
oposto: um processo lento que envolve mistura, sova,
repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa
pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora
o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com
ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador
natural de leveduras e bactérias — e proporciona
benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor
absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.
Pães comerciais com levedura também trazem
benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos
apontam que o pão de fermentação natural pode
prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre
pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo
método de Chorleywood são considerados
ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes.
Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio —
um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática
é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e
substâncias não reconhecíveis na cozinha.
Grande parte dos pães de supermercado é industrial e
contém aditivos que aceleram a produção e substituem
nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11%
da alimentação comum e dietas ricas em
ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de
saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela
na generalização da categoria. Uma escolha mais
saudável é buscar pães com menos aditivos e, se
possível, preferir os integrais aos brancos.
A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão
oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes
têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral
conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do
trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em
contraste, a farinha branca retira essas partes. O
consumo de pão integral reduz o risco de doenças
cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e
favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que
pessoas que consomem grãos integrais regularmente
apresentam menor índice de massa corporal.
É importante observar que nem todo pão escuro ou com
sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco
seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam
desenvolver versões integrais com sabor e textura de
pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto,
quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor
nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi
testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois
anos para chegar ao mercado.
A escolha do pão ideal depende de preferência,
praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais
nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é
importante ler os rótulos e identificar ingredientes
ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de
fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes.
E, se necessário, é possível congelar o pão para
aumentar sua durabilidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você
deve levar em conta na hora de comprá-lo?
Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em
Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido
de produção de pães, com adição de gorduras duras,
maior quantidade de fermento e substâncias como
enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu
custos, usou trigo com baixo teor de proteína e
aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda
utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para
ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas
grandes indústrias, que acabaram dominando o
mercado.
Enquanto o método de Chorleywood gera pães
rapidamente, a fermentação natural segue o caminho
oposto: um processo lento que envolve mistura, sova,
repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa
pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora
o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com
ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador
natural de leveduras e bactérias — e proporciona
benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor
absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.
Pães comerciais com levedura também trazem
benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos
apontam que o pão de fermentação natural pode
prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre
pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo
método de Chorleywood são considerados
ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes.
Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio —
um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática
é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e
substâncias não reconhecíveis na cozinha.
Grande parte dos pães de supermercado é industrial e
contém aditivos que aceleram a produção e substituem
nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11%
da alimentação comum e dietas ricas em
ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de
saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela
na generalização da categoria. Uma escolha mais
saudável é buscar pães com menos aditivos e, se
possível, preferir os integrais aos brancos.
A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão
oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes
têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral
conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do
trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em
contraste, a farinha branca retira essas partes. O
consumo de pão integral reduz o risco de doenças
cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e
favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que
pessoas que consomem grãos integrais regularmente
apresentam menor índice de massa corporal.
É importante observar que nem todo pão escuro ou com
sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco
seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam
desenvolver versões integrais com sabor e textura de
pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto,
quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor
nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi
testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois
anos para chegar ao mercado.
A escolha do pão ideal depende de preferência,
praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais
nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é
importante ler os rótulos e identificar ingredientes
ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de
fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes.
E, se necessário, é possível congelar o pão para
aumentar sua durabilidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você
deve levar em conta na hora de comprá-lo?
Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em
Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido
de produção de pães, com adição de gorduras duras,
maior quantidade de fermento e substâncias como
enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu
custos, usou trigo com baixo teor de proteína e
aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda
utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para
ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas
grandes indústrias, que acabaram dominando o
mercado.
Enquanto o método de Chorleywood gera pães
rapidamente, a fermentação natural segue o caminho
oposto: um processo lento que envolve mistura, sova,
repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa
pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora
o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com
ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador
natural de leveduras e bactérias — e proporciona
benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor
absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.
Pães comerciais com levedura também trazem
benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos
apontam que o pão de fermentação natural pode
prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre
pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo
método de Chorleywood são considerados
ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes.
Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio —
um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática
é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e
substâncias não reconhecíveis na cozinha.
Grande parte dos pães de supermercado é industrial e
contém aditivos que aceleram a produção e substituem
nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11%
da alimentação comum e dietas ricas em
ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de
saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela
na generalização da categoria. Uma escolha mais
saudável é buscar pães com menos aditivos e, se
possível, preferir os integrais aos brancos.
A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão
oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes
têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral
conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do
trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em
contraste, a farinha branca retira essas partes. O
consumo de pão integral reduz o risco de doenças
cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e
favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que
pessoas que consomem grãos integrais regularmente
apresentam menor índice de massa corporal.
É importante observar que nem todo pão escuro ou com
sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco
seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam
desenvolver versões integrais com sabor e textura de
pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto,
quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor
nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi
testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois
anos para chegar ao mercado.
A escolha do pão ideal depende de preferência,
praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais
nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é
importante ler os rótulos e identificar ingredientes
ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de
fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes.
E, se necessário, é possível congelar o pão para
aumentar sua durabilidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você
deve levar em conta na hora de comprá-lo?
Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em
Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido
de produção de pães, com adição de gorduras duras,
maior quantidade de fermento e substâncias como
enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu
custos, usou trigo com baixo teor de proteína e
aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda
utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para
ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas
grandes indústrias, que acabaram dominando o
mercado.
Enquanto o método de Chorleywood gera pães
rapidamente, a fermentação natural segue o caminho
oposto: um processo lento que envolve mistura, sova,
repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa
pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora
o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com
ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador
natural de leveduras e bactérias — e proporciona
benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor
absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.
Pães comerciais com levedura também trazem
benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos
apontam que o pão de fermentação natural pode
prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre
pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo
método de Chorleywood são considerados
ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes.
Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio —
um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática
é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e
substâncias não reconhecíveis na cozinha.
Grande parte dos pães de supermercado é industrial e
contém aditivos que aceleram a produção e substituem
nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11%
da alimentação comum e dietas ricas em
ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de
saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela
na generalização da categoria. Uma escolha mais
saudável é buscar pães com menos aditivos e, se
possível, preferir os integrais aos brancos.
A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão
oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes
têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral
conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do
trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em
contraste, a farinha branca retira essas partes. O
consumo de pão integral reduz o risco de doenças
cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e
favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que
pessoas que consomem grãos integrais regularmente
apresentam menor índice de massa corporal.
É importante observar que nem todo pão escuro ou com
sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco
seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam
desenvolver versões integrais com sabor e textura de
pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto,
quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor
nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi
testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois
anos para chegar ao mercado.
A escolha do pão ideal depende de preferência,
praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais
nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é
importante ler os rótulos e identificar ingredientes
ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de
fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes.
E, se necessário, é possível congelar o pão para
aumentar sua durabilidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Concepção Histórico-Crítica da Educação é uma
abordagem pedagógica desenvolvida no Brasil a partir
da década de 1980, fortemente influenciada pelo
materialismo histórico-dialético de Karl Marx. Acerca
desse assunto, julgue as frases abaixo:
I.Sua principal formuladora foi a educadora Dermeval Saviani, que buscava construir uma pedagogia comprometida com a transformação social e a superação das desigualdades. Essa concepção parte do princípio de que a educação não é neutra, mas está inserida em contextos históricos concretos e marcada pelas contradições da sociedade capitalista. Assim, ela compreende a escola como um espaço de disputa ideológica e como instrumento estratégico para a formação da consciência crítica dos sujeitos.
II.Inspirada em métodos espontaneístas, a pedagogia histórico-crítica valoriza acima de tudo a livre expressão e os interesses imediatos do aluno, entendendo que o conhecimento sistematizado pode limitar a criatividade e a autonomia. O professor atua como facilitador, permitindo que os estudantes escolham o que aprender e como aprender, sem impor conteúdos previamente organizados ou objetivos definidos, priorizando um ensino livre de intencionalidades político-pedagógicas.
III.A proposta histórico-crítica defende que a educação deve garantir o acesso dos estudantes aos conhecimentos historicamente sistematizados, valorizando os saberes científicos, artísticos e filosóficos acumulados pela humanidade. Para isso, a prática pedagógica deve articular a relação entre teoria e prática, partindo das condições reais dos alunos (a prática social) para, por meio do ensino, promover a mediação com o conhecimento científico (a teoria) e, posteriormente, retornar à prática de forma transformada. Essa dialética − prática social, mediação e prática social transformada − é central na proposta.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
I.Sua principal formuladora foi a educadora Dermeval Saviani, que buscava construir uma pedagogia comprometida com a transformação social e a superação das desigualdades. Essa concepção parte do princípio de que a educação não é neutra, mas está inserida em contextos históricos concretos e marcada pelas contradições da sociedade capitalista. Assim, ela compreende a escola como um espaço de disputa ideológica e como instrumento estratégico para a formação da consciência crítica dos sujeitos.
II.Inspirada em métodos espontaneístas, a pedagogia histórico-crítica valoriza acima de tudo a livre expressão e os interesses imediatos do aluno, entendendo que o conhecimento sistematizado pode limitar a criatividade e a autonomia. O professor atua como facilitador, permitindo que os estudantes escolham o que aprender e como aprender, sem impor conteúdos previamente organizados ou objetivos definidos, priorizando um ensino livre de intencionalidades político-pedagógicas.
III.A proposta histórico-crítica defende que a educação deve garantir o acesso dos estudantes aos conhecimentos historicamente sistematizados, valorizando os saberes científicos, artísticos e filosóficos acumulados pela humanidade. Para isso, a prática pedagógica deve articular a relação entre teoria e prática, partindo das condições reais dos alunos (a prática social) para, por meio do ensino, promover a mediação com o conhecimento científico (a teoria) e, posteriormente, retornar à prática de forma transformada. Essa dialética − prática social, mediação e prática social transformada − é central na proposta.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) seguinte(s) proposição(ões).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº
9.394/96), em seus artigos 68 a 77, estabelece os
princípios do financiamento da educação brasileira,
posteriormente modificados pela Emenda Constitucional
95/2016 (Novo Regime Fiscal). O conceito de
"custo-aluno-qualidade" (CAQ), previsto no art. 74-A da
LDB (incluído pela Lei nº 13.005/2014 - PNE), representa
uma inovação na metodologia de financiamento
educacional ao estabelecer parâmetros mínimos de
investimento por estudante. A operacionalização do CAQ
enfrenta como principal desafio conceitual:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Qual tipo de pão é o mais saudável e o que você
deve levar em conta na hora de comprá-lo?
Na década de 1950, cientistas de uma fábrica em
Chorleywood, no Reino Unido, criaram um método rápido
de produção de pães, com adição de gorduras duras,
maior quantidade de fermento e substâncias como
enzimas, oxidantes e emulsificantes. A técnica reduziu
custos, usou trigo com baixo teor de proteína e
aumentou a durabilidade dos produtos, sendo ainda
utilizada em cerca de 80% dos pães. Embora criada para
ajudar pequenos panificadores, foi adotada pelas
grandes indústrias, que acabaram dominando o
mercado.
Enquanto o método de Chorleywood gera pães
rapidamente, a fermentação natural segue o caminho
oposto: um processo lento que envolve mistura, sova,
repouso da massa e fermentações sucessivas. A massa
pode crescer por uma noite na geladeira, o que aprimora
o sabor. Esse método pode levar até 36 horas, com
ingredientes básicos — farinha, sal, água e um iniciador
natural de leveduras e bactérias — e proporciona
benefícios à saúde, como digestão facilitada, melhor
absorção de nutrientes e controle do açúcar no sangue.
Pães comerciais com levedura também trazem
benefícios, especialmente quando fortificados. Estudos
apontam que o pão de fermentação natural pode
prolongar a saciedade, ainda que os efeitos variem entre
pessoas. No entanto, muitos pães produzidos pelo
método de Chorleywood são considerados
ultraprocessados, devido a aditivos como emulsificantes.
Em alguns países, ainda se usa bromato de potássio —
um aditivo com potencial carcinogênico. Uma dica prática
é evitar pães com cinco ou mais ingredientes e
substâncias não reconhecíveis na cozinha.
Grande parte dos pães de supermercado é industrial e
contém aditivos que aceleram a produção e substituem
nutrientes. Esses produtos representam cerca de 11%
da alimentação comum e dietas ricas em
ultraprocessados estão ligadas a diversos problemas de
saúde. Ainda assim, pesquisadores recomendam cautela
na generalização da categoria. Uma escolha mais
saudável é buscar pães com menos aditivos e, se
possível, preferir os integrais aos brancos.
A nutricionista Jenna Hope destaca que os tipos de pão
oferecem benefícios diferentes: integrais com sementes
têm mais fibras e gorduras saudáveis. O pão integral
conserva o gérmen, o pericarpo e o endosperma do
trigo, preservando vitaminas, minerais e polifenóis. Em
contraste, a farinha branca retira essas partes. O
consumo de pão integral reduz o risco de doenças
cardíacas e câncer, melhora a microbiota intestinal e
favorece o controle glicêmico. Estudos mostram que
pessoas que consomem grãos integrais regularmente
apresentam menor índice de massa corporal.
É importante observar que nem todo pão escuro ou com
sementes é realmente integral. Mesmo que o pão branco
seja ainda o mais consumido, pesquisas buscam
desenvolver versões integrais com sabor e textura de
pão branco, utilizando grãos como sorgo, milheto,
quinoa, ervilhas e grão-de-bico. O objetivo é aliar valor
nutricional à aceitação do público. Um protótipo já foi
testado com sucesso, mas ainda levará cerca de dois
anos para chegar ao mercado.
A escolha do pão ideal depende de preferência,
praticidade e custo. O pão de fermentação natural é mais
nutritivo, mas pode ser inacessível. Por isso, é
importante ler os rótulos e identificar ingredientes
ocultos. Algumas redes já oferecem versões fatiadas de
fermentação natural, com listas mínimas de ingredientes.
E, se necessário, é possível congelar o pão para
aumentar sua durabilidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckg69ed3zlko.ADAPTADO.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container